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terça-feira, 14 de março de 2023

MARINHA, a REVOLTA na MADEIRA
. . . . . . 
Aquele ramo das Forças Armadas acrescenta ainda que "as guarnições dos navios são treinadas para operar em modo degradado, estando preparadas para lidar com os riscos inerentes, o que faz parte da condição militar".
. . . . . .
Estive a RELER as notícias veiculadas em diferentes orgãos de comunicação social sobre este inusitado acontecimento.

O trecho que republico em cima é claro, diz que os militares da Marinha são treinados para lidar com riscos e operar em modo degradado. Repito, em MODO DEGRADADO.

Ora a fazer fé,
>  no que se lê nas notícias desde há anos, 
> nas declarações das várias associações de militares, 
> nas declarações de anteriores chefes da Marinha, como por exemplo designadamente sobre pessoal aquele (que nada incomodou os políticos) que foi Chefe máximo dos militares e agora substituído por um general do Exército,
> nas declarações de muitos políticos,

a conclusão que obviamente se tira é que a Marinha vive há anos em MODO DEGRADADO.
Portanto, a outra óbvia conclusão a tirar é que, contrariamente ao referido no comunicado, na MARINHA NÃO TREINAM!

Paralelamente, interessante verificar, segundo se lê, que a missão a que 4 sargentos e 9 praças se recusaram era para seguir/ acompanhar/ vigiar a passagem de um perigosíssimo navio Russo . . . . . . um quebra-gelos!

Aguardemos pelos próximos desenvolvimentos, sobre a Marinha, sobre obsolescência, incompetência, disciplina militar, ausência de manutenção, cortes na Lei de Programação Militar, quadros de pessoal por preencher, escassez de meios humanos financeiros e materiais, degradação de vencimentos, insatisfação geral.

E aquela frase - siga a Marinha? Para onde?

António Cabral (AC)

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

FULMINADO

Fulminado de nulidade, diz o Tribunal de Contas. Não é de admirar face às criaturas envolvidas, e não há raio dos céus que nos livre das nulidades que vivem à nossa conta, sempre tentando arranjar "graveto" para lhes pagar os serviçinhos, almoços, e sei lá se até viagens, algumas provavelmente à conta também de certas instituições ás vezes até para estagiar lá fora com acompanhante e tudo! 
Em baixo artigo do DN, sublinhados meusonde realço as partes que considero mais escandalosas.

Contrato "fulminado de nulidade". Ministério da Defesa derrotado de vez pelo Tribunal de Contas
O Ministério da Defesa queria desviar da Marinha cinco milhões de euros para a sua holding, IdD - Portugal Defence, como pagamento para a gestão do programa de aquisição dos seis navios patrulha oceânicos. O Tribunal de Contas já tinha recusado o visto do contrato em junho, o Governo recorreu e os juízes voltaram agora a chumbar, sublinhando que a "violação" dos procedimentos da contratação pública estava "fulminada de nulidade".

Do 10 navios patrulha oceânicos aprovados em 2004, a Marinha ainda só tem quatro. Os próximos seis devem ser comprados até 2030.© Gerardo Santos / Global Imagens Valentina Marcelino 04 Novembro 2022.

O Tribunal de Contas (TdC) chumbou de vez o contrato que o Ministério da Defesa Nacional (MDN) queria fazer com a sua holding, IdD-Portugal Defence, para gerir, até 2030, o programa de aquisição dos seis navios patrulha oceânicos (NPO"s) para a Marinha, pelo valor de cinco milhões de euros, retirados da verba da Lei de Programação Militar (LPM) prevista para aquele ramo das Forças Armadas.

O MDN tinha recorrido do chumbo decretado em junho passado, mas os juízes do TdC mantiveram a decisão alegando, entre outros, que a "violação" dos procedimentos da contratação pública estava "fulminada de nulidade".

A ministra da Defesa, Helena Carreiras, já tinha afirmado que cumpriria a decisão que viesse a ser tomada, não havendo, por isso, lugar a novo recurso.

O anúncio do contrato, que a IdD tinha em grande destaque na sua página da internet, como facto consumado, há vários meses, foi, entretanto, retirado.

Cabe agora à Marinha seguir com o processo de compra dos navios, cuja execução acabou por se atrasar por causa de erros de procedimentos nesta contratação pública.

No acórdão datado de 18 de outubro o TdC reforça os argumentos da anterior decisão, segundo a qual o Governo não utilizou os procedimentos corretos para este tipo de contrato designado "in house", entre o MDN e uma empresa pública dele dependente.

