sábado, 29 de julho de 2017
sexta-feira, 28 de julho de 2017
IASFA
Diretor do Centro de Apoio Social de Runa (CASRuna), que integra o IASFA, apresenta a demissão
Dia de festa em Runa.
Na primeira fila, o Conselho Diretivo (CD) do IASFA na companhia dos convidados, muitos deles civis.
O Diretor do CASRuna (um oficial), no uso da palavra, faz um retrato da falta de recursos com que se debate, obviamente que dirigido, em público, ao CD/IASFA e, na sequência do ocorrido, apresenta a sua demissão.
Mais uma demissão, entre várias outras, por sinal, desde que a Vogal do Conselho Diretivo se apresentou no inicio de 2015, ficando a desempenhar funções em regime de substituição – que só seria válido por 90 dias! – sem que a situação fosse alterada desde então.
Demissões entremeadas com inúmeros regressos aos Ramos, todos de oficiais, determinadas unilateralmente por quem detém o poder.
Oficiais que vêm sendo substituídos por civis, o que acrescentou os custos a suportar pelo IASFA em qualquer coisa como um milhão e meio de euros/ano.
Não haverá ninguém que se debruce sobre o que se passa? Que diz o MDN de uma situação de todo em todo inaceitável?
As Relações Públicas da AOFA
quinta-feira, 27 de julho de 2017
CTEN AN REF JOSÉ ANTÓNIO SOUSA e SILVA
Por muito que façamos, não conseguimos habituar-nos a esta lei da vida que vai ceifando camaradas e amigos com os quais tivemos um convívio que nos marcou pelos melhores motivos. O Sousa e Silva era um excelente camarada, que se afirmava pelo seu elevado valor intelectual e grande liberdade de espírito, qualidades que só alguns eleitos conseguem reunir. Sendo certo que a saúde lhe impôs algumas limitações, ele conseguia superá-las com uma vivacidade de espírito e uma entrega aos ideais que são apanágio dos grandes. Não deixa apenas saudade; deixa, para ficar perenemente connosco, um exemplo marcante de inquietação intelectual e alto sentido do bem comum. Deixa um profundo respeito pelo homem que foi. Quem tudo isto deixa não morre; vive de outra maneira, na medida em que é incompatível com o esquecimento.
"O Navio... desarmado" apresenta condolências à Família enlutada e aos seus amigos e camaradas, em particular aos do curso "Nuno Tristão".
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Os tics do simplex
Um SIMPLEX na burocracia é sempre bem-vindo
mas...
Quando a imaginação é demasiado
fértil...
Corre-se o risco
de criar uma “torre de Babel”, misturando alhos com bugalhos.
Tudo será muito fácil e “transparente”, até na Defesa
Nacional, com informação privilegiada para amigos e...
inimigos!
Esperemos ainda que o “SIRESP” que a concretizará não
sofra de congestionamentos, de hackers, de vírus e de... algum apagão!
António José de Matos Nunes da
Silva
Diário da República, 1.ª
série — N.º 143 — 26 de julho de 2017
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE
MINISTROS
Resolução do Conselho de Ministros n.º
108/2017
O Programa do XXI Governo
Constitucional assumiu como um dos seus vetores renovar e estender o programa
Simplex a todo o setor público, com a criação de medidas que requerem um suporte
eficaz, através de infra-estruturas tecnológicas, para a sua operacionalização,
nomeadamente ao nível das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) do setor
público.
..................................................................................................
Assim:
Nos termos do n.º 16 da Resolução do Conselho de
Ministros n.º 33/2016, de 3 de junho, e da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de
Ministros resolve:
1 — Aprovar a Estratégia TIC 2020 e o respetivo Plano
de Ação, apresentados pelo CTIC, que consta do anexo I à presente resolução, que dela faz parte
integrante.
2 — Aprovar os Planos Setoriais, apresentados pelo
CTIC, que constam do anexo II à presente resolução, que dela faz parte
integrante.
...........................................................................................................
PROJETOS
ESTRATÉGICOS
DEFESA
NACIONAL
• Federação de service
desk das entidades da defesa;
• Federação de
identidades;
• Apoio à tomada de
decisão;
• Portal das instituições
da memória da defesa nacional;
• Capitania
online.
