quinta-feira, 6 de abril de 2017

MARINHA,  MEMÓRIAS

Por alguns locais do país encontram-se algumas referências a homens que, na Marinha e depois de deixarem o activo, foram ilustres. Este é um belo exemplo disso mesmo.
Quantos se lembram dele? 


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 4 de abril de 2017

MARINHA



António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

BEM QUE PROCUREI...........

Mas...........não vi nenhum,.......nem pronto,....nem quase,.........nem quilha,.........

Será que vão encomendar aquelas maquinetas que os fazem em 3D? É capaz de ser mais rápido!!!




António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 2 de abril de 2017

"NAVEGAÇÕES"

Pelo Tejo acima,......pelas margens!





António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

CMG (Ref) Jorge Maria de Avilez Nunes Pereira

"O Navio... desarmado" lamenta informar que o Cte Nunes Pereira (82 anos, Curso D. Dinis) faleceu no passado dia 1 de Abril. A partir das 1700 hrs de hoje (2 Abr) o corpo estará na Igreja de Sto António, no Estoril, de onde, amanhã pelas 1000 hrs, deverá partir o funeral para o Cemitério dos Prazeres (Lisboa) onde será celebrada missa de corpo presente.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus camaradas e amigos.

Nota: Recebida informação de que não há uma hora fixada para a saída do féretro da Igreja de Santo António do Estoril para Lisboa e que a missa de corpo presente será celebrada na igreja do cemitério dos Prazeres pelas 1000 hrs do dia 3 de Abril (2ª feira).

quarta-feira, 29 de março de 2017

MEMÓRIAS

Nota prévia: vejo pouca televisão e no que a noticiários nos canais nacionais respeita quase nada vejo. Procuro acompanhar, em directo ou mais tarde usando as tecnologias actuais,  algumas comissões parlamentares de inquérito, audições dos ministros da defesa e dos negócios estrangeiros, e alguns debates (???) quinzenais na AR.

Acompanhei a audição de hoje do MDN, de que vi e escutei grande parte mas não desde o início. Vi desde a intervenção sabuja de um deputado que palrou e untou mais que perguntou, e até pediu desculpa de se ter alargado tanto no tempo. Adiante.
O actual titular primeiro do ministério da Defesa Nacional é um homem inteligente e hábil, não há dúvidas quanto a isso.
Mas não é sobre ele, ou o Costista Secretário, ou sequer a prestação global dos diferentes intervenientes, que me apetece falar.
A audição de hoje remeteu-me, e daí as memórias, para algures finais de Novembro de 2004 ou já início de Dezembro; já não consigo precisar, ainda que tenha registado numa velha agenda o dia em que me telefonaram directamente de Lisboa, para empreender acção local acerca de uma probabilidade a acontecer daí a quase cinco meses. Um evento então desejado.
E estou concretamente a falar dos NPO.
E antes de continuar, devo esclarecer, se preciso fosse, que tenho em péssima conta a esmagadora maioria dos políticos e dos sucessivos titulares de órgãos de soberania. E concretamente e por exemplo, Durão Barroso, Paulo Portas, José Sócrates, Diogo Freitas do Amaral, Luís Amado, Passos Coelho e Aguiar-Branco.
E regressando aos NPO, e depois do que ouvi hoje na audição, o que gostava de um dia vir a saber, PRETO no BRANCO (claro que nunca acontecerá, pois quem sabe com rigor nas várias cores políticas não o diz publicamente) é porque é que alguns tinham esperanças que um NPO viesse à luz do dia a poucos dias de 20 de Maio de 2005, porque é que só muuuuiiiiiito mais tarde apareceu, porque não foram construídos mais em sucessão e, agora, aparentemente, irão finalmente avançar para mais dois navios. 
Se não estou enganado, o contrato dos NPO foi mesmo assinado antes da entrada de Sócrates como primeiro-ministro, esteve lá desde algures em 2005 até meados de 2011, daqui até Out 2015 foi a PAF, e agora está lá a geringonça. E NPO.......
Enfim, mais um indicador da porcaria em que continuamos metidos.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)


