segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Conferência no CMN em 01NOV2016


FÓRUM DO LIVRO DE MACAU EM LISBOA,
(ENTRE OS DIAS 24 DE OUTUBRO E 3 DE NOVEMBRO DE 2016)
A sessão do dia 1 de Novembro (terça-feira), pelas 17h30, no Clube Militar Naval com o patrocínio da Fundação Jorge Álvares:

Conferência pelo Prof. Alfredo Gomes Dias
“Macau visto do ar: olhares sobre a cidade de marinheiros portugueses do século XX”

domingo, 30 de outubro de 2016

O QUE MUITOS CIVIS E MILITARES 
NUNCA PERCEBERÃO
António Cabral
cAlmirante, reformado
( Chapéus há muitos)

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Polícia Marítima

Segundo leio no DN, o Bloco de Esquerda decidiu propor o desmantelamento da Marinha.
  E é de facto ao que conduziria o  PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 531/XIII/2.ª, de 26-10-2016, do BE.
  Extrair-lhe a denominada Polícia Marítima implicaria duplicar tudo, estruturas, navios, pessoal, escolas, edifícios, serviços administrativos.
  Portugal passou a nadar em dinheiro?
  Tudo bem separado. Marinha que se desloque para águas internacionais, porque nas nacionais não tem lugar aqui. Terá passado a ser o inimigo público nº 1?
  Alega inconstitucionalidade porque, segundo a Constituição, só em estado de sítio a Marinha tem cá função.
  Mas diz o nº 6 do art.º 275º da Constituição:
“6. As Forças Armadas podem ser incumbidas, nos termos da lei, de colaborar em missões de protecção civil, em tarefas relacionadas com a satisfação de necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações, e em acções de cooperação técnico-militar no âmbito da política nacional de cooperação.”

A meu ver, é a palavra “colaborar” deste artigo e o facto de alguns não perceberem que “segurança” e “fiscalização” são também “protecção civil”, “necessidades básicas” e “qualidade de vida” o que traz problemas.
Ora esse art.º diz também: “nos termos da lei”.
  E é a lei que estabelece o sistema actual.
  Porque, entre outros, os Art. Os 2º e 8º a 10º do DL 185/2014 de 29-12, bem com os Art. Os 3º a 6º do Decreto Regulamentar 10/2015 de 31 de Julho, são bem explícitos quanto à obrigatoriedade, até, de intervenção da estrutura da Marinha no apoio à Autoridade Marítima Nacional e por conseguinte na Polícia Marítima que desta depende.
  Acresce que a PM não se limita a “segurança” no sentido de prevenir e reprimir acções de violência dentro de território nacional. Tem também outros deveres como, por exemplo, o de, por incumbência dos Capitães de Portos, conferir que navios mercantes, mesmo estrangeiros, dispõem de diversa documentação que lhes certifique condições de navegabilidade, também em águas internacionais, o que não é função de “segurança interna” do País.

                        António José de Matos Nunes da Silva
                                   Oeiras

terça-feira, 25 de outubro de 2016

SENHOR CONTENTE, SENHOR FELIZ
Parece que a pouco e pouco regressamos ao tempo em que Nicolau Breyner e Herman José fizeram a série com que titulo este breve post.
Não sei se poderei designar o senhor por contente ou feliz. Acho que é outra coisa mas não o vou escrever aqui.
Leio nos media que o actual senhor que ocupa o MDN deu prova de vida. Foi a propósito dos navios da Rússia que estão a passar ao largo das nossas costas. Com umas trivialidades tristonhas.
Mas também li que terá dito - ouvi com toda a serenidade as preocupações do senhor general. Tomo-as sempre em consideração.
Isto a propósito do discurso do CEME nas cerimónias ocorridas em Elvas, onde o general deu público testemunho de que muitos militares do Exército estão a pedir para sair do activo. Aparentemente, será em número preocupante, particularmente em determinados postos.
O que poderia surpreender os menos atentos, é que estas e outras broncas não tenham já rebentado há mais tempo.
Será por causa destas coisas e de outras, que o ministro não aperta bem a camisa e pouco aconchega a gravata ao pescoço ou seja, para conseguir engolir os engulhos?
Uma coisa tenho como desgraçadamente certa, e oxalá eu me engane redondamente, no seio das FA caminha-se lentamente para uma situação muito delicada. 
A pouca vergonha de décadas no tratamento dado à Defesa Nacional e ás Forças Armadas vai produzindo resultados.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 23 de outubro de 2016

