sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Ainda outra...

Não são necessárias mais instruções, é só clicar AQUI.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Mais outra...

... memória naval: quer ler? Carregue aqui.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Legendagem na televisão

Tenho visto em legendagens de canais de televisão situações caricatas que ultrapassam os frequentes erros de ortografia: Desde uma situação alusiva ao processo judicial do ex-Presidente do Brasil Lula da Silva em que na legenda se referia que "Sete dos seis juíses decidiram..." e que fotografei para memória futura, até à que recentemente visualizei (RTP1 21JAN2020) e que aqui disponibilizo sem mais comentários, colocando-se-me no entanto a dúvida se terão ocorrido alterações aos Regulamentos de Uniformes da Marinha e Força Aérea portuguesas que  ainda não são do meu conhecimento:







sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Memórias navais

Mais outra. Para ler, como de costume, carregar AQUI.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Memórias navais

Mais outra compilação do nosso camarada João Freire.
Para a ler picar AQUI.

CMG MN (Ref) Joaquim Manuel Simas Abrantes


É com pesar que o "Navio... desarmado" informa o falecimento, ontem, do Dr. Simas Abrantes. Tinha 82 anos. Será celebrada uma missa na Igreja da Cova da Piedade pelas 0930 hrs de sexta-feira seguindo o funeral (pelas 1030 hrs) para o cemitério da Costa da Caparica. 
Apresentamos sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

M A R I N H A
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Pedido de informação


Recebida a seguinte mensagem:
"Ao arrumar documentos de 1973 encontrei um recorte do jornal A Província de Angola, sobre uma exposição de pintura de Manuel Ribeiro Melo e Cunha.
Caso me pudesse ser indicado um endereço poderei enviar à sua família.
Com os melhores cumprimentos
Mário Reis".

Esperemos que algum dos nossos leitores possa ajudar o Sr. Mário Reis. "O Navio... desarmado" agradece desde já..
No  PAÍS  de  MARINHEIROS..........
Mas, causa surpresa o que está para suceder ao Bérrio, como a prazo poderá suceder com outros?
A mim não causa surpresa nenhuma.
Basta recordar como alguns regressavam depois de idas ao 7º piso.
Desgraçado país.
António Cabral
cAlmirante , reformado
(chapéus há muitos)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

A vedeta das onze.

Mais outra... memória naval.
Para a ler, carregar AQUI.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

MILITARES e CIVIS
Às voltas com os meus arquivos, encontro sempre preciosidades guardadas. Considero ser o caso que aqui exponho. 
Há 23 anos, um dos meus melhores amigos, professor catedrático, proferiu uma alocução subordinada a este tema, Militares e Civis.
Salvo melhor opinião, um texto de lúcida análise da nossa sociedade e de permanente actualidade.
Aqui deixo alguns excertos dessa alocução em cerimónia pública.
"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como  forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia  de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades"sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
....................... 
Salvo melhor opinião, lúcido, clarinho, límpido, directo.
Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente as corjas de todas as cores que gostam mais de ouvir do que compreender.
Há que não perder a esperança.
António Cabral 

cAlmirante, reformado
(Chapeus ha muitos)

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

A  PROPÓSITO
A propósito de certas barbaridades que se observam suceder na nossa vida pública, verdadeiras alarvidades periodicamente proferidas por quem não tem de facto a menor noção do que deve fazer no seu cargo temporário, lembrei-me de um dito conhecido que reza assim - Quando não se é capaz de fazer bem as coisas, então deve aprender-se a apreciar fazê-las mal
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapeus ha muitos)

sábado, 25 de janeiro de 2020

Contributos para o futuro das FA's?

