A PROPÓSITO das FORÇAS ARMADAS
Em 16 de Outubro de 2018 coloquei um post na sequência da tomada de posse do actualmente designado Ministro da Defesa Nacional.
Nele fiz referências a alguns aspectos publicados em OCS que, respeitando naturalmente essas afirmações, a mim me pareceram quase de anedotário piroso. Por exemplo, a tal história Dr e diplomata quando, penso não estar errado, o senhor não é diplomata de carreira, o que não é desonroso pelo contrário, apenas elucida melhor a sua carreira.
Nesse texto de opinião interrogava-me sobre a sorte das FA em 40 anos ou pouco mais terem sido sempre tutelados por Drs, sobre o que transparecia de discursos e portanto mais uma vez parecendo - agora é que vai ser, tudo resolvido !! Tancos, orçamento, apetrechamento, hospital das FA, recrutamento, vencimentos, LPM.
Depois, atrevi-me até a deixar a sugestão para que Drs e jornalistas lessem com atenção a CRP, as leis todas enformando a instituição militar e os militares, e percebessem de uma vez por todas o que é a condição militar, e que os militares são servidores do Estado e não funcionários públicos.
Tenho andado a ver das evoluções dos diferentes assuntos que citei/ cito.
Estou esclarecido.
Acrescento, parece que com a aflição do presente, repito PARECE, que as luminárias se terão apercebido que seria recomendável não dar cabo de mais estruturas e infra-estruturas militares. PARECE.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos - marrevoltado.blogspot.pt)
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