sexta-feira, 17 de março de 2023

IN . . .  DOWN  . . .  OUT  . . .
Foi assim.
Após a II GG não tardou a surgir a NATO, e ficou célebre uma frase daí decorrente, em termos realistas, e que rezava mais ou menos assim:
- To allow Americans IN, Germans DOWN, Russians OUT.

Agora não tem aplicação, está modificada.

Para melhor?
Para pior?
Para onde caminhamos?

António Cabral
Calm, ref
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terça-feira, 14 de março de 2023

CLUBE MILITAR NAVAL
Hoje, 14 de Março de 2023, apesar de infelizes transtornos familiares, foi-me possível assistir à sessão de abertura do Ciclo de Eventos alusivos aos 50 anos do 25 de Abril de 1974.

Foram assinalados os, 55º aniversário da Assembleia Geral do Clube Militar Naval de 22 Fevereiro de 1968 e o 50º Aniversário da eleição, em 15 de Março de 1973, da Direção presidida pelo então Comandante Pinheiro de Azevedo.

Apreciei o enquadramento histórico feito pelo sr Cte Correia Jesuíno e o recordar do processo relativo à Assembleia Geral de 22 de Fevereiro de 1968 de que se encarregou o sr Cte Costa Correia.

O cidadão, o militar, o consócio do CMN, o Calm reformado, estão muito gratos pelas palavras proferidas pelo sr Calm Martins Guerreiro a propósito da eleição da lista do Cmg Pinheiro de Azevedo em 15 de Março de 1973.

Por último ouvi a intervenção do sr Presidente da República.

Quem tem a gentileza de ler as minhas opiniões sabe que critico muitas vezes o prof Marcelo Rebelo de Sousa, mas creio que a maioria das vezes tenho boas razões para críticas duras. Mas também já o elogiei.

Agora é mais uma dessas vezes, pois considero que o Presidente da República teve uma intervenção de grande nível.

São estas as minhas opiniões. 
Saí do CMN muito satisfeito.

António Cabral
Calm, ref
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MARINHA, a REVOLTA na MADEIRA
. . . . . . 
Aquele ramo das Forças Armadas acrescenta ainda que "as guarnições dos navios são treinadas para operar em modo degradado, estando preparadas para lidar com os riscos inerentes, o que faz parte da condição militar".
. . . . . .
Estive a RELER as notícias veiculadas em diferentes orgãos de comunicação social sobre este inusitado acontecimento.

O trecho que republico em cima é claro, diz que os militares da Marinha são treinados para lidar com riscos e operar em modo degradado. Repito, em MODO DEGRADADO.

Ora a fazer fé,
>  no que se lê nas notícias desde há anos, 
> nas declarações das várias associações de militares, 
> nas declarações de anteriores chefes da Marinha, como por exemplo designadamente sobre pessoal aquele (que nada incomodou os políticos) que foi Chefe máximo dos militares e agora substituído por um general do Exército,
> nas declarações de muitos políticos,

a conclusão que obviamente se tira é que a Marinha vive há anos em MODO DEGRADADO.
Portanto, a outra óbvia conclusão a tirar é que, contrariamente ao referido no comunicado, na MARINHA NÃO TREINAM!

Paralelamente, interessante verificar, segundo se lê, que a missão a que 4 sargentos e 9 praças se recusaram era para seguir/ acompanhar/ vigiar a passagem de um perigosíssimo navio Russo . . . . . . um quebra-gelos!

Aguardemos pelos próximos desenvolvimentos, sobre a Marinha, sobre obsolescência, incompetência, disciplina militar, ausência de manutenção, cortes na Lei de Programação Militar, quadros de pessoal por preencher, escassez de meios humanos financeiros e materiais, degradação de vencimentos, insatisfação geral.

E aquela frase - siga a Marinha? Para onde?

António Cabral (AC)

segunda-feira, 13 de março de 2023

REGIÃO 

13 militares da Marinha recusaram realizar serviço no mar da Madeira no passado sábado

13 MILITARES DA MARINHA RECUSARAM REALIZAR SERVIÇO NO MAR DA MADEIRA NO PASSADO SÁBADO

Paulo Graça
Artigo | 13/03/2023 19:49
A missão atribuída ao NRP Mondego, que está no período de missão na Zona Marítima da Madeira, era de curta duração ao longo da costa, mas os quatro sargentos e 9 praças decidiram recusar navegar devido a uma avaria num motor. Marinha já confirmou a ocorrência.

