sábado, 2 de julho de 2022
sexta-feira, 18 de março de 2022
OPERAÇÕES DE APOIO À PAZ 🙏💂🏥⛑
A propósito destas operações e do artigo do especialista do Expresso - "Portugal mínimo em exercício máximo", breves palavras.
A título de exemplo recordo algumas participações das muitas desde 1958 ao presente:
António Cabral
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
AINDA a SUBSTITUIÇÃO do CEMA
Aqui na aldeia não tenho digitalizador. Fica assim apenas uma parte do artigo da autoria do juiz conselheiro do STJ, jubilado, José Augusto Sacadura Garcia Marques, datado de 29 de Dezembro de 2021 e publicado no periódico "A Guarda".
Neste artigo de que mostro a fotografia de uma parte, o referido juiz aborda o "processo" de que todos se recordarão, e onde emprega expressões (os sublinhados a cores são meus) como - "mais um exemplo da forma lamentável como as instituições nacionais tratam muitas vezes alguns assuntos de estado" - "confusas e complexas jogadas de bastidores" - "foi tudo mau demais" - "tudo redundar numa farsa miserável aflitiva de engana tolos" -" só que não somos tão tolos assim....e vamos ficando fartos de habilidosos e malabaristas destes".
O autor tece outros comentários e a dada altura aspira a que - "venha quem fale direito e com verdade, claro e sem subterfúgios e que não caminhe por atalhos enviesados".
Este legítimo desejo, meu também há muito, não é atingível com estes inquilinos nos palácios de Belém e S.Bento nem com os dois com gabinetes no edifício rosa ao Restelo. Não é aliás atingível com nenhum dos vários intervenientes (às claras e na sombra) neste pestilento processo.
Antonio Cabral
Contra-Almirante, reformado,
(marrevoltado.blogspot.pt)
quarta-feira, 29 de setembro de 2021
A Imprensa informou que o Ministro da Defesa Nacional propôs ao Presidente da República a demissão do Almirante Mendes Calado do cargo de Chefe do Estado-Maior da Armada.
O Artigo 133 da Constituição estabelece que compete ao Presidente da República, sob proposta do Governo (que - recorde-se - é presidido pelo Primeiro-Ministro) - ouvido o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas - nomear e exonerar os Chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas.
Espero, assim, que o Presidente da República mostre que não é um verbo de encher.
28. Setembro.2021
In Blog - <https://costacorreia.blogspot.com/2021/09/ao-presidente-da-republica-mostre-que.html?m=1>
Para o Presidente da República, além deste primeiro equívoco, foram registados mais dois. O segundo equívoco passa pela fundamentação para a alegada cessão de funções. Marcelo referiu que tem estado a ser apontada a intervenção crítica, feita pelo atual Chefe do Estado-Maior da Armada, sobre as alterações à Lei de Defesa Nacional - uma posição acompanhada pelos restantes chefes dos ramos militares.
O Presidente da República nota que, apesar de terem criticado as mudanças, a partir do momento em que foi decretada a lei, os chefes dos três ramos militares acataram-na e respeitaram-na, o que, para Marcelo, é um "exemplo de lealdade constitucional" - logo, nunca seria motivo para uma exoneração.
O terceiro e"equívoco" mencionado por Marcelo Rebelo de Sousa prende-se com o facto de se estar a falar numa "substituição". Ora, só poderá haver uma substituição depois de alguém terminar funções, recorda Marcelo, o que ainda não é o caso.
"Há um momento adequado para falar de substituição, que não é este", declarou.
O Presidente da República lamentou ainda que o nome do vice-almirante Gouveia e Melo tenha sido envolvido na polémica. Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que o vice-almirante merece, pela sua carreira, as insígnias que recebeu e, pela sua atuação na task force, a admiração de todos os portugueses. Pelo seu "mérito e classe", defende Marcelo, dispensava ser "envolvido numa situação de atropelamento de pessoas e instituições".
Na ótica de Marcelo Rebelo de Sousa, há que "salvaguardar a reputação das pessoas envolvidas e o prestígio das instituições" e quando chegar o momento de tomar a decisão de substituir o Chefe do Estado-Maior da Armada, só há uma pessoa que tem o poder de tomá-la: o Presidente da República.
terça-feira, 3 de agosto de 2021
terça-feira, 15 de setembro de 2020
ARSENAL do ALFEITE
O estaleiro (AA) está no mesmo sítio há décadas.
O estado dele é que é cada vez mais desgraçado, dizem por aí, eu não acredito, deve ser apenas mais um ataque a este governo e ao actual MDN. Alguma cabala.
É uma situação gravíssima, dizem, eu continuo a não acreditar. cabala de certeza. A situação do AA é cada vez mais preocupante, não pode ser verdade, só pode ser mentira Pessoalmente não precisava de mais um extenso artigo como este de 15 de Setembro onde se retratam muitos pormenores, facetas, tragédias, pois á distância e através de alguns poucos vou acompanhando o que se passa na Marinha, no AA, na instituição militar.
