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Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
COMO ESTAMOS no RÚSSIA-UCRÂNIA ?
Faz hoje um ano.
É com muita mágoa que informamos o falecimento do capitão de mar-e-guerra José Brás Maldonado Cortes Simões, ocorrido hoje de madrugada em Lisboa, no Hospital dos Lusíadas. Tinha 81 anos de idade. O Comandante Cortes Simões ingressou na Escola Naval em Outubro de 1960 como cadete do Curso “Luís de Camões”, transitou depois para o Curso “Nuno Tristão” e foi promovido a guarda-marinha em Janeiro de 1965. A sua carreira naval foi longa e muito diversificada. Especializou-se em Artilharia e embarcou como Chefe de Serviço nas fragatas “Nuno Tristão” (Cabo Verde e Angola, 1966-1969) e “Almirante Magalhães Corrêa” (1971-1972). Seguiu-se o comando da LFG “Argos” nos rios da Guiné (1972-1974) e as funções de Professor do 40º Grupo de Cadeiras da Escola Naval (1974-1977). Entre 1979 e 1983 desempenhou o cargo de Capitão dos Portos de Vila Real de Santo António e Tavira, entre 1984 e 1986 comandou o navio-hidrográfico “Almeida Carvalho” e, entre 1988 e 1992, desempenhou as funções de Adjunto do Capitão do Portos e do Director dos Serviços de Marinha de Macau. Foi promovido a capitão de mar-e-guerra em 1992, passou à reserva em 1997 e reformou-se no dia 10 de abril de 2003.
O “Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à sua Família, em especial à sua Mulher, Filhos e Netos, bem como a todos os seus amigos e camaradas, designadamente dos Cursos “Luís de Camões” e “Nuno Tristão”.
O ALTAR-PALCO para a JMJ
Fui às minhas fotografias tiradas em Fátima e olhei para o altar que lá está, sofisticado, branco, e que mostro.
C O M E M O R A Ç Õ E S
Em Portugal há a mania das comemorações laudatórias, grandes festanças. O caso presente da JMJ, para além de tudo o mais, enferma desse vício nacional que, pessoalmente, considero como sempre considerei bastante saloio e próprio de vaidosos sem motivo para tal.
Por isso, para qualquer evento simples ou grandioso há que arranjar palcos, tribunas para albergar os VIPs portugueses, VIPs que na maioria dos casos não passam de uns tristes Very Important Potatoes!
Estou a lembrar-me do caso passado com um grande amigo que sugerindo uma tribuna normal, suficiente para as cerimónias em mente, foi fulminado com o olhar do chefe - e as senhoras, e as famílias, etc.?
E lá se gastou mais do dobro do dinheiro e nas cerimónias, o dobro dos Mercedes, BMW e Audi a circular para as FESTAS.
Comemorar seja o que for, deve ser digno o suficiente, sem excessiva pompa, ter em conta o protocolo de Estado, mas ser rigoroso e parcimonioso nos convites.
Comemorar seja o que for, deve ser mais um acto de reflexão do que a contemplação da história.
E isto, quase sempre, é esquecido pelos jactantes, pirosos, saloios, vaidosos, inchados porque momentaneamente nas suas vidinhas e, quase sempre por direito legítimo resultante das urnas, andam em popós pagos por todos nós, e vivem à custa de todos nós.
Comemorar deve ser um acto de reflexão.
Oxalá em Abril de 2024 assim aconteça, pois vivendo em liberdade, FELIZMENTE, estamos cheios de crescentes problemas.
Tenham um bom fim de semana, saúde.
António Cabral (AC)
O projecto "Portugal, um Legado Marítimo", uma parceria entre a Marinha e a Google Arts & Culture, arrancou no passado dia 1 de Fevereiro, o que permite conhecer mais de 22 mil conteúdos digitais.
Visite a história da Marinha Portuguesa em
MARINHA, MEIOS NAVAIS
Vejo muito pouca TV.
Chamaram-se à sala - António, vão falar sobre os navios da Marinha - e lá fui.
Uma pequena reportagem que não me deu novidades.
Pergunto-me, quem terá encomendado esta peça ao sr Moniz ?
A senhora que formalmente é ministra?
O inarrável que a coadjuva?
O CEMGFA?
O CEMA?
Alguém dentro do EMGFA?
Alguém dentro da Marinha?
Alguém de um partido?
Uma coisa é certa, um imagem muito triste.
Mas, quantos portugueses se interessam e incomodam com tal situação?
VANDALISMO
Quando da recente revisão anual ao carro detectaram a necessidade de substituir uma pequena peça, não existente em armazém.
Voltei lá hoje para que tratassem do assunto, sendo a previsão da demora das 0830 às 1100/ 1130 horas.