PS: antes de carregar no botão publicar, leio sempre o que acaba de ser escrito. Está a parecer-me que o texto está ácido.  Mas vai mesmo assim, até porque não estando hoje fisicamente muito bem não estou com força anímica para perder mais tempo. Que me relevem os que por gentileza me lêem.

terça-feira, 28 de março de 2017

ADRIANO


ONTEM QUASE NÃO CHOVEU, 
HOJE, SOL, PLANTAS ORVALHADAS


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 27 de março de 2017

À BEIRA RIO 

Mas não em dia de invernia.
Se a imaginação a tanto chegar, pode ver-se o presente.


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sábado, 25 de março de 2017

Não esquecer ... domingo muda a hora!



Na madrugada de domingo entramos no horário de Verão.


sexta-feira, 24 de março de 2017

Marinha ... outro caso judicial


A Marinha, recentemente, tem sido abalada por vários casos. Este é mais um, que já dura há uns tempos, parece ser inédito e envolve um ex-CEMA num processo criminal. De acordo com o Diário de Notícias de hoje, pela pena do já conhecido Manuel Carlos Freire pode ler-se:

"Não há memória de oficiais generais das Forças Armadas serem ouvidos como arguidos em processos crime. Nem em democracia e muito menos no Estado Novo. Ora é o que vai acontecer agora e logo com um antigo chefe militar, o almirante Macieira Fragoso, bem como do seu então chefe de gabinete e atual Comandante Naval, vice-almirante Gouveia e Melo."

Para acederem ao artigo completo podem seguir esta ligação.

MEMÓRIAS

Comissão Nacional para as Comemorações dos
Descobrimentos Portugueses

Eduardo Henrique Serra Brandão, Presidente (*)

Joaquim Baptista Viegas Soeiro de Brito, Vice-Presidente(*)
Joaquim Veríssimo Serrão, Vice-Presidente
Luís António de Oliveira Ramos, Vice-Presidente
Rogério da Conceição Serafim Martins, Vice-Presidente
Manuel Marques de Almeida, rep. Ministério das Finanças
Francisco Paulo Mendes da Luz, rep. Ministério N. Estrangeiros
Maria Clara Ilharco Xavier de Sá Bordalo Junqueiro

Luís Maria Nolasco de Guimarães Lobato
Nuno Krus Abecassis, Presidente da Câmara M. de Lisboa
Edgar Manuel Vaissier Portugal Ribeiro, rep. M. D. N. 
António Manuel Pinto, rep. M. Plano e da Adm. Território
Pedro Manuel Guedes Passos Canavarro, rep. M. Educ. Cultura
Maria Fernanda Nunes Vieira Ramos Gomes, rep. R.A. Madeira
José Enes, rep. Região A. Açores
Manuel Jacinto Nunes, rep. Academia das Ciências de Lisboa
Carlos Elmano Rocha, rep. Sociedade de Geografia de Lisboa
Joaquim Alberto Iria Júnior, rep. Academia Portuguesa de História
António Luciano Estácio dos Reis, rep. Academia de Marinha(*)
Ayres de Carvalho, rep. Academia Nacional de Belas-Artes
Luís Guilherme Mendonça de Albuquerque, rep. F.C.Gulbenkian
Carlos Miguel Araújo, rep. Radiotelevisão Portuguesa
(*) oficiais de Marinha

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 23 de março de 2017

MEMÓRIAS


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 21 de março de 2017

DIA da ÁRVORE e da FLORESTA





António Cabral

cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 20 de março de 2017

CMG (Ref) Adelino de Lima Martins

"O Navio ... desarmado" lamenta informar que o Cte Lima Martins, Curso D. Dinis, faleceu. Informa-se também que no próximo dia 23 pelas 1200 horas será celebrada, em sua intenção, uma missa na Capela de S. Roque, nas Instalações Navais de Marinha, Rua do Arsenal (comunicação do Cte Ribeiro Rosa).
A notícia do falecimento chegou através da seguinte nota:

"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
PRIMAVERA





António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

Arsenal do Alfeite

O Arsenal é , no Diário de Notícias de hoje, referido por duas vezes. Numa delas o título é "A equipa de elite que vai dar nova vida ao Arsenal do Alfeite" ... se tiverem curiosidade em ler o artigo podem seguir esta ligação.
A outra referência é uma entrevista ao CALM Rapaz Lérias, administrador  da Arsenal do Alfeite, SA, e que acompanha o projecto dos submarinos desde os anos 90 (a entrevista pode ser lida aqui).

domingo, 19 de março de 2017

MEMÓRIAS
a propósito da PRIMEIRA VISITA

"A visita à Marinha foi a primeira do mandato de António Costa por ser o ramo mais antigo, segundo o gabinete do primeiro-ministro. Até ao fim do ano, Costa deverá visitar a Força Aérea e o Exército".
A minha habitual curiosidade e maneira de ser (tão boa ou má como a de qualquer outro) levou-me a consultar a CRP , para ver se eu estava equivocado ou não. Não estava.
Compete ao Governo, no exercício de funções administrativas,........"dirigir os serviços e a actividade da administração directa do Estado, civil e militar,...(CRP, Art. 199º, alínea d)).
Compete ao Primeiro-Ministro, dirigir a política geral do governo, coordenando e orientando a acção de todos os Ministros (CRP, Art.201º,  nº1, alínea a)).
Apetece dizer que o actual titular no MDN chamou à atenção do actual titular no Palácio de S.Bento para o facto de que já tinham passado alguns (??!!?) meses desde que se tornou PM e que talvez fosse adequado visitar os Ramos.
Assim aconteceu,......................finalmente.
Os elogios do costume, sempre grandes elogios ás grandes capacidades da Marinha durante mais uma visita (tardia) de um PM, a alegria e contentamento do costume por parte de quem recebe, e agora é que vai ser com a próxima LPM, sempre com o mar no horizonte!
Sim, porque as avaliações das necessidades fazem-se mesmo com visitinhas deste género!
Da minha experiência profissional, entre 1990 e 2004, recordo o sem número de vezes em que ouvi, naquela pequena sala de "briefings" ....."o ministro garantiu-me",........"o secretário de estado garantiu-me"! À vista os resultados.
Verdade seja dita, nunca nenhum se riu quando passava este tipo de testemunho para os seus subordinados.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

PS: agora que estou a escrever isto, tenho a impressão de que o anterior CEMA esteve mais tempo com o actual PM do que o actual CEMA. Ou estou enganado?


sexta-feira, 17 de março de 2017

A BORDO


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 16 de março de 2017

REFLEXOS
Alguns julgam que o reflexo é o barco.
Depois afogam-se.


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 15 de março de 2017

MEMÓRIAS
Quanto a memórias, alguns dos que periodicamente visitam este blogue cumpriram comissões de serviço em Angola.
Vem isto a propósito de um livro há poucos dias vindo a público, e que tem, como estimulantes curiosidades, abordar uma faceta da guerra em Angola no caso a criação e o emprego dos célebres "Flechas", e o autor ser um camarada de armas no activo que se tem dedicado ás informações.
O livro chama-se - OS FLECHAS, a tropa secreta da PIDE / DGS na guerra em Angola - e o seu autor é o cmg Fernando Cavaleiro Ângelo. Aqui fica o "marketing", "pro bono".
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 13 de março de 2017

O PRINCÍPIO da ROTATIVIDADE na CHEFIA das FA

Não há muito tempo escrevi umas palavras acerca deste assunto com ênfase no processo anunciado nos "media" acerca da substituição do general Pina Monteiro, algures em 2018, pelo actual Almirante CEMA.
Este assunto,  a meu ver, está muito longe de poder ser incluído na lista dos 20 maiores problemas da sociedade portuguesa.
Ainda assim, creio, tem aspectos curiosos, porventura indiciadores de algumas das doenças que corroem Portugal.
Vem isto a propósito do tema, naturalmente, mas sobretudo de um artigo que encontrei num "site" que há muito não visitava.
Na presunção de que poucos o conhecerão, aqui deixo esse artigo. Está no "Operacional". 

