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quarta-feira, 7 de março de 2018

TANCOS, Presidente MARCELO, AZEREDO LOPES, DEPUTADOS e MURRINHOS no ESTÔMAGO
A telenovela mexicana teve recentemente umas "piquenas" evoluções, pelas vozes do ministro da tutela e do Presidente da República há dias aquando da posse do novo CEMGFA.
Relembro duas frases:
...."tem que se apurar tudo, doa a quem doer".......(Presidente desta cada vez mais violentada República)
....falta aquilo a que me comprometi......(Azeredo Lopes),........ POIS...

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

TANCOS, e para desanimar mais

Passados estes meses, quase cinco, passado este tempo sobre, o que disseram, aquilo em que se contradisseram, certas inqualificáveis declarações, certas palavras serem sagradas, murros no estômago, ódiozinhos entre departamentos do Estado, audições várias na AR, relatórios que seriam produzidos, apuramento de responsabilidades, material de guerra devolvido para uma mata incluindo umas "caixinhas inofensivas" de que desconheciam a existência ou seja não estavam inventariadas e isto depois de denúncia anónima ao que parece para GNR de Loulé, insistências por parte da AR, o PM a lembrar “à justiça o que é da justiça"  e outras “boutades” do género e o PR a exigir o apuramento de tudo mas tudo mesmo com muitas dores, o que é que eu tenho presente?

Concluo que:
> O “furto” (??) terá ocorrido a 28 de Junho passado, e só passadas mais de 24 horas começaram a reagir certos departamentos do Estado, departamentos pomposamente estabelecidos em lei, mas que, na maioria dos casos mais não são que sacos de vento, inócuos, uns faz-de-conta;
> Depois de 28 de Junho, muitos foram para os jornais, muitos foram à AR, muitas visitas a Tancos, várias encenações em frente das câmaras de TV; algumas, bem infelizes;
> Finalmente, o Exército entregou à comissão parlamentar de defesa (CPD) alguma documentação, classificada e, parece, nunca virá a público; nem se dão ao trabalho de identificar os títulos de cada documento, o que é esclarecedor sobre a transparência e verticalidade desta gentinha toda; 
> o comandante do Exército foi de novo ouvido na AR; o inenarrável presidente da CPD parece estar muito satisfeito com o que ouviu, ao ponto de dizer que foi muito esclarecedora a audição, e que houve muita transparência (só dá vontade de rir), e que a documentação recebida respeita ás averiguações internas no Exército; 
> ainda assim, este “presidente” deixou cair que não deve haver hesitações quanto à investigação, ao debate e procura de soluções para que não volte a acontecer (POIS!!!),  e recusou-se a antecipar se a Comissão da Defesa poderá vir a revelar as conclusões da investigação em curso. Garantiu ainda que a comissão vai continuar a querer ver tudo esclarecido, como insistentemente tem pedido o Presidente da República (só dá vontade de rir);
> continua a nada se saber sobre o que falhou; a óbvia conclusão de qualquer pacóvio é - vão continuar a esconder os erros e poucas vergonhas
> para lá de outras vertentes, também designadamente quanto a transparência, este processo todo incluindo os seus protagonistas, é  mais um eloquente exemplo daquilo em que Portugal se transformou.

Para terminar, vou ficar à espera das reações do PR/ Comandante Supremo das FA. O tal que tem memória de elefante, que exige o apuramento de tudo até ás últimas consequências, doa a quem doer.
Pessoalmente estou convicto de que vai continuar a fazer sorriso amarelo, a dizer laconicamente que aguarda os resultados das investigações do MP, PJ, PJM, e que o PM, o MDN e o CEME já o informaram sobre o apuramento das averiguações internas no Exército e não há mais nada a dizer sobre isto.

Repito o que já perguntei antes:


Serei só eu que sinto cada vez mais vergonha?

Repito, sou só eu?
Pelos silêncios habituais presumo que não sou só eu.
Corro o risco de estar enganado?

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

CADA VEZ SINTO MAIS VERGONHA
Cada vez me sinto mais envergonhado. 
No que têm transformado o meu País.
Leio os jornais de hoje, notícias sobre certas inacreditáveis declarações.
Leio comentários a essas notícias. Leio opiniões violentas.
Leio o silêncio sepulcral, desde o primeiro da hierarquia segundo a Constituição desta República, até abaixo.
Serei só eu que sinto vergonha, cada vez mais vergonha?
Sou só eu?  
Repito, sou só eu?
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

