sábado, 30 de dezembro de 2023
domingo, 24 de dezembro de 2023
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
A PROPÓSITO DE FORÇAS ARMADAS
Espetáculo de Natal das Forças Armadas
15 de dezembro de 2023
O Presidente da República esteve presente no Espetáculo de Natal das Forças Armadas, que contou com a participação da Escola Portuguesa de Arte Equestre, no picadeiro Henrique Calado, em Lisboa.
Evento solidário com a Associação dos Deficientes das Forças Armadas. (do sítio da Presidência da República)
sábado, 16 de dezembro de 2023
Apresentação do livro “saberes que tornaram possíveis… As Grandes Navegações Portuguesas” na Sociedade de Geografia de Lisboa (2ª feira, 18 de Dezembro, 15h30)
O Eng.º João Senos da Fonseca, natural de Ílhavo, tem estudado, investigado e divulgado, entre outros, vários assuntos relacionados com a temática marítima, designadamente sobre a construção naval, a pesca do bacalhau e os descobrimentos portugueses. Tem quase duas dezenas de livros publicados e é coautor de documentários em vídeo sobre a Faina Maior, já exibidos na RTP 1, um dos quais recentemente. Em 2011 foi-lhe atribuído pela Academia de Marinha o Prémio “Alm. Sarmento Rodrigues" pela sua obra “Embarcações que tiveram berço na laguna”. É oficial da Reserva Naval (5º CEORN 1962).
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
Infelizmente a vida está cheia de agruras, tragédias, e por vezes prendas de Natal inesperadas, e muito tristes.
Não perco a esperança.
A todos, amigos, conhecidos e anónimos, que têm a gentileza de ler neste blogue os desabafos deste "marrevoltado" que não se desvia dos valores e princípios inerentes à decência e à honestidade intelectual e à procura do rigor, e onde critico e aplaudo sem facciosismo e reconheço quando erro, os meus votos para que as "festas" Vos decorram o melhor possível.
Que 2024 não vos seja adverso.
Saúde.
Calm, ref
domingo, 10 de dezembro de 2023
sábado, 9 de dezembro de 2023
CMG FZ (Ref.) Vasco Manuel Teixeira da Cunha Brazão
Recebida através de "A voz da Abita" a seguinte informação:
"Estimados Camaradas,
É com muita tristeza que damos a conhecer o falecimento do nosso Camarada Capitão de Mar e Guerra FZ (Ref) Vasco M. T. da Cunha Frazão. As Cerimónias Fúnebres decorrerão com o seguinte horário:
No Sábado, Velório na Capela de São Julião da Barra, junto ao Tribunal de Oeiras, das 17 às 22 horas.
No Domingo - Na mesma Capela visitas a partir das 10:00h e onde será celebrada uma Missa de Corpo Presente pelas 14 horas, estando prevista a saída do féretro pelas 15:00,
Serão prestadas Honras Militares junto ao Crematório de Barcarena, pelas 15:30h.
Apresentamos sentidas condolências à sua Família, e aos seus Amigos e Camaradas, em particular aos do Curso Hermenegildo Capelo (1964) que em parte frequentou."
"O Navio... desarmado" associa-se a esta manifestação de pesar e apresenta os pêsames à Família do Cdte Brazão e aos seus amigos e camaradas.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
O estado deste ESTADO
duas semanas. A operação foi designada "Gota de água".
E em que consistia? Os laboratórios que têm a obrigação de zelar pelo bem público, incluindo a saúde dos cidadãos, falsificava as análises da água, colocando em perigo a saúde dos cidadãos. Onde irá parar o país, quando se chega a Isto?
O combate à corrupção torna-se prioritário…
domingo, 3 de dezembro de 2023
A IDADE NÃO SE ALTERA
É importantíssimo levar uma vida activa, física e mentalmente, depois de sermos reformados, com mais tempo para a família e outros interesses.
Mas a idade não se altera.
Importante que não se altere a boa disposição, a alegria e vontade para enfrentar as dificuldades da vida e, sobretudo, que a saúde não se altere para lá do que a genética de cada um comanda.
Bom Domingo, boa tarde e boa sorte. Saúde adequada à idade.
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Os Telefones têm Ouvidos
De Alfredo Caldeira e do nosso Engenheiro Possidónio Roberto vai ser lançado no próximo dia 11 de Dezembro na Torre do Tombo. Aqui está o convite:
Aqui ficam os desejos de que a apresentação seja um sucesso.
quarta-feira, 29 de novembro de 2023
CMG EMQ (ref.) Jorge Santana da Silva.
