sexta-feira, 17 de julho de 2020
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Memória naval - O arsenal da Ribeiras das Naus
Recolhidas pelo nosso incansável João Freire, AQUI vai mais uma.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Navios nacionais em missões no estrangeiro
A fragata “Corte-Real”, da
Marinha Portuguesa, parte na próxima segunda-feira, dia 6 de Julho, para
integrar a “Standing NATO Maritime Group One (SNMG1)”, nas funções de
“navio-almirante”, a fim de contribuir para a satisfação dos compromissos
internacionais assumidos por Portugal, no quadro da Aliança Atlântica.
O Comando desta Força Naval será
exercido pelo Comodoro Vizinha Mirones, cujo respectivo Estado-Maior
internacional estará embarcado no navio português.
A assinalar a largada do navio
estará presente, na Base Naval do Alfeite, o Ministro da Defesa Nacional,
Professor Doutor João Gomes Cravinho, o Chefe do Estado-Maior da Armada,
Almirante Mendes Calado, o Comandante Naval, Vive-almirante Silvestre Correia,
e o Subchefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares,
Contra-almirante Nobre de Sousa, entre outras entidades civis e
militares.
Antes de iniciar missão no SNMG1,
o navio irá cumprir a quarentena médico-sanitária no mar, participando, entre 6
e 10 de Julho na Viagem de Instrução de Cadetes do 4.º ano da Escola Naval, em
conjunto com a fragata “Álvares Cabral” e com o submarino “Tridente”, da
Marinha Portuguesa.
No período em que Portugal assume
o comando do SNMG1, entre 30 de julho de 2020 e 9 de Janeiro de 2021, esta
Força Naval irá contribuir para as Medidas de Tranquilização da NATO no Mar
Báltico, no Mar do Norte e no Atlântico Norte, estando também prevista a
participação em importantes exercícios combinados e/ou conjuntos naquela área
de operações.
A “Corte-Real” irá atracar na
Noruega a 26 de Julho, estando a entrega de Comando do SNMG1 agendada para dia
30 de Julho.
O Estado-Maior do Comandante do
SNMG1 é constituído por 18 militares e inclui elementos de Portugal, Alemanha,
Canadá, Espanha, Países Baixos, Reino Unido e Roménia.
A fragata “Corte-Real” é
comandada pelo capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e possui uma
guarnição de 180 militares, incluindo uma equipa médica, duas equipas do pelotão
de abordagem do Corpo de Fuzileiros e uma equipa de
mergulhadores-sapadores.
(Informação obtida do EMGFA)
Memória naval - Santa inconsciência
Mais um trabalho de compilação do nosso camarada Prof. João Freira. Para ler, como de costume, picar AQUI.
sexta-feira, 26 de junho de 2020
terça-feira, 23 de junho de 2020
S U B O R D I N A Ç Ã O
Subordinação - muito sinteticamente, é dependência.
Submissão - muito sinteticamente, é sujeição, é acto de se submeter.
Conforme vou vendo referências nos OCS a situações que me dispenso de adjectivar, como por exemplo, em relação ao antigo hospital militar que vem sendo submetido a obras e onde, aparentemente, irão ser colocados a breve trecho algumas pessoas doentes, sobre a situação do nosso HFAR acerca do qual foi havendo propaganda diversa, sobre o laboratório que se calhar pensavam deitar fora mas que afinal....., ou sobre certas condecorações, vou periodicamente visitando a nossa história recente, particularmente desde 1987.
Uma dos temas sempre defeituosamente tratados por políticos e sobretudo jornalistas, premeditadamente ou apenas por vergonhosa ignorância (vergonhosa, porque nunca a querem minimizar) é a defesa nacional (DN) como também a instituição militar (FA).
Para a esmagadora maioria dos ignorantes e de vários malfeitores que por aí se pavoneiam, DN = FA !!!!!
