Vai à Holanda para modernizar ... e vai lá estar mais de um ano! Podem aceder ao artigo do JM seguindo esta ligação.
domingo, 29 de abril de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
Força de Fuzileiros portugueses vai para a Lituânia
No dia 30 de Abril de 2018, segunda-feira, vai decorrer no Corpo de Fuzileiros, na Base Naval de Lisboa, pelas 15h00, a cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força de Fuzileiros que irá operar como Força Nacional Destacada (FND) na Lituânia. A cerimónia será presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes.
No âmbito dos compromissos internacionais, a Marinha irá empenhar na República da Lituânia uma Força de Fuzileiros com 140 militares, por um período de quatro meses, no quadro das Medidas de Tranquilização da NATO naquele território. Esta será a primeira vez que uma Força, tão significativa, constituída por Fuzileiros, irá operar num teatro Europeu, o que constituirá um desafio e simultaneamente, uma excelente oportunidade de emprego de uma Força desta natureza, que será projectada para Vilnius, na Lituânia, por mar e ar.
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Defesa Nacional. Forças Armadas,
fuzileiros
quinta-feira, 26 de abril de 2018
A Defesa no futuro
Publicados o
Despacho 4101/2018 de 23-4 que, contendo
considerações sobre ameaças e Defesa, determina a uma Direcção Geral do MDN que
apresente um relatório que conduza ao Planeamento da Defesa e o 4103/2018 para
revisão das duas Leis de Programação.
Alguns meus reparos:
1-Continuando o Reino Unido integrado na NATO, não se
compreendo como a sua saída da UE nos obrigou a participar numa “instituição da
Cooperação Estruturada Permanente” de defesa da UE, duplicando esforços e
estruturas.
2- Para além disso, não
deveriam os Estados-Maiores dos Ramos ser parte mais activa na elaboração de um
Relatório em que se baseará a decisão governamental sobre Planeamento da
Defesa?
3-Desde já, julgo duvidoso assumir-se que “30 — No presente,
o risco de Portugal continental e insular ser objeto de um «ataque»
convencional por via terrestre, aérea ou marítima é muito reduzido ou mesmo quase nulo “.
Porque, sem definir o
que é ou não “convencional”, se está descartando-o. E, como membros da NATO,
teremos de participar também na defesa de qualquer outro país da NATO que sofra
ataque. Por tal, sujeitos a retaliação. Que poderá ser “convencional”.
Embora umas pareçam
mais prováveis do que outras, não se podem excluir ameaças à priori.
4-Ainda não há relatório mas o Despacho já o condiciona:
“34 — Antecipando a concretização de todas estas tendências,
a aposta do investimento em novos projetos de investigação e desenvolvimento,
tendo em vista acompanhar o impacto da evolução digital nas capacidades
militares, deverá
dar prioridade muito clara aos
sistemas autónomos não tripulados, à robótica e à inteligência artificial
(IA) que, no presente, mas sobretudo num futuro já previsível, estão a
revolucionar os métodos de combate”
5- Quanto ao Despacho n.º 4103/2018 da mesma data, sobre a
revisão das Leis de Programação Militar e das Infraestruturas Militares, lembro
que o factor humano é tão ou mais importante do que o material. O investimento
em Defesa não deveria ser todo canalizado para o material.
António
José de Matos Nunes da Silva
C/Alm
Ref.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
quarta-feira, 18 de abril de 2018
O ensino Superior Militar
Portugal nem sequer
tem serviço militar obrigatório. E se o tivesse não seria o tempo como
miliciano que lhes daria abrangente competência técnica.
Mas em Portugal toda
a gente “perceberá” de assuntos militares, sejam eles da Marinha, do Exército
ou da Força Aérea.
