GNR
A GNR é uma das forças de segurança do país.
terça-feira, 22 de agosto de 2023
terça-feira, 8 de agosto de 2023
Três casos este ano no Algarve. Lanchas apreendidas já estavam a ser usadas em operações policiais contra redes.
As redes de tráfico marítimo de haxixe entre o Norte de África e a Península Ibérica estão a apostar no furto de lanchas rápidas das autoridades portuguesas e espanholas atracadas a sul para travar as operações de combate ao transporte da droga para a Europa e recuperar embarcações apreendidas.(Jornal de Notícias)
quarta-feira, 25 de janeiro de 2023
METER ÁGUA
Metem água vários dos titulares dos quatro órgãos de soberania (Presidente, AR, governo, tribunais).
Metem água ou podem vir a meter água os mais diferentes navios, desde os monstruosos porta-contentores às embarcações mais pequenas que se aventuram nos mares.
Foi agora noticiado que ao largo da costa Algarvia, uma embarcação rápida da GNR começou a meter água e foi rebocada por uma embarcação da Autoridade Marítima. Que azia lhes deve ter dado.
Pode dizer-se que a todos acontece ou pode acontecer, mas é curioso como acontecem certas coisas a alguns. No caso concreto parece que a origem do incidente/ acidente foi …. um dos motores fora de borda foi …. borda fora! Curioso.
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
quarta-feira, 16 de novembro de 2022
GNR
(do sítio da Presidência)
O Presidente da República condecorou, no Palácio de Belém, o Tenente-General Rui Manuel Carlos Clero, Comandante-geral cessante da Guarda Nacional Republicana, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis.
quarta-feira, 19 de outubro de 2022
(notícias do Diário de Notícias, avião da Frontex nos Açores)
terça-feira, 18 de outubro de 2022
PALAVRAS PARA QUÊ?
Já está a sobrevoar o mar dos Açores o Beechcraft C-12 da Agência de Fronteiras Europeia. A sua presença, a pedido da GNR, não é pacífica e surpreendeu a Marinha e Força Aérea que vigiam a área. Há quem entenda que está em causa a soberania nacional.
A aeronave da Frontex estacionada no aeroporto de Ponta Delgada neste domingo. Os voos junto à costa assustaram algumas pessoas.
A GNR não explica porquê, nem que ameaças específicas prevê para outubro e novembro, período para o qual pediu à Frontex (Agência de Fronteiras Europeia) uma aeronave para patrulhamentos do mar dos Açores, onde a sua competência termina nas 12 milhas. O facto é que o avião, um Beechcraft C-12, está a operar desde domingo e a situação provocou um tremendo mal estar nas Forças Armadas. Marinha e Força Aérea têm meios de vigilância para além das 12 milhas, mas não receberam qualquer pedido de apoio da Guarda, conforme confirmaram ao DN fontes oficiais.
A ação da Frontex, criada em 2004 para apoiar os estados-membros na defesa das fronteiras externas da UE, tem sido mais visível no Mediterrâneo na prevenção dos fluxos migratórios.
Questionada pelo DN sobre o que levou a formular este inédito pedido, a GNR assinala que esta solicitação foi feita "com o objetivo de garantir a vigilância da fronteira externa da UE, designadamente da Região Autónoma dos Açores, atendendo as competências que cabem à Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR, vertidas na Lei Orgânica da Guarda".
Fonte oficial do comando-geral lembra que "a UCC é a unidade especializada responsável pelo cumprimento da missão da Guarda em toda a extensão da costa e no mar territorial, com competências específicas de vigilância, patrulhamento e interceção terrestre ou marítima em toda a costa e mar territorial do continente e das Regiões Autónomas".
sexta-feira, 29 de julho de 2022
MAR, AUTORIDADE do ESTADO
O "nosso" mar contem as águas que vão da costa até às 3 milhas náuticas, as que vão da costa às 12 milhas náuticas e, depois, a enorme ZEE (zona económica exclusiva).
Passam 10 dias de praia Algarvia, no Sotavento, e até agora não vi passar um único navio de fiscalização da Marinha nem uma das maravilhosas e portentosas lanchas da GNR.
Não estou a dizer que não passaram, que não andaram a fiscalizar as águas Algarvias até às 12 milhas.
Só refiro que não vi.
Porventura andarão agora pelo Barlavento, e não no Sotavento para eu os poder observar, e andarão certamente muito fora das 12 milhas para vir de fora e caçar malandros que por aqui se passeiem. Isto quanto à holística Marinha.