Pode consultar o detalhe
do Plano Setorial desta área governamental em https://tic.gov.pt/ctic/ministerios/mdn
Federação de service desk
das entidades da defesa
Descrição sumária e
principais objectivos
• Integrar os processos
de service desk e respetivas plataformas, de forma a homogeneizar o catálogo de
serviços comuns e tornar transparente para o utilizador o local onde o incidente
por ele caracterizado é solucionado.
Principais benefícios
para o Estado, cidadãos e empresas
• Capacidade de resposta
a incidentes e a pedidos de serviço;
• Adoção de procedimentos
comuns nas várias entidades da defesa.
Federação de
identidades
Descrição sumária e
principais objetivos
• Incrementar a segurança
digital através da utilização de mecanismos de federação de identidades no
acesso a aplicações disponibilizadas transversalmente ao universo de
utilizadores da defesa nacional.
Principais benefícios
para o Estado, cidadãos e empresas
• Implementação da gestão
do ciclo de vida dos utilizadores, incluindo a definição de uma matriz de
perfis, que permita a segregação das respetivas funções no ecossistema de
serviços TIC.
Apoio à tomada de
decisão
Descrição sumária e
principais objetivos
• Integrar de forma
progressiva os modelos de apoio à decisão, em utilização na secretaria-geral e
nos ramos disponibilizando serviços transversais e capacidades locais para
serviços específicos em cada organismo.
Principais benefícios
para o Estado, cidadãos e empresas
• Capacidade de apoio à
tomada de decisão, nomeadamente na monitorização online dos ciclos financeiro e
logístico e na gestão dos recursos humanos, de acordo com as necessidades
operacionais;
• Disponibilização de
capacidade de business intelligence para utilização mais eficaz da informação
registada nos Sistemas de Gestão da Defesa (ERP).
Portal das instituições
da memória da defesa nacional
Descrição sumária e
principais objetivos
• O portal tem por
objetivo a integração dos conteúdos dos arquivos, bibliotecas e museus da defesa
nacional num catálogo coletivo comum, utilizando uma mesma solução de pesquisa
para as três vertentes. (Suporte à medida #188, Simplex+
2016)
Principais benefícios
para o Estado, cidadãos e empresas • Melhoria da qualidade
da informação e dos serviços prestados e aproximação
da AP aos cidadãos e empresas;
• Atendimento ao
utilizador mais eficaz ao privilegiar a comunicação via
informática ou através de terminais automáticos.
Capitania Online
Descrição sumária e
principais objetivos
• Consolidar a capitania
online como balcão único da Autoridade Marítima
Nacional, prevendo a desmaterialização e a prestação digital de
serviços de forma integrada, com recurso à
identificação eletrónica e à plataforma de
integração iAP. (Suporte
à medida #63, Simplex+ 2016)
Principais benefícios
para o Estado, cidadãos e empresas
• Acesso à informação,
através da disponibilização de um ponto único de
pesquisa online, dos diferentes sistemas documentais e
patrimoniais da defesa nacional;
• Valorização do passado
das instituições de memória
(arquivos, museus e
bibliotecas).
quarta-feira, 19 de julho de 2017
FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
A COMPLEXIDADE dos DESAFIOS e a CONDIÇÃO MILITAR
O Grupo de Reflexão Estratégica Independente (GREI) promoveu ontem ao fim da tarde um evento para apresentação de um livro que o GREI pretende seja "....simplesmente um documento de divulgação e esclarecimento".
O livro tem por título as frases supra.
Fui um dos muitos convidados, e sentado estive a ouvir algumas personalidades que compunham a mesa.
O GREI deu a presidência da mesa ao general Ramalho Eanes e, para além de proeminentes elementos dos corpos sociais da associação, falaram e por esta ordem, o presidente da mesa da assembleia geral do GREI, o Professor Adriano Moreira que prefaciou a obra, e o Dr Jaime Gama que se encarregou da apresentação do livro.
