Editorial

Pretende este “O Navio... desarmado” ter na sua guarnição todos aqueles que “navegando nas águas calmas da reforma”, expressão tão bem definida em “A Voz da Abita”, que durante mais de oito anos foi seu porto de abrigo, não querem deixar-se alhear do que se prende com a sua Marinha nem abandonar o convívio de todos aqueles com quem serviram e naturalmente estabeleceram fortes laços de amizade.
 “O Navio... desarmado” não se revê como banco de jardim, ainda que esse banco tivesse sempre vista para o mar, mas como uma grande “câmara”, maior que o somatório das câmaras por onde todos passaram, com o espírito vivido em todas elas. Nele, as únicas armas permitidas serão a frontalidade, a firmeza, a tolerância, a camaradagem e o respeito, valores que lhes foram inculcados desde os bancos da Escola Naval. 
Poderão ser admitidos como membros deste blogue todos os camaradas que, preenchendo as condições atrás referidas, o solicitarem.

Em 16 de Novembro de 2014

Nota: Para os menos familiarizados com a terminologia naval esclarece-se que um "navio desarmado ou em estado de desarmamento" é aquele que tem o seu armamento e outro material importante em terra para ser beneficiado ou reparado e que, do pessoal, apenas tem o bastante para o guardar.

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