domingo, 16 de maio de 2021
Entrevista do Alm Melo Gomes (ex-CEMA) sobre a reforma das FA
sexta-feira, 14 de maio de 2021
Carta dos 28 ex-CEM
Para ler a carta enviada pelos ex-CEM aos titulares dos órgãos
responsáveis pela Defesa Nacional, basta carregar AQUI.
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Reforma da Estrutura Superior das FFAA
Recebi do nosso camarada VIAlm João Pires Neves informação de uma notícia inserta no noticiário das 09:00 do passado dia 12 da TSF, em que ele próprio é entrevistado e que por reputar do maior interesse para quem continue a interessar-se pela situação das nossas FFAA em geral, da qual transcrevo:
"...
Junto vai o link do noticiário das 0900, no decurso do qual me foi pedida uma opinião sobre a candente questão da Reforma da Estrutura Superior das FFAA .
São cerca de 4 minutos que aparecem entre os 6:40 e os 10:55 minutos mais ou menos.
Para todos quantos acompanham esta questão com interesse e preocupação aqui fica este meu alerta.
https://www.tsf.pt/programa/noticiarios/emissao/noticiario-das-09h00-13710775.html
..."
segunda-feira, 10 de maio de 2021
(Paulo Sande, Expresso)
A GUARDA VAI A BANHOS
A GNR inaugurou no passado dia 7 de maio a sua Lancha de Patrulhamento Costeiro “Bojador”.
Tratando-se de um meio oceânico, a GNR vê assim concretizada a sua antiga aspiração de se tornar uma espécie de Guarda Costeira. A cerimónia de 7 de maio, que teve lugar no Terminal de Cruzeiros do Cais da Rocha de Conde de Óbidos, chamou-se aliás “O papel da GNR como Guarda Costeira”.
Portugal tem de utilizar com eficácia e parcimónia os escassos recursos de que dispõe. A compra de lanchas com capacidade para navegar no alto mar – capazes de chegar aos Açores e à Madeira, isto é, de cobrir meio Atlântico Norte – é um desperdício de recursos. E constitui, sem dúvida, uma afronta à Marinha portuguesa.
Em suma, mais um sinal da mania de grandezas que o nosso país devia dispensar.
Em 2009, reconhecendo a capacidade da Marinha de prestar serviços em missões de interesse público não militares, a Lei Orgânica da Marinha afirmava a necessidade de ajustar a estrutura da arma, dotando-a “das capacidades adequadas ao exercício das suas competências, respeitando (…) os princípios da racionalidade e da economia”. E na linha da “tradição naval portuguesa” dava-se corpo ao paradigma de uma Marinha “de ‘duplo uso’, materializado numa actuação militar e numa actuação não militar”.
Como objetivo, uma economia de escala e o desenvolvimento de sinergias. Para o efeito foi reformulada a cadeira de comando operacional e definidas as missões de natureza não militar, incluindo o cumprimento da lei nos espaços marítimos sob jurisdição nacional, busca e salvamento e actividades no domínio das ciências e técnicas do mar.
A Marinha, com séculos de experiência e vocação para agir em todos os meios marítimos, dotada dos recursos certos, competência e saber-fazer, deveria assim - pelo menos foi o que se pensou na altura -, cumprir a tarefa de Guarda Costeira. Passaram 12 anos e parece que já não é bem assim. Uma nova estrela, a não tão antiga Guarda Republicana, quer aprender a nadar. Até para um país habituado a mudar leis com frequência, incluindo as relativas aos grandes desígnios nacionais, é um recorde.
E é, sem dúvida alguma, um erro grave.
UM MILAGRE NASCIDO DO MAR
Portugal, sob tantos pontos de vista, é um milagre. Pela geografia, pela lógica das coisas, a sua mera existência é improvável. Escreveu-o Gomes Eanes de Zurara: “Cá nós de uma parte nos cerca o mar e da outra temos muro no reino de Castela”. E como de Espanha nem bons ventos…, restou-nos, ao longo dos séculos, uma saída: o mar.
Por ele, à aventura em frágeis jangadas de madeira, os portugueses afirmaram uma identidade singular e asseguraram a independência do país, o que só foi possível porque a alma dos nossos egrégios avós, tripulantes desses esquifes de madeira que sulcaram os oceanos do Mundo, não foi pequena. E porque inventámos, antes dos outros povos europeus, a Marinha.
