-O sistema de vigilância electrónica está avariado há 2
anos, portanto desde 2015. Isso impossibilitou a sua monitorização na altura do
roubo e impossibilita-o para se investigar quem foram os seus autores.
-DN online,
2-7-2017:
O ministro recordou que "foi tomada, desde logo, uma
medida já efetivada, de autorização de realização de despesa, bem para cima de
300 mil euros, para reforço e consolidação das vedações que garantiam proteção
exterior destes equipamentos. Em segundo lugar, foi inscrita, e isso é demonstrável na lei de
programação militar, uma verba de 95 mil euros, para execução em 2017, de um
novo sistema de videovigilância".
- A Lei de Programação Militar
(Lei Orgânica 7/2015) foi aprovada em 10-4-2015, publicada em 18-5-2015 e
entrou em vigor
em 19-5-2015
Conclusão:
A responsabilidade por o sistema não estar já substituído e
operacional é exclusiva dos comandantes exonerados? Não há qualquer responsabilidade
política? Deste e do anterior MDN? Deste e do anterior Governo. Da AR que aprovou a Lei em 2015?
Paço desculpa. Onde está 1975 deve ler-se 2015. Obviamente.
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