quinta-feira, 27 de setembro de 2018

CMG (Ref) José Carlos Borges de Brito Subtil



Foi através de uma mensagem do Alm. Botelho Leal que tivemos conhecimento de mais este funesto acontecimento:

"Estimados Camaradas,

É com profunda tristeza que dou a conhecer o falecimento, num curto espaço de uma semana, de mais um camarada do curso Luís de Camões, o Zé Carlos Brito Subtil que ocorreu nesta madrugada após prolongado tratamento médico.
O seu velório terá lugar a partir das 18 horas de hoje, terça-feira, na Igreja do Santo Condestável em Campo de Ourique, estando prevista a celebração da missa de corpo presente a partir das 14h30m de amanhã, seguindo depois  para o cemitério dos Olivais para cremação.
A toda a sua Família o testemunho do meu imenso pesar pela perda de um grande Amigo e Camarada!

José Manuel Botelho Leal
   V/Alm Ref"

"O Navio... desarmado" associa-se a esta manifestação de pesar e apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.

Recebida a seguinte nota:
"Estimados Camaradas e Amigos,
A pedido da sua Família dou a conhecer que na próxima Terça-feira, dia 2 de Outubro, pelas 19h30m, será celebrada a Missa do 7º Dia em memória do nosso camarada José Carlos Brito Subtil, a qual terá lugar na Igreja de São Mamede (ao Rato).
Saudações Amigas,
José M. Botelho Leal"

À PROCURA DA ARCA PERDIDA

Retirado da página da Marinha:


“À Procura da Arca Perdida. Comandante Estácio dos Reis (1923-2018)” é a exposição temporária que estará patente no Museu de Marinha, de 28 de setembro de 2018 a 3 de janeiro de 2019, sendo uma exposição que tem por tema a vida e obra do capitão de-mar-e-guerra Estácio dos Reis.
Ao Comandante Estácio dos Reis deve-se a identificação do nónio, que se encontra no Museu de História da Ciência de Florença, em Itália, tratando-se do único construído segundo o método de Pedro Nunes no século XVI, adaptado a um quadrante náutico. Além disso, teve também um papel importante na integração de astrolábios e de dois globos de William Jansz Bleau, de 1645 e 1700, nas coleções do Museu de Marinha.

A exposição temporária estará patente ao público na Sala Seixas do Museu de Marinha, e poderá ser visitada todos os dias, das 10h às 18h, até 30 de setembro, e das 10h às 17h, a partir de 1 de outubro, sendo a última entrada 30 minutos antes da hora de fecho.​​

terça-feira, 25 de setembro de 2018

1º Tenente (Ref.) António Eduardo Ferreira de Sequeira



De forma inesperada e poucas horas depois de ter convivido com diversos camaradas no Clube Militar Naval, faleceu no passado dia 20 de Setembro o António Ferreira de Sequeira. Nascido em 1943 em Lisboa e antigo aluno do Liceu de Gil Vicente, ingressou na Escola Naval em 1960 como cadete do Curso Luís de Camões. Era especializado em Electrotecnia e em Navegação Submarina e, entre outras, cumpriu uma comissão de embarque em Moçambique no aviso Bartolomeu Dias (1964-66) e comandou na Guiné a Companhia nº 11 de Fuzileiros (1970-72). Era um profissional distinto e atleta internacional de voleibol.  
Em Janeiro de 1974 passou à Reserva Ab e dedicou-se a diferentes actividades de gestão desportiva e empresarial de relevância nacional, podendo destacar-se que, como árbitro de ténis, arbitrou mais de 3200 jogos internacionais. 
À sua Família, em particular à sua Mulher e Filhas, O "Navio… desarmado" apresenta condolências.

A TELENOVELA TANCOS
Pelo que se vai vendo, de prestígio em prestígio..............
António Cabral
cAlmirante, reformado

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Ainda o Património


Recebida a seguinte mensagem:

"Meus caros 
Como julgo saberão as instalações navais no Coina (os fornos de biscoito de Vale do Zebro, os estaleiros da Telha e os depósitos da Azinheira ) tiveram uma significativa importância para a Marinha. 
Nos dias de hoje pode-se ter uma ideia, bem pequena aliás, acerca dos fornos do biscoito, já que os fuzileiros promoveram a sua recuperação parcial para a instalação do Museu dos Fuzileiros.
No que concerne à Telha julgo que o local nem está sinalizado.
Já na Azinheira existia, vai para uns poucos anos, uma instalação que estou em crer ser única, "o depósito das madeiras" onde as madeiras para a construção naval, e não só, eram enterradas no lodo para assim se garantir a sua conservação e posterior utilização. É exactamente dessa instalação única que não existe hoje qualquer vestígio físico

Abraço do E. Gomes "