AINDA TANCOS.......(1)
Lamento, mas não consigo calar-me. 
Olho ao passado, ao presente, aos últimos dias, e a revolta interior aumenta.  E aumentam as coisas que, sendo militar, me deixam muito envergonhado.
O que nem sempre é boa conselheira mas, continuo convicto, não devo ter escrito só disparates. 
Salvo melhor opinião aumenta o número de coisas que, no mínimo, são inacreditáveis
Devem existir várias opiniões entre os militares no activo na reserva e na reforma mas não conheço quase nenhumas, ainda que me chegue notícia de uma grande revolta surda dentro do Exército, aquilo a que um amigo chama "dos muitos homens sérios".
Primeiro-Ministro, MDN e sobretudo este, voltaram a um discurso que me preocupa muito. 
Faz lembrar-me o ministro da propaganda do Sadam, sorridente para as câmaras e com os carros de combate a aparecer por trás, ou os momentos da brigada do reumático nos princípios de 1974.
 E volto a repetir o que escrevi no post anterior - em Portugal, quando as coisas correm mal, em determinada altura senão mesmo logo na fase inicial aparecem "os importantes" a realçar a necessidade de respeitar as instituições, o "sentido de Estado" e por aí fora. 
O que, sendo uma evidência, que constantemente no entanto desprezam até as coisas se complicarem, quando recorrem a estes argumentos uma das razões fundamentais é, acredito, ver se conseguem dominar a "fervura na panela". Amansar a fera.
Depois de, sobretudo, ouvir na TV um deputado do PS na AR em frente ás TV a atirar-se à oposição exactamente falando com aquele ar superior dos que tratam os assuntos sempre com grande rigor e elevação,  mais convicto estou que estamos num terreno muito perigoso, cada vez mais.
Acabei de ver o director do Expresso, com um sorriso assassino, coadjuvado por Sousa Tavares, dar claras indicações de que vários senhores (???) que agora arrotam arrogantemente, no fim desta semana talvez venham a mudar de cor.
Há ou não relatório? Claro que não, não há documento final, assinado, carimbado, com saída registada, a subir as hierarquias todas. 
Não há relatório oficial. Mas acham que somos todos ursos?
E por isso, António Costa, Azeredo Lopes, e uns pândegos deputados do PS dizem o que dizem.
E dizem que ao PR já foi tudo explicado!! 
Pois fiem-se na virgem! 
O que é que está a dar tanto gozo ao director do Expresso? Obviamente não sei.
Mas não é difícil de imaginar. 
Teve acesso a um documento de trabalho, daqueles que em estado já mais avançado circulam entre muita gente de diferentes departamentos e instituições e, portanto, não vão conseguir saber a origem da fuga. 
Documento onde se devem dizer muitas verdades (desde as coisas corriqueiras ás importantes) que ninguém quer assumir, desde há anos, e que devem atingir muitos militares/altas patentes e muitos governantes. E deve mostrar as podridões das estruturas, e este é talvez o cerne da questão.
Está cada vez mais à vista o resultado do que têm feito, há décadas, e concretamente desde 1992. 
Governantes PSD/PS/CDS e várias chefias militares. Desde 1992.
E reafirmo, o Presidente da República, até ao OE, está manietado. Mas vejam a cara dele, registem a escassez de palavras, a contenção.
Aposto que está muito irritado com tudo isto.
Reafirmo, o prestígio das instituições sempre a subir, particularmente quando ao fim de quase 3 meses NADA de concreto.
As instituições naturalmente sempre a funcionar. Dá gosto.


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 17 de abril de 2016

Ainda a Propósito do Colégio Militar

Estive a ler o Expresso via internet.
Muitos dizem que é um jornal de referência.
Em papel, por sistema e tal como para outros jornais, deixei de comprar há muitos anos.  Sobretudo porque desgosta a comunicação social nacional. Muitas vezes um nojo de subserviência.
Esporadicamente compro. Muito esporadicamente.
A fazer fé no Expresso, e como sempre acontece com os pantomineiros, coisas formais que pusessem em causa o senhor, não haverá nada.
Mas eu, e outros que pouco confessam, sei bem que há sempre lacaios a servir o chefe e mandam recados. Terá sido isso mais uma vez. É o que em poucas linhas diz o Expresso.
Naturalmente o CEME não gostou. E como andava já farto, se calhar aproveitou e decidiu que não estava para aturar mais tempo este senhor, agora arvorado em MDN.
Como dito por outros, vários gostam de continuar a brincar aos soldadinhos. Lamentável. Foi o que procurei, com linguagem que me parece contida, dizer no meu anterior post. E ninguém ficou bem na fotografia, creio bem.

AC

quinta-feira, 14 de abril de 2016


Colégio Militar (CM), Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), Ministro da Defesa Nacional (MDN), Presidente da República (PR), Constituição da República Portuguesa (CRP)
.

As coisas são como são. Mas quase nunca como nos contam.

Quando esta ""lamentável telenovela"" começou apeteceu-me comentar. Mas esperei, cabeça quente normalmente não aconselha bem. Além do mais, esperar dá para assistir à ""coerência"" de uns quantos sempre danadinhos para falar para o microfone. Pena que não se olhem ao espelho e ouçam as gravações das suas contradições, que nada ajudam.