13 elementos da guarnição do navio patrulha Mondego, da Marinha Portuguesa, que está na ZMM em missão, recusaram largar do cais do Funchal em missão, alegando avarias graves do navio, revelou o CM, situação já confirmada por fontes militares.


Também a Marinha confirmou, em comunicado, que 13 militares do navio que se encontra atribuído à Zona Marítima da Madeira "recusaram ocupar os respetivos postos na preparação da largada para execução de uma missão, na noite do dia 11 de março. Nesse dia o navio encontrava-se com uma avaria num dos motores". Os navios de guerra, sendo um conjunto de sistemas muito "complexos e muito redundantes, podem operar em modo bastante degradado sem impacto na segurança. Essa avaliação, mais uma vez, pertence à linha de comando e à Superintendência do Material, enquanto entidade técnica responsável. Ambas as entidades não consideraram estar o navio inseguro para navegar", revelou a Marinha.

O Jornal contactou o capitão-de-mar-e-guerra e Comandante da ZMM e Autoridade Marítima Nacional, Rui Teixeira, que nos remeteu gentilmente para a Armada, que lidera o processo de averiguações.

Os militares estão retidos no navio e a ser inquiridos, arriscando responder por insubordinação.

Deste modo, "os militares em causa, não cumpriram com os seus deveres militares, usurparam funções, competências e responsabilidades não inerentes aos postos e cargos respetivos.Estes factos estão ainda a ser apurados em detalhe, e a disciplina e consequências resultantes serão aplicadas em função disso", finaliza, a Marinha.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
O patrulha Mondego está em serviço na Madeira

António Cabral
Calm, ref
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Condecorações


Da Página Oficial da Presidência da República se transcreve:

"Cerimónia de Imposição de condecorações a militares de Abril de 1974

08 de março de 2023

O Presidente da República condecorou, em cerimónia no antigo Picadeiro Real do Palácio de Belém, com a Ordem da Liberdade, Grau de Grande-Oficial, os seguintes militares com participação direta no 25 de abril de 1974:

Tenente-General José Leal, a título póstumo. Recebeu as insígnias Maria Manuela Baía Pratas de Faria Leal, viúva do homenageado;

Tenente-General Luís dos Santos;

Tenente-General Mário Cabrita;

Tenente-General Valdemar da Fonte, a título póstumo. Recebeu as insígnias Maria Leonor Fonte, viúva do homenageado;

Major-General José Manuel Castro;

Major-General Luís Sequeira;

Major-General Rui Teixeira, a título póstumo. Recebeu as insígnias Carmen Queirós Teixeira, viúva do homenageado;

Coronel Agostinho Mourato Grilo;

Coronel António José Borges;

Coronel António Oliveira;

Coronel Carlos Neves, a título póstumo. Recebeu as insígnias Maria Fernanda do Patrocínio e Silva Rocha Neves, viúva do homenageado;

Coronel Eduardo Almeida, a título póstumo. Recebeu as insígnias Ricardo Almeida, filho do homenageado;

Coronel Fernando Gomes, a título póstumo. Recebeu as insígnias Rui Gomes, neto do homenageado;

Coronel José Ferreira;

Capitão-de-Mar-e-Guerra José Morais;

Coronel José Santos;

Coronel José Novo;

Coronel José Pereira;

Coronel Lourenço Marques;

Capitão-de-Mar-e-Guerra Luís Andrade;

Coronel Luís Ferreira;

Capitão-de-Mar-e-Guerra Luís Carneiro;

Coronel Manuel Carvalho, a título póstumo. Recebeu as insígnias Susana Isabel Monteiro de Carvalho, filha do homenageado;

Coronel Manuel Rodrigues, a título póstumo. Recebeu as insígnias Maria Esperança Baptista Martins Rodrigues, filha do homenageado;

Coronel Manuel Dias;

Capitão-de-Mar-e-Guerra Mário Sousa, a título póstumo. Recebeu as insígnias Rita Guiomar Bentes de Sousa, filha do homenageado;