Nos inúmeros convidados (a sala do Museu Nacional de Arqueologia estava a abarrotar) havia de tudo, desde muitos políticos conhecidos da nossa praça como Jorge Coelho ou o actual e inefável presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a pensadores ilustres como Joaquim Aguiar, professores catedráticos, muitos militares do activo na reserva e na reforma, chefes militares trajando à civil ou uniformizados, ex-chefes militares, muitos militares dos três ramos das FA, etc.
Tal como referiu Jaime Gama a dada altura, há militares que ao longo do tempo escrevem apenas o estritamente necessário, outros que não escrevem, outros são ausentes.
Pela minha parte, também a propósito deste livro que ontem comecei a ler, não incorporo os ausentes.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
Museu de Marinha?
Na entrada do Museu dos Coches está patente este cartaz do Património Cultural -Direcção Geral do Património Cultural alertando para o que se pode visitar naquela zona de Belém (Lisboa). O Museu de Marinha, na mesma zona, não está ali incluído. Não faria sentido ali o assinalar e recomendar (mesmo que em côr diferente dado não estar dependente daquela Direcção-Geral)? Não deve ser recomendada a visita a este nosso valioso espólio do Património Nacional e Cultural?
segunda-feira, 17 de julho de 2017
A Batalha do Cabo Matapão
Fotografia da mesa da sessão cultural conjunta evocativa
do Tricentenário da Batalha Naval do Cabo Matapão. 1717-2017 promovida
pela Secção de História, associada à Secção de Estudos Luso-Árabes, que se realizou
no dia 17 de Julho de 2017, pelas 17h00, no
Auditório Adriano Moreira, com o seguinte Programa:
“Em socorro da Cristandade. A Batalha de Matapão nas
relações diplomáticas de Portugal com a Santa Sé”
Prof.ª Doutora Ana Leal de Faria
“A participação da Armada Real Portuguesa na Batalha do
Cabo Matapão - navios, homens e estratégia naval”
Comandante José António Rodrigues Pereira
quinta-feira, 13 de julho de 2017
FORÇAS ARMADAS (FA). Do seu emprego.
(Chapéus há muitos)
Aconteceu Tancos, infelizmente, e manifestam-se por aí nos vários OCS as teorias mais diversas.
Por mim, respeitando como sempre opinião de outrem, e admitindo também como sempre que posso estar a ver mal a coisa, a probabilidade de não ter havido furto nenhum/ assalto, é elevadíssima.
A probabilidade de haver de há longo tempo um problema de inventários/ cargas de material, principalmente mas não só, por não abate em tempo devido de material utilizado ao longo do tempo, é elevadíssima.
Fere valores, consciências?
Mas é bem capaz de ser a triste realidade.
No título falo do emprego das FA, e Tancos não se insere bem nisso, mas abordo a questão mais como introdução para apontar a uma coisa que para mim sempre foi evidente desde os tempos de jovem oficial em Draga-Minas e Patrulhas.
Há que guardar os paióis, no caso, o de armamento ligeiro e respectivas munições, lá bem em baixo no bojo dos navios.
E os paióis foram guardados nas fragatas e na corveta onde prestei serviço. E foi guardado o do extinto Centro de Instrução de Minas e Contramedidas.
Há que guardar os paióis.
O lamentável episódio de Tancos é culpa exclusiva de militares. Ponto.
Militares que não foram empregues, como era mandatário.
O vergonhoso desinvestimento nas FA, repito, VERGONHOSO, e que começou sobretudo em 1991, e acelerando sempre, é outra coisa, é uma questão de fundo, é um problema nacional, a que os políticos nada ligam, a não ser para cortar verbas e espezinhar e desconsiderar os militares, que ao longo dos anos têm dado uma boa ajuda aos políticos.
Não justifica o triste episódio.
E o PR foi lá de rompante.
Como deve ter ficado ao constatar o que viu?
Sim porque em visitas de rompante não dá para limpar e pintar à pressa, para esconder coisas, para por exemplo entaipar coisas e áreas, e menos ainda decrépitas torres de vigia e instalações ultra degradadas.
Mas a minha questão é o emprego das FA.
Não vou referir-me á missão primeira.
Mas nesta bovinidade e adormecimento generalizado, neste pântano que vem de muito detrás e em que insistem em nos continuar a anestesiar com futebol em todos os canais, aposto que várias coisas passam completamente ao lado da maioria dos portugueses.
