domingo, 31 de janeiro de 2016

Presidente da República (PR), Comandante Supremo das Forças Armadas (FA), Primeiro-Ministro (PM) , Ministros.

A nossa República está há muito tempo, a meu ver naturalmente, um bocado para o desequilibrada, se não mesmo a roçar o maluco patético!!
Então neste "tempo novo" vai ficando em mim a convicção de nítida caminhada para um futuro outra vez incerto, coisa que julgava muito difícil mas parece, afinal, estar a ser fácil.
Vem isto a propósito do que pode ou não fazer o magistrado primeiro do País e comandante supremo das FA, o que pode e deve ou não fazer o executivo, o que deve ser o relacionamento entre órgãos de soberania, cujos titulares deviam, apenas, concentrar-se no bem comum dos cidadãos, no superior interesse do País.
Em post anterior procurei olhar para o que diz o actual enquadramento jurídico no que respeita ao comandante supremo das FA. E para a prudência que se recomenda exista nessa matéria, na certeza da urgente necessidade de inversão do actual "status quo".
Naturalmente, diz a história dos últimos 30 anos, a "interpretação" da CRP e não só, por parte dos 3 sucessivos inquilinos de Belém, sempre foi ""tendo dias"".
Uma das últimas curiosidades desta espuma dos dias, é a de que o actual inquilino de S.Bento irá propor que a partir de 9 de Março próximo, o PR tenha encontros regulares com outros membros do governo para além das reuniões semanais com o PM.
Claro que uma mente mais retorcida, pode atrever-se a pensar que o PM não tenciona perder tempo com tecnicalidades dos ministérios, dedicar-se apenas ás grandes dimensões políticas. Uma outra versão do desconhecimento dos dossiers?!?!
Parecendo que este assunto possa não caber aqui, para mim, no campo das memórias, existe um quadro de referências que tem de estar sempre presente na nossa vida sob pena, creio, de a sua ausência ser exactamente o início ou a contribuição para que ninguém se entenda na sociedade, sob pena de se ignorar tudo e todos.
Por outras palavras, e como disse em post anterior, se muita coisa precisa de uma grande volta, já me parece inaceitável parecer fazer-se tábua rasa de coisas básicas.
Cabe ao PM a obrigação constitucional de se relacionar com o PR.
Isto e nada mais. Claro que tudo na vida é possível. Mas convinha ser prudente, e respeitador da CRP, em todos os casos e situações. Caso contrário, as tentações podem suceder-se.
E a CRP estipula apenas, na alínea i) do Artº 133º, que ao PR compete presidir ao Conselho de Ministros quando o PM lho solicitar.
Esta sugestão de António Costa pretende ter alguma contrapartida, por exemplo no que ás FA respeita?

António Cabral
cAlmirante, reformado,
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Audição do novo MDN na AR

Em 16-1-2016 o novo MDN fez a sua 1ª audição da Comissão de Defesa da AR. Gravei-a do Portal do Canal Parlamento.
Por julgar de interesse os camaradas avaliarem das intenções e do modo como o Ministro encara os problemas da sua pasta, resolvi colocá-la no meu Espaço WordPress http://ajnsilva.com/
  Porque o vídeo tem a duração de  cerca de 3,5 horas, tive de optar por o subdividir em 7 partes.

Presidente da República (PR) eleito,  novo Comandante Supremo das Forças Armadas (FA).