Coronel Mário Baptista. Recebeu as insígnias Ana Mafalda Adão Águia Baptista, filha do homenageado;

Coronel Nuno Anselmo;

Coronel Ramiro Martins;

Coronel Rui Fernando Coutinho;

Coronel Rui Guimarães;

Coronel Vasco Capaz;

Coronel Vicente Brandão;

Capitão-de-Fragata António Varela, a título póstumo. Recebeu as insígnias Hugo Osório Lobo Varela, filho do homenageado;

Tenente-Coronel Jorge Almeida, a título póstumo. Recebeu as insígnias Paulo Jorge Cabral Duarte de Almeida, filho do homenageado;

Tenente-Coronel Orlindo Pereira;

Major Henrique Pedro;

Major Humberto Xavier. Recebeu as insígnias, em nome do homenageado, o Coronel Vasco Lourenço;

Major José Nave, a título póstumo. Recebeu as insígnias Marta Raquel Correia Nave, filha do homenageado;

Major Leonel Rosário, a título póstumo. Recebeu as insígnias Maria Cândida Fragoso Zarco Martinho do Rosário, viúva do homenageado;

Major Rui Oliveira;

Major Vítor Leite."

"O Navio... desarmado" felicita todos os militares agraciados, nomeadamente os "marinheiros". 

sábado, 11 de março de 2023

POR  AÍ

Num limitado momento de liberdade familiar estive por aqui.

António Cabral
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quinta-feira, 9 de março de 2023

O TRABALHO das MARINHAS de GUERRA

É no MAR

I say again - É no MAR.

Como esta verdade inultrapassável - uma floresta abate-se num instante, mas criar outra leva anos - há outra : 

You have (or not) a Navy. You raise an Army.  

António Cabral

terça-feira, 7 de março de 2023

As  JUSTIFICAÇÕES  de  MARCELO

O Presidente da República empossou no passado dia 1 de Março o  anterior chefe do Exército como novo Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas. Cargo que alguns políticos chamam - o verdadeiro patrão dos militares - pois a tutela é mais para grandes e vazias proclamações.
E Marcelo discursou, MUITO. 
Foi muito prolixo, muito enfático, e justificou-se muito, um estendal enorme.

A minha opinião, porventura injusta terei de aceitar, é que quer Marcelo Rebelo de Sousa, quer António Costa, quer a titular da pasta da defesa nacional (a tal mais bem preparada de sempre para o cargo), pensam muito nas Forças Armadas mas não passam disso, não passam dos discursos pomposos, das tiradas grandiloquentes, ocas.

E tão enfaticamente se justificam sobretudo em cerimónias que até a minha idosa vizinha da aldeia na Beira-Baixa percebe que por baixo das justificações nada bate certo.

Um elogio brutal ao cessante Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Uma justificação repetidíssima de que faz sentido ser o empossado o novo "chefão" militar. Repetidíssimaaaaaa. 
Soa a esquisito! Soa a má consciência.
E que dizer das referências às ricas experiências na área da defesa nacional por parte de umas quantas luminárias?
O que resultou dessas experiências? Que acções de modernização?

Fica para a história que alcançaram quase todos os objectivos, e digo eu, o CEMGFA cessante, António Costa desde 2018, e o CSFA.
Mas tenhamos esperança, há coisas não antevistas antes.

Salta-me logo à memória o Aleixo:
Sem que discurso eu pedisse,
ele falou e eu escutei.
Gostei do que ele não disse;
do que disse não gostei.

António Cabral  (AC)
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segunda-feira, 6 de março de 2023

RECORDANDO
. . . . 
 . . . . . 

António Cabral
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sábado, 4 de março de 2023

CHOCOLATE

A custo, decidi-me, estive três dias sem comer chocolate: 29, 30 e 31 de Fevereiro deste ano!