1. Dos OCS e redes ditas sociais:
a. Houve, estou convicto, algo que presumo estranho antes daquilo que publicamente é o primeiro facto, e está enumerado na alínea seguinte. O que aconteceu? O que levou a uma entrevista concedida pelo sub-director do CM? Porque apareceram os jornalistas no CM?
b. Um oficial do CM fez declarações sobre afectos, contactos com famílias, exclusões de alunos. Alguns classificaram-nas de "infelizes", outros "entrou em detalhes desnecessários".
c. O MDN ficou muito incomodado e quis esclarecimentos do Exército. Diz-se que quis mais do que isso.
d. O CEME pediu a demissão do cargo.
e. O PR aceitou de imediato. Desconhece-se se foi aceite assim que o "papel" chegou a Belém, ou se ouviu antes alguém, ou se foi um simples e cómodo "amém"!!!
f. Hoje surgiu a proposta do governo para novo CEME, a levar ao PR, para nomeação formal.
g. Associações de militares mostraram surpresa e discordância perante o que aconteceu.
h. A ILGA mostrou regozijo pela posição do MDN. O Bloco de esquerda idem.
i. Em vários OCS e redes encontram-se comentários curiosos (para mim), alguns por parte de certos especialistas (??) em assuntos na área da Defesa Nacional (DN). Vieram a lume vários artigos, opiniões, reflexões, declarações de militares, incluindo uma carta aberta ao MDN, tal como um comunicado e declarações por parte do representante da "25 de Abril".

2. Considerações dispersas.
a. O Artº 13º da CRP tem aquilo que, todos nós, civis e militares, deviam ter sempre presente. Todos temos a mesma dignidade social e somos iguais perante a lei, pelo que não podemos ser privilegiados, beneficiados, prejudicados ou privados de direitos ou isentos de deveres em razão seja do que for. Mesmo que sejamos o melhor amigo do PM, ou do PR!!!!!
b. Nas sociedades todas, e sobretudo em certas instituições, as transformações são muitas vezes penosas e arrastam-se por muito tempo.
Mas uma coisa é certa, por exemplo nas Forças Armadas (FA), a integração das mulheres foi gradualmente feita, mesmo contra, porventura, o entendimento de certas pessoas. É uma realidade e creio bem concretizada. Naturalmente há limitações, como por exemplo, em navios pequenos é difícil senão impossível materializar alojamentos separados em função do género.
c. As FA são um pilar da Nação, do País. A instituição militar é um elemento estratégico da coesão nacional, coisa que a esmagadora maioria dos políticos e das elites esquece senão mesmo despreza. Mas não são órgão de soberania, como tolamente certos jornalistas afirmam (Prós e Contra, recente). Mas também não são a secretaria-geral do MDN, ou uma direcção-geral. Os militares são servidores do Estado, não são funcionários públicos, por muito que isso desagrade a muita gentinha.
Por outro lado, quem se pronuncia dizendo que "os militares são guardiões da CRP" mostra um preocupante grau de desconhecimento da arquitectura Constitucional do País, do regime político vigente.
d. Acredito que a esmagadora maioria dos militares, presentemente, têm bem arrumado no seu espírito e na prática diária o conceito de subordinação ao poder vigente constitucional e legalmente estabelecido. Mas também estou convicto que não aceitam o conceito submissão. Por mim falo.
e. Como sempre tem acontecido, independentemente do tema, nos OCS surge muita manipulação, e as mais das vezes fica a sensação de encomendas. Com este caso, temo que alguns tenham seguido a "check list" do manual da intoxicação e da pouca vergonha.
f. Ontem, por exemplo, na TSF, pareceu-me uma tentativa de branqueamento do que se terá passado, pela voz do secretário de Estado da Defesa Nacional. Lembro a propósito que esse senhor é um indefectível Costista, creio que continua a ser um poderoso dentro da distrital PS em Lisboa e, como é sabido, colocado por Costa como "assessor" do actual MDN. Controlador? Lembro a propósito, que todos os PM escolhem ministros mas depois não são os ministros que escolhem a equipa. São os sucessivos PM que escolhem secretários de Estado. Porque será? Mas isto fica para outra altura.
g. Perfil, competência, actuação do MDN? Não tenho condições para me pronunciar com sustentação. Tenho desconfianças. Não gosto do senhor, de há muito tempo, concretamente desde 2002, e se o hábito não faz o monge, para mim que sou um bocado conservador sem ser ortodoxo, o desalinho habitual (ninguém lhe explica que as camisas têm botão no colarinho?) é para mim um indicador. Mau.
h. Disse-se por aí, que "não foi hábil", que "não me comove esta polémica", que "ainda bem que acabou o SMO" não se coibindo a criatura de o considerar como "famigerado", que as "elites actuais são radicais", que o "Conselho Superior do Exército se devia ter demitido em bloco", ou ainda, "que ninguém devia aceitar substituir o demissionário CEME", que houve "interferência abusiva na competência de subordinados". Creio até, ter percebido que, "com voz mais baixa", se lamentou a falta de solidariedade de outros chefes militares. Quereriam sobretudo ter visto alguma reacção pública do CEMGFA? Enfim, tem havido para todos os gostos. Quanto á esmagadora maioria dos militares que se pronunciaram publicamente, creio que o resultado das suas intervenções (que respeito) foi de muito duvidosa utilidade para a instituição militar. Ou estarei enganado?
i. Depois, ainda talvez mais no campo da manipulação, e tomando-nos por tolos e estúpidos, viu-se coisas como "os três tabus do CM", o "diferente entendimento acerca da CRP", que"houve pedidos de esclarecimento não respondidos ", "ofício a pedir medidas", que "o MDN exigiu a demissão do sub-director do CM". Não vale a pena continuar.

