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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Navios nacionais em missões no estrangeiro

A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, parte na próxima segunda-feira, dia 6 de Julho, para integrar a “Standing NATO Maritime Group One (SNMG1)”, nas funções de “navio-almirante”, a fim de contribuir para a satisfação dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, no quadro da Aliança Atlântica.
O Comando desta Força Naval será exercido pelo Comodoro Vizinha Mirones, cujo respectivo Estado-Maior internacional estará embarcado no navio português. 
A assinalar a largada do navio estará presente, na Base Naval do Alfeite, o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Mendes Calado, o Comandante Naval, Vive-almirante Silvestre Correia, e o Subchefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Contra-almirante Nobre de Sousa, entre outras entidades civis e militares. 
Antes de iniciar missão no SNMG1, o navio irá cumprir a quarentena médico-sanitária no mar, participando, entre 6 e 10 de Julho na Viagem de Instrução de Cadetes do 4.º ano da Escola Naval, em conjunto com a fragata “Álvares Cabral” e com o submarino “Tridente”, da Marinha Portuguesa.
No período em que Portugal assume o comando do SNMG1, entre 30 de julho de 2020 e 9 de Janeiro de 2021, esta Força Naval irá contribuir para as Medidas de Tranquilização da NATO no Mar Báltico, no Mar do Norte e no Atlântico Norte, estando também prevista a participação em importantes exercícios combinados e/ou conjuntos naquela área de operações. 
A “Corte-Real” irá atracar na Noruega a 26 de Julho, estando a entrega de Comando do SNMG1 agendada para dia 30 de Julho. 
O Estado-Maior do Comandante do SNMG1 é constituído por 18 militares e inclui elementos de Portugal, Alemanha, Canadá, Espanha, Países Baixos, Reino Unido e Roménia.
A fragata “Corte-Real” é comandada pelo capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e possui uma guarnição de 180 militares, incluindo uma equipa médica, duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores. ​


(Informação obtida do EMGFA)

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Regresso a Portugal da "Corte Real" após envolvimento em exercícios

A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, regressou esta manhã (09ABR) à Base Naval de Lisboa, depois de integrar, desde o dia 8 de Março, o grupo aeronaval do porta-aviões francês “Charles de Gaulle”.
Em 33 dias de missão e mais de 600 horas de navegação, a fragata portuguesa escoltou o porta-aviões francês no Oceano Atlântico e Mar do Norte. 
Esta missão fez parte da preparação do navio para assegurar as funções de navio-almirante do “Standing NATO Maritime Group 1”, durante o segundo semestre de 2020, e resulta do cumprimento de compromissos internacionais assumidos no âmbito da cooperação naval luso-francesa, contando com a participação de unidades navais de diversas nacionalidades, nomeadamente: francesa, espanhola, alemã, belga, holandesa, dinamarquesa e norueguesa.
Esta força-tarefa tinha inicialmente previsto participar em dois grandes exercícios internacionais, designadamente o “FRISIAN FLAG 2020” e o “JOINT WARRIOR 201/GRIFFIN STRIKE”. Todavia, a influência da pandemia causada pelo COVID-19, obrigou ao cancelamento ou redução do espectro de ambos os exercícios e à restrição de entrada da força nos portos, obrigando a um permanente esforço de replaneamento.
Perante estes constrangimentos, a “Corte-Real”, assim como a restante força, aproveitando a oportunidade de treino que uma força naval multinacional europeia a operar no mar oferece, executou um intenso programa operacional, cobrindo todo o espectro das operações navais. Desta forma, foi possível ao navio português manter padrões operacionais, aprimorar valências e garantir a interoperabilidade com unidades navais de marinhas aliadas e amigas, dignificando não só o navio, mas também a Marinha e Portugal.​
Este navio é comandado pelo Capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e a guarnição do navio (incluindo duas equipas de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores) é constituída por 183 militares.
(Informação disponibilizada pelo EMGFA)

sábado, 7 de março de 2020

Navios em Missão no estrangeiro: NRP" CORTE REAL"

A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, larga domingo, dia 8 de Março, da Base Naval de Lisboa, para integrar o grupo aeronaval do porta aviões francês “Charles de Gaulle” 2020 (GAN20), até ao próximo dia 15 de Abril.
A “Corte-Real” sendo um navio especialmente vocacionado para a escolta de unidades navais valiosas é nessa qualidade que será empenhado, escoltando o porta-aviões francês, durante o seu empenhamento operacional no Atlântico e Mar do Norte. 
O navio português irá integrar uma força-tarefa constituída por meios navais de diferentes nacionalidades (Portugal, França, Espanha, Alemanha, Bélgica, Holanda e Dinamarca) que, durante o período definido, irá participar em dois grandes exercícios internacionais, designadamente o FRISIAN FLAG 2020 e o JOINT WARRIOR 201/GRIFFIN STRIKE. 
Estes exercícios multinacionais de grande dimensão, contam com a participação de dezenas de meios navais e aéreos e constituem-se como uma valiosíssima oportunidade de treino, contribuindo para aprimorar valências em todo o espectro de operação de uma unidade naval combatente, e permitindo manter os padrões operacionais e de interoperabilidade com unidades navais de marinhas aliadas e amigas.
A participação na operação GAN20 resulta do cumprimento de compromissos internacionais assumidos no âmbito da cooperação naval luso-francesa. 
Este navio da Marinha Portuguesa é comandado pelo Capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e a guarnição do navio (incluindo duas equipas de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores) é constituída por 171 militares.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Fragata portuguesa no maior exercício da NATO de sempre

A nossa Fragata “Corte-Real”, integrada na força naval permanente da NATO (Standing NATO Maritime Group 1 - SNMG1), iniciou no dia 22 de Outubro de 2018, a participação no exercício “Trident Juncture 18”, ao largo da Noruega, que junta cerca de 52 navios, 150 aeronaves e 17.000 militares no terreno, constituindo uma demonstração de poder naval por parte da Aliança Atlântica.
Este exercício da NATO, que decorre até 7 de Novembro, é o maior de todos os tempos, quer em meios quer em quantitativos de pessoal. Tem como objectivo testar a resposta e interoperabilidade da forca naval a um exigente cenário, assim como o treino em todas as áreas da Guerra Naval convencional, contra terrorismo, Cyberataque e na condução de tiro de artilharia contra alvos aéreos, superfície e em terra.
O cenário deste exercício consiste numa situação fictícia de violação da soberania de um dos estados membros da NATO, neste caso a Noruega, com invocação do artigo V. para defesa colectiva. Ao navio português foi atribuída a função de “Force Anti-Surface Warfare Commander” ou Comandante de guerra de superfície.
Está prevista ocorrer nos dias 29 e 30 de Outubro a visita ao teatro de operações do Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, durante a qual será realizada uma demonstração de capacidades.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

MEMÓRIAS OPERACIONAIS
Muito longe vão os tempos dos exercícios navais, no Canal da Mancha, no Mediterrâneo, no mar do Norte, nas nossas costas.
Lembrei-me deles há dias, ao ver alinhados/ desalinhados vários barcos.
Possível classificação para a "Formation" (agarrada ao fundo) que se mostra na fotografia?  "arbitrary", "unorganized", "irregularly",  "atypical"?
NÃO, talvez a mais adequada seja - "Wine Formation"


António Cabral
cAlmirante, reformado,
(Chapéus há muitos)