António Cabral
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quarta-feira, 1 de março de 2023

Vice-Almirante (Ref.) Rui do Carmo Fernandes

Por informação da sua Família, faleceu em Lisboa na passada segunda-feira o Vice-Almirante Rui do Carmo Fernandes. Tinha 98 anos de idade e ingressara na Escola Naval em Setembro de 1943 como cadete de Marinha do Curso “D. João de Castro”. Foi promovido a guarda-marinha em Março de 1946 e, depois de várias comissões de embarque como oficial subalterno, foi Sub-chefe do Estado-Maior do Comando Naval de Angola, professor de Electrotecnia da Escola Naval e comandante da fragata “Comandante Sacadura Cabral”. Entre 1976 e 1979 foi comandante da Escola Naval. Em Dezembro de 1978 foi promovido a Vice-Almirante e em Março de 1992 passou à situação de reformado.

O “Navio… desarmado” apresenta condolências à sua Família, bem como a todos os seus antigos alunos na Escola Naval, que certamente recordam a sua competência profissional, o seu carácter e a sua bondade.

Segundo informação da Família, o velório do Vice-Almirante Carmo Fernandes decorrerá na Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, sita na Avenida Marquês de Tomar, no dia 2 de Março a partir das 10.30 horas, realizando-se uma missa de corpo presente pelas 13.30 horas, após o que o funeral sairá para o cemitério dos Olivais, onde o corpo será cremado pelas 15.00 horas. A missa de 7º dia realiza-se no dia 8 de Março às 19.00 horas na igreja do Campo Grande.

Almirante (Ref.) João José de Freitas Ribeiro Pacheco

 

O Almirante João José de Freitas Ribeiro Pacheco faleceu ontem com 88 anos de idade, vítima de doença prolongada, tendo a Marinha emitido um comunicado de imprensa em que destaca a sua “carreira brilhante no mar e em terra” e apresenta condolências à sua Família. O Almirante Ribeiro Pacheco fez os seus estudos secundários no Colégio Militar e foi incorporado na Armada em Setembro de 1952 como cadete do Curso “Gonçalves Zarco” tendo sido promovido a guarda-marinha em Outubro de 1955. A sua carreira naval foi muito diversificada. Comandou a lancha de socorro “Canopus”, integrada nas Forças Navais do Estado da Índia, especializou-se em Comunicações e comandou o Destacamento Nº 7 de Fuzileiros Especiais no teatro de operações da Guiné, desempenhou as funções de Capitão dos Portos de Cabo Verde, comandou o Corpo de Fuzileiros e comandou a fragata “Almirante Magalhães Correa”. Depois, entre outros cargos e comissões, foi professor do Instituto Superior Naval de Guerra, Comandante Naval dos Açores, Director-Geral do Instituto Hidrográfico, Superintendente dos Serviços do Pessoal da Armada e Director do Instituto de Defesa Nacional. Entre 28 de março de 1994 e 1 de abril de 1997 o Almirante Ribeiro Pacheco desempenhou as funções de Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional. Entre as suas condecorações destacam-se o Distintivo da Ordem Militar da Torre e Espada e a Medalha de Cruz de Guerra de 1ª Classe por comportamento em combate.

O “Navio… desarmado” apresenta condolências à sua Família, bem como a todos os seus amigos, aos admiradores do seu percurso naval e aos seus camaradas do Curso “Gonçalves Zarco”.

Nota

CERIMÓNIAS FÚNEBRES: De acordo com informações recebidas da Associação de Fuzileiros, o corpo do saudoso Almirante Ribeiro Pacheco estará hoje (quarta-feira), a partir das 15:30 horas na Capela de S. Roque  (Instalações Navais da Marinha). O funeral sairá amanhã (quinta-feira), depois  das 12:00 horas para o crematório do Alto de S. João.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

FRIOOOOO

Está muito frioooooooooo; 0800 horas. . . . 0º C

António Cabral
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

COMO ESTAMOS no RÚSSIA-UCRÂNIA ?
Faz hoje um ano.

Passou um ano sobre quê?
Sobre uma operação militar ESPECIALSay again?

Declaração de guerra não houve, isso é coisa que já não se usa. É coisa que Rússia e EUA e muitos outros não usam há muito. Não interessa!

No início desta "coisa" alguns ou muitos não faço ideia, pensaram que era uma agressão militar da Rússia sobre a Ucrânia. 
E era, foi de facto, e continua o horror, opinião pessoal naturalmente. 
Mas na minha modesta opinião logo desde o início que foi e tem sido e assim continuará por mais uns tempos sobretudo uma guerra entre os EUA e a Rússia, ainda que por procuração. 

