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sábado, 18 de janeiro de 2025

QUE  LONGE  VÃO  ESTES  TEMPOS . . . . .
António Cabral

Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 19 de junho de 2024

RECORDAÇÕES

- O dia começou muito cedo. Era pouco mais de meia-noite quando foram condecorados dois prestantes elementos do seu distrito, merecidamente, claro, porque as condecorações são só atribuídas a quem as merece.
Américo Tomás, 18 Janeiro 1974, Diário de Notícias, relatando visita a Viseu

António Cabral

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

RECORDAÇÕES
Antes do Natal andei a cirandar por zonas da minha adolescência.
Concretamente e por exemplo, por áreas de Paço de Arcos, onde vivi os meus primeiros 3 meses de idade, depois desde os meus 6 anos até aos 14 salvo erro.

A talvez não mais que 20/ 30 metros da vivenda onde morámos (vivenda Cochicho), havia uma pequena padaria. Tinha uma coisa que era uma das nossas delícias, umas roscas compridas, que com manteiga eram comidas com verdadeira gula de garotos a crescer.

Entre muitas outras coisas, havia a "Pinhanços".
Uma casa de referência em toda a chamada linha do Estoril, bolos e padaria também se a memória não atraiçoa.

Há muito que não existe. Está lá isto à vista. Obras.
Recordei o local, os vários guarda-chuvas de chocolate que lá comprava, os bolos, e recordei este actor José de Castro há muito falecido.

O tempo voa.
António 
Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quinta-feira, 16 de junho de 2022

ANDAM  POR  FORA
E recordam-me locais onde também já estive (2001) 

Tenham um bom feriado. Saúde
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 23 de maio de 2022

MARINHA  PORTUGUESA

António Cabral
Calm, ref
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domingo, 13 de março de 2022

R E C O R D A Ç Õ E S

 

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 7 de março de 2022

FRASES que FIZERAM HISTÓRIA (ou deveriam ter feito)

Em boa hora entendeu o senhor Comandante Carlos Encarnação Gomes começar a partilhar "histórias" e "estórias" passadas, épocas já um pouco mais distantes, não muito, pois falar em distante significaria que eu e muitos estamos mais velhos. 
Não estamos, vamos estando menos novos, o que é completamente diferente. 
É que o "estar-se menos novo" mede-se exactamente pela utilidade que vamos proporcionando, e não pelo registo do cartão do contribuinte/ Bilhete de identidade militar. Opinião pessoal, naturalmente.

Isto dito, e a propósito da Guiné, vejo-me frequentemente a recordar o extraordinário período da minha vida e carreira (29OUT1971 - 28JUL1973) durante o qual convivi e fui aprendendo com os meus camaradas menos novos que por lá andaram, nos navios e em terra (alguns infelizmente já não entre nós) e, de entre muitos, por exemplo, Encarnação Gomes, Alves de Jesus, Vasco Lupi, João Pires de Neves, Coelho Rita, Silva Miguel, Rodrigues da Costa, Rodrigues da Conceição, Fialho Góis, Ferreira da Silva, Rebordão de Brito, Ferreira Junior, Ribeiro Reis, Almeida Marinho, Carvalho Rosado, Pereira Vale, Almeida Carvalho, Rui Abreu, Costa rebelo, Gonçalves Pereira.

Dessa época tenho recordações infindáveis. 
E, no que a maroteiras, historietas e cenas curiosas respeita, creio que me lembro de todas as que vivi e me contaram, e tenho vindo a apontar muitas. 
Recordo, por exemplo, algumas cenas envolvendo oficiais chamados temporariamente a prestar serviço no Estado-Maior do Comando da Defesa Marítima (CDMG) ou, (como eu) chamados a substituir oficiais doentes e assim comandar uma LFP por escassos dias, ou cenas caricatas por ocasião dos jantares de "Ronco" na messe de oficias, ou aquela achocolatada ajuda para o trânsito intestinal que misturada com mousse de chocolate "provocava efeitos interessantes", ou o por vezes peculiar modo de abastecimento de carne para as LFG's quer em Vila Cacheu quer em Ganturé, ou as audiências com um célebre 2º comandante do CDMG, ou as habilidades técnicas de certo técnico de radar, ou cenas inacreditáveis e ditatoriais de um certo oficial que a história consagrou por fracos motivos, etc., etc., etc. Infindáveis.

