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quinta-feira, 12 de abril de 2018

BLÁ, BLÁ,....tudo muito bonito, MAS.......
(vá, um artigozinho para espevitar neste dia muito chuvoso)


.........."Macron recebeu Mohammed bin Salman, herdeiro do trono da Arábia Saudita, no dia em que os dois países assinaram vários contratos. Hoje, MBS chega a Madrid para última etapa de viagem que o levou ao Reino Unido e aos EUA"..........


Tudo lindas palavras, constantes, mas depois lá chegam as realidades concretas, e as fábricas de material de guerra que têm de continuar a laborar senão, o desemprego, a balança comercial, a influência internacional, o déficit, etc complicam-se. 

Além de que é precisar assegurar a paz por esse mundo fora, não é verdade?
Depois, há sempre uma boa retórica, uns olhinhos doces e o pessoal não vai notar.
"Macron Style", longe do tempo do tolo que de lambreta visitava as amantes, mas o negócio prossegue, sempre.
Por cá, se produzíssemos alguma coisa de jeito, haveria adicionalmente uns sorrisos patéticos e umas selfies!
A Espanha, aqui ao lado, a Espanha que nos anos 80 do PSOE e por exemplo com o patético Solana (depois converteu-se em Bruxelas) e outros a gritar contra a NATO, lá inverteu o rumo e tem desde há tempos um lugar relevante no sector em causa. 
Aparentemente, a sua "Bazan", vai vendendo corvetas e não só, a árabes e não só. As tais corvetas que tiveram como embrião, décadas atrás, um projecto português. Pois......
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

As Nações de menor poder perante as grandes potências

"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".

(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)