Como me recordou um bom amigo Domingo passado, antes de eu partir para o velório em Cascais, "o passado não é o que vai passando mas o que vai ficando".
quarta-feira, 14 de agosto de 2024
Como me recordou um bom amigo Domingo passado, antes de eu partir para o velório em Cascais, "o passado não é o que vai passando mas o que vai ficando".
domingo, 28 de abril de 2024
Tem valores.
Tem memória.
É, e foi construída.
O passar dos anos enriquece-a.
O silêncio nunca a apaga.
Os lábios também falam mesmo quando em silêncio prolongado.
sexta-feira, 25 de novembro de 2022
sexta-feira, 25 de março de 2022
Do Diário de Notícias
Gouveia e Melo demolidor em mensagem aos fuzileiros: "Não queremos arruaceiros na Marinha!"
Duro e emotivo, o Almirante Chefe de Estado-Maior da Armada falou ao corpo de fuzileiros por causa do homicídio do agente da PSP, pelo qual estão dois militares desta unidade detidos. "Fábio Guerra era a nossa pátria", declarou
Almirante CEMA : "Os acontecimentos de sábado já mancharam as nossas fardas"
No dia em que foi a enterrar o agente da PSP Fábio Guerra, nesta quinta-feira na Covilhã, o Chefe de Estado-Maior da Armada (CEMA) juntou o corpo de fuzileiros e fez uma alocução demolidora sobre princípios, valores e, principalmente sobre quais são as linhas vermelhas para servir o País na Marinha.
Duro, o Almirante Gouveia e Melo não escondeu a sua profunda desilusão por ver militares de elite como são os fuzileiros envolvidos neste homicídio.
"Os acontecimentos do último sábado já mancharam as nossas fardas, independentemente do que vier a ser apurado. O ataque selvático, desproporcional e despropositado não pode ter desculpas e justificações nos nossos valores, pois fere o nosso juramento de defender a nossa Pátria. O agente Fábio Guerra era a nossa pátria, a PSP e as Forças de Segurança são a nossa Pátria e nela todos os nossos cidadãos", sublinhou.
Na intervenção, filmada em vídeo, Gouveia e Melo lembrou que tem "os fuzileiros como a força de elite da Marinha", com quem trabalhou "braço com braço nas operações de inserção e exfiltração do Destacamento de Ações Especiais (DAE) enquanto submarinista", com quem operou "com o pelotão de abordagem inúmeras vezes enquanto comandante da Vasco da Gama", com quem esteve "nos terríveis acontecimentos de 2017 e em Pedrógão", a quem viu "atuar em situações de catástrofe, ou no simples apoio às populações", a quem reconhece "profissionalismo, qualidades militares, generosidade e dedicação".
No entanto, naquele momento, tinha de partilhar o que sentia "na sequência de desacatos que resultaram no falecimento do Agente da PSP Fábio Guerra, na madrugada do último sábado".
Lamentou "ver fuzileiros envolvidos em desacatos e em rixas de rua", o que "não demonstra qualquer tipo de coragem militar, mas sim fraqueza, falta de autodomínio, e uma necessidade de afirmação fútil e sem sentido".
Lobos na selva, cordeiros em casa
E continuou, perante uma plateia atenta que esgotava o auditório da unidade: "Já ouvi vezes demais que não se pode ter cordeiros em casa e lobos na selva, eu digo-vos enquanto comandante da Marinha que se não conseguirem ser isso mesmo, lobos na selva, mas cordeiros em casa, então não passamos de um bando violento, sem ética e valores militares, sem o verdadeiro domínio de nós próprios e se assim for não merecemos a farda que envergamos, nem os 400 anos de história dos Fuzileiros".
O CEMA apelou aos militares que fossem "corajosos e firmes no mar, nas selvas, nos desertos, nas praias, quando o inimigo nos flagela, quando tudo nos parece perdido e reagimos, mas não em pistas de discotecas, em rixas de rua, em disputas de gangues".
"Quando vejo alguém a pontapear um ser caído no chão, vejo um inimigo de todos nós, os seres decentes, vejo um selvagem, vejo o ódio materializado e cego, vejo acima de tudo um verdadeiro covarde"
Enquanto militares, asseverou, "não somos movidos pelo ódio, pela raiva, mas por amor a algo maior que os nossos próprios seres, algo tão superior que estamos sempre prontos a sacrificar-nos por isso. Nestes valores militares não há espaço para o desprezo pela vida alheia, nem pela indiferença e sofrimento alheio, ou para qualquer tipo de crueldade. Quando vejo alguém a pontapear um ser caído no chão, vejo um inimigo de todos nós, os seres decentes, vejo um selvagem, vejo o ódio materializado e cego, vejo acima de tudo um verdadeiro covarde".
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Dei com estas homenagens envolvendo a Marinha (Marinha de Guerra Nacional) e os "Benqueridos" (cidadãos da aldeia de Benquerença, concelho de Penamacor), homenagens prestadas em 2012 e 2013.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Por razões da vida tenho alguns saca-rolhas antigos, mas mesmo muito antigos; seriam pelo menos dos pais do avô da minha mulher, que faleceu em 1972 com 84 anos.
Vem isto a propósito de andar a re-arrumar armários e aparadores e lembrar-me que talvez com saca-rolhas se conseguisse arrancar algum módico de honestidade intelectual e política aos gabirus que por aí azucrinam os ouvidos dos cidadãos. Deixo 3 exemplos.
António Cabral
cAlmirante
(Chapéus há muitos)
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
( manhoso fotógrafo amador)
quinta-feira, 16 de março de 2017
domingo, 1 de janeiro de 2017
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Ainda sobre os Comandos
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)
quinta-feira, 10 de março de 2016
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)