CFRG (Ref) Jaime Luís de Sousa Vieira Coelho



Lamentamos informar que faleceu a 20 de Setembro, com 75 anos, o Comandante Vieira Coelho. Natural do Porto ingressou na Escola Naval em 1961, para o curso "Nuno Tristão", tendo passado à reforma em 1994. Desempenhou vários cargos durante a sua carreira na MGP, destacando-se, nos últimos da sua vida no activo, como representante do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada junto do Governador Civil de Faro no âmbito da Protecção Civil, Director da Estação Radionaval de Sagres e, interinamente, Capitão do Porto de Faro.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e a todos os seus amigos e camaradas.

sábado, 22 de setembro de 2018

POR AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FA, HOSPITAL, FINANÇAS, e CAMBADA de MALANDROS
Ainda não há muito tempo, as Forças Armadas (FA) detinham mais do que um hospital, o da Marinha que entretanto foi comprado aparentemente para vir a ser "um "charme" qualquer, o Exército com mais do que um em Lisboa e pelo menos mais um no Porto, e a Força Aérea com o seu na área onde, depois de muitas complicações corporativas, administrativas, indecisões, etc, foi localizado o hoje designado Hospital das Forças Armadas (HFA). 
O único das FA, em Lisboa, e que qualquer cidadão comum pensaria que a reorganização em causa teria sido um bom e importante passo na estrutura das FA.
Engano puro, pelo que se vai vendo desde que formalmente o dito cujo hospital foi decidido.
Passa-se os olhos pelos OCS e descobre-se que, sob os olhos do  patético ministro da chamada defesa nacional, o HFA estará num estado comatoso em certas áreas logísticas, certas áreas estruturais.
Aparentemente, nos últimos 3 anos terá havido sucessivas retenções orçamentais por parte do patético mago das finanças, mago que com todas as cativações e sorrisos patéticos leva a brilhantes resultados nas contas públicas mas, também, brilhantes resultados como no HFA. Lista sem fim em sectores do Estado.
Pesquisa-se, e recorda-se que o patético anterior PR, Cavaco Silva, se despediu das FA na sua qualidade de comandante supremo das FA (CSFA) precisamente no HFA. Caucionou portanto a situação, e lá estiveram alguns do costume a dar-lhe sorrisos e prendinhas.
O actual CSFA ri muito, fala muito, "selfiza-se", mas a realidade do "seu" hospital é, pelos vistos uma lástima.
O governo, e concretamente o homem dos "bluejeans" e o seu amigo Azeredo continuam impantes, e foram ao dia do Estado-Maior General das FA (EMGFA) anunciar mundos e fundos para as FA. Entretanto, o HFA está pelos vistos uma lástima. 
Incoerências? NÃO SENHOR, um ESTADISTA!
Outra coisa interessante é ver, e creio que muito justamente, a Associação dos Oficiais das FA (AOFA) insurgir-se veementemente  contra este estado de coisas.
Igualmente interessante, é continuar a observar o ensurdecedor silêncio de uns pantomineiros que tinham mais do que obrigação profissional de se insurgirem contra o estado em que está o HFA. Antes de 2015 não se calavam, e em várias ocasiões fizeram muito bem. 
Agora, que a cor é sua, e outras ligações, fecham-lhes a boca. 
É sempre edificante registar estas coisas.
É o que temos, mas como cidadãos poucos merecemos
E os militares portugueses e as suas famílias não merecem ser assim tratados.
Será que em poucos dias, ou semanas, NÃO MESES, digo dias ou semanas, as verbas de milhões serão descativadas?
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

terça-feira, 18 de setembro de 2018

PIADOLAS ANTIGAS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapeus ha muitos)

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

ESTALEIRO IMPROVISADO
Mais um estaleiro improvisado.
Pela observação deste exemplar, esta manhã, e de dezenas de muitos outros em estado de conservação estranhíssimo, que se podem observar pela margem Sul / arco ribeirinho entre Trafaria e a ponte em VFXira, continuo a interrogar-me (designadamente desde há seis anos) onde parará o cumprimento da lei, a que estarão ainda obrigados, suponho, SEF, GNR, AMN, capitania porto Lisboa, departamentos vários do MAmbiente.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Será de Duvidar?
Dizem-me que está ali, em Penha Garcia, há muitos anos. 
Tem até toponímia indicativa. 
Mas fica-me sempre a dúvida: terá sido roubada, fazia parte do que a GNR de Loulé (??) encontrou no arvoredo aqui há tempos?
Felizmente, é evidente, que é já sucata!!! Ufff, que susto apanhei...
AC

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

FARÓIS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
POR  AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
ESTALEIRO  IMPROVISADO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)