Tendo eu, quando ainda ao serviço, sido assessor Militar de quatro Ministros da Defesa Nacional, fiquei em 23 deste mês de Janeiro ao ler o jornal "Público" completamente banzado com tanta clarividência do nosso actual Ministro da Defesa Nacional, Dr. João Gomes Cravinho, em duas ideias para o futuro das nossa Forças Armadas:
1. "Jovens com interesse pela vida militar podem ter a experiência de uma noite num quartel".
2. "Temos de melhorar a formação dada nas Forças Armadas. Quem sai deve sair mais qualificado do que quando entrou."

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Mais uma Memória Naval

Como já nos habituou, mais outra Memória Naval compilada pelo João Freire. Picar AQUI para a ler.
PARA os DISTRAÍDOS e outros
Para os distraídos que por aí se pavoneiam, para os incompetentes que se juntam aos magotes e cada vez em maior número, para os doutores da mula russa, e para os letrados das reformas gritadas e anunciadas que nunca saem do papel, deixo esta verdade inultrapassável bem lembrada no passado mas que (i) responsáveis insistem em ignorar :
"You have (or not) a Navy".
"You raise an Army". Period.

Só para ver se fica claro.
António Cabral
cAlmirante, reformado,
(Chapéus ha muitos)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Viagem do NE "SAGRES" em 2020

O acompanhamento da actual viagem do NE "SAGRES" pode ser vista aqui.

domingo, 19 de janeiro de 2020

DEFESA  NACIONAL (DN)
Muito mais que Forças Armadas (FA)
Mas, tirando militares dedicados, desde há muito, e desde muito antes de 24 de Abril de 1974, a esmagadora maioria dos meus concidadãos  entendem defesa nacional = forças armadas.
Quando é sabido que as FA são um dos pilares da DN, pilar decisivo, naturalmente.
Algum tempo depois do 25 de Abril, e diria que algures até à década de 90 do século passado, muitas elites civis "pelavam-se" por ter o curso do Instituto de Defesa Nacional (IDN). O "cartãozinho" com a inscrição de "auditor" era nessa época um "status".
Independentemente de serem ou não auditores, estou a lembrar-me de vários homens e mulheres que durante muito tempo foram considerados e ainda o são, e na maioria com mérito, estudiosos e conhecedores das problemáticas da DN e das FA. Por exemplo, Adriano Moreira, Maria Carrilho, ou Ângelo Correia.
E no plano dos militares vários muito se evidenciaram publicamente nesta matéria.
Mas as realidades e vários homens foram sempre retorcendo tudo ou quase tudo.
Começou logo com o nome da lei elaborada sobretudo por Freitas do Amaral, da qual o cidadão comum retirava fácil e erradamente DN = FA.
Com Cavaco Silva e Fernando Nogueira começou a contração que, do meu ponto de vista, era absolutamente necessária embora, na minha opinião naturalmente, algumas orientações deixassem muito a desejar. Seguiu-se mais desastrosamente o consulado Guterres/  Vitorino. Se uns tratavam/ trataram do País/ do partido/ das FA a partir do 7º andar, outros quase lá não punham os pés.
Continuou o homem das feiras, sobre o qual se não deve perder tempo (opinião minha, naturalmente, não me comovo com o que de bom chegou para a Marinha).
Com Sócrates e os seus ajudantes a coisa foi piorando, e se o desastre era já grande, veio o homem do hífen para estilhaçar o resto.
Daí para cá conhece-se o desastre continuado.
Agora, anunciam-se roteiros, TANCOS e outras vergonhas estão aparentemente a marcar passo, e a expressão "doa a quem doer" faz cada vez mais impressão atenta a realidade das coisas.
Do passado mais ou menos recente, tivemos no reinado presidencial de Cavaco Silva a chamada dos antigos combatentes aos 10 de Junho. Do reinado presidencial actual a periódica exaltação "os melhores dos melhores".
Mas as realidades do País mostram, desgraças várias no seio das FA com mortes e roubos por decifrar, no País, para lá da CGD, pouco mais parece haver de efectivamente em mãos nacionais.
Dos OCS, aparece a denúncia da trágica mimetização de organizações ZERO no seio dos militares, desistências de tomar refeições, aparecimento outra vez de folhetos anónimos.
Tudo isto a somar aquilo que acho terrível pelo que pode significar, e que é haver militares a pagar para se irem embora. 
E o que resulta dos que se calhar querem ir embora mas não vão por falta de dinheiro? 
Que realidades aí estão, e que consequências para a instituição militar?
Quanto à vida dos militares e das suas famílias basta atentar em alguns exemplos à volta do IASFA, das ADM, do nosso hospital, e dos vencimentos ao fim do mês. Quantos preferiam ir para a GNR?
Quanto à consideração que por mim nutrem como antigo combatente estamos conversados, há muito tempo.
Perder a esperança? NUNCA.
Mas que me metem nojo metem.
Se no activo não apertei a mão a certos dignitários, no presente assim continuarei a fazer se me aparecerem pela frente.
E se com a idade as SS e as LL começam a dar uns sinais de que existem, a minha coluna vertebral é muito direitinha.
Eu sei, estes desabafos nada resolverão, mas os silêncios ainda menos.
Como o ratinho mijando no Oceano - qualquer bocadinho pode ajudar. Eu tento, talvez desajeitadamente, por isso também, a ajuda era importante.
António Cabral
cAlmirante Reformado
(chapéus ha muitos)

