segunda-feira, 20 de maio de 2019

Está para breve o lançamento dum  livro que se intitula:

"Traços de Vida de um Oficial de Marinha. Raízes de um fio condutor"

Da autoria do VALM João Manuel Pires Neves, que a Comissão Cultural de Marinha irá dar à estampa em cerimónia presidida por SEXA o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Mendes Calado,  no dia 03 de Junho p.f. pelas 1730 horas, no Pavilhão das Galeotas, do Museu de Marinha, em Lisboa, junto ao Mosteiro dos Jerónimos.
A obra que inclui um prefácio do próprio ALM CEMA, será apresentada pelo Almirante Francisco Vidal Abreu.

terça-feira, 14 de maio de 2019

quarta-feira, 8 de maio de 2019

A Marinha (na Madeira) na Imprensa

Inserida no Programa de divulgação das Forças Armadas decorreu, no dia 3 de Maio de 2019, no Auditório da Reitoria da Universidade da Madeira, a 2ª Conferência do ciclo “Portugal e as Forças Armadas”, com o tema “Os madeirenses e a Marinha Portuguesa”.
Foram oradores convidados o Primeiro-tenente Quintal Pereira, com o tema “Da Madeira para as missões internacionais é um salto”, o Capitão-de-fragata Manuel da Costa com o tema “A vida de um Marinheiro” e o Capitão-de-mar-e-guerra Rocha Freitas com o tema “Um Pontassolense na Marinha. Opção de vida”.

Este evento contou com a presença do Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, do Comandante Operacional e da Zona Militar da Madeira, Major-General Carlos Perestrelo, da Secretária Regional do Ambiente e Recursos Naturais, Dra. Susana Prada, em representação do Presidente do Governo Regional, as Vice-presidentes da Assembleia Legislativa, Dra. Fernanda Cardoso e Dra. Isabel Torres, do Magnifico Reitor da Universidade da Madeira, Professor Doutor José Molarinho Carmo, entre demais convidados e entidades civis e militares. De referir igualmente a presença dos presidentes das autarquias de Câmara de Lobos, Machico e Ponta do Sol, assim como e vereadores das autarquias do Funchal e Porto Moniz.



















P.S. Não nos podemos esquecer de muitos outros madeirenses da nossa Marinha.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Os helicópteros na nossa Marinha

Disponível na Internet um interessante documentário sobre os helicópteros da nossa Marinha que pode ser visto aqui.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Guerra de Minas no Mediterraneo

“Guerra de Minas” já começou no Mediterrâneo
Realizou-se em 28 de Abril de 2019, a bordo do NRP Figueira da Foz, a cerimónia de activação do Grupo-tarefa da EUROMARFOR para o exercício SPANISH MINEX 19.
A cerimónia, presidida por Portugal, ocorreu no porto de Mahon, na ilha de Menorca e contou com a presença de várias entidades militares e civis locais, para além de todos os comandantes das restantes Grupos-tarefa (NATO e Espanhola) e respectivas unidades navais e de mergulhadores.Realizou-se em 28 de Abril de 2019, a bordo do NRP Figueira da Foz, a cerimónia de activação do Grupo-tarefa da EUROMARFOR para o exercício SPANISH MINEX 19.

No seu discurso o Comandante do Grupo-Tarefa, Capitão-de-de-fragata Duarte da Conceição, realçou a importância da EUROMARFOR como força marítima internacional estruturada, salientando a sua capacidade operacional, reconhecimento e confiança, bem como a relevância do exercício SPANISH MINEX para a prática dos procedimentos de defesa de portos contra a ameaça da guerra de minas.
Este exercício que decorre entre 29 de Abril e 10 de Maio de 2019, contará com total de 67 elementos a bordo do NRP Figueira da Foz, dos quais fazem parte o comandante do Grupo-tarefa da EUROMARFOR, CFG Duarte da Conceição, e uma equipa de mergulhadores.



quinta-feira, 25 de abril de 2019

domingo, 14 de abril de 2019

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Sobre o acordo do Grupo Luz Saúde: Levantamento da suspensão.