3. Que conclusões tirar disto tudo?
À cabeça, não parece fácil, pois em rigor desconheço quase tudo o que efectivamente se passou.
Isto dito:
a. Ficará sempre a dúvida quanto à "forma" à "sensatez" e ao "tom" do que chegou ao CEME vindo do MDN, directamente, ou via assessores. Aparentemente, veio a público o que não devia. Claro que se acalmaram esganiçados e esganiçadas.
Acresce que as exigências quanto a exonerações e castigos têm de ter por base conclusões obtidas em sede de processos de averiguações. Porque, já agora, esses procedimentos são para ser igualmente seguidos dentro da instituição militar. É a lei geral do País, ouvir, investigar, antes de concluir, antes de eventualmente punir. Não se exonera compulsivamente alguém por birra de superior, militar, civil, ou ministro.
b. Creio que tudo visto e ponderado, a "cena" como dizem os jovens de hoje, foi mais negativa que positiva para a instituição militar.
c. A instituição militar, os militares, prestam um especial serviço ao País. Naturalmente, digo eu, não devem por isso ser tratados com especiais deferências. Outra coisa, bem diferente, é que os sucessivos governos não respeitem o que está consagrado nas leis em vigor, designadamente quanto à condição militar. Coisa a que os cidadãos não ligam, os políticos desprezam apesar de terem legislado o que em vigor continua.
Não se trata de pretender distinções entre a carreira castrense e qualquer outra profissão, nem colocar os militares acima de outros. Tão somente o respeito pela lei em vigor. Mas é claro, andam por aí uns patuscos, designadamente um que se leva ao colo de si mesmo e aconselha muito na sombra o actual governo, que acha que os militares são uma casta que é preciso reprimir. Coitado.
d. Qual o lugar dos militares? Para mim é simples, nos quartéis. Que se deve entender por isto? Creio que pelo menos, subordinação aos poderes instituídos, cumprimento dentro do quadro constitucional e legal existente das missões emanadas dos órgãos de soberania.
Além disso, ter sempre presente que as mais das vezes o silêncio pode ser o melhor serviço a prestar. Sobretudo quando a qualidade dos políticos, especialistas em temas fracturantes mandam em quase isto tudo, e sempre com aquela notável noção de prioridades dos problemas do País e dos assuntos de Estado!
e. Talvez não fosse disparatado, atentar no exemplo do discurso do PR a todos os civis e militares que trabalham na Presidência da República.
É que de facto, tudo o que todos fazem, se reflete no nº1 de todas as instituições. Se todos se lembrassem sempre disto, muita trapalhada se evitaria.
f. O que fez de facto o Ex-CEME pedir a demissão do cargo? Para mim é simples, não esteve para continuar a aturar o ministro. Provavelmente com muita razão.

António Cabral
cAlmirante, reformado


(com o meu pedido de desculpas por dificuldades gráficas)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

SERÁ, EVENTUALMENTE, ESPUMA DOS DIAS, MAS......

Será, mas são continuados sintomas de que Portugal está e continua um País doente.
É a pouca vergonha, acho eu, das brincadeiras com as nossas reformas, é a demissão de um chefe militar muito pouco clara (para mim, naturalmente), são as bofetadas salutares que se prometem a outros, são as distorções de tudo e mais alguma coisa, é a pouca vergonha e a demagogia e a mentira constantes.
Será a espuma dos dias, mas.....
A este propósito, lembro o que aprendi há muitas décadas, quando me berravam, ás vezes em tom e forma excessivos mas com um saudável fundo de formação para a vida que nunca esqueci - "um almirante é almirante até quando está sentado na sanita".
Voltarei aos assuntos, até por razões de memória do passado.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)