Em primeiro lugar, o nível muito elevado de perigosidade com que diariamente se confrontam os militares do Exército destacados em África. Preocupantes notícias chegam periodicamente.
Infelizmente já tivemos uma baixa mortal.
Da parte deste governo (o comportamento de anteriores nunca diferiu muito) ZERO. Ou estou distraído?
Como ficou a família daquele militar?
Em segundo lugar, e na fase cada vez mais ensandecida em que está o mundo, é para mim evidente que num País como o nosso, as FA podem e devem ser empregues em complementaridade de serviços, instituições e organizações civis. A solicitação destas.
E temos o belo exemplo da PJ que a seu pedido é periodicamente apoiada pela Marinha e pela Força Aérea.
E tivemos o apoio das FA na tragédia iniciada em 17 de Junho no centro do Continente.
E temos agora, segundo parece, a ANPC a pedir apoio ás FA para contribuir para patrulhamento de vastas áreas, para mais rápida detecção de ignições em terrenos, matos, florestas.
Coisas a que a esmagadora maioria dos meus concidadãos não liga nenhuma.
Oxalá eu estivesse enganado.
António Cabral
cAlmirante, reformado(Chapéus há muitos)
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terça-feira, 11 de julho de 2017
CONSELHEIRO JACINTO CÂNDIDO
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
O conselheiro Jacinto Cândido deixou uma marca muito relevante na instituição Marinha, a qual me dispenso de recordar.
A Câmara Municipal de Penamacor homenageou este homem ilustre em 1958.
Agora, a mesma autarquia, voltou a estabelecer um novo programa de homenagem a este ex- Ministro da Marinha, para o que pode contar com a participação/ colaboração da Marinha. O almirante CEMA fez-se representar, 2 ex-CEMA estiveram igualmente presentes, além de alguns oficiais no activo e outros na reserva e reformados. Um momento alto foi o concerto magnífico da Banda da Armada, de um pouco mais de 90 minutos.
Entre as minhas andanças entre a Beira Alta e a Beira Baixa arranjei espaço na agenda pessoal para chegar a Penamacor um pouco antes das 1700 horas do passado dia 9 de Julho, e desfrutar. Deixo uma amostra.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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domingo, 9 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
Tancos
Segundo informa a
comunicação social o sistema electrónico de vigilância dos paióis de Tancos
está inoperativo, avariado há 2 anos, desde 2015.
Disse o MDN que vai ser
substituído este ano, conforme a Lei de Programação Militar. Vai, ainda!
Mas esta Lei, que substitui a de 2006, foi
aprovada em 2015 em governo de PSD/CDS (Lei
Orgânica n.º 7/2015 de 18 de maio).
E suas verbas até foram cativadas em 33,44% em 2015, conforme consta no OE2015.
Só no OE2016, já da
responsabilidade deste Governo, é que as verbas da Lei de Programação Militar deixaram
de ter cativação.
Que moral têm Passos
Coelho e Assunção Crista, ao assacarem culpas políticas a este Governo e a pedir
até ao PR a demissão de Ministros, quando fizeram parte do Governo que promoveu
a protelação por tanto tempo da existência de um sistema de vigilância
electrónica de protecção aos paióis de Tancos?
António
José de Matos Nunes da Silva
OE 2015 (Lei n.º 82-B/2014 de
31 de Dezembro):
Artigo
23.º
Dotação inscrita no âmbito da Lei de Programação
Militar
Durante
o ano de 2015, a dotação inscrita no mapa XV, referente à Lei de Programação Militar, é reduzida,
relativamente aos montantes constantes na Lei Orgânica n.º 4/2006, de 29 de
agosto, em 33,34 %, como medida de estabilidade orçamental.
OE
2016 (Lei
n.º 7-A/2016 de 30 de Março):
Artigo
3.º
Utilização condicionada das dotações orçamentais
1
— Sem prejuízo do disposto nos n.os
7 e 15, apenas podem ser utilizadas a
título excecional, mediante autorização do membro do Governo responsável pela
área das finanças, as verbas a seguir identificadas:
......................................................................................