PSMDNForças Armadaso Costume
Só se espanta quem não tem estado atento, nomeadamente  desde 1991.
Essencialmente, na minha opinião naturalmente, começou sobretudo com o PM Cavaco Silva e com Fernando Nogueira na pasta da defesa nacional (MDN), sempre com a passividade do então PR Mário Soares, foi aumentando com António Vitorino e com a passividade de Sampaio, continuou com todos os seguintes. O actual MDN, é apenas mais uma "estrela" nesta triste constelação.
Como diz e bem o general Carlos Branco - "apesar das homenagens que lhes têm de prestar, e do frete dos encómios e elogios que lhes têm de fazer".

Vem isto a propósito de um interessante artigo deste general, publicado no Expresso no passado dia 8 de Abril, e intitulado - "O que move o ministro que tutela os militares".
Este artigo recorda-me desabafos de alguns outros (muito poucos) oficiais generais, designadamente desde 2005, desabafos que alguns entenderam como inapropriados, ou  demasiado ásperos, ou ácidos, houve até quem se interrogasse se havia alguma coisa contra ou B
As coisas não acontecem por acaso, nem surgem de repente, além de que se comprova, mais uma vez, quão complicado na vida é ter razão antes de tempo. Adiante.

Deste interessante artigo realço os seguintes aspectos que Carlos Branco disseca:
 a equiparação do estatuto do general actual presidente da Proteção Civil a subsecretário de Estado,
 a referência a um agendamento de uma reunião dos chefes militares com o Comandante Supremo das Forças Armadas,
 as sucessivas desconsiderações aos chefes militares e menorização das Forças Armadas (FA),
 a posse de um Vice-Chefe pelo ministro,
 o estudo sobre a saúde militar.

Antes de ir aos aspectos que acima refiro, na minha opinião naturalmente, a governamentalização das FA é um facto desde há décadas. LAMENTÁVEL
Começou concretamente quando, com Fernando Nogueira em MDN, um dia houve que escolher um novo chefe militar. As normas legais da altura estabeleciam que o ramo das FA em causa apresentaria ao MDN e com a devida antecedência, uma lista com 3 nomes, dos quais o MDN levaria para conselho de ministros um nome e, se aprovado, o PM apresentá-lo-ia ao PR. 
Azar dos azares, o nome que o governo na altura gostava que viesse a ser o novo chefe do ramo não estava na lista. 
E lá tiveram que escolher quem não pensavam. Vingaram-se a seguir.  Alteraram a lei, o MDN passou a chamar todos os generais ou almirantes com 3 estrelas, entrevistando-os isoladamente, e escolhendo então um para novo chefe, nome a apreciar no conselho de ministros para depois o PM o apresentar ao PR.
As desconsiderações, as afrontas, a menorização das FA é uma constante há décadas. No presente, o actual PR e o seu irmão gémeo comandante supremo das FA, periodicamente clama em público - os melhores dos melhores. Deve ser a moderna e democrática concepção de - passar a mão pelo pêlo.

Olhando a legislação em vigor, por exemplo a lei orgânica de bases das FA, verifica-se que a lei consagra o Chefe do Estado-Maior General das FA (CEMGFA) como principal conselheiro militar do MDN (Artº 10º), e é nomeado e exonerado pelo PR sob proposta do governo.
A mesma lei estabelece procedimento semelhante para a exoneração e nomeação dos chefes militares (CEM's) dos ramos (CEMA/ Marinha, CEME/ Exército, CEMFA/ Força Aérea).
A lei em causa estabelece ainda no Artº 24º que, o MDN nomeia e exonera sob proposta do chefe militar do respectivo ramo, quer os vice-chefes dos ramos quer os comandantes dos comandos das componentes, naval, terrestre, aérea, ou seja, os comandantes operacionais dos ramos.