Tempos memoráveis, formalmente iniciados na manhã de 30 de Outubro e, para início da comissão, aprumadinho de branco, barbeado, espada, recebi os bons dias por quem a OSN determinava, seguido de um breve e estranho discurso pois quem recebia supunha-me de partida após fim de comissão!
Desfeita a confusão (!!) fiquei a saber - "dizem que há guerra……bem, não há bem guerra, lá morre um FZ de vez em quando!

E assim iniciei o meu primeiro dia formal na Guiné.

António Cabral
Contra-Almirante, reformado
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sábado, 5 de março de 2022

RECORDAÇÕES

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES

As ilhas do Atlântico e os Descobrimentos.

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

(marrevoltado.blospot.pt)

domingo, 6 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES DE ÁFRICA

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

RECORDAÇÕES  de  ÁFRICA

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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domingo, 16 de janeiro de 2022

R E C O R D A Ç Õ E S

Saúde, tenham um bom Domingo.

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

R E C O R D A Ç Õ E S 

Aqui na aldeia, entre as várias recordações espalhadas pela casa, há três que particularmente mais me dizem, e que me levam a décadas passadas, a tempos inesquecíveis. 

A primeira, a Colt de repetição calibre 44 que me traz o Verão de 1970, os de 1971 e 1972, e as saudades e imagem do avô Trindade, falecido poucos dias depois de eu regressar a Bissau para continuar a comissão na Hidra. Recordo ainda o Jeep Willys que ele comprara ao Exército aqui em Castelo Branco (abatido, e recuperado por ele) e que conduzi aqui em Monsanto várias vezes. Parvamente nunca fiquei com fotografia desse "bicho"que creio gastava 4 litros aos 100.....mts!, de que o tio Tó se desfez antes de eu regressar de África.

As outras duas, o quadro com uma estampa de "O Século" retratando a Marinha de 1900 (que em tempos aqui trouxe) e o cinzeiro de pé alto que me serve para apoio de copo junto à lareira. Objectos que estavam na mansão da tia Zé na aldeia do Salvador, aqui bem perto, no caminho para a cada vez mais despovoada vila de Penamacor, mansão que foi doada para a Misericórdia local. 

Recordações, que me lembram ir ficando menos novo, eh....eh....

Antonio Cabral

Contra-Almirante, reformado

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domingo, 17 de outubro de 2021

VERDADEIRA  ANTIGUIDADE

Um lenço de seda de senhora, sem marcas de traças, uma recordação. Sobre a descoberta da Índia. Terá mais de 80/90 anos, mas não tenho dados rigorosos. A quem pertenceu deixou-nos há muitas décadas, e quem sucessivamente o herdou também já não está entre nós.

Cá em casa não temos problemas com este tipo de coisas, e com a história, continuará preservado, em breve irá ser emoldurado.

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

R E C O R D A Ç Õ E S 

A propósito do que adiante refiro, mais uma vez se me coloca a questão de escrever ou não memórias. 

Vem isto a propósito do interessante artigo que começa na página 78 da Revista de Marinha, Julho/ Agosto 2021, com o título - "Jamanta O Gigante Gentil".

Artigo que me fez recuar umas décadas, ao tempo em que comandei o NRP Quanza, e à época em que estive com o navio nos Açores. E, concretamente, ao dia em que com mar absolutamente chão, pairei a muito escassa distância dos Ilhéus Formigas. E, então, dois botes na água e vários elementos da guarnição autorizados a ir junto dos penhascos, onde o oceano não fazia rebentação, tal a calmaria.

A jamanta é um bicho colossal, gracioso e curioso. 