"É com muita tristeza que informamos que na madrugada de 25 de Novembro faleceu o CMG EMQ ref. Jorge Santana da Silva. As cerimónias fúnebres decorrem esta tarde - 29 Novembro - com velório na Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição na Costa da Caparica a partir das 17:30 e, no dia imediato, missa às 09:30 seguindo-se o cortejo fúnebre para o cemitério de Vale Flores no Feijó onde será cremado."
"O Navio... desarmado" expressa sentidas condolências à Família do Eng. Santana da Silva e aos seus amigos e camaradas, nomeadamente aos do curso D. Lourenço de Almeida.
sábado, 25 de novembro de 2023
POIS. . . .
Deve ter sido nisto em que se inspiraram para o que se vai vendo.
Calm, ref
terça-feira, 21 de novembro de 2023
sexta-feira, 17 de novembro de 2023
Caros "desarmados", caros camaradas de armas.
CENTENO AVISA
quinta-feira, 16 de novembro de 2023
9 anos
terça-feira, 14 de novembro de 2023
A VIAGEM AO CANADÁ – O PROJECTO CREOULA "DE NOVO NA TERRA NOVA” (AGOSTO 1998) – 25º ANIVERSÁRIO / 6AGO2023
No passado dia 6 de Agosto, os Amigos do Museu de Ílhavo comemoraram os 25 anos do projeto CREOULA ‘DE NOVO NA TERRA NOVA’, projeto que em Agosto de 1998 fez regressar o NTM Creoula, antigo lugre bacalhoeiro, a St. Jonh’s, capital da Província da Terra Nova e Labrador, no Canadá, seis anos após o fecho das águas territoriais canadianas à pesca do bacalhau.
O projeto "De Novo na Terra Nova" foi uma das missões mais expressivas que o NTM Creoula cumpriu após o término da sua atividade nas campanhas de pesca do bacalhau e sua posterior adaptação a navio de treino de mar (NTM), tendo sido importante na reaproximação diplomática entre Portugal e o Canadá..
A ideia desta viagem e do projeto "De Novo na Terra Nova" de rememorar a presença da ‘”White Fleet’” portuguesa em terras canadianas, partiu da Sra. Patrícia Dole, à época Embaixadora do Canadá em Portugal, ideia que recebeu o total apoio dos dois países.
Ao contactar os Amigos do Museu de Ílhavo, encontrou nestes um forte aliado, constituindo-se, a partir daí, uma Comissão Executiva, sediada no Museu Marítimo de Ílhavo, englobando os Amigos do Museu de Ílhavo (AMI), o Município de Ílhavo (CMI) e a Universidade de Aveiro (UA), nascendo assim o projeto.No dia 9 de Agosto de 1998 acudiram milhares de pessoas ao cais nº 10 do porto bacalhoeiro da Gafanha da Nazaré para viverem a saída do NTM Creoula com destino à Terra Nova.
O Presidente da República Jorge Sampaio, entre aquela massa humana, dirigiu-se ao navio para cumprimentar o seu comandante, o então capitão-de-fragata Júlio Sajara Madeira, o diretor de Treino de Mar, o saudoso Capitão Francisco Marques - numa missão igualmente simbólica, já que havia sido o último comandante do navio, enquanto lugre da pesca do bacalhau, no ano de 1973 -, bem como todos os instruendos e a guarnição.
Na sessão solene comemorativa, realizada no Museu Marítimo de Ílhavo em 6 de Agosto, foi exibido o vídeo A Viagem ao Canadá – O Projecto “Creoula de Novo na Terra Nova”, realizado por Hugo Calão e com texto* do então Navegador do navio com.te António Mourinha, o qual pode ser visto aqui.
* Artigo publicado na Revista da Armada de Março de 1999
Fonte: AMI Amigos do Museu de
Ílhavo
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
sábado, 11 de novembro de 2023
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
terça-feira, 31 de outubro de 2023
CTEN (Ref) Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques
É com muita tristeza que informamos que ontem, com 78 anos de idade, faleceu o Comandante Manuel Aníbal Coelho Rebelo Marques. Tinha ingressado na Escola Naval em Setembro de 1963 como cadete de Marinha do Curso “Corte Real”, tendo sido promovido a guarda-marinha em Janeiro de 1967. Durante o seu percurso escolar destacou-se como um excelente músico, tendo integrado o conjunto musical que então existia na Escola Naval. Especializou-se em Artilharia e realizou comissões de embarque nas fragatas “Álvares Cabral” e “Comandante Sacadura Cabral” em Moçambique. Foi promovido a capitão-tenente em Agosto de 1977 e, pouco depois, passou à Reserva, fixando-se na sua terra natal algarvia onde estudou e passou a dedicar-se à Biologia Marítima, no quadro da Universidade do Algarve.
