segunda-feira, 24 de setembro de 2018

CFRG (Ref) Jaime Luís de Sousa Vieira Coelho



Lamentamos informar que faleceu a 20 de Setembro, com 75 anos, o Comandante Vieira Coelho. Natural do Porto ingressou na Escola Naval em 1961, para o curso "Nuno Tristão", tendo passado à reforma em 1994. Desempenhou vários cargos durante a sua carreira na MGP, destacando-se, nos últimos da sua vida no activo, como representante do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada junto do Governador Civil de Faro no âmbito da Protecção Civil, Director da Estação Radionaval de Sagres e, interinamente, Capitão do Porto de Faro.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas.

sábado, 22 de setembro de 2018

POR AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FA, HOSPITAL, FINANÇAS, e CAMBADA de MALANDROS
Ainda não há muito tempo, as Forças Armadas (FA) detinham mais do que um hospital, o da Marinha que entretanto foi comprado aparentemente para vir a ser "um "charme" qualquer, o Exército com mais do que um em Lisboa e pelo menos mais um no Porto, e a Força Aérea com o seu na área onde, depois de muitas complicações corporativas, administrativas, indecisões, etc, foi localizado o hoje designado Hospital das Forças Armadas (HFA). 
O único das FA, em Lisboa, e que qualquer cidadão comum pensaria que a reorganização em causa teria sido um bom e importante passo na estrutura das FA.
Engano puro, pelo que se vai vendo desde que formalmente o dito cujo hospital foi decidido.
Passa-se os olhos pelos OCS e descobre-se que, sob os olhos do  patético ministro da chamada defesa nacional, o HFA estará num estado comatoso em certas áreas logísticas, certas áreas estruturais.
Aparentemente, nos últimos 3 anos terá havido sucessivas retenções orçamentais por parte do patético mago das finanças, mago que com todas as cativações e sorrisos patéticos leva a brilhantes resultados nas contas públicas mas, também, brilhantes resultados como no HFA. Lista sem fim em sectores do Estado.
Pesquisa-se, e recorda-se que o patético anterior PR, Cavaco Silva, se despediu das FA na sua qualidade de comandante supremo das FA (CSFA) precisamente no HFA. Caucionou portanto a situação, e lá estiveram alguns do costume a dar-lhe sorrisos e prendinhas.
O actual CSFA ri muito, fala muito, "selfiza-se", mas a realidade do "seu" hospital é, pelos vistos uma lástima.
O governo, e concretamente o homem dos "bluejeans" e o seu amigo Azeredo continuam impantes, e foram ao dia do Estado-Maior General das FA (EMGFA) anunciar mundos e fundos para as FA. Entretanto, o HFA está pelos vistos uma lástima. 
Incoerências? NÃO SENHOR, um ESTADISTA!
Outra coisa interessante é ver, e creio que muito justamente, a Associação dos Oficiais das FA (AOFA) insurgir-se veementemente  contra este estado de coisas.
Igualmente interessante, é continuar a observar o ensurdecedor silêncio de uns pantomineiros que tinham mais do que obrigação profissional de se insurgirem contra o estado em que está o HFA. Antes de 2015 não se calavam, e em várias ocasiões fizeram muito bem. 
Agora, que a cor é sua, e outras ligações, fecham-lhes a boca. 
É sempre edificante registar estas coisas.
É o que temos, mas como cidadãos poucos merecemos
E os militares portugueses e as suas famílias não merecem ser assim tratados.
Será que em poucos dias, ou semanas, NÃO MESES, digo dias ou semanas, as verbas de milhões serão descativadas?
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

terça-feira, 18 de setembro de 2018

PIADOLAS ANTIGAS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

ESTALEIRO IMPROVISADO
Mais um estaleiro improvisado.
Pela observação deste exemplar, esta manhã, e de dezenas de muitos outros em estado de conservação estranhíssimo, que se podem observar pela margem Sul / arco ribeirinho entre Trafaria e a ponte em VFXira, continuo a interrogar-me (designadamente desde há seis anos) onde parará o cumprimento da lei, a que estarão ainda obrigados, suponho, SEF, GNR, AMN, capitania porto Lisboa, departamentos vários do MAmbiente.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Será de Duvidar?
Dizem-me que está ali, em Penha Garcia, há muitos anos. 
Tem até toponímia indicativa. 
Mas fica-me sempre a dúvida: terá sido roubada, fazia parte do que a GNR de Loulé (??) encontrou no arvoredo aqui há tempos?
Felizmente, é evidente, que é já sucata!!! Ufff, que susto apanhei...
AC

