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domingo, 25 de abril de 2021

25  ABRIL  2021


Dia da Liberdade

Sim, assisti ao desfile na Av da Liberdade. A minha Nikon D 90 apreciou. Registei: famílias com gaiatos incluindo em carrinhos de bebé; pessoas de idade diversa e pareceu-me haver muitas das faixas entre os 20 e 40, mas posso estar enganado; onde não me enganei foi no que eu previa e se concretizou - o poder do PCP e dos seus imensos satélites; não sei se Graça Freitas observou pela Tv mas se não viu pode ir rever, para verificar o cumprimento das regras - distância física e máscaras - muita juventude sem máscara, e muita malta à molhada.

Mas se na esmagadora maioria do desfile foi uma bagunça quanto a distâncias houve uma clara excepção: Jerónimo de Sousa e comparsas desfilaram logo a seguir à chaimite, dentro de um quadrilátero feito de faixas vermelhas e onde, quer os dentro do quadrilátero quer os que seguravam as faixas estavam devidamente distanciados; quanto a máscaras é que a coisa já não foi perfeita. Mas não há dúvidas, é uma autêntica estrutura militar. O resto são cantigas. E aqui ficam duas fotografias. 


António Cabral

CAlmirante, reformado 

(marrevoltado.blogspot.pt)

sábado, 25 de abril de 2020

DIA  da  LIBERDADE
Como vou comemorar o dia de hoje?
Sem liberdade para andar na rua, e nomeadamente em Lisboa o dia todo. Como reformado, respeitaria rigorosamente o distanciamento social, como aliás faço no presente em todas as saídas de casa que a lei/ restrições presentes permite.
Anos houve que cheguei a andar nas ruas de Lisboa, a pé, desde o Campo das Cebolas e Doca da Marinha até Entre-Campos, ida e volta. Com passagens pelo Parque Eduardo VII, pela Av. da Liberdade, com paragens na "Versailes" e no "Chiado".
Tenho a Nikon por testemunha.
Abril é quando um homem quiser e como quiser. Este ano não o queria em casa, mas terá que ser.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)

segunda-feira, 25 de abril de 2016

sábado, 25 de abril de 2015

25 Abril 1974Dia da LiberdadeDia da Felicidade.
Recordar. Recordações.
Faz hoje 41 anos. 
Eu estava embarcado no Draga-Minas Lajes. O navio tinha saído da Base Naval de Lisboa (BNL) no Alfeite, juntamente com outros, creio que por volta das 0630 horas (já não recordo bem), para formarmos um “comboio” com o objectivo (exercício que estava programado) de guiar a força naval da NATO que estava em Lisboa, até para lá da barra Sul do porto de Lisboa. A história é conhecida, os navios nacionais receberam ordem para regressar, a fragata Gago Coutinho foi para a zona em frente ao cais das colunas, os restantes foram atracar na BNL.
Recordo muita coisa, a escuta das comunicações, a incredulidade em muitas rostos, surpresa em outros, olhares desconfiados da parte de alguns, as movimentações em terra, o que se via junto ao Cristo-rei, etc. 
Guardo para mim.
Faz hoje 41 anos. Sobrevieram, angústias, alegrias, esperanças, desencantos, melhorias de muitas vidas, mas de outras não. A democracia formal ficou, e já é madura.
Com a liberdade, com as liberdades, era inerente nascer a felicidade. Aparecer a flor da felicidade, nascida do canteiro da liberdade e dos deveres de cada um e dos inerentes direitos. Salvo melhor opinião, tem sido pouco regada, pouco adubada.
Temos que cuidar melhor da nossa flor da felicidade.
Faz hoje 40 anos.
Os eleitores registados votaram em massa. Creio que mais de 90%. 
Ficou definida a Assembleia Constituinte.
Olho para os resultados das eleições passadas, todas, nacionais, regionais, legislativas, autárquicas, presidenciais, e que diferenças encontro. Diferenças no aumento brutal da abstenção, nos nulos, nos brancos, no aparente crescente desinteresse e desânimo.
Temos que cuidar melhor da nossa felicidade comum.
António Cabral