Portugal existe porque a Marinha foi. E é. Em 12 de novembro de 2017, assinalaram-se 700 anos de criação da Marinha portuguesa, por decreto de El-Rei D. Dinis, em 1317. Na ocasião, Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, não tergiversou:
“Somos uma Nação marítima” e “temos de continuar a investir na Armada” porque “esse é o nosso destino”. E a Marinha deve viver, “para que possa viver Portugal”.
Há dias, o primeiro-ministro propôs os Oceanos como desígnio europeu para 2030. Ora tudo começa neste rosto do continente que é Portugal. Que tem (que temos), escusado será lembrar, uma enorme zona económica exclusiva, um mar que é seu; ou seria, deveria ser, se tivesse recursos para o vigiar, patrulhar e proteger.
Que não tem!
E por essa razão também, é incompreensível a instituição da GNR como Guarda Costeira.
ESTRATÉGIA NACIONAL: NAVEGAR É PRECISO
A estratégia é a arte, assente na visão do que se pretende e no contexto de uma decisão política, de definir o objetivo e os planos que, no conjunto, cobrem todas as contingências e asseguram o cumprimento desse objetivo.
A Portugal tem faltado, com períodos de excepção, um conceito estratégico nacional estável. Isso mesmo afirmou em 2014 Adriano Moreira, para quem esse inexistente conceito deveria assentar na definição prévia dos valores espirituais e materiais que estruturam a identidade portuguesa. Sem entrar no já longo (e algo frustrante) debate sobre o lacunoso conceito estratégico nacional, uma coisa é indiscutível:
Foi no mar, e é nele, que Portugal escora a sua sobrevivência, projeta o seu poder e obtém (ou devia obter) a sua riqueza. Reconhecida a independência em 1179 pela bula papal Manifestis Probatum, o país empreendeu, nos séculos seguintes, a difícil missão de a garantir. Sem poder crescer pela fronteira terrestre, foi no espaço exterior, por via da sua fronteira marítima, sobretudo através do Atlântico, que Portugal se afirmou como entidade política relevante. Já então, como nos séculos seguintes, foi a Armada instrumento decisivo.
Seguiu-se um lento regresso às origens, culminando com a descolonização de 1975. E desde então, penosamente, Portugal tenta actualizar um conceito estratégico nacional que lhe permita – para si próprio, desde logo – afirmar-se como nação independente, relevante e considerada no plano internacional. E se concordo com a falta de visão estratégica, é também certo que várias âncoras permitem vislumbrar os seus possíveis contornos, naquilo a que Adriano Moreira, aliás, chama de “janelas de liberdade”.
A âncora europeia é a nossa pertença à União Europeia; a relação com os países de língua portuguesa, através da CPLP; e o mar. O Mar.
Ora, para o cumprir – e celebrar as “navegações grandes que fizeram” os portugueses, todos nós, e as que ainda poderemos fazer -, é necessária uma Marinha com recursos, capaz de projectar força efectiva e de se impor num ambiente marítimo crescentemente predatório, ainda por cima numa das maiores zonas económicas exclusivas do Mundo. Uma Armada que garanta patrulha, controlos migratórios, fiscalização económica, luta contra a pirataria e os tráficos vários, busca e salvamento, controlo aéreo.
Uma zona económica exclusiva de 1.683 mil km2 e um potencial de 4 milhões de km2 de zonas marítimas nacionais (quando concluído o processo de alargamento da plataforma continental), não se protegem com uma Marinha subdotada. Falta gente (cerca de 800 pessoas, reconheceu o Chefe do Estado Maior da Armada em 2019); o único navio reabastecedor, o Bérrio, foi abatido ao efectivo no ano passado, limitando drasticamente a capacidade operacional; são escassos, para os objectivos referidos, os meios actuais, cuja aquisição, renovação e manutenção é cara, dificilmente comportável por uma economia deficitária e endividada.
E, contudo, a GNR vai ter navios. Super-lanchas, que deverão ser mantidas. Terá de formar marinheiros. De aprender a nadar, o que os da Armada aprendem desde há sete séculos. Tudo isso para missões de utilidade e serviço público que a GNR nunca cumpriu e que a Marinha executa com proficiência e capacidade. O país vai ter de pagar a dobrar o custo do que é singelo.