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

FARÓIS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
POR  AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
ESTALEIRO  IMPROVISADO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

sábado, 8 de setembro de 2018

REFORÇAR   RETENÇÃO
Não, não sejam marotos, não é um problema de retenção de urina.
Acabei de ler o que vem nos OCS, e concretamente no "Público", acerca das forças armadas.
O sempre interessante ministro da tutela anunciou "importantes medidas socialistas".
Estou em crer que as associações dos militares não vão ficar exultantes, e não creio que seja apenas para estar contra. Aguardemos.
Anunciou o ex-ERC que, os contratados das FA ao chegar ao fim dos contratos têm a garantia de vir a ser bombeiros ou entrar para as forças de segurança (30% probabilidade).
Racional da medida ?
Para tentar inverter a situação actual em que quase ninguém quer ir para a tropa e, cheira-me, sobretudo para o Exército.
Porque será?
Claro que o inefável politiquinho nunca explicou direitinho aos portugueses (tal como todos os antecessores desde 25ABR74), porque razão a juventude portuguesa, desde a geração mais bem preparada (podem rir) à menos bem preparada, nem quer ouvir falar na possibilidade de andar a varrer paradas nas unidades do Exército, ou a enjoar nos navios da Marinha, ou a dar cabo dos ouvidos com barulho de aeronaves.
Que coisas nos podem vir à cabeça quando entramos nestas matérias ?
> Está bem clara, definida, a razão de ser das FA no Portugal do século XXI ?
> Está definitivamente afastada a perspectiva de que Portugal não deve ter FA, como algumas "prendas" defendem ?
> Está definitivamente aceite por todos os políticos e elites e partidos políticos, de que a defesa nacional (DN) não deve ser NUNCA MAIS tema de luta política/partidária ?
> Está claro nas cabecinhas iluminadas (??!!) que DN não é igual a FA, as quais são apenas um importante pilar, uma componente, a componente militar da DN ?
> Quando perceberão as criaturas políticas que apetrechar uma Marinha de Guerra, e uma Força Aérea, não é a mesma coisa que arregimentar pessoal? Para que fique claro - "you have or not a Navy; you raise an Army. Period!!!!
> Acerca da DN e das FA, continuo a ter a percepção nítida, de que para a maioria dos farsantes que persistem em rebentar com o País, importa é conversa, palavras ocas, enaltecer instituições nos dias festivos, quando o que é urgente e vai muito atrasado, é conhecimento, visão estratégica, liderança, e equipas fortes, equipas em todos os sectores da vida nacional. Como sempre temos tido, não é verdade ?
> Quanto a incentivos, que tal ponderar os vencimentos dos militares das FA, no quadro de todos os servidores dos Estado ? (sim, outra falácia, é considerar os militares como funcionários públicos)
> E levar a sério a indispensável ligação FA - empresas - universidades ?
> E quanto à questão - condição militar - os actuais governantes bem como os anteriores não persistem em desprezar legislação variada, existente, legal ?
> Finalmente, serviço militar obrigatório (SMO) sim ou não, regime de contrato, e aspectos relacionados, deixarei para outro post.

Uma coisa me parece evidente, com as criaturas actuais e na senda das anteriores, medidas avulsas, desgarradas, "pour épater les Bourgeois". 
Mas a isto, certos senhores, sempre muito inchados e que até há três anos tanto palravam, agora continuam caladinhos perante o que se vai passando.
É o que temos, e poucos merecemos.
António Cabral

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Fados sobre a Marinha: Ex-NRP "Gonçalo Velho"

Cantado pela Hermínia Silva o fado "O Gonçalo Velho" pode ser recordado e ouvido aqui.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