“O navio… desarmado” expressa as suas condolências à Família do Comandante Rebelo Marques, bem como aos seus amigos e camaradas, sobretudo do Curso “Miguel Corte Real” a que pertenceu.
As cerimónias fúnebres decorreram esta tarde na Igreja de S. Luís em Faro.
domingo, 29 de outubro de 2023
Um pouco por todo o país, houve/ há associativismo, colectividades, agremiações, imensa gente que sobretudo nas aldeias e vilas ao longo dos tempos de juntaram, com intuitos de cultura, recreio, lazer, divulgação do seu nome e origens.
De entre essas instituições de raiz mais popular sobressaem colectividades várias particularmente as que têm bandas filarmónicas, algumas com bastante renome.
Em Alcochete, uma vila muito típica e simpática, existe desde 1898 a "Sociedade Imparcial 15 de Janeiro".
Esta colectividade de cultura e recreio, promove designadamente o ensino da música, tem uma banda filarmónica, e tem contribuído ao longo dos anos para a projeção do concelho de Alcochete e divulgação do seu bom nome.
Esta banda filarmónica tem tido inúmeros sucessos em competições diversas, nacionais e internacionais, de que saliento o 1º lugar no concurso de bandas civis em tempos organizado pela EDP, troféus diversos para melhor banda taurina, uma medalha de prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, e diversos prémios em concursos em Espanha e Itália.
Uma curiosidade interessante, esta banda filarmónica tem desde 1998 a direcção do maestro António Francisco Rei Menino que, durante 34 anos foi um importante elemento da excelente Banda da Armada.
Tenham um bom Domingo, saúde.
António Cabral
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Há pouco tempo escrevi este texto
COMPRA de CASAS GRANÍTICAS
Sou alfacinha, nascido em Lisboa, como milhares de muitos da minha geração e das gerações próximas e, portanto, de S. Sebastião da Pedreira. Por razões que a maior parte dos de hoje não saberá.
Convivo com a Beira-Baixa desde 1969 e, muito particularmente, com os concelhos de Castelo Branco, Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova, sendo o ponto central a aldeia de Monsanto.
Conheço, portanto, um pouco mais que "poucochinho" (Costa Dixit) do mundo Beirão.
Neste mundo, do que havia em 1969 pouco resta a não ser evidentemente o que não é fácil fazer desaparecer, designadamente penedos, muita pedra, montes, casario pouco degradado/ destruído. Casario onde está omnipresente o granito.
O jornal Expresso publicou recentemente um pequeno texto e fotografias sobre casas graníticas, e informou que há e haverá crescente procura para esse tipo de casas, e identificou até alguns preços de aquisição, variando entre 3 000,00 e 30 000,00 Euros!
A dada altura do texto há uma relativa abordagem para os problemas concretos inerentes ao assunto. Nomeadamente a questão da reconstrução dessas casas graníticas.
O texto da notícia não aborda com detalhe concreto os diversos e diferentes problemas inerentes à reconstrução das casas graníticas.
Do meu ponto de vista passa superficialmente sobre a real situação de todo o interior.
Sei bem do que estou a falar.
A compra de casas por exemplo no distrito de Castelo Branco.
Basta consultar os sítios das conhecidas imobiliárias com sede em Castelo Branco por exemplo para ficar com uma ideia de realidades. Realidades algo diferentes do noticiado.
Quase cada casa é um caso diferente. Seja dentro ou fora de uma quinta de 3 a 6 ou 8 hectares.
Há muitas casas em que as paredes exteriores estão bem preservadas, direitas e sólidas, não precisando de ser demolidas/ desmanchadas parcialmente para as "endireitar".
Hã muitas casas destelhadas, outras nem tanto, bastante menos com telhado e estrutura de madeira em boas condições.
Há muitas casas em que se aproveitam apenas as paredes exteriores.
A reconstrução depende, naturalmente, do ponto de partida/ que tipo de casa/ estado de conservação, dos meios financeiros, do gosto do proprietário.
Nos casos de casas em aldeias históricas, nos casos em que a lei vigente impõe controlo específico sobre a reconstrução, tudo se torna mais complicado. A burocracia surge em todo o seu português esplendor, o exercício de poderes funcionais acontece por vezes com um descaramento inacreditável, as licenças camarárias demoram por vezes imenso, etc.