Este contrato, conforme o DN noticiou, foi autorizado por uma Resolução de Conselho de Ministros (RCM) em junho de 2021 e impunha que a Marinha pagasse à IdD cerca de cinco milhões de euros para "a prestação de serviços de gestão do programa" de compra dos NPO"s.

O atual secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira, é o principal derrotado com este desfecho, pois foi este jurista que preparou todo este processo quando era o presidente da IdD, antes de ir para o MDN, assinando o mesmo.

Marco Capitão Ferreira fez parte do gabinete do ex-ministro João Gomes Cravinho e defendeu as vantagens deste contrato no parlamento.

"Significa que há competências complementares que podem ser usadas para melhor executar o programa e o respetivo impacto na economia de defesa nacional", frisou Marco Capitão Ferreira

Capitão Ferreira entrou no governo pela mão do ex-ministro da Defesa Socialista, Nuno Severiano Teixeira, de quem foi assessor jurídico e entre 2008 e 2011 foi administrador da Empordef (Empresas Portuguesas de Defesa), a antiga holding que geria as participações do Estado nas indústrias de Defesa e que foi extinta em dezembro de 2019.

Cravinho nomeou-o para a Comissão Liquidatária da Empordef, para presidente do Conselho de Administração da Empordef Tecnologias de Informação (ETI) e para administrador não-executivo das OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal), seguindo-se a presidência da IdD, onde devia protagonizar a reestruturação do setor das indústrias de Defesa.

Ministério usou leis erradas
O TdC considerou que "o Governo português não invocou, na sua RCM (...) de forma expressa ou com a invocação de qualquer justificação, o enquadramento do contrato objeto de fiscalização prévia na exceção prevista no Art.º 346.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia".

Este artigo isenta determinados contratos do setor de segurança e defesa das regras gerais impostas pela Diretiva europeia relativa à "coordenação dos procedimentos de adjudicação de contratos pelas entidades nos domínios da defesa e segurança", "quando tal seja estritamente necessário para proteger os seus interesses essenciais de segurança".

Para o TdC "a invocação dessa exceção, no domínio da defesa e da segurança, desenquadrada dos meios específicos (...) e até excecionais (...) que o legislador oferece neste mesmo domínio da atuação pública, não deixa de violar os procedimentos previstos (...) sendo essa violação fulminada de nulidade". Os magistrados já tinham alertado para os riscos da referida contratação "in house".

"Riscos de inibição da concorrência", "grande permeabilidade entre cargos governativos no setor da defesa e cargos de gestão nas empresas controladas pelo Estado nesse mesmo setor", "possíveis financiamentos encobertos de entidades/sociedades públicas" (no caso a IdD é uma empresa participada a 100% pelo Estado) e "situações de distorção do mercado interno", foram alguns alertas do primeiro acórdão.

Além da nulidade referida, o TdC considerou ainda que "a ilegalidade verificada tinha inegável influência no resultado financeiro do contrato".

"Princípio da concorrência, pilar da contratação pública"
Conclui o acórdão, assinado pelos juízes conselheiros Nuno Coelho, Paulo Dá Mesquita e António Martins, que "a contratação in-house é um regime de exceção face a situações em que a contratação é feita dentro de casa, quando a Administração Pública não tem necessidade de recorrer ao mercado para suprir as suas necessidades" e que "essa avaliação terá que ser exigente de forma a não corromper o princípio da concorrência, pilar da contratação pública".

O tribunal refuta ainda o argumento do MDN, segundo o qual "ao proibir a aplicação da exceção ou contratação in-house no setor da defesa, e ao exigir o consequente lançamento de procedimentos pré-contratuais neste contrato de gestão e construção de navios NPO, a decisão recorrida coloca seriamente em causa a segurança nacional e a defesa do Estado Português, sendo também gravemente lesiva do interesse público"

"Na verdade", responde o TdC, "foi o Governo e a entidade fiscalizada que optaram pela integração do contrato em causa no regime-regra do Decreto-Lei n.º 104/2011, não tendo sido acionados os mecanismos de salvaguarda do interesse público previstos neste setor da defesa e da segurança".

O erro na utilização dos regimes é, aliás, bem sublinhado. "Na verdade, a decisão recorrida, e bem, não proibiu a contratação em causa, pois isso estaria fora do alcance da sua jurisdição. Antes considerou inválida a forma como a contratação veio a assumir na sua procedimentalização, recusando por isso o visto em fiscalização prévia".

Por isso, completa, "impõe-se, pois, negar provimento ao recurso em todos os seus fundamentos, confirmando-se o acórdão recorrido".