Como de costume de cada vez que lá (Sete Rios) deixo o carro, saio a pé pela Columbano Bordalo Pinheiro, Praça de Espanha e depois, das duas uma, subo até à zona do El Corte Inglês e viro à esquerda pela Duque de Ávila fora até chegar à Avenida da República, outras vezes sigo pela Avenida de Berna até à Avenida da República, sendo o destino final sempre a Pastelaria Versailles.
Depois de um café, começo caminhada por onde me dá na real gana. Quando é revisão anual, o carro só me é entregue cerca ou pouco depois das 1800 horas. Nestes casos as Avenidas e ruas observam-me a caminhar até junto do Tejo e o regresso é sempre por rotas variadas.
Vem isto a propósito de que hoje decidi começar pela Avenida de Berna. Logo no início, onde estão uns tapumes e indicações do que ali surgirá dei com mais um sinal do vandalismo que uma série de BESTAS se entretém a executar nas cidades e vilas e aldeias.
Ainda por cima, neste caso como em alguns outros, as BESTAS estão convencidas que têm graça. É muito triste.
António Cabral (AC)
Lamentamos informar que faleceu esta madrugada com 80 anos de idade, o Comandante Rui da Cruz Silvestre. Ingressou na Escola Naval em 1961 como cadete de Marinha do Curso “Nuno Tristão” e, depois de ter servido no draga-minas “Rosário” e no navio-petroleiro “São Gabriel”, especializou-se em Electrotecnia. Foi o primeiro chefe do Serviço de Electrotecnia da fragata “Comandante Sacadura Cabral”, chefiou o Serviço de Electrotecnia do Comando da Defesa Marítima da Guiné e, depois, foi chefe do mesmo Serviço na fragata “Comandante Hermenegildo Capelo” e do navio-hidrográfico “Almirante Lacerda”. Prestou serviço na Escola de Electrotecnia do Grupo Nº 1 de Escolas da Armada, como instrutor e director de instrução, seguindo-se uma comissão de cinco anos como Capitão do Porto e Comandante da Defesa Marítima de Santa Cruz das Flores. Prestou serviço na Capitania do Porto de Lisboa, na Direcção-Geral de Marinha e no Gabinete do Ministro do Mar , tendo passado à situação de Reserva em 1995 no posto de capitão de mar-e-guerra.
“O Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas, em especial aos do seu Curso “Nuno Tristão”.
O seu velório decorrerá na Igreja de S. João Baptista, em Vale de Milhaços (Corroios), a partir das 15.30 horas da próxima 2ª feira, dia 30 de janeiro, daí saindo na terça-feira pelas 09.00 horas para o cemitério de Odemira.
RECORDAÇÕES
Agora que a guerra na Ucrânia caminha para fazer um ano no próximo 24 de Fevereiro, agora que há muitas promessas de envio de carros de combate embora alguns só lá apareçam daqui a muiiiiitooooos meses, lembrei-me de várias coisas do passado, como por exemplo esta onde, entre outras indicações, se regista algo curioso quanto a um dos "actores" na área, a Turquia.
METER ÁGUA
Metem água vários dos titulares dos quatro órgãos de soberania (Presidente, AR, governo, tribunais).
Metem água ou podem vir a meter água os mais diferentes navios, desde os monstruosos porta-contentores às embarcações mais pequenas que se aventuram nos mares.
Foi agora noticiado que ao largo da costa Algarvia, uma embarcação rápida da GNR começou a meter água e foi rebocada por uma embarcação da Autoridade Marítima. Que azia lhes deve ter dado.
Pode dizer-se que a todos acontece ou pode acontecer, mas é curioso como acontecem certas coisas a alguns. No caso concreto parece que a origem do incidente/ acidente foi …. um dos motores fora de borda foi …. borda fora! Curioso.
CULTURA
"Não há normas. Todos os homens são excepção a uma regra que não existe"
Faleceu ontem com 86 anos de idade o Comandante Júlio José Guerreiro das Chagas Torre. Ingressou na Escola Naval em Outubro de 1955 como cadete do “Curso Pedro Nunes”, tendo sido promovido a guarda-marinha em 1959. Especializou-se em Artilharia e, entre outras, realizou comissões de embarque no contratorpedeiro “Vouga” e nas fragatas “Diogo Gomes” e “Almirante Gago Coutinho”. Depois, foi colocado em Moçambique onde desempenhou as funções de capitão do porto de António Enes (1970-1973) e de Quelimane (1973-1975). Entre Março de 1976 e Setembro de 1977 comandou a corveta “General Pereira d’Eça”, a que se seguiu uma comissão como Adido de Defesa junto da Embaixada de Portugal no Maputo. Foi promovido a capitão de mar-e-guerra em 1985 e passou à reforma em 1997. Há poucos anos publicou “Enquanto me lembro”, um livro autobiográfico que foi muito apreciado pelos seus leitores.
“O Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à Família do Comandante Júlio José Guerreiro das Chagas Torre, aos seus Amigos e aos seus Camaradas, em particular aos do seu “Curso Pedro Nunes”.