sábado, 18 de janeiro de 2020

DESCOBRIMENTOS,....e.....Fernando Pessoa

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus ha muitos)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Outra Memória Naval

Mais outra, como até aqui compilada pelo nosso camarada Prof. João Freire.
Para a ler, carregar AQUI.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Ministro anuncia roteiros da Defesa Nacional
(13 de janeiro de 2020; texto retirado do "sítio" do MDN; sublinhados e comentários da minha responsabilidade)

A iniciativa foi apresentada pelo Ministro Joao Gomes Cravinho e servirá para promover uma maior aproximação entre as Forças Armadas e a sociedade civil. Através de diversas deslocações pelo país, desenvolvidas em parceria com os municípios e os governos regionais, pretende-se fomentar o debate em torno da Defesa Nacional, envolvendo as vertentes militares, sociais, económicas (presumo que nunca falarão por exemplo das relevantes diferenças salariais entre militares das FA e elementos da GNR equiparados), educativas e culturais associadas ao setor, que muitos desconhecem.

A primeira edição arranca ainda em janeiro e terá como destinos Vila Real, Lamego e Baião. Será uma oportunidade para reforçar o diálogo “entre decisores e cidadãos, entre os níveis intermédios da administração pública e o poder central, sem esquecer a família militar que faz todos os dias acontecer a Defesa Nacional(defesa nacional é muito mais que FA, mas é assim que estamos e continuamos)”, anunciou João Gomes Cravinho durante as celebrações do dia da Academia Militar.

O Ministro presidiu no dia 12 de janeiro às comemorações que assinalaram os 230 anos do estabelecimento de ensino superior militar, que se dedica sobretudo à formação de oficiais destinados aos Quadros Permanentes do Exército e da Guarda Nacional Republicana. “Temos um imenso orgulho na história da Academia Militar e na formação de elevadíssimo nível que aqui tem sido ministrada ao longo da sua existência”, sublinhou.

Entre os 444 alunos a frequentar atualmente a instituição, João Cravinho destacou o aumento das mulheres, que já representam quase 12% da população estudantil. O Ministro diz que é preciso continuar a trilhar estes caminhos, com mais mulheres, em mais especialidades e nas armas combatentes. Defende ainda que se trata de uma questão de princípio de igualdade democrática, “mas é também um desafio importante em termos da melhoria constante das nossas Forças Armadas, pois as mulheres trazem mais valias qualitativas e importantes às fileiras”, afirmou.

Sobre a participação feminina nas Forças Armadas, João Gomes Cravinho recordou também o papel da Academia Militar na implementação do “primeiro curso de formação de formadores de género, em linha com os compromissos assumidos no Plano Setorial de Defesa Nacional para a Igualdade».