São vícios de rico.
Mas ainda é tempo de corrigir o tiro.
Antes que a Marinha se afunde.
sábado, 8 de maio de 2021
SIGA a MARINHA
Dizem-me que, para a semana, na Assembleia desta cada vez mais trucidada República, a par das propostas para tornar o CEMGFA uma espécie de "imperadorzinho", esta conhecida frase pode vir a ser substituída por "parem a Marinha". Apenas para adequar as coisas à realidade.
A par do que se conhece no interior da instituição por via quase directa, e onde se obtém dados mais rigorosos do descalabro vigente, aqui pelo Continente como pelos Açores, a situação explicitada no Expresso desta semana creio que peca por defeito.
É o tal Portugal da transparência, país de marinheiros, país de jurisdição imensa sobre o Atlântico, o país "dos melhores dos melhores". O Portugal que vê ir buscar lá fora o que poderia ser construído cá dentro. Ou não?
Como diria o ordinário que tratou de muito nos desgraçar - isso não interessa para nada.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
quarta-feira, 5 de maio de 2021
ILUSTRATIVO das MANOBRAS INSIDIOSAS
Repare-se em quem inicia a conferência.
Exactamente, quem foi ministro anos atrás, e que desejaria fazer na altura uma dada e profunda alteração na estrutura superior da instituição militar, ou então incitado por quem de facto o pretendia, tudo pantanoso e típico deste pastoso sistema que nos desgraça.
É como estamos, com os ressabiados civis e militares do passado a verterem o seu fel e a sua incompetência, aproveitando-se de incompetentes políticos e de criaturas actuais de percurso bem conhecido e ego insuportável. Tudo abençoado pelo intrujão-mor que passa pelos pingos da chuva como se nada tivesse a ver com isto.
É como estamos, uma conferência que, olhando para quem lá está, é bem demonstrativo da falácia disto tudo.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
terça-feira, 4 de maio de 2021
Comandante Martins e Silva
Nota de Pesar
É com profundo pesar que o Museu de Marinha assinala o falecimento do Capitão-de-mar-e-guerra José Fernandes Martins Silva, seu antigo diretor. Ao longo de cerca de 50 anos de carreira militar ao serviço da Marinha Portuguesa, o Comandante Martins e Silva desempenhou diversas comissões de embarque em navios de diversos tipos e classes. Destas destacam-se o comando de uma unidade em campanha, na Guiné, bem como do Navio-Escola “Sagres”, primeiro como oficial imediato e depois como comandante, em diversas viagens de instrução e representação. Foi sob o seu comando que o Navio-Escola “Sagres” realizou a sua primeira viagem de circum-navegação (1978-1979). Após o desempenho de diversas funções de chefia e comando de unidades em terra, o Comandante Martins e Silva esteve ao serviço do Museu de Marinha durante 13 anos, 9 dos quais como seu diretor entre 1991 e 2000. Durante a sua direção, o acervo do Museu de Marinha conheceu um notável aumento com a incorporação de inúmeras peças nas suas coleções, muitas das quais através dos apoios de instituições e de particulares, em resultado da sua iniciativa em promover uma maior participação e abertura à sociedade. A recuperação e administração dos espaços da ex-Fábrica Nacional de Cordoaria, confiados ao Museu de Marinha, bem como o seu empenho e contributo para a recuperação da fragata “D. Fernando II e Glória”, são alguns dos exemplos do saber, rigor e competência pelos quais se pautaram as cinco décadas de carreira.
O Museu de Marinha presta a sua homenagem ao Comandante Martins e Silva, enaltecendo o seu legado e a sua dedicação à Marinha e ao País, expressando o seu voto de pesar à família, camaradas e amigos.
segunda-feira, 3 de maio de 2021
VALM (Ref) Carlos Monteiro da Silva
domingo, 2 de maio de 2021
CTEN (Ref) Luís José dos Reis Cohen
"É com muito pesar que lamentamos dar a conhecer o falecimento ontem, ao fim do dia, do nosso estimado Camarada Capitão Tenente (R) Luís dos Reis Cohen, Chefe do Curso "Luís de Camões". Não são, de momento, conhecidas as Cerimónias Fúnebres que lhe serão prestadas.