Não é preciso ler este artigo do DN para saber e estar descansado, como sempre soube, o desvelo, o cuidado, a importância, direi mesmo o carinho, que dedicam á instituição militar e particularmente à Marinha e ao AA, o Presidente da República actual, o Primeiro-Ministro actual, o MDN actual, a comissão parlamentar de defesa, o presidente da AR, o CEMGFA actual, tal como todos os seus antecessores.
Por isso estou muito descansado, os pequenos problemas hoje injustamente apontados são coisa passageira, e a nova administração do AA está já a reorientar o estaleiro numa nova e pujante rota, a nível nacional e internacional.
A bem da Nação, evidentemente.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Não era preciso isto, há décadas que muitos sabem que para esta gente a Defesa Nacional é o que respeita à instituição militar, APENAS.
Ora a instituição militar, o poder das armas, o tal monopólio da força que o Estado detém é tão somente a componente última da Defesa Nacional. Última no sentido de a ela se recorrer esgotado o resto.
E o que é o resto?
Quanto ao resto deve lembrar-se ( a maioria dos concidadãos quer lá saber disto, e quanto aos políticos......) que a dita Defesa Nacional tem um carácter permanente, e cabe aos governos de forma transversal realizá-la em toda a actividade governamental.
E, à Defesa Nacional, importam por exemplo, vectores diversos como o, cultural, financeiro, económico, industrial e diplomático.
A faceta militar, o vector militar, é o último recurso.
O formalmente designado Ministério da Defesa Nacional nunca desde o 25 de Abril de 1974 passou de ser apenas o ministério "dos tropas".
Que Forças Armadas para Portugal na última década do século XX ou agora no XXI? Que se requer da instituição militar?
Tudo por fazer, contentam-se em ter soldadesca em África e etc.
É QUASE NADA, para um País que se quisesse a sério.
Mas, sendo isto assim há décadas, houve sempre umas estrelas vaidosas e observantes do seu umbigo que sempre colaboraram e hoje colaboram com estes lamentáveis políticos.
Políticos de todas as cores, e colaborações a diferentes níveis.
Mas, depois, vão fazendo queixinhas.
E daí a famosa frase - muito reservados no activo, muito activos na reserva e reforma.
Os seus amigos de Peniche esquerdalhos ficariam zangados.
I.IV.2. Preparar a defesa nacional para os desafios da década 2020-2030
Às Forças Armadas pede-se, cada vez mais, que respondam a novas e complexas missões, que assumam novas responsabilidades e que façam tudo isso respeitando a exigência de utilização eficiente dos recursos públicos. Para tal, é necessário adaptar a Defesa Nacional para dar as respostas que se lhe impõem e projetar um novo ciclo, pautado por significativos desenvolvimentos internacionais.
No âmbito da União Europeia, Portugal concretizou, em dezembro de 2017, a sua intenção de participar numa cooperação estruturada permanente no domínio da segurança e da defesa. Acresce que está em processo de conclusão um Programa Europeu de Desenvolvimento Industrial no domínio da Defesa e um Fundo Europeu de Defesa, consubstanciando uma transformação profunda e apontando para uma Identidade Europeia de Defesa. Portugal deve participar neste processo, reforçando a sua capacidade militar e simultaneamente as suas indústrias de defesa.
Por fim, a Lei de Programação Militar, recentemente revista, constitui o principal instrumento financeiro plurianual para a Defesa Nacional e materializa uma estratégia de médio e longo prazo para a edificação das capacidades militares, assente no desenvolvimento da inovação e gerando valor acrescentado para a economia nacional, reforçando o emprego qualificado e promovendo as exportações das empresas deste setor de atividade.
Por outro lado, o apoio às populações, especialmente em apoio à proteção civil ou no âmbito do combate aos incêndios e, bem assim, as missões em articulação com o Sistema Integrado de Segurança Interna são solicitações a que cumpre responder.
As Forças Armadas continuarão a estar onde o país e os seus compromissos internacionais o determinem, cumprindo, com o já habitual sucesso, complexas missões que se considerem proporcionais e compatíveis com o interesse nacional e com o papel que Portugal soube consolidar.
Nem mesmo com alguns daqueles servidores venerandos que os aplaudem sentados nas 1ª filas isto se altera.
(Chapéus há muitos)
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
De acordo com o que se vê na página da Presidência da República, o futuro governo ficou constituído, e tomará posse em breve.
Entre as várias coisas muito curiosas, para mim naturalmente, é a da criação de um senhor secretário de estado para tomar conta dos recursos humanos no formalmente designado ministério da defesa nacional.
Ah, e tomar conta também dos antigos combatentes.
Agora sim, agora é que vai ser!!
Pela minha parte, como antigo combatente (29OUT1971-28JUL1973, Guiné) muito mas muito obrigadinho.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
quinta-feira, 11 de abril de 2019
As audições sobre esta telenovela mexicana prosseguem.
