segunda-feira, 28 de agosto de 2023

2ª Feira, Início de semana, final de tarde

António  Cabral

sábado, 26 de agosto de 2023

ISN

António Cabral 

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

ISN.  Polícia Marítima.


António Cabral

terça-feira, 22 de agosto de 2023

GNR
A GNR é uma das forças de segurança do país.

GNR e Exército estão ligados, melhor dizendo, estão bem entranhados na nossa história; interessa-me particularmente a época desde o final do século XIX.

Se olharmos à nossa historia e sobretudo ao período 1900-1928, encontramos casos verdadeiramente peculiares (opinião pessoal naturalmente), refiro-me à turbulência política, refiro-me a que os movimentos políticos estavam bem entranhados nas Forças Armadas (FA) (então, Exército e Marinha). 
É da história nacional, bem estudada pelo saudoso Medeiros Ferreira, que alguns partidos de então e nomeadamente o Partido Democrático tinha algum receio do Exército.

Adicionalmente, a GNR que igualmente se imiscuía na política nacional, foi crescendo em poder militar. O período 1917 a 1922 viu um grande crescimento da GNR.

Subsequente ao derrube da monarquia, gradualmente a "força armada" impôs-se no país.

A política nacional dessa época teve imensos sobressaltos, nomeadamente, greves, frequentes incidentes bombistas, atentados políticos, etc.
Adicionalmente, inflação, especulação cambial, carestia de vida, etc.
Nesta situação política complexa, houve inclusive alturas em que foram chamados militares e até um chefe de estado-maior da GNR para formarem gabinete.

O que é certo é que a comparação de peso militar Exército-GNR a par de questões políticas que se vinham registando, levou a que o poder político em 13 de Maio de 1922, finalmente, tenha tido a coragem de suprimir na GNR, por decreto, as tropas de artilharia, as tropas de metralhadoras pesadas e reduziu bastante, ainda, os efectivos das tropas de cavalaria e infantaria. 
Dai em diante, o poder militar do Exército deixou de ter a GNR a fazer-lhe sombra.

Os anos passaram, I República esfumou-se ou auto-destruiu-se (como quiserem), entrou Salazar, depois Marcelo Caetano. 
Nestas décadas as FA, a instituição militar, teve comportamentos diferentes relativamente ao poder político. 

Depois, e caminhamos para 50 anos sobre essa data, as FA mas particularmente os oficiais mais jovens do Exército concretizaram com sucesso uma revolta militar, semente do regime em que felizmente vivemos. 
Territorialmente, Portugal passou a ser um país com uma área Continental e com dois grupos de ilhas no Atlântico Norte, as regiões autónomas dos Açores e Madeira.

Até 1982, a instituição militar teve grande peso político na vida nacional. Com a revisão Constitucional nessa data, começou o regresso aos quartéis, de facto. Ficou clara a democrática subordinação  da instituição militar ao poder político legitimamente eleito. Como deve ser.

A história é longa, desde esse 1982, cheia de peripécias e casos, para poder aqui ser abordada em detalhe.
Direi apenas que, sobretudo em 1991, o poder político começou a olhar para a instituição militar.
E se começou a redução de efectivos, se alguns meios chegaram a partir de 1991 para a Marinha e para a Força Aérea, muita coisa aconteceu que penso criticável, mas uma coisa não ocorreu.

Que coisa foi essa?
Tendo Portugal diminuído brutalmente em área geográfica terrestre, tendo Portugal responsabilidades nacionais e internacionais importantes face às colossais ZEE do Continente e das regiões autónomas, os poderes instituídos não fizeram o que teria feito um país normal/ organizado/ evoluído/ moderno.

Esse país, que Portugal não é, teria definido logo a partir de 1982 se deviam existir FA (eu defendo que sim), e existindo, que dimensão deviam ter, sendo óbvio para qualquer pessoa intelectualmente honesta que num país com as nossas características geográficas e com milhões de portugueses a viver fora do país, a Marinha e a Força Aérea deviam ter um peso específico.