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos) 

O “PRINCÍPIO DA ROTATIVIDADE” NA CHEFIA DAS FORÇAS ARMADAS
Por Miguel Machado • 3 Fev , 2017 •

Para quê enunciar um princípio que não existe, deixando cair na imprensa notícias sobre a nomeação de um CEMGFA a mais de um ano de distância? Bem à portuguesa o dito “princípio” é um acordo de cavalheiros que pode sempre ser quebrado, sem o quebrarem…porque não existe! Consoante convém ao governo e ao Presidente da República ouvimos, como agora, falar desse misterioso “princípio”.
O facto de não ser seguido não quer dizer que as escolhas para CEMGFA – Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, tenham sido erradas. Não é isso que aqui se aborda, mas apenas provar que não havendo coragem política para tomar determinadas opções, algures no tempo alguém se lembrou de invocar um “princípio” benigno, aparentemente justo, mas sem tradução prática. Não é seguido.
Vamos a factos!
Entre 1950 e 1981, desempenharam as funções de CEMGFA 10 oficiais (Almirantes e Generais), 8 do Exército, 1 da Marinha e 1 da Força Aérea, em tempos que não há notícias de questões de rotatividade. Eram outros tempos. No pós-25 de Abril o último titular do cargo ainda antes da revisão constitucional de 1982, que determinou a extinção do Conselho da Revolução e a completa subordinação do poder militar ao poder politico eleito, foi o General Ramalho Eanes que acumulou aliás estas funções (1976-1981) com as de Presidente da República (1976-1986).
Parece-nos assim adequado iniciar esta nova ordem politico-militar com o General do Exército Melo Egídio, CEMGFA de 1981 a 1984. Seguiram-se até hoje mais 9 CEMGFA, incluindo o actual que aqui vamos considerar como titular do cargo até Julho de 2018, à luz do que foi anunciado pelo governo em 02FEV2017. Destes 10 oficiais generais com quatro estrelas douradas nos ombros, 5 pertencem ao Exército, 3 à Força Aérea e 2 à Marinha. Rotatividade? Não parece.
Mas se aprofundarmos a questão, vendo por exemplo os meses que cada um esteve de facto a exercer funções, confirmam-se as dúvidas. Na realidade esses períodos variaram muito consoante factos que agora não vêm ao caso mas que, só para dar dois exemplos, levaram a que o General da Força Aérea José Lemos Ferreira estivesse no cargo durante 60 meses e o General Alvarenga Sousa Santos, também da Força Aérea, apenas o desempenhasse por 22.
Consultado dados oficiais do EMGFA (ver listagem no final deste artigo), verificamos que os generais do Exército estiveram em 37 anos (desde 1981 até 2018) a desempenhar as funções de CEMGFA durante 225 meses, os da Força Aérea 118 e os Almirantes 103 meses. Assim no período constitucional referido, os generais do Exército estiveram em funções de CEMGFA sensivelmente o mesmo tempo que os generais da Força Aérea e os almirantes da Marinha juntos. 
Iniciando a verificação do “princípio”, de cima para baixo ou de baixo para cima, é claro que não é seguido. Só com alguma habilidade a escolher “quando se começa” é que se conseguem duas sequências Marinha/Exército/Força Aérea (1994 a 2014), mas é tudo, antes e depois, nada feito.
Concluindo
A nós que somos observadores externos, sem qualquer interesse pessoal na matéria, parece-nos que qualquer oficial que reúna as condições legais para ser escolhido pelo governo e Presidente da República para CEMGFA, é capaz de desempenhar a função, independentemente do ramo das Forças Armadas a que pertence. Acreditando-se no entanto que dadas as idiossincrasias próprias de cada ramo, as quais lhes advêm da história e de culturas organizacionais diferentes, embora cada vez menos, será benéfica uma rotação entre os ramos na chefia das Forças Armadas, então legisle-se nesse sentido e tudo ficará claro.
A bem da transparência democrática que todos dizem defender mas poucos praticam, parece-nos que das duas uma, ou o “princípio da rotatividade” passa a ter força de lei ou, deixem de uma vez por todas de o propagandear quando se quiser justificar a nomeação de um CEMGFA.