Mas é ENORME, e isso fez de repente os botes largarem rápidos e afastarem-se da zona. Porquê? Duas enormes jamantas passeando-se muito pertinho da superfície.

Graciosas, gentis, curiosas, e enormes, pelo que, à cautela,………….

António Cabral

Contra-Almirante, reformado

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

RECORDAÇÕES  da  GUINÉ

Entre as recordações tangíveis guardo esta.

António Cabral, 

cAlmirante , reformado

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terça-feira, 19 de maio de 2015

Recordações. E, já agora, a propósito do advogado formalmente designado MDN.

Hoje, 19 de Maio, pelas 2340 horas, fará 42 anos que, quando o meu navio navegava em ocultação total de luzes e em postos de combate/bordadas, fui/ fomos atacámos por bombordo no rio Cacheu, na Guiné, hoje Guiné-Bissau. Como outros, que estávamos no exterior do navio, tive muita sorte. Estava uma noite de espectacular luar.
Morreu um comando africano, junto a quem rebentou o primeiro e único projéctil/ granada lançado pelos então guerrilheiros do PAIGC. Houve feridos, um incêndio, e o navio teve danos vários, inclusive um rombo abaixo da linha de água.
Passadas semanas, um relatório da PIDE/DGS, confirmou a morte de todo o grupo de guerrilheiros atacantes.
Não era de esperar o contrário, pois tinham que infiltrar-se pelas densas árvores junto ao rio, e ainda que sem serem vistos de bordo, a reação de fogo do navio e de todo o pessoal armado que estava no exterior e que terá durado para aí um minuto no máximo, varreu com aço literalmente toda a zona. Como se viu no local na manhã seguinte ao ataque, uma zona enorme quase circular de árvores zurzidas, sem folhagem, sem ramos pequenos, sem casca. Tudo branco. O tempo voa, 42 anos! 
Eu não esqueço. E recordo, com emoção, todos os que estavam comigo, e não vejo há muitos anos. Recordo, também, todos os que connosco conviveram naquelas paragens Africanas, de 29 de Outubro de 1971 a 28 de Julho de 1973.
Andam para aí muitos que não esquecem nada, porque quase nada ou mesmo nada sabem. Mas sobretudo não sabem respeitar. 

Não respeitam os que como eu andaram na guerra e que felizmente regressaram quase sem sequelas. Mas acima de tudo não respeitam os milhares de portugueses que regressaram de África com sequelas e os familiares dos que tombaram pela Pátria. Esquecem além disso, o que a CRP estabelece, e o que está em letra de lei na legislação que enquadra a Defesa Nacional e a sua componente militar. 
Dever de tutela, respeito pela lei, verticalidade, honestidade intelectual, respeito pela história do País, estes e outros valores são lixo para a “gentinha” que desgraça o País.
Os tempos são outros, a realidade do País é diferente, as missões, os meios designadamente os recursos humanos tem que se conformar ás realidades do presente, mas devendo olhar e acautelar o futuro.
Concretamente, o advogado que formalmente foi empossado como MDN, manifesta constantemente, sem qualquer pingo de vergonha, uma postura deplorável em relação ás Forças Armadas. Tem conseguido com variações próprias, algumas para pior, continuar na senda lastimável dos seus antecessores, TODOS. Lamentável.E sobretudo deplorável o teor eleitoralista e em algumas fases verdadeiramente falacioso, da longa entrevista que o actual titular do cargo concedeu há poucos dias a jornalistas da Antena 1.Uma entrevista que pareceu muito um frete combinado. Vou voltar a escutar, regressarei ao assunto.
António Cabral, cAlmirante reformado.
(Chapéus há muitos)


quarta-feira, 13 de maio de 2015

RECORDAÇÕES
Rocega de Minas
"É uma ciência de concepção vaga, baseada em elementos discutíveis, deduzidos de experiências inconcludentes, realizadas com aparelhagem de problemático rigor, por indivíduos pouco de fiar, e de mentalidade duvidosa."
Bons tempos, direi.
António Cabral, cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)