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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

GNR
(do sítio da Presidência)

Condecoração do Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana10 de novembro de 2022
O Presidente da República condecorou, no Palácio de Belém, o Tenente-General Rui Manuel Carlos Clero, Comandante-geral cessante da Guarda Nacional Republicana, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis
.
Este evento, este final de comissão de serviço de um general do Exército a comandar a GNR, faz-me recordar que de há uns anos a esta parte começaram a ser formados na Academia Militar (Exército) oficiais oriundos da GNR.
Deve faltar muito pouco para esses oficiais chegarem ao topo, e a GNR passar a não ser comandada por oficial do Exército.
Não mais haverá oficiais do Exército na GNR.
Consequências dessa nova situação?
Por exemplo, menos oficiais do Exército a chegarem a General à conta das vagas para suprirem a GNR.
Por exemplo, vão continuar a querer manter que os elementos da GNR (uma força de segurança) continuem a ser designados militares?
Etc.
Cada vez mais me lembro da I República, tão bem recordada por José Medeiros Ferreira.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt

terça-feira, 23 de maio de 2017

ATENTADO em MANCHESTER

Esta tragédia, mais uma, que no presente momento se mostra com contornos ainda indefinidos, por exemplo, se terá sido acto terrorista, executado por lobo solitário excitado pelos incitamentos mensais do Daesh, gera no chamado mundo ocidental muitas e variadas reações.
Uma das primeiras, com a qual não posso estar mais de acordo, haverá que fazer frente a estas coisas, não nos vergando, mantendo a rotina, defendendo os nossos valores.
E nesses valores, está tudo aquilo que de mais sagrado e profundo caracteriza o soberano estado de direito, e o nosso modo de vida em sociedade de liberdade e respeito mútuo.
Mas, para lá das entendíveis manifestações de repúdio pelo sucedido por parte de vários responsáveis políticos de diferentes países, e os cumulativos apoio ajuda e solidariedade para com as famílias das vítimas e para com o Reino Unido também manifestados por parte desses políticos, na vida quotidiana das pessoas colocam-se, penso eu, perguntas a que julgo não se pode continuar a fugir.
Sim, temos que nos habituar a viver com este tipo de coisas. 

Mas, e o que está a ser feito para minimizar o mais possível estas tragédias?
Ou, porque não nos devendo vergar, temos que olimpicamente aceitar que passa a fazer parte da vida no mundo ocidental periodicamente umas quantas famílias ficarem destroçadas, e pronto?

Como mero e insignificante exemplo caseiro, como outros milhares de portugueses periodicamente integro os públicos nos espectáculos no MEO Arena. Já tive ocasiões em que fui rigorosamente revistado mas, como por exemplo no espectáculo recente de homenagem a Jorge Fernando, e a que assistiu o PR, não houve revista alguma.
Olho para a situação portuguesa e sorrio. Por agora fico por aqui.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sábado, 30 de abril de 2016

Horários de referência.

No meu blogue pessoal, fiz uns breves comentários acerca das notícias revelando decisões da senhora MAI .
A pouco e pouco, devagarinho, mas por acaso não tão devagarinho como isso, começam a aparecer "as réplicas".
Isto está cada vez mais curioso, mais interessante.
Há por aí uns quantos políticos que cada vez mais esfregam as mãos de contente com o curso que todas estas coisas estão a tomar.
Os pequeninos terramotos sucedem-se, as réplicas são cada vez maiores, e é só esperar para aparecer o descontrolo total.
Pela minha parte, vejo acrescidas incompetências, demagogia, desonestidade intelectual, e estou a ficar cada vez mais preocupado com o estado em que devagarinho isto se está a transformar. Depois queixem-se.
Entretanto, uns certos figurões vão, como de costume, inferindo isto e mais aquilo, têm certezas de que tudo será ponderado, de que ainda não há realidades. Como dizia ontem ao jantar um dos parceiros de mesa em casa de amigos, "uns e umas parvalhões e parvalhonas"!!!!!
Mas tudo contente e caladinho.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
PS:  para quem anda imenso de carro entre Lisboa e as Beiras e por vezes para o Minho, há muito que se apercebeu que está mais que em vigor um horário de referência!!!!!!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

EFEMÉRIDES
Já tive ocasião de voltar a ouvir grande parte da última (creio) prestação da Ministra da Administração Interna, sobre segurança interna, forças de segurança, proteção civil, etc.
Sem pretender ser deselegante, foi uma prestação fraquíssima.
Numa fase da carreira (dois períodos, 3 anos +1), tive a oportunidade de me debruçar um pouco sobre este tipo de matérias.
Por estas razões, estive há instantes a passar em revista arquivos, e sem ter encontrado tudo o que queria, partilho uma efeméride: 13 de Maio de 1922.
Nessa data, sei que foram suprimidas por decreto, as tropas de artilharia e de metralhadoras pesadas e reduziram-se também efectivos de cavalaria e de infantaria da GNR.
Depois dessa decisão, a força militar passou a estar concentrada no Exército.
António Cabral, cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)