"Gozar com as Forças Armadas"
Este contrato inédito tinha suscitado inúmeras críticas no setor, levando deputados da oposição a questionar o Governonão só por se tratar de um desvio de uma verba significativa da Marinha para um serviço para o qual tinha qualificações, mas também porque, no entender de juristas, violava as regras do Orçamento do Estado.

A ex-coordenadora para a Defesa do grupo parlamentar do PSD, Ana Miguel dos Santos, alertou que uma verba destinada à compra dos NPO"s, no âmbito da LPM, não podia servir para pagar esta prestação de serviços, uma das muitas questões também levantadas pelo TdC.

A ex-deputada do PSD não duvidava de que esta despesa era "ilegal" e iria servir "para financiar, de forma ilegal, uma empresa pública".

Além disso, frisou, "num momento em que as Forças Armadas estão a enfrentar dificuldades significativas na sua operacionalidade, sem recursos, despender cinco milhões de euros com a aquisição de serviços para acompanhar a contratação de equipamento militar, é, acima de tudo, gozar com as nossas Forças Armadas".

Confrontada agora com este acórdão, Ana Miguel dos Santos diz que este chumbo era esperado. "Esta decisão não me surpreende. Vem confirmar uma vez mais aquilo que era óbvio para todos, menos para o Senhor Secretário de Estado da Defesa. O que só se compreende se pensarmos que era o presidente da IDD à data da celebração do contrato", sublinha.

Esta especialista em assuntos de Defesa, lamenta "o tempo que se perdeu com uma discussão estéril, sem qualquer justificação, que só vem atrasar ainda mais a entrega de um equipamento tão necessário para o cumprimento da missão da Marinha".

Recorde-se que o programa original relativo à aquisição de navios patrulha oceânicos data de 2004. Dos 10 navios programados, os dois primeiros foram entregues em 2013 e 2014, e outros dois em 2018. Os restantes seis navios fossem construídos e entregues até 2029.

Ana Miguel dos Santos salienta ainda que, além do tempo perdido, houve ainda "recursos públicos gastos para recorrer de uma decisão óbvia, pois, mesmo que, em tese, a questão pudesse ser discutível do ponto de vista jurídico, sempre seria óbvio que, do ponto de vista operacional da aquisição, seria completamente incompreensível e desadequadopor falta de experiência evidente da IdD para gerir um programa desta natureza, quando comparado com a Marinha ou a Direção-Geral de Recursos de Defesa Nacional".

Assinala ainda que "se já existem recursos com competência e provas dadas nesta matéria, não há necessidade de se colocarem outras entidades para assegurar o mesmo propósito, quando não oferecem as mesmas garantias de eficiência e conhecimento. Felizmente, poupam-se 5M€ necessários para as nossas Forças Armadas.

É notável, melhor, é de facto atrevimento estratosférico invocar que ao negar a marosca dos meninos da I&D se coloca seriamente em causa a segurança nacional e a defesa do Estado Português, sendo também gravemente lesiva do interesse público.

5 milhões para gerirem o programa dos NPO. Grandes gestores.

E estamos nisto há décadas. Mas a maioria não quer saber destas maroscas, nem se interessa por esta rede montada há décadas, com saltitões entre cargos governativos, assessorias, gestores na rede, conluios vários, passeatas infindas. E como se diz no artigo, sempre a gozar com as Forças Armadas e concretamente com a Marinha.

Mas é claro, depois dizem que sou azedo. 

Como azedo serão capazes de considerar quem um dia sorriu quando lhe telefonaram para se encarregar de preparar um dado evento, pois um dos navios estaria pronto para o dito evento. Santa ingenuidade.

Como ele previa nada de confirmou. O tal navio foi entregue à Marinha muito depois. Mais uma vez, neste artigo se confirma a pouca vergonha que há anos envolve o plano de construção de 10 patrulhões NPO para a Marinha. Deviam estar 10 feitos.

Portugal, o tal país de marinheiros, com jurisdição sobre uma massa oceânica brutal, o país que agora vai passar pela vergonha (vergonha para mim e outros mas não para estes titulares de órgãos de soberania) de ver a UE com a sua FRONTEX e outras agências a averiguar como tratamos das fronteiras marítimas!

Noticia-se por aí que o governo estará à pressa a olhar para a balbúrdia que nacionalmente gere (????) o mar! Rir ou chorar?

António Cabral

sexta-feira, 20 de maio de 2022

DIA  da  MARINHA

Celebra-se hoje. Celebrações e cerimónias principais a terem lugar em Faro.

Em 1498 Vasco da Gama fundeava em Calecute, assim ficando descoberto o caminho marítimo para a Índia.