sábado, 8 de setembro de 2018

REFORÇAR   RETENÇÃO
Não, não sejam marotos, não é um problema de retenção de urina.
Acabei de ler o que vem nos OCS, e concretamente no "Público", acerca das forças armadas.
O sempre interessante ministro da tutela anunciou "importantes medidas socialistas".
Estou em crer que as associações dos militares não vão ficar exultantes, e não creio que seja apenas para estar contra. Aguardemos.
Anunciou o ex-ERC que, os contratados das FA ao chegar ao fim dos contratos têm a garantia de vir a ser bombeiros ou entrar para as forças de segurança (30% probabilidade).
Racional da medida ?
Para tentar inverter a situação actual em que quase ninguém quer ir para a tropa e, cheira-me, sobretudo para o Exército.
Porque será?
Claro que o inefável politiquinho nunca explicou direitinho aos portugueses (tal como todos os antecessores desde 25ABR74), porque razão a juventude portuguesa, desde a geração mais bem preparada (podem rir) à menos bem preparada, nem quer ouvir falar na possibilidade de andar a varrer paradas nas unidades do Exército, ou a enjoar nos navios da Marinha, ou a dar cabo dos ouvidos com barulho de aeronaves.
Que coisas nos podem vir à cabeça quando entramos nestas matérias ?
> Está bem clara, definida, a razão de ser das FA no Portugal do século XXI ?
> Está definitivamente afastada a perspectiva de que Portugal não deve ter FA, como algumas "prendas" defendem ?
> Está definitivamente aceite por todos os políticos e elites e partidos políticos, de que a defesa nacional (DN) não deve ser NUNCA MAIS tema de luta política/partidária ?
> Está claro nas cabecinhas iluminadas (??!!) que DN não é igual a FA, as quais são apenas um importante pilar, uma componente, a componente militar da DN ?
> Quando perceberão as criaturas políticas que apetrechar uma Marinha de Guerra, e uma Força Aérea, não é a mesma coisa que arregimentar pessoal? Para que fique claro - "you have or not a Navy; you raise an Army. Period!!!!
> Acerca da DN e das FA, continuo a ter a percepção nítida, de que para a maioria dos farsantes que persistem em rebentar com o País, importa é conversa, palavras ocas, enaltecer instituições nos dias festivos, quando o que é urgente e vai muito atrasado, é conhecimento, visão estratégica, liderança, e equipas fortes, equipas em todos os sectores da vida nacional. Como sempre temos tido, não é verdade ?
> Quanto a incentivos, que tal ponderar os vencimentos dos militares das FA, no quadro de todos os servidores dos Estado ? (sim, outra falácia, é considerar os militares como funcionários públicos)
> E levar a sério a indispensável ligação FA - empresas - universidades ?
> E quanto à questão - condição militar - os actuais governantes bem como os anteriores não persistem em desprezar legislação variada, existente, legal ?
> Finalmente, serviço militar obrigatório (SMO) sim ou não, regime de contrato, e aspectos relacionados, deixarei para outro post.

Uma coisa me parece evidente, com as criaturas actuais e na senda das anteriores, medidas avulsas, desgarradas, "pour épater les Bourgeois". 
Mas a isto, certos senhores, sempre muito inchados e que até há três anos tanto palravam, agora continuam caladinhos perante o que se vai passando.
É o que temos, e poucos merecemos.
António Cabral

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Fados sobre a Marinha: Ex-NRP "Gonçalo Velho"

Cantado pela Hermínia Silva o fado "O Gonçalo Velho" pode ser recordado e ouvido aqui.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

DEFESA NACIONAL
O inefável PM foi postar-se em frente das chefias militares e anunciou que dentro de poucos anos estaremos, com alguma ajuda, com 1,98% do PIB. Assim sim.
Já estamos melhor que os 1,1% do homem do hífen. Estamos catitas, temos homem.
Três coisinhas mais:
> fica-me a certeza de que o senhor continua a ter a ideia de que DN = FA;
> tratou de, cautelosamente, dizer que se deve investir sempre que se pode,..........pois!
> pela cara com que está na fotografia do "Público", quase dá a impressão que ainda lhe dói o estômago por causa de Tancos.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

domingo, 2 de setembro de 2018

Regresso de Missão do NRP "ARPÃO"

Após dois meses em missão no Mediterrâneo central, o submarino "Arpão" da Marinha portuguesa regressou em 31 de Agosto, à Base Naval, no Alfeite.
Durante a missão realizada em apoio à operação “SOPHIA” da Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR MED), que tem como principal objectivo contribuir para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas, bem como para o combate ao contrabando de combustíveis no Mediterrâneo central, o submarino “Arpão” contabilizou 16.374 navios identificados, em 45 dias na área de operações e perto de 1000 horas de patrulha em imersão. 
A missão primordial do submarino português consistiu na identificação de navios que constam nas bases de dados internacionais, conhecidos ou suspeitos de exercerem actividades ilícitas associadas ao financiamento ilícito e indirecto de organizações criminosas, ou associadas ao terrorismo transnacional e, consequentemente contribuir para manutenção da segurança marítima nesta região do mediterrâneo.
Este submarino da Marinha portuguesa foi capaz de detectar e recolher informação de 43 navios referenciados pela missão da União Europeia presumivelmente como navios relacionados com actividades ilícitas.
Durante as operações realizadas o "Arpão" caracterizou também o tipo e padrões de navegação e as principais linhas de comunicação marítima do Mediterrâneo central, região do globo conhecida por ser uma das principais artérias por onde passa o tráfego marítimo mundial.
O submarino português apoiou simultaneamente a operação “SEA GUARDIAN” da NATO, tendo  prestado um relevante contributo  através da partilha de informação do panorama marítimo com as marinhas da Aliança.