Quanto aos aspectos que do artigo sublinho:
 a equiparação do estatuto do general actual presidente da Proteção Civil a subsecretário de Estado.
Este tipo de coisas nunca acontece sem a anuência do interessado; vale a pena lembrar o historial passado e, por exemplo, lembrar quem António Costa escolheu para comandar a GNR anos trás. Isso pode explicar muita coisa.
 o agendamento de uma reunião dos chefes militares com o Comandante Supremo das Forças Armadas.
Bem podem esperar sentados pelos resultados de tal coisa.
 as sucessivas desconsiderações aos chefes militares e a menorização das Forças Armadas (FA).
São muitas e sucessivas, mas uma boa parte das chefias militares para isso muito foi contribuindo ao longo dos anos. Ninguém que tenha estado atento aos últimos 30 anos pode espantar-se. Nada acontece por acaso.
 posse de um Vice-Chefe pelo MDN.
A lei é clara quanto a quem nomeia e exonera: é o MDN. A lei estabelece a necessidade de uma proposta prévia do chefe militar do ramo em causa, não é o ministro que escolhe o Vice-chefe, sendo certo que pode ou não aceitar a proposta do chefe militar do ramo. Compreendo o que o general Branco escreve sobre este assunto, e as diferenças que aponta são óbvias, e o poder político devia atentar nelas mas, juridicamente, não me parece que o general tenha razão. Presumo que os sempre amigos das FA entendem que, se nomeiam ao abrigo da lei então, devem conferir a posse, como acontece em outros casos. Juridicamente parece-me que nada há a apontar; deixaram a lei assim......

A questão da confiança que Carlos Branco coloca só terá sentido se a proposta do Chefe do ramo for recusada
Seria aliás muito interessante conhecer os depoimentos escritos e análises dos então chefes militares relativamente a estas normas, quando da discussão da lei aprovada em 2014. Seria muito interessante conhecer essas posições.
Uma coisa me parece caricata: sendo o poder político que escolhe exonera e nomeia ( e bem) todos os chefes militares, porque carga de água a estrutura superior de cada um dos ramos das FA é nomeada também pelo MDN/ governos? Não deveria caber só aos chefes sobre os quais já foi exercido um escrutínio político?

 estudo sobre a saúde militar.
O que o general refere neste âmbito é mais uma das várias alarvidades que, com assiduidade, os políticos e concretamente os sucessivos MDN e PM concretizam.
Nem vale a pena perder muito tempo com isto.
Dar a proposta de lei ou um estudo acerca das FA a outrem antes de a colocar ao seu legítimo e legal conselheiro militar, diz bem da qualidade e estatura da criatura que assim procede.
Mas, já agora, talvez seja de recordar que as associações militares foram recebidas por Guterres e Sampaio antes de serem recebidas pelos chefes militares da altura. Creio não estar enganado.
Culpa de quem?
Não das associações militares. 
Creio que culpa dos chefes militares de então, e dos políticos de então e da sua descarada ausência de vergonha na cara, acumulando uma notória ausência de noção de autoridade do Estado, e esquecendo a imperiosa necessidade de preservação da dignidade e respeito por instituições como as FA.

Em síntese, estou certo que a concretizar-se a tal reunião dos chefes militares com o PR e mais o seu irmão gémeo comandante supremo das FA, a reunião começará com grandes abraços, e uma frase  do género - é com muita satisfação e honra que vos recebo, os melhores dos melhores, e desde já vos garanto que os problemas serão resolvidos. Agora, uma selfie, sff.
António Cabral ( AC)
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
Em baixo o artigo de opinião do general Carlos Branco