Pela minha parte, não podendo ir espreitar Faro, fiquei-me pela fotografia, pela caminhada, e por outras coisas. Mas sempre com ligação ao mar.

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 11 de abril de 2022

NRP ANTÓNIO ENES, SAINDO da HORTA
Fotografia de anos atrás que "roubei" já não sei de onde.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 13 de março de 2022

R E C O R D A Ç Õ E S

 

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 7 de março de 2022

FRASES que FIZERAM HISTÓRIA (ou deveriam ter feito)

Em boa hora entendeu o senhor Comandante Carlos Encarnação Gomes começar a partilhar "histórias" e "estórias" passadas, épocas já um pouco mais distantes, não muito, pois falar em distante significaria que eu e muitos estamos mais velhos. 
Não estamos, vamos estando menos novos, o que é completamente diferente. 
É que o "estar-se menos novo" mede-se exactamente pela utilidade que vamos proporcionando, e não pelo registo do cartão do contribuinte/ Bilhete de identidade militar. Opinião pessoal, naturalmente.

Isto dito, e a propósito da Guiné, vejo-me frequentemente a recordar o extraordinário período da minha vida e carreira (29OUT1971 - 28JUL1973) durante o qual convivi e fui aprendendo com os meus camaradas menos novos que por lá andaram, nos navios e em terra (alguns infelizmente já não entre nós) e, de entre muitos, por exemplo, Encarnação Gomes, Alves de Jesus, Vasco Lupi, João Pires de Neves, Coelho Rita, Silva Miguel, Rodrigues da Costa, Rodrigues da Conceição, Fialho Góis, Ferreira da Silva, Rebordão de Brito, Ferreira Junior, Ribeiro Reis, Almeida Marinho, Carvalho Rosado, Pereira Vale, Almeida Carvalho, Rui Abreu, Costa rebelo, Gonçalves Pereira.

Dessa época tenho recordações infindáveis. 
E, no que a maroteiras, historietas e cenas curiosas respeita, creio que me lembro de todas as que vivi e me contaram, e tenho vindo a apontar muitas. 
Recordo, por exemplo, algumas cenas envolvendo oficiais chamados temporariamente a prestar serviço no Estado-Maior do Comando da Defesa Marítima (CDMG) ou, (como eu) chamados a substituir oficiais doentes e assim comandar uma LFP por escassos dias, ou cenas caricatas por ocasião dos jantares de "Ronco" na messe de oficias, ou aquela achocolatada ajuda para o trânsito intestinal que misturada com mousse de chocolate "provocava efeitos interessantes", ou o por vezes peculiar modo de abastecimento de carne para as LFG's quer em Vila Cacheu quer em Ganturé, ou as audiências com um célebre 2º comandante do CDMG, ou as habilidades técnicas de certo técnico de radar, ou cenas inacreditáveis e ditatoriais de um certo oficial que a história consagrou por fracos motivos, etc., etc., etc. Infindáveis.

Tempos memoráveis, formalmente iniciados na manhã de 30 de Outubro e, para início da comissão, aprumadinho de branco, barbeado, espada, recebi os bons dias por quem a OSN determinava, seguido de um breve e estranho discurso pois quem recebia supunha-me de partida após fim de comissão!
Desfeita a confusão (!!) fiquei a saber - "dizem que há guerra……bem, não há bem guerra, lá morre um FZ de vez em quando!

E assim iniciei o meu primeiro dia formal na Guiné.

António Cabral
Contra-Almirante, reformado
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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domingo, 17 de outubro de 2021

R E C O R D A Ç Õ E S

Numa fase da vida, da carreira, andei pelos velhinhos draga-minas, no NRP Rosário mas, sobretudo, no bem operacional NRP Lages com o meu saudoso comandante Francisco Pina.

Anos mais tarde, substituí o Francisco no então famoso Centro de Instrução de Minas e Contra-Medidas (1985-1989).

Anos depois, sendo considerado bem ou mal como um dos mais ou menos bons conhecedores das matérias da guerra de minas, o então CEMA Almirante Andrade e Silva (penso que aconselhado designadamente pelo seu chefe de gabinete, assunto de meados/ finais de1990, e ambos anteriores Comandante Naval e chefe de Estado-Maior do CN) nomeou-me para representar o país num projecto de desenho de um novo navio para guerra de minas. Assunto que, se bem recordo, nasceu de uma conversa do então MDN com o embaixador da Holanda em Lisboa que pediu a colaboração de Portugal, pois a Noruega, se não me falha a memória, tinha abandonado o projecto iniciado pouco antes com a Bélgica e Holanda. E assim meteram a espada ao peito do CEMA. E assim lá fui semanas mais tarde (11MAR1991-28NOV1992).