Que fizeram os sucessivos governos, os sucessivos deputados, os sucessivos PR?
Trataram de trabalhar para que as FA do presente sejam a desgraça que está à vista. 

Podia dizer que é confrangedor ouvir, o professor Marcelo, o PM Costa, e outras criaturas como Carreiras, Cravinho, e tantos antecessores, e tantos deputados presidentes da comissão parlamentar de defesa, mas é muito mais que confrangedor, REPUGNA.

Quando o título do texto é GNR, vem tudo isto a propósito de quê?
Lembrei-me disto agora que, parece, finalmente, as principais chefias da GNR vão deixar de ser oficiais do quadro permanente do Exército.

Lembrei-me disto porque tem mãozinha do talentoso (??) Costa.

Lembrei-me disto porque certa tralha política prossegue inabalável na destruição da instituição militar nada a reformando, prossegue nada dizendo sobre que FA o país deve ter e como assegurar a soberania e a autoridade do Estado nas ZEE por exemplo, prossegue com o estrangulamento financeiro, prossegue com corrupção de há anos parecendo espantada e a fazer crer que só agora aconteceu nas ditas "indústrias de defesa(??).

Lembrei-me disto porque tenho bem presente a I República.

Claro que a culpa do caos se deve a Afonso Henriques porque bateu na mãe, ou ao corneteiro nesse tempo porque decepado de mãos não tocou a "fim de saque", e o saque prossegue até hoje. 

Ou a culpa de tudo isto será, de Putin, da pandemia, de Passos Coelho, de Cavaco Silva, de Bento XVI, de Trump, de Xi, dos tufões no golfo do México, da seca, etc.?
António Cabral (AC)

sábado, 19 de agosto de 2023

19 AGO - DIA MUNDIAL da FOTOGRAFIA
Have FUN…………… SEMPRE

António Cabral
TROVADORES  e  MESTRES  CANTORES
Segundo Luiz de Freitas Branco, "a história da música não é senão uma constante oscilação entre os dois pólos opostos: a polifonia, ou combinação de várias melodias, e a homofonia, ou o predomínio de uma melodia".

"Trovador, era, na Idade-Média o poeta lírico e cantor que, ao contrário do jogral, exercia a sua arte sem remuneração.
O trovador tinha muitas vezes jograis a seu soldo e pertencia em geral à pequena nobreza".

Lembrei-me disto, de trovadores e jograis depois de, ao entrar na sala, deparar com o palrador do reino a gorjear umas coisas na praia, e lembrei-me disto, também, após "deleitar-me" (???) a ouvir vários líricos que porfiam em intrujar o povinho. 

Parecem cantar bem, mas gorjeiam vacuidades, mentirolas e, aplica-se-lhes a frase - "cantam bem mas não me encantam".

Mas vendo bem, além de julgarem que muitos de nós não temos memória, até cantam mal, quase todos, nem trovadores nem líricos são, são mesmo manhosos. Pior, velhacos!

Tenham um bom fim de semana e saúde, que é o verdadeiro Euromilhões da vida.
António Cabral

domingo, 13 de agosto de 2023

Forças  ArmadasMARINHA em particular, 
Titulares de Órgãos de Soberania,
Chefias Militares, vergonha

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sábado, 12 de agosto de 2023

PRESERVAÇÃO. AUTOPRESERVAÇÃO.

Preservação - acto ou efeito de preservar; cautela; prevenção; proteção.

O Papa Francisco sucedeu a Bento. Como ele disse quando assomou à janela depois de sair fumo branco pela chaminé - os meus irmãos cardeais foram buscar um Papa aos confins do mundo, rezem por mim. (se recordo bem).

Não faço ideia do que lhe ia na cabeça naquele momento e se quando disse - rezem por mim - estava a recordar-se que João Paulo I durou  cerca de um mês e…… depois morreu. De quê, nunca disseram, nunca dirão, nunca se saberá. Foi um Papado super rápido.

