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domingo, 27 de novembro de 2022

MARINHA.  FUZILEIROS

António Cabral
Calm. ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sábado, 13 de fevereiro de 2021

OS FUZILEIROS em ÁFRICA

A acção dos fuzileiros em África é no essencial conhecida, penso eu. A guerra em África/  Ultramar/ colonial está documentada profusamente. O livro "The Fuzileiros, Portuguese Marines in Africa, 1961-1974", John P. Cann,  aborda muito sobre os fuzileiros nesse período da nossa história. 

Este livro teve a colaboração de muitos militares de Marinha (referenciados no final do livro) e não apenas de oficiais, e destes saliento o já falecido Almirante Nuno Gonçalo Matias e os comandantes Alpoim Calvão, Malhão Pereira, Encarnação Gomes e Patrício Leitão.

Na página 16 do livro está uma fotografia do então CEMA almirante Reboredo e Silva a cumprimentar um jovem futuro oficial de Marinha.


Ora a legenda dessa fotografia refere ....."commissioning the first Naval Reserve medical doctor in 1968"...........

Naturalmente, posso estar completamente enganado mas, se estou a ver bem e até usei uma lupa, eu ia jurar que quem está a cumprimentar o então CEMA é um conhecido camarada do curso "Oliveira e Carmo" e que já foi meu chefe.

Peço pois o favor, e particularmente aos "Oceanos", que verifiquem esta fotografia e formulem uma opinião.

António Cabral

cAlmirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

terça-feira, 19 de maio de 2020

AINDA  SÓ  PASSARAM  47  ANOS
Hoje, 19 de Maio, pelas 2340 horas, fará 47 anos que, quando o  navio em que eu prestava serviço durante a guerra em África navegava em ocultação total de luzes e em postos de combate/bordadas, fui/ fomos atacámos por bombordo no rio Cacheu, na Guiné, hoje Guiné-Bissau, numa zona mais acima da base dos fuzileiros, Ganturé. 
47 !!!!!!!
António Cabral
cAlmirante
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Fuzileiros treinam resposta a situações de crise no maior exercício anfíbio espanhol

Uma Força de Fuzileiros da Marinha portuguesa, composta por 75 militares embarcados no navio de assalto anfíbio e porta-helicópteros da Armada Espanhola SPS LHD Juan Carlos I, está a participar no exercício anfíbio GRUFLEX-18, organizado pela Armada espanhola.
No "GRUFLEX-18" é simulada uma situação de resposta a crises e operações de ajuda humanitária. Neste contexto, realiza-se a projeção do mar para a terra de forças militares de natureza anfíbia e operações expedicionárias desenvolvida na costa, na qual participam mais de 3.000 militares, 8 navios, 1 submarino, 25 aeronaves e mais de 150 veículos, provenientes da Espanha, Estados Unidos da América, Itália e Portugal.
O exercício realiza-se numa primeira fase em águas das ilhas Canárias, nos Campos Militares de Treino de La Isleta e de Pájara e, numa segunda fase, no Golfo de Cádis, terminando com a projecção da força de desembarque para o Campo Militar de la Sierra del Retin, no dia 23 de Novembro.
A Força portuguesa de Fuzileiros integra o “Primer Batallón de Desembarco (BDE-I)”, da Armada espanhola. 
No trânsito para as Ilhas Canárias, a bordo do SPS LHD Juan Carlos I, os Fuzileiros realizaram a preparação para a condução das operações em terra, realizando treinos de armamento, comunicações e socorrismo em combate. 
Na Gran Canária, deslocaram-se para o campo de manobras e tiro de “la Isleta” para conduzirem acções de tiro com armamento individual e colectivo e treino de operações militares em áreas urbanas. 