Apesar do reduzido tempo no cargo, já é possível discernir o pensamento do atual responsável pela tutela das Forças Armadas sobre o modo como se vai relacionar com os militares.
Foi sintomática a aprovação no Conselho de Ministros – sem a sua oposição conhecida – a nova lei orgânica da Proteção Civil, que equipara o estatuto do seu presidente a subsecretário de Estado. Colocar o responsável da Proteção Civil – por quem nutro a maior estima e consideração pessoal, assim como a todos que integram essa estrutura – acima dos Chefes dos Ramos das Forças Armadas é um péssimo sinal que se dá à sociedade. A localização da cadeira em que se sentam os responsáveis das instituições do Estado reflete a sua importância e prestígio social. A intenção do Governo foi clara e inequívoca, apesar de ter arranjado à última da hora uma solução de recurso, após parecer negativo dos chefes militares, inventando uma equiparação limitada apenas “às iniciativas de proteção civil”, seja o que isso for.
Foi uma decisão infeliz. Não será de surpreender a ausência dos Chefes dos Ramos às agora designadas “iniciativas de proteção civil”. Numa altura em que precisamos de fomentar relações cooperativas e harmoniosas entre instituições, os decisores lançam achas para a fogueira alimentando a discórdia. O decisor político comportou-se como um desestabilizador. Por outras palavras, um troublemaker. A provocação teve como resultado o agendamento de uma reunião dos chefes dos ramos com o Chefe Supremo das Forças Armadas.
Não seria de atribuir grande importância ao facto se fosse um caso isolado. Poderia até ser um descuido. Todos os têm. Mas infelizmente não é. Insere-se num conjunto de sucessivas desconsiderações dos chefes militares e de menorização das Forças Armadas, refletindo uma linha de pensamento preconceituada abraçada por alguns segmentos da elite política e académica nacional, que não nutrem grande consideração pelos militares, apesar das homenagens que lhes têm de prestar, e do frete dos encómios e elogios que lhes têm de fazer.
São demasiados casos insólitos. No final de 2018, a tradicional mensagem de Boas Festas às Forças Armadas começava do seguinte modo: “Caros civis, militares e militarizados da Defesa Nacional”. Sem desprimor para os civis que servem nas Forças Armadas, aos quais muito se deve pela dedicação e profissionalismo, não podemos fingir que não percebemos a sequência escolhida. A ordem dos fatores não é arbitrária. Não foi distração ou ingenuidade, foi uma opção deliberada.
Não há memória do Vice-chefe do Estado-Maior de um Ramo ser empossado pela tutela, e não pelo próprio Chefe do Ramo. É verdade que é a tutela quem nomeia o Vice-chefe dos Ramos. Que isso seja um argumento para o empossar vai uma grande distância. Para além da formalidade, a tomada de posse reveste-se de um simbolismo importante. Quem empossa manifesta confiança em quem está a empossar, e o empossado declara lealdade a quem o empossa. Ao ser um ato presidido pela tutela, a relação de confiança-lealdade fica implicitamente estabelecida entre o Governo e o empossado, e não entre o Chefe do Ramo, sob as ordens de quem vai trabalhar, e o empossado. A isto chama-se governamentalização das Forças Armadas.
A história vai repetir-se com os comandantes operacionais dos Ramos, uma vez que é a tutela quem os nomeia, mais um ato pouco recomendável de governamentalização das Forças Armadas. Convém alguém explicar ao ministro que tutela as Forças Armadas, que controlo democrático das Forças Armadas não significa governamentalização. Não será também de estranhar, que para além do CEME, não tenham comparecido na tomada de posse do Vice-chefe do Exército nenhum chefe militar, em funções ou não.
Recentemente, a tutela encomendou a Ana Jorge, antiga ministra da saúde, um estudo sobre a saúde militar, sem dar conhecimento ao CEMGFA. Este tinha entregue um estudo semelhante à tutela, que não mereceu qualquer despacho. Sublinhe-se que em 2006, tinha sido encomendado a Ana Jorge um estudo semelhante, por sinal recorrendo à mesma equipa, que foi repudiado pelos quatro chefes militares da época.
Em mais um ato de insensatez, a tutela entregou o projeto de decreto-lei sobre progressões remuneratórias às associações profissionais militares antes de dar conhecimento do diploma aos chefes militares. Nada me move contra as associações profissionais, bem pelo contrário. Para além de sócio da AOFA, sou defensor do associativismo militar. Não é uma forma correta de tratar assuntos desta natureza. Será que a tutela quer colocar as chefias contra as associações profissionais? Não é sério pedir comentários sobre um diploma a uma sexta-feira às 19 horas para serem apresentados na segunda-feira seguinte pelas 11:30. São práticas que não abonam a favor desta equipa ministerial.
Um mal nunca vem só. À desconsideração e menorização junta-se o desconhecimento. A referida nova lei orgânica da Proteção Civil transfere os assuntos do Planeamento Civil de Emergência (PCE) do domínio da Defesa para o da Administração Interna. O legislador confunde Planeamento Civil de Emergência com Proteção Civil, dois conceitos distintos, embora com alguma proximidade nalguns aspetos. O PCE trata do apoio civil às operações militares, nomeadamente às operações militares da OTAN, garantindo a prontidão desse apoio por parte das nações Aliadas, e tem como interlocutores principais os ministérios da defesa e dos negócios estrangeiros, independentemente de terem de cooperar com uma ampla gama de atores. Por isso, o ministério da defesa foi sempre o órgão mais adequado para fazer esta coordenação. Não há nenhuma justificação para alterar essa prática.
Começa a ficar insustentável a sucessão de gaffes e casos infelizes, em que a tutela se comporta como o elemento desestabilizador, gerador de entropia. Para além da tentativa de menorização social dos militares, foram dados passos perigosos na governamentalização das Forças Armadas, à sombra de um pretenso controlo democrático. Normalmente a luz que se vê ao fundo do túnel é a de um comboio que vem na nossa direção. Em que direção pretende ir o ministro que tutela os militares?