Francisco tem dito muita coisa, tem defendido muita coisa, muita coisa que no âmago de muitos, faz revolver as entranhas.

Mas a época não está muito propícia para mortes súbitas. Francisco já foi submetido (creio) a 3 operações cirúrgicas e aí está, aflitíssimo dos joelhos, mas cabeça fresca, felizmente.

Mas a igreja é um mundo.

Um mundo é, também, o Islão.

Um mundo é, também, o Judaísmo.

E no mundo temos sempre omnipresente a - autopreservação - no mundo da Fé, qualquer que se observe, no mundo dos interesses, no mundo dos países, no mundo dos políticos.

Aguardemos para ver se as sementes de Francisco frutificarão um dia.

Quando ao Judaísmo mas particularmente quanto ao Islão e a muitos países e políticos, não tenho fé nenhuma que surjam alterações significativas. 

António Cabral

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Três casos este ano no Algarve. Lanchas apreendidas já estavam a ser usadas em operações policiais contra redes.
As redes de tráfico marítimo de haxixe entre o Norte de África e a Península Ibérica estão a apostar no furto de lanchas rápidas das autoridades portuguesas e espanholas atracadas a sul para travar as operações de combate ao transporte da droga para a Europa e recuperar embarcações apreendidas.
(Jornal de Notícias)


Li isto no Jornal de Notícias.
O jornal não relata nada sobre o responsável da GNR na zona. 
O que quero dizer é que, contrariamente ao que aconteceu (exonerado) ao até há poucos dias oficial (da Marinha) responsável pela autoridade marítima em Faro / Algarve, o responsável da GNR parece poder estar descansado pois nenhuma lancha foi ainda roubada. Só têm tentado.

O que tenho pena é que tão pouco a jornalista aprofunde.

Por exemplo, averiguar quantos homens tem a GNR no Algarve e comparar isso com os efectivos da Polícia Marítima no Algarve, VRS António, Tavira, Faro, Portimão, Albufeira, Lagos.

Aposto que num primeiro momento a jornalista ficaria de olhos esbugalhados, depois talvez se risse. . . . . ou chorasse.

A jornalista podia por exemplo relatar se será verdade que num dos casos a GNR deu conta da marosca quando os meliantes já estavam há vários minutos dentro da lancha que se preparavam para roubar.

A jornalista podia investigar que meios navais a GNR tem no Algarve e comparar com os da Marinha e com os da Autoridade Marítima para o Sul de Portugal Continental. Ria-se ou chorava?

Enfim, a jornalista podia querer investigar outras coisas. 

Por exemplo, 
- saber se em 2022 e até Agosto do corrente ano, a tutela da Autoridade Marítima (que é a ministra da defesa) alguma vez esteve no Algarve a inteirar-se dos problemas diversos de que enferma a Autoridade Marítima, designadamente para o combate ao tráfico de estupefacientes e de pessoas,

- saber se a tutela da GNR (MAI) alguma vez esteve no Algarve a inteirar-se dos problemas diversos de que enferma a GNR designadamente para o combate ao tráfico de estupefacientes e de pessoas,

- saber se os responsáveis directos pela Polícia Marítima e pela GNR que estão sentados nos seus confortáveis gabinetes de ar condicionado em Lisboa, conhecem de facto, repito, se conhecem de facto por os inspecionarem com regularidade, os vários postos da GNR no Algarve e as várias Capitanias de Portos no Algarve.

Se a jornalista investigasse a sério, será que facilmente descobriria o significado de - incompetência e arrogância de certas chefias?

Aposto que sei as respostas. 
O meu melhor amigo militar, que é almirante reformado, nunca errou nas informações/ notícias/ explicações que me transmite.
António Cabral

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

INSTRUMENTOS   de   TORTURA 

No passado histórico, desde que os humanos começaram a andar erectos, as sociedades tiveram coisas no mínimo horríveis. Degradantes. De todos os tipos.