Partilho com os meus estimados amigos, camaradas, leitores, visitantes, a última parte da 1ª página da "Carta do CEMA", nº 5, de Março de 1998, assinada pelo CEMA, Alm Nuno Gonçalo Vieira Matias.
..........
Tem sido propalado, por alguns orgãos de comunicação social, o conceito da subordinação do chamado "poder militar" ao poder político.
Com a única intenção de contribuir, a nível interno, para alguma consonância na interpretação de tal expressão, entendi por bem tecer as seguintes considerações:
- O "poder militar", na acepção que habitualmente se lhe pretende dar nos meios de comunicação social, não existe. O que existe, isso sim, é uma componente militar do poder nacional, representada pelas suas Forças Armadas, essencial à defesa do País ou dos seus interesses vitais quando estes se encontrem ameaçados.
- No que respeita à subordinação do aparelho militar ao poder político, ela é inquestionável e constitui uma condição fundamental num Estado de direito democrático tal como, no nosso caso, está consagrado na Constituição.
....................
Claro, simples, inquestionável, mas continua a ver-se na sociedade, aqui e ali, que não percebem.. Melhor, querem lá saber.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Blogue Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Subordinação - muito sinteticamente, é dependência.
Submissão - muito sinteticamente, é sujeição, é acto de se submeter.
Conforme vou vendo referências nos OCS a situações que me dispenso de adjectivar, como por exemplo, em relação ao antigo hospital militar que vem sendo submetido a obras e onde, aparentemente, irão ser colocados a breve trecho algumas pessoas doentes, sobre a situação do nosso HFAR acerca do qual foi havendo propaganda diversa, sobre o laboratório que se calhar pensavam deitar fora mas que afinal....., ou sobre certas condecorações, vou periodicamente visitando a nossa história recente, particularmente desde 1987.
Uma dos temas sempre defeituosamente tratados por políticos e sobretudo jornalistas, premeditadamente ou apenas por vergonhosa ignorância (vergonhosa, porque nunca a querem minimizar) é a defesa nacional (DN) como também a instituição militar (FA).
Para a esmagadora maioria dos ignorantes e de vários malfeitores que por aí se pavoneiam, DN = FA !!!!!
Partilho com os meus estimados amigos, camaradas, leitores, visitantes, a última parte da 1ª página da "Carta do CEMA", nº 5, de Março de 1998, assinada pelo CEMA, Alm Nuno Gonçalo Vieira Matias.
..........
Tem sido propalado, por alguns orgãos de comunicação social, o conceito da subordinação do chamado "poder militar" ao poder político.
Com a única intenção de contribuir, a nível interno, para alguma consonância na interpretação de tal expressão, entendi por bem tecer as seguintes considerações:
- O "poder militar", na acepção que habitualmente se lhe pretende dar nos meios de comunicação social, não existe. O que existe, isso sim, é uma componente militar do poder nacional, representada pelas suas Forças Armadas, essencial à defesa do País ou dos seus interesses vitais quando estes se encontrem ameaçados.
- No que respeita à subordinação do aparelho militar ao poder político, ela é inquestionável e constitui uma condição fundamental num Estado de direito democrático tal como, no nosso caso, está consagrado na Constituição.
....................
Claro, simples, inquestionável, mas continua a ver-se na sociedade, aqui e ali, que não percebem.. Melhor, querem lá saber.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Blogue Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Etiquetas:
Alm Vieira Matias,
CEMA,
DN,
FA,
instituição militar,
Portugal
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Almirante NUNO G. VIEIRA MATIAS
Há poucos dias o Senhor Almirante Vieira Matias partiu para a sua derradeira missão.
A minha muito curta e fria comunicação reflectiu de forma rigorosa o nó na garganta e o silêncio que de mim se apoderaram.
Um Senhor, com defeitos e qualidades como todos nós, mas com elevadas e notáveis qualidades, e com o seu exemplo de vida e de cidadania e de militar soube sempre mostrar o que podia e devia ser uma vida de português digno, com pensamento próprio, trabalhador, com exemplar dignidade e com elevadíssimo espírito de servir o seu País.