1. A CRP estabelece que o PR é, por inerência, Comandante Supremo das FA. Nessa medida exerce as respectivas funções!!!. O PR preside ao Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN). O PR nomeia e exonera, sob proposta do Governo, repito, sob proposta do Governo, os chefes militares.
2. O nº 1 do Artº 8º da Lei de Defesa Nacional (LDN) estabelece que são directamente responsáveis pela defesa nacional o PR, a AR, o Governo e o CSDN. O Artº 10º da mesma lei, estabelece que como funções de Comandante Supremo, o PR deve contribuir para assegurar a fidelidade das FA à CRP e ás instituições democráticas, tem o direito a ser informado pelo Governo sobre a situação das FA e o seu emprego, tem o dever de aconselhar em privado o Governo acerca da condução da DN, pode consultar directamente os chefes militares em matérias de DN. O CSDN emite pareceres sobre várias áreas respeitantes à DN.
3. Neste quadro, será legítimo interrogarmos-nos, relativamente aos ex-PR, Mário Soares, Jorge Sampaio e Cavaco Silva:
a. Não foram sendo periodicamente informados sobre a situação das FA? Certamente que sim!
b. Esses ex-PR foram periodicamente aconselhando os sucessivos governos acerca da condução da DN? Hum,..........
c. Quantas vezes, esses ex-PR chamaram em separado os diferentes chefes militares para com eles abordar os problemas dos ramos, e das FA enquanto um dos pilares da DN? Hum..........
d. O CSDN, quantas vezes reuniu em cada um dos 10 anos de presidência de cada um dos ex-PR? E que pareceres foram passados para os governos? Hum............
4. Existe um PR eleito. Um novo Comandante Supremo das FA. O que esperar dele? Espero pouco. Mas não será difícil fazer melhor que os antecessores, e creio que vai fazer melhor.
Estou aliás a imaginar a preocupação constante de Mário Soares pela DN e sobretudo pela instituição militar. Foi assim certamente, pois não recordo vozes tonitruantes e revoltadas nessa altura. Nem durante os 10 anos de Jorge Sampaio. Quanto a estes últimos 10 anos, bem, ...... adiante.
5. Não tenho dúvidas do sentido de Estado do novo Comandante Supremo, estou convicto que olhará para a instituição militar com a dignidade que se impõe e que a CRP aliás consagra. Creio que fará esforços continuados para publicamente enaltecer o inestimável e insuperável papel das FA mas, olhando à CRP que nada de concreto e palpável na vida real reserva para o PR, e sobretudo lendo a legislação que enforma a DN e as FA e acima em parte referida, fácil é verificar que o PR pouco de efectivo pode fazer para alterar o ""status quo"". Sem dinheiro não há navios a construir em Viana do Castelo, não se melhora operacionalidade nos ramos, sem dinheiro não há modernização de navios ou aviões, por muito que o actual MDN evidencie conhecer o significado de MLU relativamente aos navios. Sem dinheiro não há palhaços.
6. Este governo vai continuar o mesmo. Até porque para BE e PCP, que ainda o suportam, as FA não constituem qualquer prioridade. Como ficou muito claro, mais uma vez, na audição recente do MDN em comissão parlamentar de defesa. 
E o PR terá a casa militar...........constituída............como de costume!!!!!! Aguardemos.
7. Por outro lado, por frenético que o novo Comandante Supremo venha a ser, por maior vontade de alterar o “” status quo “”, terá necessariamente que ter em conta o lastro que vem dos 30 anos anteriores. É a esse lastro que me refiro no ponto 3. Porque a realidade, para lá de palavras bonitas e funções deveres e direitos do PR quanto a DN e FA, cabe sobretudo ao Governo tratar das FA. Alterar de repente o método e a modorra dos seus três antecessores será visto, estou certo, como guerra ao Governo ou, pelo menos, interferência. Terá que haver prudência.
Convinha, também nesta matéria, ter os pés bem assentes na terra.
Mas que tudo isto precisa de uma grande volta, 100% de acordo. Só é pena as vozes exaltadas que recentemente se ouvem terem estado tão caladinhas no passado.
Depois de aprovado o OE, cá estarei.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O NOVO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Eleito ontem pelo voto soberano do povo, o Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa irá assumir a breve prazo o alto cargo de Presidente da República. Faço votos para que, como Comandante Supremo das Forças Armadas, zele por estas com a desejável determinação e sentido de Estado, procurando que lhes sejam conferidas as necessárias condições de operacionalidade, bem como a dignidade e respeito que merecem no cumprimento das missões que lhes competem em defesa de superiores interesses nacionais.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A PROPÓSITO DE MEMÓRIAS DO PASSADO.

Por razões de carreira, vivi por diversas vezes ocasiões protocolares.
A bordo de navios, em terra também. No País e no estrangeiro.
Para todas as ocasiões existem trajes/ uniformes adequados.
Mas estamos sempre a tempo de aprender.
Pessoalmente, vou anotar a minha velha lista da armada com a novidade que a fotografia sugere.
A fotografia foi-me dada conhecer por mão amiga. Novos tempos, dirão alguns.

António cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A escolha duma profissão: Piloto de helicópteros na Marinha?

Site bem feito e útil para quem tenha filhos em idade de escolher uma profissão.
Num exemplo, um dos actuais oficiais pilotos de helicópteros da nossa Marinha, filho de oficial de Marinha ex-Comandante da SAGRES. Pode ser visto aqui.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

MEMÓRIAS do PASSADO

Desfile, Setúbal.