Paulada, cabeça fora por dá cá aquela palha, grilhetas, guilhotina, os mais diversos instrumentos de tortura e, claro, prisões sem um mínimo de condições, muitas vezes para toda a vida. 

Presumo (para não dizer que tenho a certeza) que nos tempos contemporâneos em muitas partes do globo terrestre em que "florescem" certas "democracias" bem musculadas subsistem prisões da maior indignidade e, provavelmente, muitos instrumentos e fármacos para obter "confissões voluntárias" !

Em Portugal, por exemplo, a fortaleza do Bugio foi durante anos prisão especializada, pois quando a maré enchia os desgraçados lá enfiados ficavam umas horas com água acima dos tornozelos. Sei isto de fonte segura. Um cunhado da minha avó materna, um dos primeiros a proclamar a República em Portalegre, teve o "privilégio" de conhecer essa "mordomia". Não foi no tempo de Salazar, podia ter sido, foi no tempo de Sidónio Pais.

Os tempos decorreram, as coisas evoluíram e hoje, se as prisões estão diferentes do passado, os antigos instrumentos de tortura foram há muito remetidos para museus e outros locais. Alguns exemplos:

(fotografias minhas, no Portugal Continental)

Hoje, no tempo contemporâneo, somos torturados na mesma, mas com decência e requinte: ouvimos diariamente aleivosias, mentiras, propaganda nojenta.

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt) 

quarta-feira, 19 de julho de 2023

FORÇAS  ARMADAS (FA)
Saídas Extemporâneas da Marinha.

Mão amiga fez-me chegar um documento que reputo de interessante. Numa outra perspectiva, a daqueles que como eu entendem que Portugal deve ter FA, o documento é, por um lado, sintomático e esclarecedor sobre a competência/ sentido de Estado/ sentido das responsabilidades da esmagadora maioria dos titulares de Órgãos de Soberania e concretamente os sucessivos PM e governos, os sucessivos deputados e os sucessivos Presidentes da Republica (PR).

Por outro lado, é muito preocupante e esclarecedor quando ao trágico caminho em direcção ao desastre. 

Quanto a PR, que por inerência e definição Constitucional é Comandante Supremo das Forças Armadas (CSFA), então com o actual inquilino em Belém é cada vez mais  irrelevante e um verdadeiro Comandante Superficial das Forças Armadas (CSFA).  

O documento a que me refiro é um relatório com data de Abril passado sobre as saídas extemporâneas da Marinha durante o ano de 2022. O que o relatório mostra só será surpresa para os incautos, ingénuos, ignorantes, irresponsáveis e inocentes

O documento é minucioso, revela uma imagem negra sobre os recursos humanos na Marinha (certamente não muito diferente no Exército e Força Aérea), evidencia uma crescente degradação relativamente a anos anteriores (sobre este tema há relatórios desde 2017).

Conclusões principais, razões para as crescentes saídas extemporâneas da Marinha:

- o número de saídas em 2022 mais que duplicou a média dos últimos 4 anos,

- baixas remunerações e vencimentos, cerca de 65,5% dos casos,

- procura de oportunidade profissional mais vantajosa, o que muito tem a ver com aspectos remuneratórios,

- procura de maior valorização, realização e estabilidade, o que também tem em parte a ver com aspectos remuneratórios, 

- demora na progressão na carreira,

- difícil conciliação entre trabalho e família.

Deste documento ressalta também, se li bem, que a Marinha estará há algum tempo a ver se no seu âmbito consegue atenuar o problema através de medidas que designa por "mitigação" a saber, apoio ao alojamento e habitação, apoio em creche para filhos de militares, diminuição da formação inicial para mais rapidamente poderem embarcar.

Sobre este relatório, em 2 de Junho passado, o Almirante Gouveia e Melo que é o actual chefe da Marinha (CEMA-Chefe do Estado-Maior da Armada) exarou o seguinte:

Visto com preocupação.
Continuar a seguir e procurar novas estratégias de mitigação.
Dar conhecimento deste relatório à Defesa.