Informação de 15Nov2018 do EMGFA

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Fuzileiros portugueses na Costa do Marfim

Fuzileiros em missão na Costa do Marfim


12-10-2018
Entre os dias 4 e 5 de Outubro, na cidade de Abidjan, na Costa do Marfim, os 36 Fuzileiros portugueses que se encontram em missão a bordo do navio francês de assalto anfíbio, projecção e comando “BPC Mistral”, testaram capacidades em conjunto com um destacamento de Fuzileiros franceses. 
Entre os diversos cenários recriados, destaca-se a protecção do navio e flotilha anfíbia, até à captura de uma praia para resgate de cidadãos não combatentes. 
Portugal integra pela primeira a operação “Corymbe”, permanentemente assegurada pela Marinha francesa no Golfo da Guiné, que tem como principal objectivo potenciar o aumento da segurança marítima através da cooperação com as marinhas dos países ribeirinhos desta região e dissuadir acções de pirataria e roubo, que frequentemente ocorrem nesta parte do globo.

Ver notícia do EMGFA e fotos aqui.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Os nossos Fuzileiros na Lituânia

Fuzileiros prosseguem missão na Lituânia com intensa actividade operacional

A Força de Fuzileiros portuguesa, em missão na Lituânia, prossegue a sua intensa atividade operacional, com enfoque nas acções combinadas com as forças lituanas, realçando-se a participação nos exercícios Strong Shield 18 e HUNT 18. A atual missão decorre no âmbito dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, onde está empenhada uma Força de Fuzileiros com 140 militares, por um período de quatro meses, no quadro das medidas de tranquilização da NATO naquele território.
O exercício “STRONG SHIELD 2018”, de âmbito nacional, destinou-se a avaliar as unidades regionais lituanas na condução das actividades previstas nos respectivos planos nacionais de defesa, onde o cenário se centra na ameaça externa e num quadro de ocupação do seu território por forças estrangeiras. Os militares portugueses, através do seu elemento de projecção de força, conduziram operações na perspetiva da contra-insurgência, com vista a possibilitar às unidades lituanas o contato com táticas, técnicas e procedimentos diferenciados.
O exercício “HUNT 2018”, da responsabilidade da Brigada “Griffin”, destinou-se ao adestramento da Companhia de Reconhecimento daquela grande unidade Lituânia, tendo sido efetuadas diversas acções de “treino-cruzado” em várias áreas, o  que contribui para um melhor conhecimento mútuo e potencia a interoperabilidade entre as forças militares portuguesas e lituanas.

(Extracto de Info divulgada pelo EMGFA em 29JUN2018)

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Partida duma Força de Fuzileiros para a Lituânia

Amanhã,15 de Maio de 2018, parte de manhã para a Lituânia uma Força de Fuzileiros (que já aqui referimos), do aeroporto de Figo Maduro.
No âmbito dos compromissos internacionais, Portugal irá empenhar na República da Lituânia uma Força de Fuzileiros com 140 militares, por um período de quatro meses, no quadro das medidas de tranquilização da NATO naquele território.  Esta será a primeira vez que uma Força tão significativa, integralmente gerada e aprontada pela Marinha, no Corpo de Fuzileiros, irá operar num teatro Europeu e que será projectada para Klaipėda, na Lituânia, por mar e ar.
As maiores felicidades para os que integram esta Força.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Força de Fuzileiros portugueses vai para a Lituânia


No dia 30 de Abril de 2018, segunda-feira, vai decorrer no Corpo de Fuzileiros, na Base Naval de Lisboa, pelas 15h00, a cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força de Fuzileiros que irá operar como Força Nacional Destacada (FND) na Lituânia. A cerimónia será presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes.

No âmbito dos compromissos internacionais, a Marinha irá empenhar na República da Lituânia uma Força de Fuzileiros com 140 militares, por um período de quatro meses, no quadro das Medidas de Tranquilização da NATO naquele território.  Esta será a primeira vez que uma Força, tão significativa, constituída por Fuzileiros, irá operar num teatro Europeu, o que constituirá um desafio e simultaneamente, uma excelente oportunidade de emprego de uma Força desta natureza, que será projectada para Vilnius, na Lituânia, por mar e ar.