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Estatuto de Antigo Combatente

"O Governo aprovou hoje o Estatuto de Antigo Combatente que concretiza o reconhecimento do Estado a quem combateu "ao serviço de Portugal", sendo também criado um cartão especial para aqueles militares."


Para ler o artigo completo (no "Notícias ao Minuto") podem seguir esta ligação.
TANCOS,.....OUTRA VEZ....
As audições sobre esta telenovela mexicana prosseguem.
Pelo que se lê por aí, o anterior chefe da Polícia Judiciária fez declarações diversas na CPI na AR.
Não vou adjectivar nada.
O meu entendimento é de que o sr coronel trouxe para a "liça" o Presidente da República, de uma forma peculiar (!!).
Acredito que não estou muito errado, depois de ler esta nota rapidamente hoje colocada na página oficial da Presidência:
Nota da Presidência da República
Como o Presidente da República já disse várias vezes, no final da visita a Tancos, o então Ministro da Defesa trouxe para junto de si o então Diretor da Polícia Judiciária Militar.
O Presidente da República disse-lhe que haveria de o receber oportunamente, audiência que acabou por nunca se realizar.
O que se deve concluir disto tudo, da CPI e de tudo o que lá tem sido declarado, do PR, de Azeredo Lopes, de António Costa, de alguns generais?
Desgraçado País.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Em que nível nacional estão actualmente as Forças Armadas?

Com a devida vénia se transcreve um artigo, muito oportuno, dum camarada do Exército, o Major-General Carlos Branco, no Expresso, em Opinião, de 08ABR2019: Ver aqui.

sábado, 6 de abril de 2019

Homens do Mar


Mais um livro do Cmte Rodrigues Pereira, a ser lançado no próximo dia 8 de Maio no Clube Militar Naval.
Nas palavras do autor (retiradas do FB) "Tem 51 biografias de homens ligados ao mar, desde chefes militares, navegadores e descobridores a cartógrafos, estrategistas, oficiais da marinha mercante e salvadores de náufragos."