Interessado que sou como cidadão e entendendo que Portugal deve ter FA e, particularmente, Marinha e Força Aérea com meios adequados às responsabilidade do país designadamente no que se refere à brutal massa oceânica sobre a qual tem jurisdição, este documento dá uma imagem desgraçada sobre o Estado, sobre o estado a que chegámos, e tudo indica prosseguirá para pior. Apesar das patéticas e constantes loas sobre Mar e FA, o que começa a raiar o insuportável.

Que dizer sobre o que está à vista e que os responsáveis pela governança e pelo regular funcionamento das instituições fingem sistematicamente que não há problema especial?

Acrescento apenas isto:

1º - a responsabilidade do caos e desgraça em que estamos é dos sucessivos titulares de órgãos de soberania, agravando-se decisivamente desde 2017,

2º - algumas chefias militares não estão isentas de responsabilidades, e a isto não deve ser alheia a crescente politização da escolha das chefias militares desde 1994 quando no final do Cavaquistão alteraram a lei pertinente, 

3º - podem tentar mitigar o que quiserem, serão acções sem eco, pois as remunerações e vencimentos dependem do poder político tal como os estatutos e o poder político não tem coerência nem honestidade intelectual para acabar com as FA como certamente desejaria, pelo que estrangula financeiramente  o pouco que existe, e algo me diz que a I República tem servido de exemplo para esta gentalha actual.

Em síntese, isto não tem concerto. Verem a situação com preocupação ajuda ZERO. 

António Cabral
Calm, ref
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terça-feira, 18 de julho de 2023

MONUMENTO aos COMBATENTES do ULTRAMAR
A água em vez de transparente como em outras ocasiões observei estava com uma cor esquisita. Provavelmente não há €€€ para tratar daquilo. Lamentável.
António Cabral

sexta-feira, 14 de julho de 2023


Há coisas na vida . . . 

Há coisas na vida que têm o seu quê de estranho.

Uma, a de uma senhora que, muitos anos depois do falecimento de um dos irmãos mais velhos fulminado por um ataque cardíaco aos 61 anos de idade, vem a falecer autenticamente como um passarinho aos 102 ou seja, com o dobro da idade do seu irmão. 

Outro caso, o que um pai que viu falecer o seu filho mais novo vitimado por uma galopante leucemia Mielóide M2 em 8 meses e 8 dias, e vem a falecer quase 2 anos depois no dia de aniversário desse seu filho.

Coisas estranhas.

Tenham um bom fim de semana. 
O meu será fraco. Saúde.

António Cabral
Calm, ref
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quarta-feira, 12 de julho de 2023

CFRG (Ref.) António Eduardo Barbosa Alves

É com muita tristeza que informamos que Comandante António Eduardo Barbosa Alves faleceu hoje num hospital de Lisboa. Tinha 80 anos de idade e desde há muitos anos que deixara a Marinha e se instalara em Ervidel, no concelho alentejano de Aljustrel, onde se dedicou a actividades agrícolas.

Antigo aluno do Colégio Militar, ingressou na Escola Naval em Outubro de 1960 como cadete de Marinha do Curso ”Luís de Camões”, tendo transitado depois para o Curso “Nuno Tristão”. Como 2º tenente foi o oficial-imediato do Destacamento nº 9 de Fuzileiros Especiais, que cumpriu uma comissão no norte de Moçambique, onde a sua acção de combatente foi reconhecida e veio a ser condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 2ª Classe. Embarcou no navio-escola “Sagres” e no navio-hidrográfico “Afonso de Albuquerque”, tendo comandado o draga-minas “Rosário”, a LDG “Ariete” em comissão em Angola e na Guiné e o navio-balizador ”Schultz Xavier”.

Entre 1981 e 1986 desempenhou as funções de comandante da Polícia Marítima e Fiscal de Macau. Foi promovido a 1º tenente em Janeiro de 1970 e a capitão-de-fragata em Junho de 1985, tendo passado à situação de reforma em 1996. Era um homem bom, discreto e bem-humorado, que era apaixonado pelo Alentejo e pela caça submarina, que praticava com grande entusiasmo.