Quanto à GNR, já há dias aqui mostrei um dos seus magníficos radares que me dá uma segurança imensa enquanto passeio no areal às 0830 horas. Tenho aqui uns maldosos vizinhos de praia que me dizem que as famosas lanchas da GNR são escassas e estão quase todas avariadas. Que a estrela recente, que visitou umas rochas à entrada da barra de Lisboa, está com medo de voltar ao mar!
As más línguas do costume! Só gente maldosa e mordaz!
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
sexta-feira, 15 de julho de 2022
OS EMPREENDEDORES QUE FAZEM FALTA A PORTUGAL
A pouca vergonha não pára.
Lá ao fundo, dezenas de empreendedores visíveis entre os seis pilares a contar da esquerda
Nesta de cima e na debaixo, os empreendedores deixaram as suas excelentes (com seguro, pneus, inspeção tudo impecável) viaturas estacionadas junto ao local da antiga seca de bacalhau entre Alcochete e Samouco, e dirigem-se para as suas "empresas"
Aqui na debaixo, estão os empreendedores a sair do pontão em Alcochete e a embarcar nas suas primorosas e bem conservadas embarcações, todas um mimo de aparência, e bem fiscalizadas pela autoridade marítima.
António Cabral
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Tenho uma curiosidade: já avisaram o sr Eduardo Cabrita? E o sr António Costa? E o sr Marcelo Rebelo de Sousa?
segunda-feira, 10 de maio de 2021
(Paulo Sande, Expresso)
A GUARDA VAI A BANHOS
A GNR inaugurou no passado dia 7 de maio a sua Lancha de Patrulhamento Costeiro “Bojador”.
Tratando-se de um meio oceânico, a GNR vê assim concretizada a sua antiga aspiração de se tornar uma espécie de Guarda Costeira. A cerimónia de 7 de maio, que teve lugar no Terminal de Cruzeiros do Cais da Rocha de Conde de Óbidos, chamou-se aliás “O papel da GNR como Guarda Costeira”.
Portugal tem de utilizar com eficácia e parcimónia os escassos recursos de que dispõe. A compra de lanchas com capacidade para navegar no alto mar – capazes de chegar aos Açores e à Madeira, isto é, de cobrir meio Atlântico Norte – é um desperdício de recursos. E constitui, sem dúvida, uma afronta à Marinha portuguesa.
Em suma, mais um sinal da mania de grandezas que o nosso país devia dispensar.
Em 2009, reconhecendo a capacidade da Marinha de prestar serviços em missões de interesse público não militares, a Lei Orgânica da Marinha afirmava a necessidade de ajustar a estrutura da arma, dotando-a “das capacidades adequadas ao exercício das suas competências, respeitando (…) os princípios da racionalidade e da economia”. E na linha da “tradição naval portuguesa” dava-se corpo ao paradigma de uma Marinha “de ‘duplo uso’, materializado numa actuação militar e numa actuação não militar”.
Como objetivo, uma economia de escala e o desenvolvimento de sinergias. Para o efeito foi reformulada a cadeira de comando operacional e definidas as missões de natureza não militar, incluindo o cumprimento da lei nos espaços marítimos sob jurisdição nacional, busca e salvamento e actividades no domínio das ciências e técnicas do mar.
A Marinha, com séculos de experiência e vocação para agir em todos os meios marítimos, dotada dos recursos certos, competência e saber-fazer, deveria assim - pelo menos foi o que se pensou na altura -, cumprir a tarefa de Guarda Costeira. Passaram 12 anos e parece que já não é bem assim. Uma nova estrela, a não tão antiga Guarda Republicana, quer aprender a nadar. Até para um país habituado a mudar leis com frequência, incluindo as relativas aos grandes desígnios nacionais, é um recorde.
E é, sem dúvida alguma, um erro grave.
UM MILAGRE NASCIDO DO MAR
Portugal, sob tantos pontos de vista, é um milagre. Pela geografia, pela lógica das coisas, a sua mera existência é improvável. Escreveu-o Gomes Eanes de Zurara: “Cá nós de uma parte nos cerca o mar e da outra temos muro no reino de Castela”. E como de Espanha nem bons ventos…, restou-nos, ao longo dos séculos, uma saída: o mar.
Por ele, à aventura em frágeis jangadas de madeira, os portugueses afirmaram uma identidade singular e asseguraram a independência do país, o que só foi possível porque a alma dos nossos egrégios avós, tripulantes desses esquifes de madeira que sulcaram os oceanos do Mundo, não foi pequena. E porque inventámos, antes dos outros povos europeus, a Marinha.
Portugal existe porque a Marinha foi. E é. Em 12 de novembro de 2017, assinalaram-se 700 anos de criação da Marinha portuguesa, por decreto de El-Rei D. Dinis, em 1317. Na ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, não tergiversou:
“Somos uma Nação marítima” e “temos de continuar a investir na Armada” porque “esse é o nosso destino”. E a Marinha deve viver, “para que possa viver Portugal”.