 DF, Paço de Arcos.


(Fotografias pessoais)

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

MEMÓRIAS do PASSADO, TEMAS do PRESENTE

Muitos na "guarnição" tiveram em certos períodos da vida/ carreira, oportunidade de se debruçar mais atentamente sobre determinados assuntos, como por exemplo, teoria geral da estratégia e geopolítica. Muitos aspectos, factores. A vontade, as capacidades. Entre muitas coisas, de interesse primordial, os recursos, sempre escassos. Entre eles, o petróleo, elemento a que nos habituámos como dado adquirido na nossa vida, e que o nosso país não tem.
Recordo o petróleo, exactamente no âmbito das memórias (o preço da gasolina quando estávamos na EN), do presente e,...........e do futuro que nos espera?
A curva descendente do preço do barril aí está, inexorável. Que impactos, na nossa vida interna, e em termos de geopolítica? Pela minha parte, não estou a gostar nada dos desenvolvimentos vários do presente. Petróleo e tudo o resto.
Deixo fotografias minhas de plataformas "plantadas" ao largo do Brasil.

António Cabral,
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Militar abaixo de motorista de membro do Governo!

  “Muda o disco e toca o mesmo” ou “Tudo na mesma, Quartel-General em Abrantes”.

  Governo diferente? Não!
  Os militares que forem promovidos só passam a receber pelo novo posto não na data da promoção e em que assumem a correspondente responsabilidade, mas sim só no dia seguinte à data em que vier publicada em DR a sua promoção. O que pode prejudicá-los em vários meses.
  Militar abaixo portanto de motorista do Gabinete de membro do Governo, como se mostra na legislação invocada.
               António José de Matos Nunes da Silva

“D.R. II Série - Parte C do dia 12-jan-2016

Despacho n.º 429/2016
...............................................................................................................................

Os efeitos remuneratórios das promoções que neste âmbito vierem a ocorrer produzem efeitos no dia seguinte à publicação do respectivo documento oficial de promoção.

Assim, determina -se:

1 — São autorizadas as promoções no ano de 2015 de militares da GNR constantes do Memorando remetido pelo Comando -Geral da GNR, e refletidas no quadro em anexo.

2 — As promoções referidas no número anterior, devem ocorrer no estrito respeito pelos termos e limites constantes do referido Memorando.

3 — As despesas decorrentes das promoções serão integralmente suportadas pelos montantes disponibilizados à Guarda Nacional Republicana pelo Orçamento do Estado para 2016.

4 — O presente despacho produz os seus efeitos no dia 31 de Dezembro de 2015.

30 de dezembro de 2015. — O Ministro das Finanças, Mário José Gomes de Freitas Centeno. — A Ministra da Administração Interna, Maria Constança Dias Urbano de Sousa.
...................................................................................................................................”

D.R. II Série - Parte C do dia 11-jan-2016

Despacho n.º 353/2016

1 — Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 3.º e no n.º 7 do art.º 4.º, nos n.ºs 1 e 2 do artigo 11.º e no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 11/2012 de 20 de janeiro designo para exercer funções de Motorista
no meu gabinete Nuno Alexandre de Sousa Lalanda Vicente, Assistente Operacional - Motorista, do mapa de pessoal da Autoridade Tributária e Aduaneira.
......................................................................................................................................

3 — Nos termos do n.º 3 do artigo 11.º do mencionado decreto-lei, o presente despacho produz efeitos a 26 de novembro de 2015.
..................................................................................................................
4 de dezembro de 2015. — A Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel de Lemos Leitão Marques.”

Diário da República, 1.ª série N.º 15 20 de janeiro de 2012
.....................................................................................................
Artigo 11.º
.............................................................................
 3 — Os membros dos gabinetes consideram -se, para todos os efeitos, em exercício de funções a partir da data indicada no despacho de designação e independentemente da publicação na 2.ª série do Diário da República.
............................................................................................”

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

As Nações de menor poder perante as grandes potências

"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".

(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 10 de janeiro de 2016

A INCLEMÊNCIA DOS ELEMENTOS

Num dia muito aborrecido, fechado em casa, enquanto me entretinha a percorrer os meus imensos arquivos fotográficos, dei com esta fotografia. Pode representar o que se quiser. Falta de manutenção, intempérie, impossibilidade de regressar ás artes antigas, etc.
Ou, metaforicamente, situações de desastre, pessoais, do País. O que se quiser.
É tão só, um triste barquinho, abandonado à sua sorte. Com nome curioso.
A lembrar, antes de ir para o mar............