O “Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas.

terça-feira, 11 de julho de 2023

TURISTAS  ESTRANGEIROS  na  ALDEIA

António Cabral

quinta-feira, 6 de julho de 2023

MUSEU de MARINHA
Um dos muitos a visitar
Bom dia.
Tenham uma boa 5ª Feira. 
Amanhã à tarde começa o fds. Saúde.
António Cabral

quarta-feira, 5 de julho de 2023

POR AQUI
António Cabral
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domingo, 2 de julho de 2023

FINAL  de  DIA
António Cabral

segunda-feira, 26 de junho de 2023

CMG (Ref.) Rui Vasco de Vasconcelos e Sá Vaz



É com grande tristeza que informamos o falecimento do Comandante Rui Vasco de Vasconcelos e Sá Vaz. Tinha 87 anos de idade.

O Comandante Sá Vaz ingressou na Escola Naval em Setembro de 1956 como cadete de Marinha do Curso “Pedro Nunes” e foi promovido a guarda-marinha em Maio de 1959. Especializou-se em Artilharia e comandou a LFG “Orion” no teatro de operações da Guiné, onde foi condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 2ª Classe. Em Dezembro de 1973 assumiu as funções de Comandante da Defesa Marítima e Capitão do Porto da Horta, mas na sequência do 25 de Abril de 1974 foi escolhido para exercer as funções de governador civil do Distrito Autónomo da Horta, que cumpriu entre Agosto de 1974 e Janeiro de 1976. Depois foi nomeado Secretário Permanente do Conselho da Revolução, cargo que desempenhou até à extinção desse órgão em 1982. De regresso à Marinha comandou o grupo de navios que em 1983 tomou parte na Kiel Week, que era constituído pelas corvetas “Oliveira e Carmo” e “General Pereira d’Eça”. Foi promovido a capitão de mar-e-guerra em 1985 e, entre Maio de 1986 e Outubro de 1987, comandou o Grupo Nº 1 de Escolas da Armada. Comandou entre 1988 e 1992 a Zona Marítima do Norte e chefiou o respectivo Departamento, exercendo os cargos de Capitão dos Portos do Douro e Leixões, tendo nesse período orientado os trabalhos de definição do canal de navegabilidade do rio Douro entre a Régua e Barca de Alva, iniciando-se assim a navegabilidade de todo o rio navegável. Por convite do governador de Macau foi Diretor do Museu Marítimo de Macau.

Era um oficial muito dinâmico, muito prestigiado e um assíduo frequentador do Clube Militar Naval.

O “Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas, sobretudo do seu Curso “Pedro Nunes".

Nota: Cerimónias fúnebres,

O velório terá lugar no Centro Funerário de Alcabideche, em Cascais, a partir das 1500 hrs do dia 28 e durante todo o dia. No dia seguinte terá lugar a cremação pelas 1500 hrs.

sábado, 24 de junho de 2023

CRP, a minha Constituição Confere-me mas . . .
Qual a realidade?

CRP define-me deveres (é infelizmente parca neste aspecto) e muitos direitos. Pessoalmente e como referi em outras ocasiões, por mim está bem quanto aos direitos, mas devia haver uma clara enunciação de deveres dos cidadãos para com o Estado, País, sociedade (por exemplo os cidadãos têm o dever de cuidar o mais possível da sua saúde e segurança).

No plano dos direitos a CRP no seu Artigo 60º tem normativos explicitando que eu tenho direito, à qualidade dos bens e serviços consumidos (boa ou má qualidade?), à protecção da saúde . . . . . e refere que a publicidade é disciplinada por lei (teoricamente será, na prática verifica-se um escândalo diário), sendo proibidas todas as formas de publicidade oculta, indirecta ou dolosa.

Vem isto a propósito do supra sublinhado, da publicidade, e da maçada que os poderes públicos permitem que seja infligida aos cidadãos comuns. Vem isto a propósito designadamente das operadoras de telecomunicações.