Devo-lhe muito.
Alguns camaradas menos novos que eu entenderam em nome próprio e em nome de muitos mais realçar traços do Senhor Almirante Vieira Matias.
De entre os inúmeros aspectos que entenderam salientar, foi referida uma iniciativa concreta do então CEMA, as suas cartas, as Cartas do CEMA.
Nos meus arquivos em papel e em digital guardo muita coisa, há anos.
Deixo-vos aqui a primeira dessas cartas.
Nela, o então Almirante CEMA, dirigiu-se a todo o pessoal da Marinha, elucidando os seus propósitos com aquela forma de comunicação interna, salientando que ela não se substituia a outras formas institucionais.
Nessa carta, logo nas primeiras linhas e dentro do seu estilo de pensamento e acção, entre muitos aspectos abordados, o Alm Vieira Matias precisou a questão da reestruturação da Marinha, salientando os estudos nessa matéria, e referindo que "não podia garantir a evolução da Marinha para o modelo preconizado". Mas deixava clara a concepção do Plano de Forças desejável para o futuro.
A isto eu chamo, por exemplo, trabalho honesto e isento, honestidade intelectual.
Descanse em Paz senhor Almirante.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos. - marrevoltado.blogspot.pt)
Há poucos dias o Senhor Almirante Vieira Matias partiu para a sua derradeira missão.
A minha muito curta e fria comunicação reflectiu de forma rigorosa o nó na garganta e o silêncio que de mim se apoderaram.
Um Senhor, com defeitos e qualidades como todos nós, mas com elevadas e notáveis qualidades, e com o seu exemplo de vida e de cidadania e de militar soube sempre mostrar o que podia e devia ser uma vida de português digno, com pensamento próprio, trabalhador, com exemplar dignidade e com elevadíssimo espírito de servir o seu País.
Devo-lhe muito.
Alguns camaradas menos novos que eu entenderam em nome próprio e em nome de muitos mais realçar traços do Senhor Almirante Vieira Matias.
De entre os inúmeros aspectos que entenderam salientar, foi referida uma iniciativa concreta do então CEMA, as suas cartas, as Cartas do CEMA.
Nos meus arquivos em papel e em digital guardo muita coisa, há anos.
Deixo-vos aqui a primeira dessas cartas.
Nela, o então Almirante CEMA, dirigiu-se a todo o pessoal da Marinha, elucidando os seus propósitos com aquela forma de comunicação interna, salientando que ela não se substituia a outras formas institucionais.
Nessa carta, logo nas primeiras linhas e dentro do seu estilo de pensamento e acção, entre muitos aspectos abordados, o Alm Vieira Matias precisou a questão da reestruturação da Marinha, salientando os estudos nessa matéria, e referindo que "não podia garantir a evolução da Marinha para o modelo preconizado". Mas deixava clara a concepção do Plano de Forças desejável para o futuro.
A isto eu chamo, por exemplo, trabalho honesto e isento, honestidade intelectual.
Descanse em Paz senhor Almirante.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos. - marrevoltado.blogspot.pt)
Esta primeira carta tem ainda em anexo 4 páginas sobre os diversos aspectos da reestruturação da Marinha então preconizada
segunda-feira, 15 de junho de 2020
sábado, 13 de junho de 2020
FALECEU, meu PROFESSOR, meu AMIGO
Faleceu o Senhor, sim, o Senhor Almirante Vieira Matias.
Com defeitos e qualidades como todos nós.
Devo-lhe muito.
Muito me ensinou quanto a posturas na vida, e na carreira.
Um dos que tinha coluna vertebral.
Descanse em Paz.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos. - marrevoltado.blogspot.pt)
Faleceu o Senhor, sim, o Senhor Almirante Vieira Matias.
Com defeitos e qualidades como todos nós.
