Na próxima terça-feira, dia 14 de janeiro, pelas 10H40, realiza-se na Estação Naval da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, a Cerimónia de Entrega de Comando do novo Comandante Naval, vice-almirante Alberto Manuel Silvestre Correia, que irá render o vice-almirante Henrique Eduardo Passaláqua de Gouveia e Melo. A cerimónia será presida pelo pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Maria Mendes Calado.
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domingo, 12 de janeiro de 2020
domingo, 21 de junho de 2015
A propósito de memórias do passado.
Muita papelada se junta ao longo da vida. E muita fui destruindo ao longo do tempo.
Nas voltas e reviravoltas de hoje pelos arquivos na garagem, fui dar com um "papel", manuscrito por mim, numa altura em que estive uma grande parte de uma tarde a conversar com um elemento muito importante na Superintendência de Material da Marinha Holandesa. Passava o ano de 1992.
Assunto base, a prontidão operacional.
À data, diziam-me, seguiam escrupulosamente uma regra sintetizada por uma fórmula, que reproduzo em baixo sem a simbologia adequada, porque não sei como escrever isso no computador:
Operational readiness =
/material readiness X //personnel readiness X / instruction, training, education
(onde / pretende representar a raiz quadrada e // a raiz quarta; além disso, nessa altura, eles lutavam sempre para que a primeira parcela (material readiness) fosse sempre superior a 0,75).
Isto relembrado, independentemente das eventuais evoluções de fórmulas e conceitos, e presente os apertos que se conhecem, muito gostava de saber como vão as coisas por cá.
Muito gostava de ser mosca, para poder observar sem ser visto.
E muito gostava de ser vespa, para dar uma valente ferroada no titular do cargo do 7º andar do edifício cor de rosa.
António Cabral, cAlmirante, reformado
Muita papelada se junta ao longo da vida. E muita fui destruindo ao longo do tempo.
Nas voltas e reviravoltas de hoje pelos arquivos na garagem, fui dar com um "papel", manuscrito por mim, numa altura em que estive uma grande parte de uma tarde a conversar com um elemento muito importante na Superintendência de Material da Marinha Holandesa. Passava o ano de 1992.
Assunto base, a prontidão operacional.
À data, diziam-me, seguiam escrupulosamente uma regra sintetizada por uma fórmula, que reproduzo em baixo sem a simbologia adequada, porque não sei como escrever isso no computador:
Operational readiness =
/material readiness X //personnel readiness X / instruction, training, education
(onde / pretende representar a raiz quadrada e // a raiz quarta; além disso, nessa altura, eles lutavam sempre para que a primeira parcela (material readiness) fosse sempre superior a 0,75).
Isto relembrado, independentemente das eventuais evoluções de fórmulas e conceitos, e presente os apertos que se conhecem, muito gostava de saber como vão as coisas por cá.
Muito gostava de ser mosca, para poder observar sem ser visto.
E muito gostava de ser vespa, para dar uma valente ferroada no titular do cargo do 7º andar do edifício cor de rosa.
António Cabral, cAlmirante, reformado
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