DEFESA NACIONAL
O inefável PM foi postar-se em frente das chefias militares e anunciou que dentro de poucos anos estaremos, com alguma ajuda, com 1,98% do PIB. Assim sim.
Já estamos melhor que os 1,1% do homem do hífen. Estamos catitas, temos homem.
Três coisinhas mais:
> fica-me a certeza de que o senhor continua a ter a ideia de que DN = FA;
> tratou de, cautelosamente, dizer que se deve investir sempre que se pode,..........pois!
> pela cara com que está na fotografia do "Público", quase dá a impressão que ainda lhe dói o estômago por causa de Tancos.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

domingo, 2 de setembro de 2018

Regresso de Missão do NRP "ARPÃO"

Após dois meses em missão no Mediterrâneo central, o submarino "Arpão" da Marinha portuguesa regressou em 31 de Agosto, à Base Naval, no Alfeite.
Durante a missão realizada em apoio à operação “SOPHIA” da Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR MED), que tem como principal objectivo contribuir para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas, bem como para o combate ao contrabando de combustíveis no Mediterrâneo central, o submarino “Arpão” contabilizou 16.374 navios identificados, em 45 dias na área de operações e perto de 1000 horas de patrulha em imersão. 
A missão primordial do submarino português consistiu na identificação de navios que constam nas bases de dados internacionais, conhecidos ou suspeitos de exercerem actividades ilícitas associadas ao financiamento ilícito e indirecto de organizações criminosas, ou associadas ao terrorismo transnacional e, consequentemente contribuir para manutenção da segurança marítima nesta região do mediterrâneo.
Este submarino da Marinha portuguesa foi capaz de detectar e recolher informação de 43 navios referenciados pela missão da União Europeia presumivelmente como navios relacionados com actividades ilícitas.
Durante as operações realizadas o "Arpão" caracterizou também o tipo e padrões de navegação e as principais linhas de comunicação marítima do Mediterrâneo central, região do globo conhecida por ser uma das principais artérias por onde passa o tráfego marítimo mundial.
O submarino português apoiou simultaneamente a operação “SEA GUARDIAN” da NATO, tendo  prestado um relevante contributo  através da partilha de informação do panorama marítimo com as marinhas da Aliança.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Sagres


Hoje de manhã, ao largo de Cascais e de largada para Lisboa.
Do MAR, dos RIOS
 
AC

sábado, 25 de agosto de 2018

OS DIAS QUENTES....MUITO QUENTES
Os dias muito quentes por altura das tragédias em Monchique passaram, e eu percorri zonas em que o carro marcou entre 38 e 41ºC.
Mas posso garantir aos meus estimados companheiros de blogue e visitantes que, na passada 2ª Feira, 20 de Agosto, lá para cima, bem perto da linha divisória, apanhei 39º C. 
Depois do programa matinal e de ter terminado o almoço cerca das 1340h, cada vez que saía do carro na companhia da NIKON D 90 para observar rios património edificado etc, ela cumpria o seu dever mas questionava-me sempre se eu estava a gostar de me sentir assado; o ar estava espesso/asfixiante, tórrido, e quase perto das 1500h apareceram os tais 39º C. 
Aliás, passei por uma zona onde, para além de me cruzar quase a 5 Km/h com infinita precaução por ""enormes postas Barrosãs de cornos enormes"", passei na zona de incêndio recentíssimo e vi um reacendimento que, asseguro, nada tem de simpático.
Decidi como um verdadeiro almirante: dei forte corda ás quatro rodas e pouco mais de 75 minutos depois estava nos magníficos aposentos a vestir o calção de banho e segui..........a saciar-me como podem ver. Cerca das 1700 h, dentro da piscina 24º C, fora de água 35ºC.
António Cabral
COMEÇAR BEM o DIA
Durante vários dias, começar assim a manhã dá/ deu muita genica para as "descobertas" da natureza e culturais. 
País riquíssimo, nestes domínios.
António Cabral
FÉRIAS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Dia Mundial do Cão


Face à paupérrima actividade deste "Navio" (julga-se que ainda navega ... ou será que já não?) resolvi retirar da página da Marinha na Net uma notícia referente ao Dia Mundial do Cão, uma área talvez pouco conhecida.

