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sábado, 15 de junho de 2024

LIVROS

Bom dia.
Livro interessante.
Tenham um bom fim de semana. Saúde.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

MARINHA. AÇORES.
Um navio de patrulha oceânica (NPO) da Marinha, no exterior do porto de Ponta Delgada. Hoje de manhã.
António Cabral

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Na TARDE de 31 OUTUBRO
Deu-me para reler partes deste livro, em vez de doçuras e travessuras!
António Cabral

terça-feira, 13 de setembro de 2022

PROMETE....

Ministra da Defesa promete segunda tripulação para os helicópteros da Força Aérea na região

Em cima o título e em baixo a notícia lida nos jornais dos Açores.

A Base Aérea nº 4, nas Lajes, ilha Terceira, deverá ter, até ao final do ano, uma segunda tripulação para operar os helicópteros EH-101, que fazem missões de busca e salvamento.
“Há uma aspiração que as autoridades e as pessoas aqui dos Açores tinham que será concretizada, que é a segunda tripulação dos EH-101”, avançou a ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, à margem de uma visita àquela Base.
Também a Marinha Portuguesa terá um segundo salva-vidas nos Açores.
“Até ao final do ano, ou até antes, se for possível, concretizaremos estes dois importantes projetos e desígnios, respondendo, portanto, à resolução dos problemas, continuando a colaborar ativamente com as autoridades locais”, salientou a ministra.
A Força Aérea portuguesa tem dois helicópteros EH-101 Merlin colocados na base aérea número 4, mas apenas uma tripulação fixa.
A atribuição de uma segunda tripulação é uma reivindicação antiga das autoridades regionais.
Em setembro de 2018, o parlamento açoriano aprovou, por unanimidade, um voto de protesto, apresentado pelo PSD/Açores, “pela ausência, na Base das Lajes, de uma segunda tripulação para os helicópteros de busca e salvamento da Força Aérea”.
Tinham já sido aprovados, em 2014 e 2017, outros dois votos com o mesmo teor.
Segundo a ministra da Defesa Nacional, a Força Aérea está a desenvolver “esforços muito grandes” para treinar pilotos, que possam assegurar a segunda tripulação.
“É uma tarefa que tem a ver com os recursos, mas também com os processos complexos de qualificação dos pilotos. A Força Aérea está a desenvolver realmente esforços muito grandes e um trabalho muito intenso no plano do recrutamento e da retenção. Está a treinar pilotos que vão reforçar, de facto, a sua capacidade”, apontou.
Na sua primeira visita aos Açores, Helena Carreiras destacou “a presença muito forte e muito significativa” das Forças Armadas nas regiões autónomas.
“Desempenham missões absolutamente fundamentais, não apenas missões de soberania, mas também missões de apoio à qualidade de vida das populações e esse reconhecimento é muito claro”, frisou.
Em 2022, “a Marinha tem já realizadas 113 missões” de busca e salvamento, superando “todo o número de missões do ano anterior”.
Já a Força Aérea conta com “perto de 250 missões” de transportes médicos, em que os doentes foram transportados entre ilhas ou para o continente português.
“As missões de busca e salvamento, em que a Marinha e a Força Aérea estão evidentemente muito implicadas são missões absolutamente fundamentais e insubstituíveis”, sublinhou Helena Carreiras.
Questionada sobre a data de arranque das obras de requalificação do edifício que vai acolher o Centro do Atlântico, na base aérea número 4, a ministra disse que o projeto está a ser avaliado.
“O Centro do Atlântico está a edificar-se. Fez um trabalho magnífico até agora. Estamos neste momento a analisar as circunstâncias em que vamos desenvolver este projeto de completar a sede na BA4 para depois vir a instalar o centro e a reforçá-lo com uma equipa e com atividades que possam aqui ocorrer, trazendo também os 20 outros países que participam no centro”, adiantou.
A ministra admitiu que o “contexto complexo da guerra” na Ucrânia possa obrigar a “reavaliações do plano inicial”, mas garantiu que a edificação vai avançar.
“Prosseguiremos seguramente a edificar o Centro do Atlântico como um grande projeto que não é apenas da Defesa Nacional, é um projeto verdadeiramente nacional, no sentido em que nos coloca numa relação muito estreita com outros países do Atlântico, para pensar os problemas da Segurança do Atlântico, para capacitar um conjunto de parceiros para melhor defender os nossos recursos e para estabelecer diálogo político e aprofundar o conhecimento”, assegurou.
Oficializado em 2021, por iniciativa do Governo português, o Centro do Atlântico, conta atualmente com 20 países signatários, de Europa, África e América.
O centro terá sede na antiga unidade de saúde da Base das Lajes, que foi utilizada pela Força Aérea norte-americana e ficou desocupada aquando da redução militar que ocorreu a partir de 2015.
Em 2021, o então ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, anunciou um investimento de cerca de três milhões de euros na recuperação do edifício.

