"Em 17 de
fevereiro passado tomámos conhecimento, através de uma notícia publicada no
jornal “Observador”, de que o senhor Ministro da Defesa Nacional (MDN) tinha
referido, durante uma entrevista concedida à Lusa, que iria propor ao
Parlamento o alargamento das competências do Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas (CEMGFA), de modo a que passasse a deter o Comando Completo de
toda a atividade militar."
Começa assim o documento elaborado pelo GREI (Grupo de Reflexão Estratégica Independente) onde se expõe a sua perspetiva sobre o processo de reforma do comando superior das Forças Armadas.
Para aceder ao documento na sua totalidade podem seguir esta ligação.
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