É o que se deduz da Portaria hoje publicada respeitante ao
Conselho do Ensino Superior Militar:
“Artigo 3.º
Composição
1 — O CESM tem a
seguinte composição:
a) Um representante
do membro do Governo responsável pela área da defesa nacional, que preside e é
uma personalidade de reconhecido mérito;
b) Um representante
do membro do Governo responsável pela área do ensino superior;
c) Um representante
do CEMGFA;
d) Um representante
do Chefe do Estado -Maior da Armada (CEMA);
e) Um representante
do Chefe do Estado -Maior do Exército (CEME);
f) Um representante
do Chefe do Estado -Maior da Força Aérea (CEMFA);
g) Um representante do Comandante -Geral da GNR;
h) Um representante
da Direção -Geral de Recursos da Defesa Nacional do MDN;
i) Três
personalidades de reconhecido mérito e competência no âmbito de ensino
superior, a designar pelo membro do Governo responsável pela área da defesa
nacional.”
São 5 militares (1
de cada ramo e 1 de qualquer deles) e 5 civis.
Assim, teremos 1 ou
2 de Marinha e 8 ou 9 estranhos à Marinha a “aconselharem” o que deve ser
ensinado aos futuros oficiais de marinha e a almirantes.
Identicamente para oficiais
e generais do Exército ou da Força Aérea.
Gostava que me explicassem
se médicos, engenheiros, juristas, etc., têm idêntico “aconselhamento” para a
sua formação.
António José de Matos Nunes da Silva
segunda-feira, 16 de abril de 2018
quinta-feira, 12 de abril de 2018
ADÁGIOS MARÍTIMOS
Relâmpagos ao Norte, vento forte; se do Sul vêm, chuva também .
Remadores novatos, vaga ronceira.
Sardinha em Abril, pega-lhe pelo rabo e deixa-a ir.
Se de bolina grita o sobre, em andar, a barca é pobre.
Se o Sudoeste vem mansamente, quando entra a rondar é duro e persistente.
Rosado sol posto, cariz bem disposto.
Quando ao sol posto o Norte é puro, tens bom tempo seguro.
BLÁ, BLÁ,....tudo muito bonito, MAS.......
(vá, um artigozinho para espevitar neste dia muito chuvoso)
Tudo lindas palavras, constantes, mas depois lá chegam as realidades concretas, e as fábricas de material de guerra que têm de continuar a laborar senão, o desemprego, a balança comercial, a influência internacional, o déficit, etc complicam-se.
(vá, um artigozinho para espevitar neste dia muito chuvoso)
.........."Macron recebeu Mohammed bin Salman, herdeiro do trono da Arábia Saudita, no dia em que os dois países assinaram vários contratos. Hoje, MBS chega a Madrid para última etapa de viagem que o levou ao Reino Unido e aos EUA"..........
Tudo lindas palavras, constantes, mas depois lá chegam as realidades concretas, e as fábricas de material de guerra que têm de continuar a laborar senão, o desemprego, a balança comercial, a influência internacional, o déficit, etc complicam-se.
Além de que é precisar assegurar a paz por esse mundo fora, não é verdade?.
Depois, há sempre uma boa retórica, uns olhinhos doces e o pessoal não vai notar.
"Macron Style", longe do tempo do tolo que de lambreta visitava as amantes, mas o negócio prossegue, sempre.
Por cá, se produzíssemos alguma coisa de jeito, haveria adicionalmente uns sorrisos patéticos e umas selfies!
A Espanha, aqui ao lado, a Espanha que nos anos 80 do PSOE e por exemplo com o patético Solana (depois converteu-se em Bruxelas) e outros a gritar contra a NATO, lá inverteu o rumo e tem desde há tempos um lugar relevante no sector em causa.
Aparentemente, a sua "Bazan", vai vendendo corvetas e não só, a árabes e não só. As tais corvetas que tiveram como embrião, décadas atrás, um projecto português. Pois......
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Lançamento do livro "Diário da Contra-Revolução"
Recebido da "Associação Conquistas da Revolução", com pedido de publicação:
"O nosso primeiro livro, intitulado “As Conquistas da Revolução”, foi elaborado com base numa pesquisa aos Diários da República publicados no período que decorreu desde o 25 de Abril de 1974, gloriosa data da nossa história contemporânea e uma das mais relevantes datas da história de Portugal, até à tomada de posse do I Governo Constitucional.
Coube-nos agora a tarefa de prosseguir o trabalho, com idêntica metodologia, que não com idêntico entusiasmo, para o período sequente até à extinção do Conselho da Revolução, o qual se caracteriza por uma enorme agressividade contra as conquistas da revolução. Fizemo-lo com idêntico empenho e rigor.