António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

sábado, 9 de janeiro de 2016

A Marinha de Guerra Portuguesa. Memórias.

A propósito do livro recentemente dado à estampa, que comprei, e já li, pois contém aspectos e épocas que me marcaram, andei vasculhando pelos meus arquivos fotográficos. A fotografia que abaixo mostro, de fraca qualidade (revelada algures em 1973), mostra grande parte da guarnição confraternizando na popa do NRP Hidra, salvo erro fundeado na entrada do rio Cumbijã, e se a memória não falha, durante a passagem de ano de 1972 para 1973. Assinalei com o nº 1 o meu amigo e camarada de armas Blanc Lupi, então meu comandante. O imediato, "Moi", está assinalado com o nº 2.


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Memórias do passado



Aqui deixo para os eventuais apaixonados colecionadores, 9 exemplos de "pessoal" ligado ao Mar.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O ACTUAL PM

A minha curiosidade aumenta.
Aparentemente, António Costa terá a muito curto prazo junto de si, as nomeações parece estarem já aí, 3 novos assessores.
Um da PSP, outro da GNR, e outro representando as Forças Armadas. Neste caso, um VAlmirante.
O seu antecessor, parece que teve junto de si, a trabalhar, um conhecido oficial general do Exército, que depois foi rendido por um de Marinha.
Aguardemos.

António Cabral
cAlmirante, reformado,
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A Marinha de Guerra Portuguesa

O livro acima indicado, da autoria do Cte Pedro Lauret, foi lançado no passado dia 16 de Dezembro, tendo merecido uma crítica publicada no "site" Operacional. Caso estejam interessados podem lê-la seguindo esta ligação.

Memórias do passado. A Marinha em 1900.

O quadro acima é meu.
Está nas minhas mãos há pouco mais de três décadas. Dei com ele cheio de teias de aranha, quase não se via, numa velhíssima casa na Beira-Baixa, desabitada, propriedade da irmã mais velha da minha falecida sogra. Desde 2000 que ornamenta uma parede na minha casa na aldeia. Monsanto.
A Marinha de Guerra Portugueza em 1900, de acordo com esta gravura da "Empreza d' O Século - Lisboa", tinha os seguintes navios: couraçado Vasco da Gama, cruzadores D.Carlos, S. Gabriel, Adamastor, S.Raphael, D.Amélia, Fragata D.Fernando(que era escola prática de artilharia), Corvetas Affonso D' Albuquerque, Duque da Terceira, Duque de Palmella (escola de alunos marinheiros), Estephania (escola de alunos marinheiros), Torpedeiros Espadarte, nº 2, nº 3, nº 4, Transportes África, Pêro D'Alenquer, Rebocador Berrio, Vapores Thomaz Andrea, Baptista D' Andrada, Auxiliares Fulminante, Salvador Corrêa, Lidador, Mineiro, Neves Ferreira, Lanchas Canhoneiras Obuz, Marraquene, Honório Barretto, Granada, Lacerda, Chuabo, Rio Minho, Serpa Pinto, Cuama, Cherim, Pero D' Annaya, Diogo Cam, Carabina, Sabre, Ivens, Capello, e Canhoneiras Sado, Lagos, Zaire, Zambeze, Tavira, Vouga, Tâmega, Cacongo, Faro, Douro, Tejo, Bengo, Quanza, Massabi, Mandovi, Diu, Chaimite, Limpopo, Açor, Lima, D.Luiz, Liberal.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 3 de janeiro de 2016

POSSE, E ACÇÃO DO NOVO GOVERNO.
Os antecedentes mostram eloquentemente como nas últimas décadas a defesa nacional, por um lado, e as forças armadas por outro ( um dos pilares da DN), foram sendo tratadas.
Sou dos que estou com muita curiosidade, e atento, quer ao actual PM quer ao MDN.
Quanto a este último, achei interessante durante a visita a tropas destacadas antes do Natal, mostrar-se para as câmaras TV trajando civilmente, e não como os seus antecessores, mal ""amanhados"" com passadeiras, bonés e blusões.
Mas para lá de tudo, oxalá o novo MDN tenha bem presente que este meu País quase parece uma ilha rodeada de água, uma imensidão de água.
E, já agora, que tenha presente uma verdade indesmentível: "You have ( or not) a navy. You raise an army! Períod!
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)