Há dias, o primeiro-ministro propôs os Oceanos como desígnio europeu para 2030. Ora tudo começa neste rosto do continente que é Portugal. Que tem (que temos), escusado será lembrar, uma enorme zona económica exclusiva, um mar que é seu; ou seria, deveria ser, se tivesse recursos para o vigiar, patrulhar e proteger.
Que não tem!
E por essa razão também, é incompreensível a instituição da GNR como Guarda Costeira.
ESTRATÉGIA NACIONAL: NAVEGAR É PRECISO
A estratégia é a arte, assente na visão do que se pretende e no contexto de uma decisão política, de definir o objetivo e os planos que, no conjunto, cobrem todas as contingências e asseguram o cumprimento desse objetivo.
A Portugal tem faltado, com períodos de excepção, um conceito estratégico nacional estável. Isso mesmo afirmou em 2014 Adriano Moreira, para quem esse inexistente conceito deveria assentar na definição prévia dos valores espirituais e materiais que estruturam a identidade portuguesa. Sem entrar no já longo (e algo frustrante) debate sobre o lacunoso conceito estratégico nacional, uma coisa é indiscutível:
Foi no mar, e é nele, que Portugal escora a sua sobrevivência, projeta o seu poder e obtém (ou devia obter) a sua riqueza. Reconhecida a independência em 1179 pela bula papal Manifestis Probatum, o país empreendeu, nos séculos seguintes, a difícil missão de a garantir. Sem poder crescer pela fronteira terrestre, foi no espaço exterior, por via da sua fronteira marítima, sobretudo através do Atlântico, que Portugal se afirmou como entidade política relevante. Já então, como nos séculos seguintes, foi a Armada instrumento decisivo.
Seguiu-se um lento regresso às origens, culminando com a descolonização de 1975. E desde então, penosamente, Portugal tenta actualizar um conceito estratégico nacional que lhe permita – para si próprio, desde logo – afirmar-se como nação independente, relevante e considerada no plano internacional. E se concordo com a falta de visão estratégica, é também certo que várias âncoras permitem vislumbrar os seus possíveis contornos, naquilo a que Adriano Moreira, aliás, chama de “janelas de liberdade”.
A âncora europeia é a nossa pertença à União Europeia; a relação com os países de língua portuguesa, através da CPLP; e o mar. O Mar.
Ora, para o cumprir – e celebrar as “navegações grandes que fizeram” os portugueses, todos nós, e as que ainda poderemos fazer -, é necessária uma Marinha com recursos, capaz de projectar força efectiva e de se impor num ambiente marítimo crescentemente predatório, ainda por cima numa das maiores zonas económicas exclusivas do Mundo. Uma Armada que garanta patrulha, controlos migratórios, fiscalização económica, luta contra a pirataria e os tráficos vários, busca e salvamento, controlo aéreo.
Uma zona económica exclusiva de 1.683 mil km2 e um potencial de 4 milhões de km2 de zonas marítimas nacionais (quando concluído o processo de alargamento da plataforma continental), não se protegem com uma Marinha subdotada. Falta gente (cerca de 800 pessoas, reconheceu o Chefe do Estado Maior da Armada em 2019); o único navio reabastecedor, o Bérrio, foi abatido ao efectivo no ano passado, limitando drasticamente a capacidade operacional; são escassos, para os objectivos referidos, os meios actuais, cuja aquisição, renovação e manutenção é cara, dificilmente comportável por uma economia deficitária e endividada.
E, contudo, a GNR vai ter navios. Super-lanchas, que deverão ser mantidas. Terá de formar marinheiros. De aprender a nadar, o que os da Armada aprendem desde há sete séculos. Tudo isso para missões de utilidade e serviço público que a GNR nunca cumpriu e que a Marinha executa com proficiência e capacidade. O país vai ter de pagar a dobrar o custo do que é singelo.
São vícios de rico.
Mas ainda é tempo de corrigir o tiro.
Antes que a Marinha se afunde.
sexta-feira, 30 de abril de 2021
PANDEMIA….ÉS CULPADA!
Odemira foi um dos Concelhos que regrediu no Plano de Desconfinamento por decisão do governo, apoiado no aumento da percentagem de infectados e no risco de transmissão do vírus.
Sem sombra para qualquer dúvida, a culpa é da pandemia. E só da pandemia, pois nada do que se passa na sociedade portuguesa, nada do desnorte e da incompetência dos poderes públicos, nada das mentiras constantemente propaladas acerca de inclusão e integração, nada disso e de muito mais explica o que se passa em Odemira e por quase toda a parte do território Continental, das grandes cidades aos campos.