Pelo que se lê por aí, o anterior chefe da Polícia Judiciária fez declarações diversas na CPI na AR.
Não vou adjectivar nada.
O meu entendimento é de que o sr coronel trouxe para a "liça" o Presidente da República, de uma forma peculiar (!!).
Acredito que não estou muito errado, depois de ler esta nota rapidamente hoje colocada na página oficial da Presidência:
Nota da Presidência da República
Como o Presidente da República já disse várias vezes, no final da visita a Tancos, o então Ministro da Defesa trouxe para junto de si o então Diretor da Polícia Judiciária Militar.
domingo, 11 de novembro de 2018
No passado 4NOV realizou-se na Av da Liberdade uma cerimónia militar para celebrar o centenário do Armistício, 11 de Novembro de 1918. O cessar fogo terá tido início ás 1100 horas locais.
Assim, Marcelo e não só, puderam estar hoje em França, junto de alguns “pares” e de outros.
Da parte final da discursata, parece-me legítimo ler de forma variada o que se ouviu da boca de Marcelo. Enviou recados? Quis realçar a sua formal capacidade (???) de Comandante Supremo das Forças Armadas? Quis mostrar força, e que força concreta ??
Como apreciar o que se passou em Lisboa no passado 4NOV com tanta pompa, com tanta tropa, e com alguns que me parece não deviam lá ter estado?
Da celebração do Centenário
Entrámos na IGG por decisão política, salvo erro em Março de 2016. Justificação para tal decisão? Depende da perspectiva.
Pessoalmente, ao que fui lendo ao longo dos tempos, um dos grandes propulsores para a entrada na guerra foi a situação política interna. Caótica. Para não perdermos as colónias e sobretudo para reforçar o regime que então nos governava? Creio que a parte do execrável regime pesou mais.
O discurso. Intenções reais?
O rigor histórico no discurso de Marcelo deixa a desejar.
A maior intenção por detrás do discurso de Marcelo poderá ter sido???? - eu, Comandante Supremo das Forças Armadas, estou aqui, vigilante, atento, e não tolerarei o uso das Forças Armadas ao serviço de interesses, pessoas, grupos ou de jogos de poder.
Estar-se-ia a lembrar de Tancos II, o actual, que não anda nem desanda?
A parada militar
Foi de grande estadão, dizem.
Claro que o PCP, os “melancia” e o BE caladinhos que nem ratos, quer sobre o caso, quer, a celebração, o dinheiro gasto na coisa para gáudio dos figurões de Estado. Não bradaram contra lavagens históricas.
Que concluir?
Sim, as FA não devem ser usadas para jogos políticos, jogos de poder.
Sim, as Forças Armadas são o garante último da liberdade e da democracia.
sábado, 8 de setembro de 2018
Para tentar inverter a situação actual em que quase ninguém quer ir para a tropa e, cheira-me, sobretudo para o Exército.
Porque será?
Que coisas nos podem vir à cabeça quando entramos nestas matérias ?
> Está bem clara, definida, a razão de ser das FA no Portugal do século XXI ?
> Está definitivamente afastada a perspectiva de que Portugal não deve ter FA, como algumas "prendas" defendem ?
> Está definitivamente aceite por todos os políticos e elites e partidos políticos, de que a defesa nacional (DN) não deve ser NUNCA MAIS tema de luta política/partidária ?
> Está claro nas cabecinhas iluminadas (??!!) que DN não é igual a FA, as quais são apenas um importante pilar, uma componente, a componente militar da DN ?
> Quando perceberão as criaturas políticas que apetrechar uma Marinha de Guerra, e uma Força Aérea, não é a mesma coisa que arregimentar pessoal? Para que fique claro - "you have or not a Navy; you raise an Army. Period!!!!
> Quanto a incentivos, que tal ponderar os vencimentos dos militares das FA, no quadro de todos os servidores dos Estado ? (sim, outra falácia, é considerar os militares como funcionários públicos)
> E levar a sério a indispensável ligação FA - empresas - universidades ?
> E quanto à questão - condição militar - os actuais governantes bem como os anteriores não persistem em desprezar legislação variada, existente, legal ?
> Finalmente, serviço militar obrigatório (SMO) sim ou não, regime de contrato, e aspectos relacionados, deixarei para outro post.
Uma coisa me parece evidente, com as criaturas actuais e na senda das anteriores, medidas avulsas, desgarradas, "pour épater les Bourgeois".
Mas a isto, certos senhores, sempre muito inchados e que até há três anos tanto palravam, agora continuam caladinhos perante o que se vai passando.
É o que temos, e poucos merecemos.
António Cabral
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Sem surpresas (só surpresa para quem não pondera como certas coisas se fazem e ou acontecem) aparece anunciado que o próximo CEMGFA vai ser o actual CEMA.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Cada vez me sinto mais envergonhado.
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Expresso, 29 Setembro 2017, pág 34, 1º caderno
domingo, 24 de setembro de 2017
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