Durante a intervenção, o Ministro da Defesa Nacional vincou a contínua presença de alunos de países irmãos de língua portuguesa, “que veem em Portugal um espaço de aprendizagem conjunta, e cuja presença muito nos honra”, fazendo votos “para que este percurso enriqueça as relações entre os nossos países”.
De olhos postos no futuro e em jeito de desafio, João Gomes Cravinho referiu que também a Academia Militar deverá pensar «em novas formas de ir ao encontro dos nossos jovens e de trabalhar com as escolas, porventura em parceria com o Instituto de Defesa Nacional, para apresentar a Defesa Nacional, dar a conhecer, informar e debater».

A foto em baixo retrata instantes antes da chegada das altas entidades.

António Cabral
cAlmirante , reformado
(chapéus ha muitos)

domingo, 12 de janeiro de 2020

Novo Comandante Naval


Na próxima terça-feira, dia 14 de janeiro, pelas 10H40, realiza-se na Estação Naval da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, a Cerimónia de Entrega de Comando do novo Comandante Naval, vice-almirante Alberto Manuel Silvestre Correia, que irá render o vice-almirante Henrique Eduardo Passaláqua de Gouveia e Melo. A cerimónia será presida pelo pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Maria Mendes Calado.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Memórias Navais

Mais outra muito interessante memória naval, compilada pelo nosso camarada João Freire. Para lê-la, carregar AQUI.

CMG (Ref) Carlos Alberto Marques Machado dos Santos



É com profundo pesar que "O Navio... desarmado" vem comunicar o falecimento, no passsado dia 9 de Janeiro, do Cte Machado dos Santos, curso "Luís de Camões". Tinha 76 anos. Apresentamos sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
Logo que conhecidos serão aqui indicados detalhes sobre as cerimónias fúnebres.

Nota: Hoje (10 de Jan) o corpo estará numa Capela Mortuária da Igreja Matriz da Cova da Piedade, a partir das 1830 hrs. No Sábado (11 Jan), pelas 1000 hrs, o funeral sairá da Capela Mortuária para o cemitério de Vale de Flores (Almada) onde será cremado pelas 1030 hrs.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Combate ao tráfico de escravos

Mais uma memória naval, das compiladas pelo Prof. João Freire, nosso camarada.
Como habitualmente, para aceder a ela, carregar AQUI.
Mensagem de Ano Novo do PR. 
Algumas Considerações
(a amarelo, frases da mensagem)
Forças Armadas tratadas como efectivo símbolo de identidade nacional, sim, palavras muito bonitas, sobretudo quando nada faz para obrigar o governo a olhar para a pouca vergonha que é militares dos quadros permanentes a pagar para saírem das Forças Armadas. Se pagam para sair, e pagam violentamente, isto deve ter alguma significado. Praças a sair das FA para a GNR passam a ganhar logo mais 200,00 a 250,00€ segundo a AOFA. Não sabe disto? Não tem casa militar?
Justiça respeitada, sim, mas como se altera a lentidão dos processos, como se corrige os excessos de garantismos tão bem forjados em Coimbra décadas atrás?
Forças de Segurança apoiadas, sim, e isso deve estar a ser conseguido com o atraso inacreditável nos concursos de admissão para suprir (e não vão suprir) as centenas de abates ao activo previsto a curto prazo.
Longe, porque ficaram à espera de reconhecimento por campanhas africanas, sim, e vão continuar à espera, ou não fossem sobretudo mas não só os socialistas a desprezarem os antigos combatentes.
Um novo ciclo que tem de ser de esperança mais do que de descrença ou desilusão, sim, absolutamente de acordo, mas não se vai lá só com pompa e circunstância, com demagogia, com centralização em Lisboa e Porto, com mergulhos no mar.
Muita espuma!
António Cabral

cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)