Julguei que o
incumprimento da Lei da Condição Militar tinha terminado com a substituição da
equipa Aguar Branco – Berta Cardoso – Passos Coelho – Portas -M. Luís
Albuquerque.
Que, por conseguinte,
o IASFA, que “batera no fundo” com essa equipa, recuperaria o que perdera na
sua função de apoio à família militar, em especial aos que já estão em fim de
vida.
E, note-se que, além
do contributo que dou para o Serviço Nacional de Saúde através dos impostos que
pagamos (IRS, IVA, IMI, etc.), desconto 3,5% da minha pensão bruta (5,6% da
líquida) para a ADM (Assistência na Doença) dependente do IASFA,
obrigatoriamente e por decisão da equipa acima mencionada.
Mas não, o IASFA
continua piorando, embora tal já parecesse impossível, face a tanta degradação efectuada
na sua assistência!
Hoje tentei fazer
análises de sangue e urina ao SAMED do CASOeiras do IASFA. Onde, alguns dias antes,
mostrara as receitas para levar um copo para a colheita de urina.
Com os meus 92 anos,
de bengala, em jejum, desloquei-me, hoje, a pé, penosamente, durante 45 minutos,
de minha casa até lá, para a colheita das análises.
Tiro a senha e,
quando chega a vez de ser atendido: as análises estão suspensas!
E lá vou eu, penosamente
de novo, até clínica particular, fazer as análises que me foram receitadas por
médico do HFAR!
Até quando esta
degradação?
António
José de Matos Nunes da Silva
C/Alm
Ref
Inacreditável!
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