Mas a reconstrução impõe que o proprietário arranje quem lhe faça o projecto de arquitectura, que lhe trate do processo junto da câmara municipal, que os projectos técnicos igualmente sejam aprovados, etc.
Mas decisivo, o projecto de arquitectura tem de ser apreciado por quem se encarregará da reconstrução. Alguém que apresentará a proposta de orçamento. A prudência aconselha obter mais de uma proposta.
E logo aqui podem começar os problemas. E começam. Exemplos que bem conheço no distrito de Castelo Branco, há muito poucos que têm capacidade/ estrutura para trabalho sério, começado e terminado dentro dos prazos acordados. Executado com qualidade.
E, descendo a coisas ainda mais concretas e que conheço bem, em casas graníticas e variando de caso para caso, um aspecto crucial tem a ver com os operários que trabalham em pedra. E há muito poucos nos concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Penamacor. Conheço alguns, designadamente da aldeia de Escalos de Cima, que para mim já trabalharam, três deles de elevadíssima qualidade técnica, Têm um problema, atingirão nos próximos meses a idade da reforma. Substitutos? Não foram ainda encontrados.
Este problema supra explicado é idêntico quando se pensa em canalizadores, electricistas etc.
Casas graníticas? Sim, há casos e casos, tal como quintas de 2, 3, 4, 5, ou um pouco mais de hectares. Há diferenças entre Trás-os-Montes e Beiras por exemplo. A ideia que tenho e baseada em vários casos concretos dos últimos 20 anos particularmente na Beira-Baixa, é de que está cada vez mais difícil adquirir e depois reconstruir. De Outubro de 1991 até ao presente há diferenças abissais, repito abissais, preços, empresas, operários, câmaras municipais, legislação, etc.
Fico por aqui. Não vou abordar a questão da crescente especulação, de estrangeiros (endinheirados, que conheço, e outros a roçar os pés descalços e andam pelo interior de certos concelhos) e de nacionais, nem de questões (algumas inacreditáveis) inerentes aos processos administrativos e às câmaras municipais e inerentes também à estrutura actual e legislação relativas a aldeias históricas.
Mas possuir uma boa casa granítica, bem reconstruída, respeitando a região mas com o conforto contemporâneo é, de facto, uma maravilha, porventura um luxo. Está-se muito bem na aldeia!
AC
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VOLTO AO ASSUNTO, depois de ler o Expresso de 6ª Feira passada falar de - Trocar a cidade pela aldeia e ficar a ganhar.(pags 18 e 19 caderno de Economia)
Um pouco diferentemente de artigo anterior que me levou às considerações supra, não falam expressamente em casas graníticas.
Apresentam 5 (cinco) casos, de quem passou da cidade para o interior.
E apresentam casos concretos de gastos em casa no interior.
Um dos casos que me chamou à atenção, é o de uma senhora que afirma ter investido 1,2 milhões € na compra de uma ruína! Depois, mais à frente, a mesma senhora confessa que o custo de vida é muito mais barato agora na sua "ruína"! Não está indicado quanto custou modernizar a dita ruína.
Num dos casos indicados, um meu concidadão toca numa das questões mais determinantes, afirma ele - o problema reside na falta de mão de obra na construção civil, não há operários, e quando conseguimos ajustar uma obra já marcam para 2025.
Outro caso dos cinco é o de um concidadão que se mudou para uma das aldeias que conheço muito bem, a Soalheira, aldeia pequena, de facto com boa ligação à A23 e ….. tem queijos óptimos.
Em síntese, e salvo melhor opinião, sim mudar para o interior é uma óptima ideia, o pior são as realidades.
Sim, é fácil o trabalho à distância, sim a vida é mais barata, sim em vários locais já existe fibra óptica e rapidez de acesso a auto-estradas, etc. Mas quem tiver filhos pequenos, quem ponderar seriamente as questões de apoio na saúde, a escolaridade, a construção civil, talvez encontre algumas pedras pelo caminho.
E sim, há sítios óptimos, mas duvido que 99,9% dos que pensam e gostariam de abandonar as cidades tenham no mínimo 100 000,00€ para reconstruções. E, de certeza que raros serão os que irão investir uns "cêntimos " em ruínas baratinhas como o indicado no Expresso.
Enfim, artigo para encher chouriços. Se calhar isto explica parcialmente a brutalidade da dívida que têm!
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)