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terça-feira, 18 de julho de 2023

MONUMENTO aos COMBATENTES do ULTRAMAR
A água em vez de transparente como em outras ocasiões observei estava com uma cor esquisita. Provavelmente não há €€€ para tratar daquilo. Lamentável.
António Cabral

domingo, 18 de novembro de 2018

AINDA VAI HAVENDO QUEM OS LEMBRE, e RESPEITE
António Cabral
cAlmirante, reformado

quarta-feira, 15 de março de 2017

MEMÓRIAS
Quanto a memórias, alguns dos que periodicamente visitam este blogue cumpriram comissões de serviço em Angola.
Vem isto a propósito de um livro há poucos dias vindo a público, e que tem, como estimulantes curiosidades, abordar uma faceta da guerra em Angola no caso a criação e o emprego dos célebres "Flechas", e o autor ser um camarada de armas no activo que se tem dedicado ás informações.
O livro chama-se - OS FLECHAS, a tropa secreta da PIDE / DGS na guerra em Angola - e o seu autor é o cmg Fernando Cavaleiro Ângelo. Aqui fica o "marketing", "pro bono".
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Lançamento de Livro: O Olho do Furacão, o fim do fim, Timor

No próximo dia 10 de Novembro, às  18H00, no Instituto Universitário Militar, em Pedrouços, será lançado o livro «O Olho do Furacão, o fim do fim, Timor», da autoria do General António Barrento*.

Nota*: Ex-CEME

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

11 de Novembro.
Neste dia, no afastado ano de 1918, foi posto um fim ás atrocidades, ás brutalidades, ás hostilidades, que se verificaram na sangrenta guerra em solo Europeu, a chamada I Grande Guerra. Nesse dia foi assinado o armistício. Convencionou-se o dia 11 de Novembro para vincar nesta data um gesto, uma homenagem, aos milhares e milhares de militares caídos durante essa guerra.
Nos países ligados ao Reino Unido, muitos cidadãos ostentam nesta data nos seus casacos, a simbólica papoila vermelha.
Este símbolo, decorre da realidade da natureza verificada por todo o lado, também, nos campos de batalha, designadamente na Flandres: o anual aparecimento de papoilas e particularmente nos cemitérios, por entre campas onde descansam esses milhares de combatentes.
No meu desgraçado País, tudo o que cheire a militar é esconjurado. Não é agora o momento para enunciar alguns factos relacionados com esta triste realidade.
O que queria salientar, é que a Liga dos Combatentes, celebra sempre este dia.
Ouvi hoje o discurso do Presidente da Liga dos Combatentes. Daquelas palavras se podem retirar várias conclusões sobre a sociedade onde me insiro. Mas fico por aqui.
São portanto 97 anos sobre o armistício.

Mas 11 de Novembro é também a data da independência de Angola. Esta data é, assim, considerada como a que marca o fim da guerra no Ultramar.
Também concordo com muitos dos que, lamentando a descolonização desordenada (para dizer o menos), essa tragédia pode em grande medida ser considerada a outra face da colonização mas, sobretudo, da descolonização que não foi e devia ter sido feita, na mesma senda do que concretizaram outros países Europeus.
Mas o que repudio é a linguagem soft sempre utilizada para desculpar a ligeireza particularmente de dois ou três dos donos disto tudo, civis. Repudio esse branqueamento constante da nossa história recente. Porque o drama que se verificou com os retornados, não pode ser só atribuído ao que, muito estupidamente, não se fez antes do 25 de Abril. As acções, as inações, e as omissões, dos novos senhores de então, muito contribuíram para as tragédias que ocorreram.

11 de Novembro, respeitem-se os combatentes, de todos os lados das trincheiras.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)