quarta-feira, 3 de abril de 2019

terça-feira, 2 de abril de 2019

Descontos para a ADM

Transcrevo o escrito publicado no blogue "Água aberta...":
Outra bizarria no campo da saúde da família militar, no que respeita aos descontos para a ADM:
Como sabemos, os militares, chamados beneficiários titulares da ADM, descontam obrigatoriamente para ela 3,5% do seu vencimento ou pensão (lembro-me de que descontávamos, salvo erro, 0,8 % para os extintos SSFA, em tempos que já lá vão.
Passaram também a descontar para a ADM, os cônjuges não separados de pessoas e bens ou unidos de facto dos beneficiários titulares, chamados beneficiários associados, conforme o DL nº 81/2005 de 5MAI.
Ora o desconto desta categoria de beneficiários, de 3,5 % também, é calculado com base, não na sua remuneração mensal, como pareceria lógico, mas… na do respectivo beneficiário titular concretamente 79% de 80% dele). Isto segundo o mesmo DL!
Alguém me explica porquê, para além de nos levar mais uns cobres? E também da razão de ser daquelas intrigantes percentagens?
Já fiz a pergunta por escrito, ao Senhor General Presidente do Conselho Directivo do IASFA, mas até agora não se dignou responder-me.
Alguém quer ajudar-me a perceber isto?
Muito grato lhe ficaria.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

A Saúde e as Forças Armadas (Msg do Presidente do Conselho Nacional da AOFA)

---------- Forwarded message ---------
From: AOFA <presidente.cn@aofa.pt>
Date: Mon, 1 Apr 2019 at 16:40
Subject: Mensagem do Presidente - Suspensão dos Acordos com a ADM. E não. Não é mentira!!!!!!
To: ...

Caros camaradas
Aqui estou de novo, dando-vos conta de uma importante posição que, hoje mesmo, dia 1 de Abril (dia das mentiras mas em que infelizmente esta é uma verdade dramática), a AOFA tomou perante o Ministério da Defesa.

É que precisamente hoje se efetivou a primeira suspensão (Grupo Mello Saúde) de Acordos com a ADM, por falta de pagamento. No próximo dia 15 de Abril será o Grupo Luz Saúde e, com elevadíssimo grau de probabilidade, outros se seguirão se o MDN continuar a não cumprir com o pagamento das dívidas.

Sabendo que estamos, uma vez mais, a dar expressão e voz a todos os Militares e particularmente aos Oficiais das Forças Armadas, quando à enorme indignação que grassa na Família Militar, aqui vos deixo desde já o link para o Ofício hoje mesmo enviado ao MDN!

http://www.aofa.pt/rimp/Oficio_MDN_Suspensao_Acordos_ADM_01ABR2019.pdf

Mais informo, como aliás terão oportunidade de verificar na lista de destinatários do Ofício, que o mesmo também está "em trânsito" para o Comandante Supremo das Forças Armadas, para o Presidente da Assembleia da República, Primeiro- Ministro, Comissão de Defesa, Todos os Grupos Parlamentares e, naturalmente, para os Chefes Militares.

Um forte abraço Camaradas! Estamos, temos mesmo de estar, (cada vez mais) Juntos!

     Tenente-Coronel António Costa Mota
( Presidente do Conselho Nacional da AOFA )

sexta-feira, 22 de março de 2019

Fuzileiros em Moçambique

Força de Reacção Imediata aterrou na Beira


22-03-2019

Os primeiros militares da Força de Reacção Imediata aterraram às 13h50 (hora de Lisboa) no aeroporto da Beira, em Moçambique. A missão será salvar vidas e prestar apoio às populações isoladas aproveitando as vias fluviais, com prioridade para o resgate de pessoas em perigo.
Amanhã, com a chegada da segunda aeronave C130, da Força Aérea, a equipa de militares das Forças Armadas passará a ser constituída por 41 militares dos três ramos das Forças Armadas.
A Força de Reacção Imediata  projectada para a região da Beira será constituída por 41 militares, sendo composta pelo Comandante da Força (Coronel do Exército) e 4 elementos do seu Estado-maior, sendo três da Força Aérea, 25 fuzileiros e mais 11 militares do Exército, que constituem a equipa médica de emergência com competências na área da cirurgia geral e de situações de excepção, de engenharia e de apoio de serviços.
As Forças Armadas projectaram até ao momento 11 toneladas material de apoio militar de emergência e de sustentação aos militares no terreno, onde se destacam 12 botes pneumáticos e motores, purificador de água doce, comunicações satélite e comunicações rádio militares, dois drones, rações de combate para 15 dias, material de serviços de campanha, constituído por 7 tendas de grande dimensão, 1 quadro eléctrico de distribuição, 5 quadros monofásicos industriais, 50 camas articuladas de campanha, medicamentos, desinfectantes, material de tratamento e material de reanimação.