À sua Família, aos seus Amigos e Camaradas mais chegados as nossas sinceras condolências."
"O Navio... desarmado" manifesta o seu pesar e envia sentidos pêsames à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
sábado, 1 de maio de 2021
CMG (Ref) José Fernandes Martins e Silva
sexta-feira, 30 de abril de 2021
PANDEMIA….ÉS CULPADA!
Odemira foi um dos Concelhos que regrediu no Plano de Desconfinamento por decisão do governo, apoiado no aumento da percentagem de infectados e no risco de transmissão do vírus.
Sem sombra para qualquer dúvida, a culpa é da pandemia. E só da pandemia, pois nada do que se passa na sociedade portuguesa, nada do desnorte e da incompetência dos poderes públicos, nada das mentiras constantemente propaladas acerca de inclusão e integração, nada disso e de muito mais explica o que se passa em Odemira e por quase toda a parte do território Continental, das grandes cidades aos campos.
Pois não foi na grande cidade do sr Medina que se encontraram meses atrás "hostels" e outras agremiações atulhadas de imigrantes e migrantes? Claro que agora já está tudo resolvido! Como se constata andando na Praça da Figueira, ou Almirante Reis acima!
Vou socorrer-me de uma frase das que o pantomineiro que já foi PM usava com frequência nos debates na Assembleia da República - isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a apanha da azeitona, a apanha do tomate, a apanha da castanha, as fainas da cebola, da batata, da cereja, do mirtilo, do pinhão, da amêndoa, da pêra rocha, das maçãs de Alcobaça, etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc…………………- isso não interessa para nada -
Em Portugal temos a construção civil, a limpeza das ruas, as pequenas e médias empresas de limpezas para supermercados e hospitais e etc., os camiões de recolha de lixo nas cidades e vilas e aldeias, as empresas de segurança, etc., etc., etc., etc., e é verificar que tipo de funcionários por lá se encontram - isso não interessa para nada -
Trabalho Sazonal aos montes, que os portugueses a quem anunciam o eldorado há anos não aceita - isso não interessa para nada -
Política de segurança social, inspeções de trabalho, inspeções da ASAE, …………POIS! - isso não interessa para nada - Ilegais? Não senhor, tudo controlado, tudo incluso, tudo em bom estado sanitário, tudo fiscalizado, tudo jóia, …….além de que Portugal não é um Estado polícia!
Resultados à vista, mas apenas porque a culpa é da pandemia, até porque - isso não interessa para nada -
António Cabral
CAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
quinta-feira, 29 de abril de 2021
CMG AN (Ref) Ândelo BismarK Soares de Melo
Recebemos através de "A Voz da Abita" a seguinte comunicação:
"Estimados Camaradas,
A Reforma das FA
Para aceder aos textos referidos podem seguir esta ligação.
terça-feira, 27 de abril de 2021
25 ABRIL 2021
domingo, 25 de abril de 2021
25 ABRIL 2021
Dia da Liberdade
Sim, assisti ao desfile na Av da Liberdade. A minha Nikon D 90 apreciou. Registei: famílias com gaiatos incluindo em carrinhos de bebé; pessoas de idade diversa e pareceu-me haver muitas das faixas entre os 20 e 40, mas posso estar enganado; onde não me enganei foi no que eu previa e se concretizou - o poder do PCP e dos seus imensos satélites; não sei se Graça Freitas observou pela Tv mas se não viu pode ir rever, para verificar o cumprimento das regras - distância física e máscaras - muita juventude sem máscara, e muita malta à molhada.
Mas se na esmagadora maioria do desfile foi uma bagunça quanto a distâncias houve uma clara excepção: Jerónimo de Sousa e comparsas desfilaram logo a seguir à chaimite, dentro de um quadrilátero feito de faixas vermelhas e onde, quer os dentro do quadrilátero quer os que seguravam as faixas estavam devidamente distanciados; quanto a máscaras é que a coisa já não foi perfeita. Mas não há dúvidas, é uma autêntica estrutura militar. O resto são cantigas. E aqui ficam duas fotografias.
António Cabral
CAlmirante, reformado
(marrevoltado.blogspot.pt)
sexta-feira, 23 de abril de 2021
OS ALMIRANTES ESTÃO NA MODA (?)
