segunda-feira, 3 de julho de 2017

BANDA  DA  ARMADA
Não são necessárias palavras de apresentação.
Sou suspeito, a BA tem vindo a subir de nível/ categoria nos últimos 20 anos. 
Por razões de carreira, tive quatro anos de contactos próximos com a BA.
Para tentar esquecer a falência e a putrefação a que assisto, e a que se junta a que me é relatada de fonte segura acerca de certas instituições prenhes de ambiciosos a olhar o umbigo e ansiosos que chegue o próximo tacho, dei por muito bem empregue o tempo que passei hoje à noite no anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian.
Um concerto no âmbito do programa evocativo da I GG.
"Vive la Belgique" (Antero da Silva Pereira),  "L'Echo des Tranchées" (Porfírio José da Cruz), "Pagine di Guerra" (Alfredo Casella), "The Planets: Mars, the Bringer of War" (Gustav Holst), "Give us a Day" (David Maslanka), "Retalhos de New Orleans" (Pedro Pires).
Soberbo espectáculo, SOBERBA EXECUÇÃO.
Anfiteatro muito composto  e, naturalmente, vi muita gente da Marinha!

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos) 

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