Informação do EMGFA

segunda-feira, 18 de março de 2019

Submarino português em Missão no Mediterrâneo

Submarino português contribui para identificação de rotas de tráfico irregular de migrantes no Mediterrâneo


18-03-2019
O submarino “Tridente”, da Marinha portuguesa, larga hoje, dia 18 de Março, para integrar a Força Naval da União Europeia para o Mediterrâneo (EUNAVFORMED), na operação SOPHIA, que tem por objectivo contribuir para identificação das rotas marítimas utilizadas pelas redes clandestinas de migração irregular no Mediterrâneo central.
Realça-se que esta será a primeira missão operacional na história dos submarinos da Marinha portuguesa que integra na sua guarnição uma mulher, com funções de marinheira submarinista de operações.
O navio e os seus 36 militares irão contribuir igualmente, durante dois meses, para a recolha de informação que será partilhada com as autoridades regionais com competências para o salvamento marítimo, tendo em vista a identificação de embarcações sobrelotadas com migrantes, contribuindo assim para a diminuição do risco de perda de vidas humanas nesta região.
Adicionalmente o “Tridente” estará em apoio associado à operação da NATO “SEA GUARDIAN”, disponibilizando as suas capacidades e sistemas para a recolha de elementos de informação no âmbito do conhecimento situacional marítimo na região do Mediterrâneo, que serão partilhados com a estrutura de comandos marítimos da Aliança.
Informação do EMGFA

sexta-feira, 1 de março de 2019

Complemento de pensão


De acordo com o OCS digital "Abril Abril" de 01Mar19:

" Na sequência de um processo instaurado há mais de uma década, um conjunto de militares ganhou direito ao complemento de pensão".

Para aceder ao artigo na sua totalidade podem seguir esta ligação.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

CMG (Ref) Carlos Manuel Hipólito Caroço



No "Público" de hoje:

Missa de 7º Dia e Agradecimento
Sua família vem, por este meio, participar que sábado, dia 23-02-2019, às 18 horas, na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, será celebrada Missa pelo eterno descanso de sua alma. Agradecem desde já, a todos quantos se dignarem a assistir esse piedoso acto, assim como a todos aqueles que, de algum modo, manifestaram o seu pesar.
A TODOS MUITO OBRIGADO


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CFR OT (Ref) Jorge de Freitas Delgado

Apenas hoje e através do FB tomámos conhecimento do falecimento deste nosso camarada:


"O Navio... desarmado" associa-se às manifestações de pesar e envia à sua Família sentidas condolências extensivas a todos os seus amigos e camaradas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

CMG (Ref) Carlos Manuel Hipólito Caroço



Lamentamos informar o passamento, ontem à noite, do Cmte Hipólito Caroço. Tinha 75 anos e ingressara na Escola Naval em 1961 para o Curso Nuno Tristão tendo posteriormente transitado para o Curso Oliveira e Carmo. Era especializado em Armas Submarinas tendo mais tarde sido Director da respectiva escola no Grupo nº 2 de Escolas da Armada. Foi comandante do NRP Jacinto Cândido e, depois de passar à Reserva, Subdirector do Instituto de Socorros a Náufragos.
"O Navio... desarmado" apresenta as mais sentidas condolências à Família enlutada e a todos os seus camaradas e amigos.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

SOU TÃO DISTRAÍDO..........
Não é que esta manhã, estando a andar a pé, olhei por uma montra e assustei-me.....julguei que era um anúncio do ministro Cravinho a anunciar que ia haver promoções nas FA.......
Que distraído..........
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos) 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

POR   AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)