Pois não foi na grande cidade do sr Medina que se encontraram meses atrás "hostels" e outras agremiações atulhadas de imigrantes e migrantes? Claro que agora já está tudo resolvido! Como se constata andando na Praça da Figueira, ou Almirante Reis acima!
Vou socorrer-me de uma frase das que o pantomineiro que já foi PM usava com frequência nos debates na Assembleia da República - isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a apanha da azeitona, a apanha do tomate, a apanha da castanha, as fainas da cebola, da batata, da cereja, do mirtilo, do pinhão, da amêndoa, da pêra rocha, das maçãs de Alcobaça, etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc…………………- isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a construção civil, a limpeza das ruas, as pequenas e médias empresas de limpezas para supermercados e hospitais e etc., os camiões de recolha de lixo nas cidades e vilas e aldeias, as empresas de segurança, etc., etc., etc., etc., e é verificar que tipo de funcionários por lá se encontram - isso não interessa para nada -
Trabalho Sazonal aos montes, que os portugueses a quem anunciam o eldorado há anos não aceita - isso não interessa para nada -
Política de segurança social, inspeções de trabalho, inspeções da ASAE, …………POIS! - isso não interessa para nada - Ilegais? Não senhor, tudo controlado, tudo incluso, tudo em bom estado sanitário, tudo fiscalizado, tudo jóia, …….além de que Portugal não é um Estado polícia!
Resultados à vista, mas apenas porque a culpa é da pandemia, até porque - isso não interessa para nada -
António Cabral
CAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
terça-feira, 28 de abril de 2020
Respeito sempre as opiniões de outrem, concordando ou delas discordando. Registo e respeito os argumentos e críticas de outrem ao que penso digo e escrevo.
Não importa agora se concordo ou não.
Mas SIM, concordo com o que o sr Cte Encarnação Gomes escreveu no texto sobre as praias e sobre o que por aí anda anunciado.
E SIM, há anos que comungo das preocupações que transparecem do seu texto.
E SIM, como muitos outros de nós, partilho com ele a tristeza e revolta perante a crescente degradação de tudo isto.
E a propósito das praias acreditem que a bagunça está aí a propósito de muitas outras áreas. Há muito tempo.
O que importa é não ficar calado perante tudo isto.
Se quiserem ter a gentileza de ir ao meu blogue e lerem, ou relerem para os que já o visitaram, o meu post sobre os hostels e os imigrantes que foram levados para a OTA, reparem numa frase em que aludo ás forças de segurança e à segurança dentro do perímetro militar.
Se julgam que o escrevi por acaso estão muito enganados.
Se por vezes sou muito corrosivo, acreditem sff que não é por mau feitio como muitos consideram.
É porque a vida proporcionou que eu tivesse tido contacto com muitas realidades, que eu tivesse conhecido muita gente, muitos importantes (!?!?!?).
Dou só mais uma pista sobre o assunto relacionado com a OTA, mas colhe para as praias e tudo o mais.
Para quem quiser ocupar um pouco o tempo, "naveguem" e pesquisem tudo o que respeita à estrutura das parvamente chamadas secretas, ao MAI, etc. Vejam dependências, vejam delegações, e lembrem-se de certas pessoas em cargos civis.
E lembrem-se, por exemplo também, que existe um cargo ocupado por uma tal Dra Fazenda.
Investiguem, e pensem em cenas como por exemplo a de há dias a da PSP a investigar a polícia do Exército.
Não maço mais.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
terça-feira, 25 de setembro de 2018
segunda-feira, 25 de julho de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
Horários de referência.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
PS: para quem anda imenso de carro entre Lisboa e as Beiras e por vezes para o Minho, há muito que se apercebeu que está mais que em vigor um horário de referência!!!!!!
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Já tive ocasião de voltar a ouvir grande parte da última (creio) prestação da Ministra da Administração Interna, sobre segurança interna, forças de segurança, proteção civil, etc.
Sem pretender ser deselegante, foi uma prestação fraquíssima.
Numa fase da carreira (dois períodos, 3 anos +1), tive a oportunidade de me debruçar um pouco sobre este tipo de matérias.
Por estas razões, estive há instantes a passar em revista arquivos, e sem ter encontrado tudo o que queria, partilho uma efeméride: 13 de Maio de 1922.
Nessa data, sei que foram suprimidas por decreto, as tropas de artilharia e de metralhadoras pesadas e reduziram-se também efectivos de cavalaria e de infantaria da GNR.
Depois dessa decisão, a força militar passou a estar concentrada no Exército.
António Cabral, cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)