(?) - (isto não está no título do artigo da jornalista, é da minha responsabilidade)
Há vários anos que a Academia Militar abriu as suas portas a empresários e gestores para………….Mas, além disso, porque razão um ramo como o Exército só consegue projectar um décimo dos seus efectivos em forças operacionais? Porque é que o rácio de praças para oficiais generais é maior do que na guerra colonial? Porque é que muitos dos quartéis que existem e até batalhões têm menos de 60% dos militares que deviam ter? Esta reforma da defesa vai trazer mais eficácia ao produto operacional das Forças Armadas e reorganizar de forma mais produtiva os escassos efectivos que existem? Ou só vai servir para engordar no Restelo os gabinetes do ministro e do EMGFA? (parte do artigo de Helena Pereira, "Público", 23 Abril 2021)
António Cabral
cAlmirante, reformado
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quarta-feira, 14 de abril de 2021
As ACÇÕES em CURSO e os NOVOS DESAFIOS
"Ao avaliarmos a adequação e a capacidade de resposta à novas exigências, colocadas no âmbito da Defesa Nacional, teremos que reconhecer acima de tudo, que não foi fácil nos últimos anos, a par com uma profunda transformação estrutural das Forças Armadas, responder a todas as diferentes solicitações que foram exigidas. Tal só foi possível face a uma estreita cooperação e entendimento entre a direcção política da Defesa Nacional e as chefias militares, o que merece ser destacado, e que a todos os títulos só enobrece as Forças Armadas, já que, inevitavelmente, os períodos de mudança estrutural não deixam de ter consequências no plano social e profissional, e que, na Instituição Militar, ganham nova dimensão face aos valores tradicionais que a norteiam...........". (discurso do MDN Figueiredo Lopes, no Instituto de Defesa Nacional, em 28 Abril 1995, perante os Auditores do Curso de Defesa Nacional) (Bold a amarelo da minha responsabilidade)
António Cabral
cAlmirante, reformado
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AS MODAS e as IDEIAS INTERESSANTES
".......os Estados devem ser cautelosos, que o destino dos povos não pode estar sujeito aos caprichos da volubilidade da moda ou ir a reboque da primeira ideia interessante que surja em qualquer esquina do percurso histórico". (Defesa Nacional-Tarefa Colectiva, título do discurso de encerramento do Curso de Defesa Nacional no QG/ RMNorte, Junho de 1990, MDN Fernando Nogueira).
António Cabral
cAlmirante, reformado
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sábado, 10 de abril de 2021
CHEFIAS MILITARES. ESTRUTURA.
Já vem de bastante longe a questão das competências, CEMGFA, CEMA, CEME, CEMFA. Um exemplo:
Do discurso do Presidente da República, na cerimónia de tomada de posse do CEMGFA, Palácio de Belém, 5 DEZ 2006
Como diria o outro,…….é………. fazer as contas!
António Cabral
cAlmirante, reformado
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O navio da Guarda
O Vice-Almirante (Ref) João Nuno Ferreira Barbosa expõe a sua opinião sobre o papel da GNR no mar num artigo aparecido hoje, no Diário de Notícias.
Caso estejam interessados na sua leitura podem seguir esta ligação.
sexta-feira, 9 de abril de 2021
A reforma do comando superior das FA ... uma perspetiva.
"Em 17 de
fevereiro passado tomámos conhecimento, através de uma notícia publicada no
jornal “Observador”, de que o senhor Ministro da Defesa Nacional (MDN) tinha
referido, durante uma entrevista concedida à Lusa, que iria propor ao
Parlamento o alargamento das competências do Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas (CEMGFA), de modo a que passasse a deter o Comando Completo de
toda a atividade militar."
Começa assim o documento elaborado pelo GREI (Grupo de Reflexão Estratégica Independente) onde se expõe a sua perspetiva sobre o processo de reforma do comando superior das Forças Armadas.
Para aceder ao documento na sua totalidade podem seguir esta ligação.
AFERIR da HONESTIDADE INTELECTUAL
É mais um exemplo, a juntar a muitos outros, infindáveis.
António Cabral
cAlmirante, reformado,
(marrevoltado.blogspot.pt)