Devo-lhe muito.
Muito me ensinou quanto a posturas na vida, e na carreira.
Um dos que tinha coluna vertebral.
Descanse em Paz.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos. - marrevoltado.blogspot.pt)
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Memórias navais - Dois belos trechos
Outra memória naval, como de costume compilada pelo nosso camarada João Freire. AQUI.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Memóras navais - O Arsenal de Marinha
Mais outra memória naval, esta sobre o antigo Arsenal de Marinha em Lisboa.
Para ler, como de costume, carregar AQUI.
Para ler, como de costume, carregar AQUI.
sexta-feira, 22 de maio de 2020
Memórias navais - Os Fuzos em Angola
Mais outra, compilada pelo João Freire, da autoria do nosso saudoso camarada Manuel Pinto Machado.
Para aceder, picar AQUI.
Para aceder, picar AQUI.
terça-feira, 19 de maio de 2020
AINDA SÓ PASSARAM 47 ANOS
Hoje, 19 de Maio, pelas 2340 horas, fará 47 anos que, quando o navio em que eu prestava serviço durante a guerra em África navegava em ocultação total de luzes e em postos de combate/bordadas, fui/ fomos atacámos por bombordo no rio Cacheu, na Guiné, hoje Guiné-Bissau, numa zona mais acima da base dos fuzileiros, Ganturé.
Hoje, 19 de Maio, pelas 2340 horas, fará 47 anos que, quando o navio em que eu prestava serviço durante a guerra em África navegava em ocultação total de luzes e em postos de combate/bordadas, fui/ fomos atacámos por bombordo no rio Cacheu, na Guiné, hoje Guiné-Bissau, numa zona mais acima da base dos fuzileiros, Ganturé.
António Cabral
cAlmirante
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Etiquetas:
África,
Cacheu,
colónias,
comandos africanos,
fuzileiros,
Ganturé,
Guiné,
Guiné Bissau,
Marinha,
navios,
NRP Hidra,
províncias ultramarinas
sexta-feira, 15 de maio de 2020
terça-feira, 12 de maio de 2020
O FIM do UNIFORME de CADETE
"A Revista da Armada agora recebida traz um artigo sobre o novo Regulamento de Uniformes dos Militares da Marinha. Fazer alterações ao RUMM sempre foi um bico de obra, por mínimas que fossem. Esta parece ser uma grande revisão, e um detalhe que saltou à vista foi: Os cadetes da Escola Naval passam a usar os uniformes "3A" e "3B" com o mesmo corte e da mesma forma que a categoria de Oficial. Parece claro, acabou o uniforme de cadete! Porquê? Qual era o inconveniente? Incomodava quem? Neste desgraçado país as tradições acabam sempre por causa de alguns iluminados que pretendem ser modernos. O uniforme de cadete é bonito , tradicional e característico de uma Escola. Por isso se acaba.
P.S. Face a isto faz algum sentido ter um contingente de Fuzileiros com uniformes do século XVIII ?”
"A Revista da Armada agora recebida traz um artigo sobre o novo Regulamento de Uniformes dos Militares da Marinha. Fazer alterações ao RUMM sempre foi um bico de obra, por mínimas que fossem. Esta parece ser uma grande revisão, e um detalhe que saltou à vista foi: Os cadetes da Escola Naval passam a usar os uniformes "3A" e "3B" com o mesmo corte e da mesma forma que a categoria de Oficial. Parece claro, acabou o uniforme de cadete! Porquê? Qual era o inconveniente? Incomodava quem? Neste desgraçado país as tradições acabam sempre por causa de alguns iluminados que pretendem ser modernos. O uniforme de cadete é bonito , tradicional e característico de uma Escola. Por isso se acaba.
P.S. Face a isto faz algum sentido ter um contingente de Fuzileiros com uniformes do século XVIII ?”
