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terça-feira, 14 de março de 2023

MARINHA, a REVOLTA na MADEIRA
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Aquele ramo das Forças Armadas acrescenta ainda que "as guarnições dos navios são treinadas para operar em modo degradado, estando preparadas para lidar com os riscos inerentes, o que faz parte da condição militar".
. . . . . .
Estive a RELER as notícias veiculadas em diferentes orgãos de comunicação social sobre este inusitado acontecimento.

O trecho que republico em cima é claro, diz que os militares da Marinha são treinados para lidar com riscos e operar em modo degradado. Repito, em MODO DEGRADADO.

Ora a fazer fé,
>  no que se lê nas notícias desde há anos, 
> nas declarações das várias associações de militares, 
> nas declarações de anteriores chefes da Marinha, como por exemplo designadamente sobre pessoal aquele (que nada incomodou os políticos) que foi Chefe máximo dos militares e agora substituído por um general do Exército,
> nas declarações de muitos políticos,

a conclusão que obviamente se tira é que a Marinha vive há anos em MODO DEGRADADO.
Portanto, a outra óbvia conclusão a tirar é que, contrariamente ao referido no comunicado, na MARINHA NÃO TREINAM!

Paralelamente, interessante verificar, segundo se lê, que a missão a que 4 sargentos e 9 praças se recusaram era para seguir/ acompanhar/ vigiar a passagem de um perigosíssimo navio Russo . . . . . . um quebra-gelos!

Aguardemos pelos próximos desenvolvimentos, sobre a Marinha, sobre obsolescência, incompetência, disciplina militar, ausência de manutenção, cortes na Lei de Programação Militar, quadros de pessoal por preencher, escassez de meios humanos financeiros e materiais, degradação de vencimentos, insatisfação geral.

E aquela frase - siga a Marinha? Para onde?

António Cabral (AC)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

MARINHA, MEIOS NAVAIS

Vejo muito pouca TV. 

Chamaram-se à sala - António, vão falar sobre os navios da Marinha - e lá fui.

Uma pequena reportagem que não me deu novidades.

Pergunto-me, quem terá encomendado esta peça ao sr Moniz ?

A senhora que formalmente é ministra?

O inarrável que a coadjuva?

O CEMGFA?

O CEMA?

Alguém dentro do EMGFA?

Alguém dentro da Marinha?

Alguém de um partido?

Uma coisa é certa, um imagem muito triste.

Mas, quantos portugueses se interessam e incomodam com tal situação?

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)