NRP "Figueira da Foz" em Missão no Mediterraneo

Artigo na Imprensa portuguesa, sobre a Missão atribuída ao NRP "Figueira da Foz" para apoio aos fluxos migratórios de refugiados no Mediterrâneo, que pode ser visto aqui.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

CREPÚSCULO VESPERTINO EM TERRA


António Cabral
cAlmirante, ref
(Chapéus há muitos)

Novos corpos sociais da AFCEA Portugal

No passado dia 11 assumiram funções os novos Corpos Sociais da Associação para as Comunicações e Electrónica nas Forças Armadas, AFCEA Portugal Capítulo (Chapter) 226, dos quais de novo fazem parte camaradas* nossos, como podemos constactar na lista junta:
Assembleia Geral

Presidente - Contra-Almirante (ref.) Carlos R. Rodolfo 
Vice-Presidente - Prof. Doutor Paulo Cardoso do Amaral
Vice-Presidente - Major-General Miguel Rosas Leitão

Direcção
Presidente - Contra-Almirante (ref.) Mário Durão 
Vice-Presidente - Coronel António Salvado 
Vice-Presidente - Tenente-Coronel Elisabete Vidal 
Director Administrativo - Capitão-de-Fragata Pinheiro da Silva 
Director Financeiro - Eng. Pedro Filipe
Conselho Fiscal
Presidente - Dr. Gonçalo Camolino
Vogal - Eng. Sérgio Barbedo
Vogal - Eng. Dinis Fernandes

A AFCEA Portugal está inserida na Região Atlântica da Europa, sendo esta um das Regiões da AFCEA- Armed Forces Communications and Electronics Association fundada nos EUA em 1946.
Sobre a AFCEA Portugal, mais informações podem ser obtidas aqui. 

Nota* O Presidente Fundador da AFCEA Portugal (1988-2000) foi o CMG Eng Fernando Martins Salvador

Record de maratonas

Filho de camarada de Armas, do CALM AN Res António José Bossa Dionísio, não se aplica no presente caso ao Tiago Dionísio o velho ditado  "filho de peixe...", havendo que nele substituir "nadar" por "correr" e muito. Tendo já ultrapassado as 500 maratonas, mais informações sobre os seus percursos podem ser vistas aqui.
Parabens.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Da MARINHA do TEJO, e não SÓ
Para lá do que a lei impõe que se inscreva designadamente nas amuras das embarcações, sempre achei engraçado os nomes por vezes usados. Eis alguns exemplos, a começar na "galdéria".





António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sábado, 15 de outubro de 2016

MEMÓRIAS DE UM CERTO TEJO
 (Fotografia de tlm)
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Regulamento Interno do HFAR

Entra em vigor amanhã
AJNS
 
MEMÓRIAS DE UM CERTO TEJO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

1º Aniversário do falecimento do Capelão Manuel da Costa Amorim

Ocorrendo neste mês de Outubro de 2016 o 1º aniversário da morte do Capelão CALM Manuel da Costa Amorim, chegou-nos ao conhecimento o seguinte programa da sua evocação em cerimónias religiosas:
Dia 16  (Domingo)- Data da sua morte -
Às 10H00 no Alfeite, na Capela  da Base Naval de Lisboa, Missa presidida por D. Manuel Linda;
Às 10H00 em Lisboa na Igreja da Memória, Missa presidida por D. Januário Torgal.

Dia 18 (3ª Feira)- Data do seu funeral -
Às 18H00 em Lisboa na Igreja da Memória, Missa presidida por D. Manuel Linda com os capelães militares adjuntos.