O texto supra é da autoria do VAlmirante Nuno F. Barbosa e é retirado com a devida vénia do blogue que é casa do curso a que ele pertence - “Água aberta.....no oceano”.
Manifesto a minha concordância atrevendo-me a sublinhar a amarelo partes desse texto porque, de facto, parece-me que alguma coisa não faz qualquer sentido. É como estamos.
António Cabral
CAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Manifesto a minha concordância atrevendo-me a sublinhar a amarelo partes desse texto porque, de facto, parece-me que alguma coisa não faz qualquer sentido. É como estamos.
António Cabral
CAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Etiquetas:
cadetes,
Escola Naval,
Marinha,
militares,
modernices,
uniformes
segunda-feira, 11 de maio de 2020
CMG EMQ (Ref) António João George de Lacerda Nobre
Transcreve-se da "A voz da Abita":
"Estimados Camaradas,
É com profundo pesar que dou a conhecer o falecimento, hoje dia 10 de Maio de 2020, do nosso Camarada e Amigo Capitão-de-Mar-e-Guerra Engenheiro Maquinista Naval Ref António J. George de Lacerda Nobre.
Não tendo de momento mais informações, presto homenagem à sua memória e apresento os meus sentimentos de tristeza à sua Família e a todos os seus muitos Amigos e Camaradas e em particular aos do Curso "Nuno Tristão" ao qual ele pertencia.
JM Botelho Leal
--A Voz da Abita (avozdaabita@gmail.com)."
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas.
sábado, 9 de maio de 2020
Falecimento - CMG AN (REF) Fernando de Almeida Cavaco
Fomos há pouco confrontados com a tão inesperada como brutal notícia difundida pelo blogue "Água aberta...", do falecimento do nosso camarada Almeida Cavaco.
Mais uma grande perda, como Camarada, como Amigo.
A sua Mulher, Odete Cavaco e a sua Filha Gabriela Cavaco, aos seus camaradas do curso "Oliveira e Carmo" e aos seus Amigos, o "Navio ... desarmado" apresenta sentidas condolências.
D.E.P.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Outra memória: Relatório de viagem
Mais outra divulgação pelo nosso camarada Prof. João Freire.
Quem a quiser ler, basta que pique AQUI.
Quem a quiser ler, basta que pique AQUI.
segunda-feira, 4 de maio de 2020
A PROPÓSITO das FORÇAS ARMADAS
Em 16 de Outubro de 2018 coloquei um post na sequência da tomada de posse do actualmente designado Ministro da Defesa Nacional.
Nele fiz referências a alguns aspectos publicados em OCS que, respeitando naturalmente essas afirmações, a mim me pareceram quase de anedotário piroso. Por exemplo, a tal história Dr e diplomata quando, penso não estar errado, o senhor não é diplomata de carreira, o que não é desonroso pelo contrário, apenas elucida melhor a sua carreira.
Nesse texto de opinião interrogava-me sobre a sorte das FA em 40 anos ou pouco mais terem sido sempre tutelados por Drs, sobre o que transparecia de discursos e portanto mais uma vez parecendo - agora é que vai ser, tudo resolvido !! Tancos, orçamento, apetrechamento, hospital das FA, recrutamento, vencimentos, LPM.
Depois, atrevi-me até a deixar a sugestão para que Drs e jornalistas lessem com atenção a CRP, as leis todas enformando a instituição militar e os militares, e percebessem de uma vez por todas o que é a condição militar, e que os militares são servidores do Estado e não funcionários públicos.
Tenho andado a ver das evoluções dos diferentes assuntos que citei/ cito.
Estou esclarecido.
Acrescento, parece que com a aflição do presente, repito PARECE, que as luminárias se terão apercebido que seria recomendável não dar cabo de mais estruturas e infra-estruturas militares. PARECE.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
Etiquetas:
condição militar,
CRP,
FA,
legislação militar,
MDN,
militares,
pouca vergonha,
servidores do Estado
Subscrever:
Mensagens (Atom)