Este, um exemplo do "estado" das Forças Armadas.

António Cabral 
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 1 de junho de 2022

ROOSEVELT

(do livro, "À procura da grande estratégia" - De Roosevelt a Obama - Fundação Luso-Americana)

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 27 de março de 2022

ILHA  de  S. JORGE

Oxalá as entranhas da "Terra" não se zanguem mais que os contínuos sismos de baixa intensidade que se fazem sentir há dias.

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

terça-feira, 14 de setembro de 2021

R E C O R D A Ç Õ E S 

A propósito do que adiante refiro, mais uma vez se me coloca a questão de escrever ou não memórias. 

Vem isto a propósito do interessante artigo que começa na página 78 da Revista de Marinha, Julho/ Agosto 2021, com o título - "Jamanta O Gigante Gentil".

Artigo que me fez recuar umas décadas, ao tempo em que comandei o NRP Quanza, e à época em que estive com o navio nos Açores. E, concretamente, ao dia em que com mar absolutamente chão, pairei a muito escassa distância dos Ilhéus Formigas. E, então, dois botes na água e vários elementos da guarnição autorizados a ir junto dos penhascos, onde o oceano não fazia rebentação, tal a calmaria.

A jamanta é um bicho colossal, gracioso e curioso. 

Mas é ENORME, e isso fez de repente os botes largarem rápidos e afastarem-se da zona. Porquê? Duas enormes jamantas passeando-se muito pertinho da superfície.

Graciosas, gentis, curiosas, e enormes, pelo que, à cautela,………….

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

quinta-feira, 23 de março de 2017

MEMÓRIAS


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 8 de maio de 2016

MEMÓRIAS do PASSADO: PEIXES, e "PRIMOS"

Desde jovem, a minha vida levou-me, em épocas diferentes e locais diversos no mundo, a conhecer muitos destes seres vivos, os peixes.
Vem isto tudo a propósito, também mas não só, de ter estado a olhar para o meu velho material de pesca na garagem.
E conheci e bem, também, os "primos", aqueles a que eu sempre gosto de designar por “peixes com casca”.
Que conheci pela primeira vez, na praia de Paço-de-Arcos, quando nas rochas em maré vazia andei com o meu avô materno há 60 anos a apanhar burriés e mexilhão.
Neste capítulo, e com décadas de vários “peixes com casca”, lembro com saudade um celebérrimo jantar, em França, nas décadas de 70 e 80 do século passado, eu e outros a banquetearmos-nos com travessas enormes com montanhas de “fruits de mer”.
Mas, voltando aos peixes, na minha vida houve muitos episódios.
Desde noitadas de pesca à lula com uma simples toneira, ao largo de Sesimbra ou algures no Algarve, à pesca à linha em barragens, à pesca à linha em rios, à pesca selvagem nas ilhas dos Bijagós, na Guiné, dentro de um bote em alta velocidade, à pesca junto ás Formigas nos Açores, e por aí fora. Foram já muitas décadas.
Mas voltando aos peixes, e olhando para uma fase menos longínqua da minha vida profissional, lembro com prazer e saudade, grandes grelhados, grandes peixes cozidos, grandes petiscos de forno e, muito ainda, peixes em mercados soberbos, em lotas, à chegada de barcos a horas tardias.
Lembro por exemplo, o salmonete, o peixe-galo, a abrótea, a solha, o linguado, o robalo, o bodião, a garoupa, o cherne (não o Barroso, vade retro Satanás), o mero, o carapau, a dourada, o lírio, o pargo. Lembro de ver chegar e desembarcar, anos atrás, nos Açores, os vários tunídeos.
Lembro-me ainda de belas cavalas, espadarte, goraz, besugo, pargo.
Grandes e saudosas memórias, de natureza visual e, em imensos casos, de natureza gustativa.
Saudades, memória.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)