Eu vivo em Portugal, e a experiência de vida diz-me que entre, operadoras de telecomunicações, bancos, fornecedores de combustíveis, etc., se aplica sem qualquer margem para dúvidas a frase conhecida sobre as moscas, mas com a particularidade de que, normalmente, nem as moscas mudam.

Vem isto a propósito da tolerância e da possibilidade dada a empresas e instituições diversas pelos sucessivos governos para contactar os cidadãos anunciando o melhor dos mundos na sua área de "competências" e "ofertas generosas de benefícios".

E fazem isto através dos telemóveis e /ou dos telefones fixos com a particularidade de não se darem a conhecer antecipadamente. Usam a malandrice (suponho que legalizada) -  "Sem ID de chamada, desconhecido". É isto que aparece nos visores dos telefones.

Comigo têm azar, eu nunca atendo chamada em que não aparece um número de telefone. Esta cena não é de agora, tem anos, periodicamente os telefones tocam entre 4 a 15 vezes (como na 5ª Feira, 8 para o meu telemóvel, 7 para o telefone fixo), a cena demora 3 a 5 dias e depois pára, voltando um ou dois ou três meses mais tarde.

Mas desta vez irritei-me. Estava a preparar-me para guardar o carro na garagem, depois de jantar, e o telemóvel tocou, um número a começar em 21, para mim desconhecido, e claro que atendi. Era uma fulana, sotaque brasileiro, a querer dar-me conhecimento de inúmeras vantagens e que eu tinha sido selecionado……fui rápido - minha senhora, desculpe interromper, não estou interessado, boa noite vou desligar e desliguei. Nunca poderei provar, mas aposto que foi alguém que não conseguindo contacto por "Sem ID de Chamada" resolveu ceder e usar o processo normal a horas tardias. Era da parte de uma instituição bem conhecida na prestação de apoios/ serviços na área da saúde.

Irritado fiquei como já referi, e esse número foi logo bloqueado no telemóvel. Aliás o meu tlm está cheio de todos os bloqueios tecnicamente possíveis. Mas não é possível bloquear numero desconhecido.

Se irritado estava, não guardei o carro e ao fim destes anos desta maçadora e periódica situação fui cerca das 2145 ao centro comercial, à loja da minha operadora de há décadas (não vale a pena maçar-me burocraticamente a mudar, as moscas são as mesmas) e apresentei queixa - "estou farto destes anos a maçarem-me com - Sem ID de Chamada". A senhora que me atendeu, quase arregalou os olhos, fiquei ciente que muito poucos portugueses já fizeram o mesmo que eu. A funcionária, rápida, com indícios de boa profissional, batalhou no teclado e entregou-se depois o comprovativo da minha reclamação - dentro de dias o senhor será contactado. E eu - muito obrigado minha senhora pelas suas disponibilidade e gentileza, tenha um bom resto de noite, bom regresso a casa.

Vou aguardar, ciente quanto a moscas e varejeiras, e é óbvio que a pouca vergonha dos "Sem ID de Chamada" vai continuar.

António Cabral
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segunda-feira, 19 de junho de 2023

LUZ  na  NOITE  ESCURA

António Cabral

sábado, 17 de junho de 2023

POR  ZONAS  das  "LINHAS"
António Cabral
Calm, ref.
(marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 12 de junho de 2023

MANHÃ CEDO,  CAMINHADA  NO AREAL
Observam-se coisas várias, interessantes umas, outras nem tanto. Hoje reparei nesta pintura artística, um flamingo.

António Cabral
Calm, ref
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sexta-feira, 2 de junho de 2023

Da  ALDEIA

. . . . . 

Na rua da minha amada

não se pode namorar:

de dia, velhas ao Sol;

à noite, cães a ladrar.

. . . . . 

A cana do milho grosso

nasceu debaixo do chão.

Os olhos do meu amor

trago-os no meu coração.

. . . . .

António Cabral
Calm, ref
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