"No próximo domingo (26 de agosto) assinala-se o Dia Mundial do Cão. Desde o início do ano, os 14 canídeos do Núcleo Cinotécnico da Marinha Portuguesa já realizaram 107 ações de Busca e Deteção de Estupefacientes e Explosivos e também demonstrações Cinotécnicas.

O Núcleo de Cinotecnia faz parte do Comando do Corpo de Fuzileiros e situa-se na Escola de Fuzileiros, no Barreiro. Atualmente é composto 7 militares fuzileiros e 14 canídeos, dos quais 7 atuam na área de Busca e Deteção de Estupefacientes e os outros 7 na área de Busca e Deteção de Explosivos.
“Zarco”, um Labrador Retriever, é o mais recente membro desta equipa e encontra-se ainda em formação na área de Busca e Deteção de Estupefacientes.
Esta semana, a cadela “Emma”, uma pastora alemã que também faz parte do Núcleo, deu à luz na Escola de Fuzileiros quatro cachorros (2 machos e 2 fêmeas, todos com 500 gramas)"

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

CASTRO MARIM - Fortificações

Na sequência das referências a fortificações iniciadas e continuadas pelo António Cabral e também por outros neste blogue, aqui deixo mais uma, sobre o Castelo e Forte de S. Sebastião, sitos no extremo Leste do sotavento algarvio, precisamente em Castro Marim, a também referenciada por terra do sal e senhora de um historial riquíssimo (declaração de interesse: sou natural de lá).
A povoação actualmente apelidada de Castro Marim, é antiquíssima, havendo aí vestígios da presença humana que remontam ao final da Idade do Bronze (século IX a.C.) e início da Idade do Ferro (século VIII a.C.).
Em 1274 D. Afonso III, receoso de eventual agressão por parte do reino vizinho e das investidas dos piratas e corsários que não raras vezes assolavam a costa instaurando um clima de insegurança, violência e rapina e reconhecendo que a posição de Castro Marim, num cerro sobranceiro à foz do rio, lhe conferia uma excelente situação estratégica na defesa e vigilância do reino pela visão privilegiada sobre um extenso território à volta, manda edificar o Castelo Velho e atribuir à vila uma Carta de Foral em 1277. É esta a data simbólica da fundação de Castro Marim.
Seu filho, D. Dinis, na mesma linha política, manda reforçar o Castelo Velho com uma Cerca em 1279, a Cerca Vilã, com vista a intensificar o povoamento e aumentar a capacidade defensiva da vila, principalmente após a cedência de Ayamonte ao reino de Castela e em 1282 confirma e reforça os foros e privilégios anteriormente conferidos por seu pai.
Durante a Guerra da Restauração (1640 – 1668) são mandados construir o Forte de S. Sebastião, a Cerca seiscentista, o Revelim de Stº. António e a Bateria do Registo, para melhor controlar a navegação no Guadiana e o acesso ao Forte.
Hoje a importância militar de CM não tem significado e a sua afirmação em termos económicos e sociais não tem sido fácil dada a concorrência do (muito) mais recente e dinâmico concelho de VRSA. Restam-lhe as indústrias do sal e do turismo, com ressurgimento da primeira e desenvolvimento da segunda, já que as actividades agrícola e pesqueira pouco significado têm.
A quem tiver interesse e sobretudo a paciência de ler algumas despretensiosas notas, embora muito poucas, sobre esta terra do sal, convido a ler umas linhas que escrevi e que foram publicadas no Boletim da Associação dos Pupilos do Exército, a pedido do seu Director, meu amigo e contemporâneo daquela instituição.
Quem tiver essa coragem, é favor carregar aqui.






domingo, 12 de agosto de 2018

UM MODESTO CONTRIBUTO
Modesto contributo fotográfico para o magnífico apontamento que o Nunes da Cruz quis convosco partilhar acerca de Cacela Velha, porventura não conhecido de todos.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

sábado, 11 de agosto de 2018

Fuzileiros portugueses na Lituania (comunicado do EMGFA)

Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana


11-08-2018

A Força de Fuzileiros da Marinha portuguesa, integrada na missão da NATO no quadro das medidas de tranquilização na Lituânia, realizou, no dia 7 de agosto, uma operação anfíbia em conjunto com a Marinha Lituana e a “Dragoon Battalion”, unidade militar lituana parceira da Força de Fuzileiros  portuguesa em missão naquele país , sendo esta a primeira operação deste género efetuada pelas Forças Armadas Lituanas e na história da Marinha Lituana.
Com as adequadas medidas de segurança e num cenário simples, foram conduzidas todas as fases de uma operação anfíbia de pequena envergadura, do tipo raid/incursão anfíbia, nomeadamente o planeamento, embarque, movimento, ensaio, “shapping”, “ação” e “terminação”.
Esta operação foi efetuada na sequência do bloco de treinos dedicados às operações anfíbias, no qual é efetuado o treino de táticas, técnicas, procedimentos e perícias básicas.
A Marinha portuguesa proporcionou assim à Marinha lituana um momento histórico no seu currículo operacional, ao mesmo tempo que garantiu a possibilidade de edificação de uma nova capacidade na Força militar lituana, congénere dos fuzileiros portugueses.

Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana2 - 2531
Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana3 - 2532
Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana4 - 2533
Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana5 - 2534
Fuzileiros portugueses conduzem primeira operação anfíbia da Marinha lituana6 - 2535

Fotos: Laura Sky

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Cacela Velha - Património histórico


Recanto do Forte de Cacela (Velha) e primitiva barra da Ria Formosa no seu extremo E.
A partir do momento em que foi aberta a barra (artificial) de Tavira, a de Cacela começou a assorear encontrando-se no estado actual.
Possuo cópia de uma carta de 1854 do Capitão dos portos de VRSA e Tavira, dirigida ao Major General da Armada, apresentando “… o incluso esboço da Planta deste Rio e Barra, que tencionava passar a limpo, e ao mesmo tempo também observar e verificar vários pontos que desempenhei à pressa …”,  “… por isso não tem a exactidão necessária como erão os meus desejos mas lembrando-me que em esta ocasião talvez possa servir d’algum esclarecimento para atenuar o desfavorável effeito que devem ter causado os repetidos náufragos nesta Barra, supondo-a mais perigosa e difícil…”.
Segundo o “Jornal do Algarve” de 2 de Agosto de 2018, escavações arqueológicas levadas a cabo há pouco no sítio do Poço Antigo desta vila de Cacela, puseram a descoberto a sua riqueza patrimonial e histórica. Permitiram a exumação de 10 esqueletos humanos pertencentes à geração dos povoadores cristãos da região, após a conquista do Algarve aos mouros em 1249 e a descoberta de um gato no cemitério.
Sob esta necrópole foi descoberto um bairro almóada dos séculos XII e XIII, escavadas que foram duas casas de pátio interior, circundadas por compartimentos.
Inclui-se também, para encerrar, a vista deste local para Espanha.
(Nota: a primeira foto não é de minha autoria)





Pavilhão das Galeotas


A foto foi obtida por mim durante o lançamento do Livro de Curso do OC em 26 de Setetembro de 2013. O texto foi retirado da página da Marinha na Net:

"A propósito da comemoração do 56º aniversário do Pavilhão das Galeotas, a 15 de agosto, o Museu de Marinha vai proporcionar neste dia, às 10h30, uma visita guiada gratuita ao local, mediante inscrição prévia.

Há 56 anos, a 15 de agosto de 1962, o Museu de Marinha mudava-se de armas e bagagens para as instalações que ocupa até hoje, no Mosteiro dos Jerónimos. Nessa altura era também inaugurado o primeiro pavilhão construído de raiz em Portugal para efeitos museológicos, o Pavilhão das Galeotas, concebido pelo arquiteto Frederico George, e que alberga atualmente a maior e mais valiosa coleção de embarcações Reais de grande aparato no Mundo.

A atividade está limitada a um número máximo de 35 participantes, sendo que as inscrições devem ser feitas até às 17h00 do dia 14 de agosto, na bilheteira do Museu de Marinha ou através do telefone, pelo número 210 977 388.​​​"

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Ainda o Seminário do GREI


Para os eventuais interessados informa-se que estão disponíveis no Site do GREI-Portugal  as intervenções que constituiram parte integrante do programa do Seminário realizado  na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 04JUL p.p.
Para aceder aos respectivos vídeos podem seguir esta ligação.