Intercalámos excelentes textos temáticos, testemunhos de revolucionários que quiseram connosco partilhar as suas experiências, de Abílio Dias Fernandes, Américo Nunes, António Avelãs Nunes,António Gervásio,António Modesto Navarro,António Quintas,Carlos Carvalho,Carlos Silva Santos, Fernando Correia, Jorge Sarabando, José Ernesto Cartaxo, Lino Paulo, Maria José Maurício, Mário Nogueira, Marques Pinto, Nuno Lopes e Ribeiro Cardoso.
Na memória de todos nós, o pensamento do General, referência primeira da nossa Associação Conquistas da Revolução:
«O futuro com que sonhei não é cada vez mais saudade, é, sim, cada vez mais, necessidade imperiosa. Assim o povo o compreenda».
Vasco Gonçalves"
terça-feira, 10 de abril de 2018
CMG (Ref.) Manuel Primo de Brito Limpo Serra
É
com muita tristeza que informamos que, com 91 anos de idade, faleceu o
Comandante Limpo Serra.
Tendo
nascido em 1926, ingressou na Escola Naval em Setembro de 1945 (Curso Bartolomeu Dias) e, depois de uma
carreira naval diversificada, foi promovido a Capitão-de-Mar-e-Guerra em 1976.
Era
uma figura de grande notoriedade e prestígio na Marinha, não só pelas suas
invulgares qualidades de educação, sociabilidade e humor inteligente, mas
também por ter sido Professor de Direito Internacional Marítimo da Escola Naval
durante muitos anos.
O
Comandante Limpo Serra era Membro Emérito da Academia de Marinha e, em
Fevereiro de 2016, tinha sido homenageado pela Escola Naval que decidiu
atribuir o seu nome a um dos seus auditórios.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Batalha de La Lys
Aconteceu há 100 anos esta página sombria da nossa história e ainda hoje se estudam e procuram razões que nos ajudem a compreender o descalabro ... recordemos as vítimas do inferno das trincheiras, cerca de 17 000 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros.
domingo, 8 de abril de 2018
Forças Armadas: os recursos humanos, o mito e a realidade
"Almirante reformado alerta para graves problemas entre os militares."
Assinado pelo Almirante Fernando Melo Gomes está no EXPRESSO de ontem um artigo que trata o problema "dos recursos humanos nas Forças Armadas". A visão expressa alerta para várias situações relacionadas com a degradação nos efectivos militares na Marinha, no Exército e na Força Aérea que hoje "materializam uma redução de mais de 60% em duas décadas e já não preenchem as necessidades do sistema de forças aprovado".
Para ler o artigo na íntegra podem seguir esta ligação.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Militares devem atuar às ordens das polícias
"Almirante Silva Ribeiro diz que Forças Armadas não podem usar armas em território nacional e estão às ordens das forças de segurança. A questão coloca-se no apoio aos fogos."
Mais uma achega para a discussão que se vai eternizando. Para ler o artigo que hoje aparece nas páginas do DN podem seguir esta ligação.
quarta-feira, 4 de abril de 2018
GNR/Marinha
"Um projeto de reorganização da GNR prevê alargar os patrulhamentos marítimos das atuais 12 para as 200 milhas, o limite da "plataforma continental"".
Para ler o artigo completo, publicado no fim do mês passado no DN, podem seguir esta ligação.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Guerra de Minas
Extracto de Portaria de hoje do MDN e mail que enviei aos decisores:
Embarcados em navio aliado?
Defesa de Portugal sem caça-minas próprios? Se houver guerra vamos aguardar que cá cheguem caça-minas de outros países? E poderão dispensa-los nessa altura, para nos ajudarem? Fica o porto de Lisboa, por exemplo, encerrado?
António José de Matos Nunes da Silva
C/Alm Ref
Embarcados em navio aliado?
Defesa de Portugal sem caça-minas próprios? Se houver guerra vamos aguardar que cá cheguem caça-minas de outros países? E poderão dispensa-los nessa altura, para nos ajudarem? Fica o porto de Lisboa, por exemplo, encerrado?