Ai . . . . . os interesses . . . . ai . . . . . o direito internacional . . . . 
António Cabral
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

CULINÁRIA  CASEIRA

Fatias da bola de carne à moda Nortenha

António Cabral
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

CMG (Ref.) José Brás Maldonado Cortes Simões


É com muita mágoa que informamos o falecimento do capitão de mar-e-guerra José Brás Maldonado Cortes Simões, ocorrido hoje de madrugada em Lisboa, no Hospital dos Lusíadas. Tinha 81 anos de idade. O Comandante Cortes Simões ingressou na Escola Naval em Outubro de 1960 como cadete do Curso “Luís de Camões”, transitou depois para o Curso “Nuno Tristão” e foi promovido a guarda-marinha em Janeiro de 1965. A sua carreira naval foi longa e muito diversificada. Especializou-se em Artilharia e embarcou como Chefe de Serviço nas fragatas “Nuno Tristão” (Cabo Verde e Angola, 1966-1969) e “Almirante Magalhães Corrêa” (1971-1972). Seguiu-se o comando da LFG “Argos” nos rios da Guiné (1972-1974) e as funções de Professor do 40º Grupo de Cadeiras da Escola Naval (1974-1977). Entre 1979 e 1983 desempenhou o cargo de Capitão dos Portos de Vila Real de Santo António e Tavira, entre 1984 e 1986 comandou o navio-hidrográfico “Almeida Carvalho” e, entre 1988 e 1992, desempenhou as funções de Adjunto do Capitão do Portos e do Director dos Serviços de Marinha de Macau. Foi promovido a capitão de mar-e-guerra em 1992, passou à reserva em 1997 e reformou-se no dia 10 de abril de 2003.

O “Navio… desarmado” apresenta sentidas condolências à sua Família, em especial à sua Mulher, Filhos e Netos, bem como a todos os seus amigos e camaradas, designadamente dos Cursos “Luís de Camões” e “Nuno Tristão”.

domingo, 19 de fevereiro de 2023

O  ALTAR-PALCO  para  a  JMJ

Fui às minhas fotografias tiradas em Fátima e olhei para o altar que lá está, sofisticado, branco, e que mostro.

Este altar, como se pode observar, tem a seus pés uma escadaria muito relevante e "lá em cima" não cabem de certeza mais do que umas muito poucas dezenas de almas, em que a maioria serão os diferentes participantes das cerimónias. 
Uma coisa assim em Lisboa não teria dignidade para o Papa Francisco?
António Cabral
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

RECOMENDO  VIVAMENTE

Sei que sou suspeito, mas recomendo vivamente.

Tem produtos variados da Beira-Baixa.

Sabores de Monsanto

Rua Comandante António Feio, 45, Cacilhas

António Cabral

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

CONDENAÇÕES

Por sentenças do Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra, de 18 de janeiro e de 10 de Fevereiro passados, o CEMA foi condenado a mandar pagar a dois oficiais de Marinha, um Capitão de mar-e-guerra e um Vice-Almirante, respectivamente, o Complemento de Pensão de Reforma (CPR) a que tinham direito até completar 70 anos e a mandar, pagar, igualmente, o dito CPR a partir da data em que aqueles oficiais completaram 70 anos, tudo acrescido de juros de mora à taxa de 4% ao ano desde a citação até integral pagamento!

sábado, 11 de fevereiro de 2023

C O M E M O R A Ç Õ E S

Em Portugal há a mania das comemorações laudatórias, grandes festanças. O caso presente da JMJ, para além de tudo o mais, enferma desse vício nacional que, pessoalmente, considero como sempre considerei bastante saloio e próprio de vaidosos sem motivo para tal.

Por isso, para qualquer evento simples ou grandioso há que arranjar palcos, tribunas para albergar os VIPs portugueses, VIPs que na maioria dos casos não passam de uns tristes Very Important Potatoes!

Estou a lembrar-me do caso passado com um grande amigo que sugerindo uma tribuna normal, suficiente para as cerimónias em mente, foi fulminado com o olhar do chefe - e as senhoras, e as famílias, etc.?

