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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Regresso a Portugal da "Corte Real" após envolvimento em exercícios

A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, regressou esta manhã (09ABR) à Base Naval de Lisboa, depois de integrar, desde o dia 8 de Março, o grupo aeronaval do porta-aviões francês “Charles de Gaulle”.
Em 33 dias de missão e mais de 600 horas de navegação, a fragata portuguesa escoltou o porta-aviões francês no Oceano Atlântico e Mar do Norte. 
Esta missão fez parte da preparação do navio para assegurar as funções de navio-almirante do “Standing NATO Maritime Group 1”, durante o segundo semestre de 2020, e resulta do cumprimento de compromissos internacionais assumidos no âmbito da cooperação naval luso-francesa, contando com a participação de unidades navais de diversas nacionalidades, nomeadamente: francesa, espanhola, alemã, belga, holandesa, dinamarquesa e norueguesa.
Esta força-tarefa tinha inicialmente previsto participar em dois grandes exercícios internacionais, designadamente o “FRISIAN FLAG 2020” e o “JOINT WARRIOR 201/GRIFFIN STRIKE”. Todavia, a influência da pandemia causada pelo COVID-19, obrigou ao cancelamento ou redução do espectro de ambos os exercícios e à restrição de entrada da força nos portos, obrigando a um permanente esforço de replaneamento.
Perante estes constrangimentos, a “Corte-Real”, assim como a restante força, aproveitando a oportunidade de treino que uma força naval multinacional europeia a operar no mar oferece, executou um intenso programa operacional, cobrindo todo o espectro das operações navais. Desta forma, foi possível ao navio português manter padrões operacionais, aprimorar valências e garantir a interoperabilidade com unidades navais de marinhas aliadas e amigas, dignificando não só o navio, mas também a Marinha e Portugal.​
Este navio é comandado pelo Capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e a guarnição do navio (incluindo duas equipas de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores) é constituída por 183 militares.
(Informação disponibilizada pelo EMGFA)

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

NRP "D. Francisco de Almeida" em Missão NATO

O NRP “D. Francisco de Almeida” parte hoje quinta-feira, dia 01 de Agosto de 2019, para uma missão da NATO no Atlântico e Mediterrâneo, onde integrará o “Standing Nato Maritime Group 1 (SNMG1)”, até ao próximo dia 12 de Novembro.
O navio  vai contribuir para a satisfação dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, no quadro da Aliança Atlântica. Durante esta missão, a fragata integrará o “2nd Carrier Strike Group” ​da Marinha dos Estados Unidos e participará num exercício internacional no Canadá, no exercício de certificação da “High Readiness Force Maritime” e num exercício NATO de Guerra Eletrónica e defesa anti-míssil.
Durante o processo de aprontamento operacional para a SNMG1, que decorreu entre 9 de Maio e 13 de Junho de 2019 no Reino Unido, a fragata “D. Francisco de Almeida” foi submetida ao “Operational Sea Training (OST)”.
A função primária dos SNMG é dotar a NATO de uma capacidade naval permanente e de disponibilidade imediata para conduzir operações no âmbito da NRF (“NATO Response Force”) e não-NRF, bem como outras actividades, para intervenção num largo espectro de operações militares.
Esta fragata “D. Francisco de Almeida” é comandada pelo capitão-de-fragata Ricardo José Gomes da Silva Inácio e possui uma guarnição de 174 militares, incluindo duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros e uma equipa de mergulhadores-sapadores.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Fragata portuguesa no maior exercício da NATO de sempre

A nossa Fragata “Corte-Real”, integrada na força naval permanente da NATO (Standing NATO Maritime Group 1 - SNMG1), iniciou no dia 22 de Outubro de 2018, a participação no exercício “Trident Juncture 18”, ao largo da Noruega, que junta cerca de 52 navios, 150 aeronaves e 17.000 militares no terreno, constituindo uma demonstração de poder naval por parte da Aliança Atlântica.
Este exercício da NATO, que decorre até 7 de Novembro, é o maior de todos os tempos, quer em meios quer em quantitativos de pessoal. Tem como objectivo testar a resposta e interoperabilidade da forca naval a um exigente cenário, assim como o treino em todas as áreas da Guerra Naval convencional, contra terrorismo, Cyberataque e na condução de tiro de artilharia contra alvos aéreos, superfície e em terra.
O cenário deste exercício consiste numa situação fictícia de violação da soberania de um dos estados membros da NATO, neste caso a Noruega, com invocação do artigo V. para defesa colectiva. Ao navio português foi atribuída a função de “Force Anti-Surface Warfare Commander” ou Comandante de guerra de superfície.
Está prevista ocorrer nos dias 29 e 30 de Outubro a visita ao teatro de operações do Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, durante a qual será realizada uma demonstração de capacidades.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

ZEE, submarinos e fragatas


A solicitação do JVB reproduz-se aqui um artigo do blogue Aventar onde se traz "à baila a questão "submarinos" sob o ponto de vista do dinheiro neles gasto comparativamente a outros buracos da nação e daquilo a que ele chama, e bem, o "mapa cor-de-rosa" do Atlântico."
Para aceder ao artigo devem seguir esta ligação.