2
— Excetuam -se da cativação prevista no número anterior:
f) As dotações previstas na Lei Orgânica n.º 7/2015, de 18 de
maio (Lei de Programação Militar), e na Lei Orgânica n.º 6/2015, de 18 de maio
(Lei das Infraestruturas Militares).
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Degradação do IASFA continua
Julguei que o
incumprimento da Lei da Condição Militar tinha terminado com a substituição da
equipa Aguar Branco – Berta Cardoso – Passos Coelho – Portas -M. Luís
Albuquerque.
Que, por conseguinte,
o IASFA, que “batera no fundo” com essa equipa, recuperaria o que perdera na
sua função de apoio à família militar, em especial aos que já estão em fim de
vida.
E, note-se que, além
do contributo que dou para o Serviço Nacional de Saúde através dos impostos que
pagamos (IRS, IVA, IMI, etc.), desconto 3,5% da minha pensão bruta (5,6% da
líquida) para a ADM (Assistência na Doença) dependente do IASFA,
obrigatoriamente e por decisão da equipa acima mencionada.
Mas não, o IASFA
continua piorando, embora tal já parecesse impossível, face a tanta degradação efectuada
na sua assistência!
Hoje tentei fazer
análises de sangue e urina ao SAMED do CASOeiras do IASFA. Onde, alguns dias antes,
mostrara as receitas para levar um copo para a colheita de urina.
Com os meus 92 anos,
de bengala, em jejum, desloquei-me, hoje, a pé, penosamente, durante 45 minutos,
de minha casa até lá, para a colheita das análises.
Tiro a senha e,
quando chega a vez de ser atendido: as análises estão suspensas!
E lá vou eu, penosamente
de novo, até clínica particular, fazer as análises que me foram receitadas por
médico do HFAR!
Até quando esta
degradação?
António
José de Matos Nunes da Silva
C/Alm
Ref
BANDA DA ARMADA
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
Não são necessárias palavras de apresentação.
Sou suspeito, a BA tem vindo a subir de nível/ categoria nos últimos 20 anos.
Por razões de carreira, tive quatro anos de contactos próximos com a BA.
Para tentar esquecer a falência e a putrefação a que assisto, e a que se junta a que me é relatada de fonte segura acerca de certas instituições prenhes de ambiciosos a olhar o umbigo e ansiosos que chegue o próximo tacho, dei por muito bem empregue o tempo que passei hoje à noite no anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian.
Um concerto no âmbito do programa evocativo da I GG.
"Vive la Belgique" (Antero da Silva Pereira), "L'Echo des Tranchées" (Porfírio José da Cruz), "Pagine di Guerra" (Alfredo Casella), "The Planets: Mars, the Bringer of War" (Gustav Holst), "Give us a Day" (David Maslanka), "Retalhos de New Orleans" (Pedro Pires).
Soberbo espectáculo, SOBERBA EXECUÇÃO.
Anfiteatro muito composto e, naturalmente, vi muita gente da Marinha!
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
domingo, 2 de julho de 2017
Responsaveis por falta de vigilância em Tancos
Concretizando algo que já se conhece:
-O sistema de vigilância electrónica está avariado há 2
anos, portanto desde 2015. Isso impossibilitou a sua monitorização na altura do
roubo e impossibilita-o para se investigar quem foram os seus autores.
-DN online,
2-7-2017:
O ministro recordou que "foi tomada, desde logo, uma
medida já efetivada, de autorização de realização de despesa, bem para cima de
300 mil euros, para reforço e consolidação das vedações que garantiam proteção
exterior destes equipamentos. Em segundo lugar, foi inscrita, e isso é demonstrável na lei de
programação militar, uma verba de 95 mil euros, para execução em 2017, de um
novo sistema de videovigilância".
- A Lei de Programação Militar
(Lei Orgânica 7/2015) foi aprovada em 10-4-2015, publicada em 18-5-2015 e
entrou em vigor
em 19-5-2015
Conclusão:
A responsabilidade por o sistema não estar já substituído e
operacional é exclusiva dos comandantes exonerados? Não há qualquer responsabilidade
política? Deste e do anterior MDN? Deste e do anterior Governo. Da AR que aprovou a Lei em 2015?
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