Antecessores do GENERAL, do Exército, ARTUR NEVES PINA MONTEIRO, em funções desde 7 de Fevereiro de 2014 (fonte: EMGFA):

GENERAL LUÍS EVANGELISTA ESTEVES DE ARAÚJO, Força Aérea – 4/02/2011 a 6/02/2014

GENERAL LUÍS VALENÇA PINTO, Exército – 5/12/2006 a 4/02/2011

ALMIRANTE JOSÉ MANUEL GARCIA MENDES CABEÇADAS, Marinha – 4/11/2002 a 5/12/2006

GENERAL MANUEL ALVARENGA DE SOUSA SANTOS, Força Aérea – 12/10/2000 a 22/10/2002

GENERAL GABRIEL AUGUSTO DO ESPÍRITO SANTO, Exército – 17/03/1998 a 8/08/2000

ALMIRANTE ANTÓNIO CARLOS FUZETA DA PONTE, Marinha – 21/02/1994 a 8/08/1998

GENERAL ANTÓNIO DA SILVA OSÓRIO SOARES CARNEIRO, Exército – 29/03/1989 a 25/01/1994

GENERAL JOSÉ LEMOS FERREIRA, Força Aérea – 1/03/1984 a 8/03/1989

GENERAL NUNO VIRIATO TAVARES DE MELO EGÍDIO, Exército – 17/02/1981 a 18/02/1984

……………………………………………………………………………………………………

GENERAL ANTÓNIO DOS SANTOS RAMALHO EANES, Exército – 14/07/1976 a 16/02/1981

GENERAL FRANCISCO DA COSTA GOMES, Exército – 29/04/1974 a 13/07/1976

GENERAL JOAQUIM DA LUZ ROCHA, Exército – 19/03/1974 a 28/04/1974

GENERAL FRANCISCO DA COSTA GOMES, Exército – 5/09/1972 a 13/03/1974

GENERAL VENÂNCIO AUGUSTO DESLANDES, Força Aérea – 16/08/1968 a 4/09/1972

GENERAL MANUEL GOMES DE ARAÚJO, Exército – 13/04/1961 a 3/12/1962

GENERAL JOSÉ ANTÓNIO DA ROCHA BELEZA FERRAZ, Exército – 22/08/1958 a 12/04/1961

GENERAL JÚLIO CARLOS ALVES DIAS BOTELHO MONIZ, Exército – 3/03/1955 a 13/08/1958

CONTRA-ALMIRANTE MANUEL ORTINS DE BETTENCOURT, Marinha – 12/12/1951 a 9/02/1955


GENERAL ANÍBAL CÉSAR VALDÊS DE PASSOS E SOUSA, Exército – 5/08/1950 a 6/12/1951

quinta-feira, 9 de março de 2017

POR AÍ
Palmilhando pelo Norte, fim‑de‑semana passado.


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 8 de março de 2017

DIA da MULHER


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sexta-feira, 3 de março de 2017

SAY AGAIN?



No embarque para a sua deslocação a Los Angeles, o Presidente dos EUA declarou
que tudo fará para tomar posse da Base das Lajes e da ilha onde está inserida, apesar de esta
ser considerada território português. Invocando o acordo firmado na construção da base aérea
com o Coronel Eduardo Gomes da Silva e os tratados assinados durante a 2ª Guerra Mundial
entre Óscar Carmona e Franklin D. Roosevelt, Trump declarou à CNN que “…todo o investimento
realizado durante décadas pelos americanos na base aérea e espaço envolvente e o não
cumprimento das regras básicas de manutenção da ilha por parte de Portugal dá aos EUA o
direito à posse do território por usucapião.”


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)