Vem isto a propósito não do processo administrativo de nomeação em que, em Lisboa, alguns foram bem ordinários, desconhecendo a origem do processo. Vem isto a propósito de várias coisas da minha estadia em Haia, e ter encontrado nos muitos arquivos na garagem várias coisas curiosas desse tempo.

É o que partilho em baixo com duas cópias dessa altura.

A primeira, um desenho de um membro da equipa de apoio sobre o navio do projecto (já desenhado, e pronto para entregar num estaleiro), desenho do navio a naufragar, simbolizando o fim da fase de desenho do projecto e do projecto ele mesmo. A razão é que algures no Verão de 1992, designadamente mas não só, a marinha Holandesa ficou conhecedora das características da maioria das minas deixadas pela então URSS depois da queda do muro de Berlim e unificação das Alemanhas. Conhecidas as minas, menos relevante e necessário pensar em navios mais actualizados. Assim acabou o projecto, e assim regressei a Lisboa como antecipadamente comuniquei em Agosto que o faria no final de Novembro, para grande irritação de um senhor no ministério da defesa.

A segunda cópia é de um desenho que fiz, com conversa inventada, ilustrando a celebração entre mim e o colega Belga, brincando com a coisa, e "gingando" com o chefe do projecto, um bom camarada da marinha Holandesa, capitão-de-mar-e-guerra, velejador exímio, Dirk de seu primeiro nome. Bons tempos, e em que muito aprendi.


António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

terça-feira, 18 de agosto de 2020

HOMENAGENS envolvendo a MARINHA
Em 2017 presenciei outra homenagem envolvendo a Marinha. Já não me recordo se a publiquei, e confesso que não fui atrás verificar, mas aqui fica mesmo que seja uma repetição. 
Respeita designadamente a Jacinto Cândido.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)

terça-feira, 19 de maio de 2020

AINDA  SÓ  PASSARAM  47  ANOS
Hoje, 19 de Maio, pelas 2340 horas, fará 47 anos que, quando o  navio em que eu prestava serviço durante a guerra em África navegava em ocultação total de luzes e em postos de combate/bordadas, fui/ fomos atacámos por bombordo no rio Cacheu, na Guiné, hoje Guiné-Bissau, numa zona mais acima da base dos fuzileiros, Ganturé. 
47 !!!!!!!
António Cabral
cAlmirante
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)

quinta-feira, 2 de abril de 2020

ANTIGUIDADES  NAVAIS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sábado, 1 de fevereiro de 2020

No  PAÍS  de  MARINHEIROS..........
Mas, causa surpresa o que está para suceder ao Bérrio, como a prazo poderá suceder com outros?
A mim não causa surpresa nenhuma.
Basta recordar como alguns regressavam depois de idas ao 7º piso.
Desgraçado país.
António Cabral
cAlmirante , reformado
(chapéus há muitos)

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

RECORDANDO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ARTILHARIA CONTEMPORÂNEA
Há dias coloquei um "postal" com imagens de artilharia do passado, obtidas num excelente museu militar.
Ao ver no DN esta boa fotografia, não resisti colocá-la, não vá dar-se o caso de nem todos lerem o DN.
Além de me recordar os meus "idos" tempos de artilheiro.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus há muitos)

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

NAVIO ARMADO e BEM ARMADO
O meu prezado camarada de armas Luís Silva Nunes publicou uma interessante fotografia de um dos últimos "brinquedos" da marinha dos EUA. 
A evolução de navios e de barcos, como aliás a evolução tecnológica em geral, tem sido "avassaladora".
A fotografia de um "modesto" iate que anexo foi tirada há já algum tempo no Tejo.
Dá para perceber estilos, evoluções, inspirações.
Quem copia quem?


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

UM  ""NAVIO""  COMPLETAMENTE  DESARMADO.....


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

MARINHA
"You have (or not) a Navy. You raise an Army. Period."
Para que fique claro!
ANTÓNIO CABRAL
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

BEM QUE PROCUREI...........

Mas...........não vi nenhum,.......nem pronto,....nem quase,.........nem quilha,.........

Será que vão encomendar aquelas maquinetas que os fazem em 3D? É capaz de ser mais rápido!!!




António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 23 de março de 2017

MEMÓRIAS


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 6 de novembro de 2016

MEMÓRIAS



Amarras.
Será que vamos ver em dias da nossa vida as dos nossos navios neste estado?
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)