domingo, 4 de junho de 2017

PORTUGAL contemporâneo
Como (na minha opinião naturalmente) muito bem e secamente comentado tempos atrás, cá temos mais uma vez - os mesmos, sempre os mesmos.
O mesmo partido, obviamente as mesmas fontes (gato escondido rabo de fora), o mesmo OCS, o mesmo jornalista e, talvez, alguma falta de rigor. 
Desconheço como se chegou à decisão em causa e, por isso, não a discuto.
Quem andou cá dentro sabe, perfeitamente, que para lá dos fuzileiros especiais existem muitos meios humanos no CCF e EFZ sem essa preparação/ formação mais apertada. E que têm cursos de nadadores - salvadores.
Pessoalmente lamento muito que do parlamento, e desde há décadas, não haja muito mais escrutínio sobre as acções dos diferentes governos. Se houvesse, a sério, talvez não estivéssemos como estamos.
Mas também lamento, e muito, e acontece há anos, sempre que as coisas passam do escrutínio imperioso num estado de direito para a palhaçada só para encher agendas ou dar alento a eventuais ressabiamentos.
Mas é o que vamos tendo. 
Vindo de alguns nada me espanta. 
Vindo de alguns outros, tenho sinceramente muita pena que assim se prossiga. Será que neste caso que o PCP questiona, a coisa tem pernas para andar?
Não posso deixar de confessar no entanto, que me parece estar a haver agora menos virulência acerca do mesmo assunto de base, comparativamente com situações até Novembro passado.  
Mas posso estar a ter uma sensação errada, admito até que possa estar completamente errado, em tudo.

António Cabral
(Chapéus há muitos)

(retirado do DN), sublinhados meus)

..."O PCP quer saber como e porque é que há militares das Forças Armadas (FA) a "patrulhar as praias" durante a época balnear. Na base do requerimento comunista, enviado quinta-feira ao Ministério da Defesa, está o envio de fuzileiros da Marinha - com cursos de nadador-salvador - para as praias.
O PCP questiona se essas "são missões de colaboração com a autoridade competente ou de substituição" e, a seguir, pergunta "onde vão ser colocados os fuzileiros e quais os critérios para a sua utilização", bem como "quais vão ser, no plano concreto, as suas missões".
A decisão de colocar forças especiais nas praias foi tomada há um mês, após cinco mortes e no que foi qualificada como "situação de emergência". O porta-voz da Autoridade Marítima, comandante Coelho Dias, disse então ao DN que os fuzileiros "não [iam] substituir" os nadadores-salvadores mas "auxiliar os capitães dos portos" - as autoridades marítimas locais - nas ações de sensibilização dos cidadãos para os riscos de passearem junto à linha de água (mar adverso, ondas a rebentar na areia).
Segundo fontes ouvidas pelo DN, importa perceber porque é que as autoridades marítimas locais pediram logo apoio às FA quando há associações de bombeiros e de nadadores-salvadores, ou a Proteção Civil (entre outras estruturas civis), devidamente habilitados para desempenhar aquelas ações de salvamento e socorro.
Segundo a lei, "compete ao capitão do porto, no âmbito do salvamento e socorro marítimos, prestar o auxílio e socorro a náufragos e a embarcações, utilizando os recursos materiais da capitania ou requisitando-os a organismos públicos e particulares se tal for necessário".
As FA são uma estrutura pública que, em democracia e por regra, apenas são chamadas a apoiar as autoridades civis quando estas já não conseguem responder com os meios ao seu dispor. E esse apoio "por parte das FA" exigiria, à partida e segundo a lei, a declaração do estado de emergência no local.
Manuel Carlos Freire

domingo, 5 de fevereiro de 2017

SIGA a MARINHA
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 10 de maio de 2016

Padre Dominicano ex-Oficial da Armada Portuguesa

Por se tratar duma entrevista do Frei Eugénio Paiva Boléo, ex-Oficial da nossa Armada, da Classe de Marinha e Fuzileiro Especial (FZE) com uma Comissão cumprida num DFE em Angola, que se encontra há mais de 10 anos em Bruxelas, achámos que seria interessante dar aqui a conhecer os seus testemunhos, nomeadamente da sua alteração de vida, de militar para religioso. Ver aqui.
Tratando-se de um caso raro na nossa Armada, só nos ocorreu uma situação mais recente desta índole, de um oficial superior fuzileiro que passou à Reserva para se tornar Diácono Permanente, também na Igreja Católica.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MEMÓRIAS do PASSADO

Desfile, Setúbal.



 DF, Paço de Arcos.


(Fotografias pessoais)

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)