E lá se gastou mais do dobro do dinheiro e nas cerimónias, o dobro dos Mercedes, BMW e Audi a circular para as FESTAS.

Comemorar seja o que for, deve ser digno o suficiente, sem excessiva pompa, ter em conta o protocolo de Estado, mas ser rigoroso e parcimonioso nos convites.

Comemorar seja o que for, deve ser mais um acto de reflexão  do que a contemplação da história

E isto, quase sempre, é esquecido pelos jactantes, pirosos, saloios, vaidosos, inchados porque momentaneamente nas suas vidinhas e, quase sempre por direito legítimo resultante das urnas, andam em popós pagos por todos nós, e vivem à custa de todos nós. 

Comemorar deve ser um acto de reflexão

Oxalá em Abril de 2024 assim aconteça, pois vivendo em liberdade, FELIZMENTE, estamos cheios de crescentes problemas.

Tenham um bom fim de semana, saúde.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

CONVÉM  TER  PONTARIA

António Cabral
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

Falecimento - 1º Ten. REF Leopoldo Bastos Jorge


 
É com profunda mágoa que se comunica o falecimento em 17 de Janeiro p.p. do nosso camarada Bastos Jorge, no Brasil, onde vivia há largos anos.
À família enlutada, o "Navio desarmado" apresenta sentidas condolências.

Retirado do blogue "Água aberta ... no OCeano":

A notícia do falecimento do nosso camarada Leopoldo Bastos Jorge chegou-nos tardiamente, pelo que só agora lhe prestamos a nossa justa homenagem. Tendo nascido em Inhambane (Moçambique), fez os estudos secundários no Colégio Militar e ingressou na Escola Naval em Outubro de 1961 como cadete de Marinha do Curso “Nuno Tristão” mas, como ele próprio referiu, as actividades escolares não correram da melhor maneira, pelo que veio a concluir a sua formação integrado no curso “Oliveira e Carmo”. Especializou-se em Electrotecnia e fez uma comissão em Angola a bordo do navio-patrulha Sal, regressando à Escola de Electrotecnia como instrutor. Seguiu-se uma segunda comissão em Angola como comandante da Companhia Nº 4 de Fuzileiros e depois uma comissão de embarque no N.E. Sagres. Era 1º Tenente quando no dia 30 de Junho de 1975 e a seu pedido passou à reserva. Desligado do serviço fixou-se no Brasil, onde constituiu família. Inicialmente estabelecido em Santos, mudou-se depois para Paranaguá no estado do Paraná onde, entre outras actividades, exerceu as funções de Cônsul Honorário de Portugal entre Novembro de 1992 e Junho de 2012. Apesar de estar afastado da Marinha desde há muitos anos, manteve sempre uma forte ligação à sua Marinha e aos seus camaradas, sobretudo do curso “Oliveira e Carmo”.

O “Água aberta… no Oceano” apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.

domingo, 5 de fevereiro de 2023

"Portugal, um Legado Marítimo" - Património Histórico da Marinha Acessível na Google Arts & Culture



O projecto "Portugal, um Legado Marítimo", uma parceria entre a Marinha e a Google Arts & Culture, arrancou no passado dia 1 de Fevereiro, o que permite conhecer mais de 22 mil conteúdos digitais.

Visite a história da Marinha Portuguesa em

https://artsandculture.google.com/.../sea-culture-in...






Fonte: Marinha / Página Facebook

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

MARINHA, MEIOS NAVAIS

Vejo muito pouca TV. 

Chamaram-se à sala - António, vão falar sobre os navios da Marinha - e lá fui.

Uma pequena reportagem que não me deu novidades.

Pergunto-me, quem terá encomendado esta peça ao sr Moniz ?

A senhora que formalmente é ministra?

O inarrável que a coadjuva?

O CEMGFA?

O CEMA?

Alguém dentro do EMGFA?

Alguém dentro da Marinha?

Alguém de um partido?

Uma coisa é certa, um imagem muito triste.

Mas, quantos portugueses se interessam e incomodam com tal situação?

António Cabral
Calm, ref
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

DEMOCRACIA

Democracia não é governo de notáveis. 

Mas há por aí uns "notáveis" (???) de cores variadas que isso pensam.

António Cabral