António José de Matos Nunes da Silva
C/Alm Ref
“1 - Fica o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas autorizado
a empregar e sustentar, como contributo de Portugal para os Standing
NATO Mine Countermeasures Groups (SNMCMG), uma Força Nacional Destacada
constituída por um efetivo de 12 militares, podendo o efetivo, por
razões operacionais no âmbito do aprovado para esta missão, ser
subdividido em equipas e embarcado em navio aliado empenhado na SNMCMG 1
ou 2, por um período consecutivo de até 2 meses por equipa.”
quarta-feira, 14 de março de 2018
domingo, 11 de março de 2018
ONDE É QUE JÁ VI DISTO ???
Manuel Carlos Freire é um daqueles jornalistas que de há anos escreve sobre assuntos ligados á defesa nacional e ás Forças Armadas. Houve um época em que lhes chamavam "credenciados".
Pessoalmente, a sensação que tenho deste e de outros é que umas vezes escrevem escorreito, outras fazem favores outras ainda contribuem para denegrir alguns Ramos. É a vida como dizia o pantanoso.
Hoje no DN, um artigo acerca dos atrasos nos processos de compras para o Exército.
Se corresponder à verdade o essencial do que se lê, nada me espanta pois é um "modus operandi" típico de muita gente, e que com o tempo se abafa as inacreditáveis coisas que acontecem/ aconteceram nestes processos. E passa-se a todos os níveis, militar e civil. Basta lembrar o célebre navio que era para operar nos Açores, ou remodelações de gabinetes ministeriais e outros, ou encomendas que se indica a um governo custar XX nunca dizendo a esse governo que falta considerar os sobressalentes necessários para assegurar manutenção durante certo tempo.
Enfim, aquele pensamento típico - não quero andar de Renault Twingo, mas se tiver de ser, que traga assentos debruados a ouro, e caixinhas com chocolates Ferrero Roché, e espumante e copos de cristal.
Claro que, como sempre nestas palhaçadas terceiro-mundistas lá vem as frases típicas - "o processo aquisitivo decorre dentro da normalidade", "garantir que as especificações técnicas e os requisitos operacionais por nós pretendidos são integralmente entendidos pela NSPA" (poucos cidadãos entenderão certas coisas),
" há casos em que as verbas já são insuficientes para "tantas exigências técnicas apresentadas pelo Exército" mas claro que, segundo parece, uma das fontes da Defesa deixou já um alerta: "Teremos de intervir se acharmos que o prazo está a exceder o razoável." Fiquemos pois descansados. Parece que ainda só passaram mais ou menos 2 anos. O costume.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
sábado, 10 de março de 2018
Almirante Sarmento Rodrigues
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
Se não estou equivocado, amanhã, 11 de Março, haverá uma homenagem ao Almirante Sarmento Rodrigues, em Bragança. Creio que contará com a presença/ participação da Banda da Armada.
Com imensa pena não posso deslocar-me lá, razões familiares inadiáveis.
António CabralcAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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quarta-feira, 7 de março de 2018
TANCOS, Presidente MARCELO, AZEREDO LOPES, DEPUTADOS e MURRINHOS no ESTÔMAGO
A telenovela mexicana teve recentemente umas "piquenas" evoluções, pelas vozes do ministro da tutela e do Presidente da República há dias aquando da posse do novo CEMGFA.
Relembro duas frases:
...."tem que se apurar tudo, doa a quem doer".......(Presidente desta cada vez mais violentada República)
....falta aquilo a que me comprometi......(Azeredo Lopes),........ POIS...
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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sábado, 3 de março de 2018
Atrasos na compra de armamento
DN online:
NATO atrasa compra de drones,
blindados e armas para Portugal
sexta-feira, 2 de março de 2018
Alteração ao Estatuto
Diário
da República, 1.ª série — N.º 44 — 2 de março de 2018:
Primeira
alteração ao Estatuto dos Militares das Forças Armadas, aprovado em anexo ao
Decreto-Lei nº 90/2015, de 29 de maio:
Obs: O artigo 102 mantém-se válido em tempo de guerra?
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