CULTURA
António Cabral
ESTEJAM DESCANSADOS . . . .
Estejam descansados, estejam descansados que estamos muito bem entregues.
Estamos em muito boas Mãos!
A Ursula define uma "Era do Rearmamento"
Deve ser émula da época em que ela foi ministra da defesa. Foi não foi? Estou enganado?
O António define uma "Mentalidade de Defesa Europeia".
Mentalidade certamente émula daquela com que ele olhou embevecido e dedicado para a defesa nacional quando durante um pouco mais de oito anos foi PM. Lembram-se?
Estejam descansados, estamos em muito boas Mãos!
António Cabral
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos.
Coincidências ?
Não sei porquê mas lembrei - me hoje de uma historieta que, em tempos, aqui publiquei e que agora sucintamente recordo
Um graduado, responsável pela instrução de recrutas, aquando da ida destes para as férias de Natal, terá afirmado algo como :
" Eu sei que é costume, no regresso de férias, trazerem - me presentes . Quero, desde já, afirmar - vos que não aceito, nem gosto desse tipo de atenções .
Agora, se os trouxerem para a minha mulher, que por acaso até gosta, nada tenho a objectar "
E. Gomes
SEGURANÇA, DEFESA, GUERRA
NÃO SE INCOMODE
HÁ DUAS COISAS SÓ QUE PODEM INCOMODAR:
Foi apresentado nas instalações do Clube Militar Naval em acto muito concorrido, um Número Especial dos Anais do Clube Militar Naval evocativo dos 50 anos do 25 de Abril.
Trata-se de uma edição especial com mais de 500 páginas e que inclui textos de cerca de quatro dezenas de autores, que resultou de uma iniciativa cultural coordenada pelo consócio Alcindo Ferreira da Silva e teve o apoio da Direcção do Clube, presidida pelo consócio Augusto Santos Silva e e da Comissão de Redacção dos Anais, presidida pelo consócio António Costa Canas.
O dia 25 de Abril de 1974, ou o “dia inicial, inteiro e limpo”, continua a ser um referencial de Liberdade e de Democracia que marca as nossas vidas e esta notável edição é, simultaneamente, uma memória história e uma evocação emocional, a merecer leitura e um lugar de destaque nas nossas bibliotecas.
Estão de parabéns o Clube Militar Naval e aqueles que planearam e participaram nesta edição.
Onda do A.R.Costa
NOTA: com a devida vénia e para que conste, se reproduz este post publicado no blog "Água aberta ... no OCeano" no passado dia 31 de Janeiro.
O Estado a QUE SE CHEGOU
Quer no ESTADO quer nas Instituições privadas, há coisas boas e más ou péssimas.
Há coisas que correm bem, outras que correm mal.
REPITO, quer no Estado quer nos privados.
Vêm estas palavras a propósito de saúde, de apoio na (falta de) saúde, de comparticipações do IASFA, do hospital dito das Forças Armadas e de hospitais privados. Sobre estes, concretamente o hospital da Luz.
Vem a propósito, também, do respeito e consideração recebidos da parte do IASFA, da parte do hospital das FA, e do hospital da Luz.
Em alguns casos, também, relativamente ao desprezo insuportável e inadmissível a que se é sujeito.
No primeiro trimestre do ano passado fiquei plenamente esclarecido quanto ao hospital das FA. Passo à frente.
Em 3 de Junho passado fui submetido a uma intervenção cirúrgica para tratar de uma hérnia inguinal. No hospital Cuf Tejo.
No dia 5 de Junho tratei de remeter ao IASFA a documentação respectiva tendo em vista previsível comparticipação por parte do IASFA.
Em 8 de Novembro passado solicitei ao IASFA o favor de até 15 de Dezembro receber os documentos que me permitissem junto da Multicare acionar comparticipações por actos médicos.
Não estava a pedir que pagassem as comparticipações, pedia os documentos onde o IASFA indicasse que comparticipação eu viria a receber. Para cumprir as normas definidas pelo IASFA.
Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber nem comparticipações nem explicações. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025.
Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber resposta a reclamações que enderecei incluindo ao mais alto nível. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025.
Quanto a Estado, FA, IASFA estamos conversados.
Quanto ao hospital da Luz, por precaução, fui às urgências no passado dia 13 de Janeiro, ao fim da tarde, apresentei cartão do cidadão e cartão ADM.
Em pouco mais de 2 horas fui atendido, observado, TAC efectuado, relatório respectivo apreciado por médico, felizmente nada de preocupante, regressei a casa. Perguntei à saída quanto tinha a pagar - agora é com o IASFA. Achei um pouco estranho, mas enfim.
Passados dois dias recebi um SMS com as indicações para efectuar dois pagamentos de 19,00 € e 14,55€ salvo erro.
Tentei por diferentes meios entrar em contacto com o hospital. Sempre atendido e depois rejeitado por ASSISTENTE DIGITAL !
Passados 4 dias depois da ida ao hospital, e não conseguindo falar com ninguém, resolvi endereçar uma carta registada ao hospital.
Nessa carta referi - "começo pelo aspecto positivo" - e que era o estar bastante satisfeito com o atendimento e tratamento recebidos.
Depois, queixei-me da assistente digital, e de não haver possibilidade de chegar à fala com ninguém para esclarecer as minhas dúvidas.
Passado um dia fui contactado telefonicamente pelo hospital, e tudo se esclareceu, e fui pagar as duas contas/ facturas.
Para minha surpresa, recebo dois dias depois uma carta do hospital da Luz referindo que sabiam que o assunto já tinha sido esclarecido por telefone mas queriam assegurar todo o apoio e que eu me sentisse à vontade para me dirigir ao hospital da Luz sempre que necessitasse.
Mais palavras para quê?
Depois admiram-se que as pessoas se revoltem com estas indignidades ao nível da máquina do Estado e, concretamente, no âmbito do MDN, do EMGFA, do IASFA!
"Estimados Camaradas,
Lamentamos a notícia, mas chegou ao nosso conhecimento que faleceu hoje o V/Almirante M (R) Joaquim Neves Cardoso Tavares. Desconhecendo ainda as Cerimónias Fúnebres, apresentamos as nossas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas em particular aos do "Curso Bartolomeu Dias", (1945), que frequentou.
A Voz da Abita (avozdaabita@gmail.com)"
O Almirante Cardoso Tavares tinha 98 anos. "O Navio... desarmado" associa-se a esta manifestação de pesar e apresenta os pêsames à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
1317 - 1 FEVEREIRO - 2025
Por carta Régia, D. Dinis celebrou um acordo com Manuel Pessanha, de Génova, e assim nasceu o embrião da Marinha de Guerra. Foi em 1 de Fevereiro de 1317. Passaram 708 anos.
Quem comparecer na missa a realizar na Capela de S. Roque no próximo dia 30 de Janeiro pelas 12 00 hrs e se deslocar em viatura própria tem estacionamento reservado nas Instalações Centrais de Marinha no Terreiro do Paço.