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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

O Estado a QUE SE CHEGOU

Quer no ESTADO quer nas Instituições privadas, há coisas boas e más ou péssimas.

Há coisas que correm bem, outras que correm mal.

REPITO, quer no Estado quer nos privados.

Vêm estas palavras a propósito de saúde, de apoio na (falta de) saúde, de comparticipações do IASFA, do hospital dito das Forças Armadas e de hospitais privados. Sobre estes, concretamente o hospital da Luz.

Vem a propósito, também, do respeito e consideração recebidos da parte do IASFA, da parte do hospital das FA, e do hospital da Luz.

Em alguns casos, também, relativamente ao desprezo insuportável e inadmissível a que se é sujeito.


No primeiro trimestre do ano passado fiquei plenamente esclarecido quanto ao hospital das FA. Passo à frente.

Em 3 de Junho passado fui submetido a uma intervenção cirúrgica para tratar de uma hérnia inguinal. No hospital Cuf Tejo.

No dia 5 de Junho tratei de remeter ao IASFA a documentação respectiva tendo em vista previsível comparticipação por parte do IASFA.

Em 8 de Novembro passado solicitei ao IASFA o favor de até 15 de Dezembro receber os documentos que me permitissem junto da Multicare acionar comparticipações por actos médicos. 

Não estava a pedir que pagassem as comparticipações, pedia os documentos onde o IASFA indicasse que comparticipação eu viria a receber. Para cumprir as normas definidas pelo IASFA.

Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber nem comparticipações nem explicações. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025.

Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber resposta a reclamações que enderecei incluindo ao mais alto nível. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025. 

Quanto a Estado, FA, IASFA estamos conversados.


Quanto ao hospital da Luz, por precaução, fui às urgências no passado dia 13 de Janeiro, ao fim da tarde, apresentei cartão do cidadão e cartão ADM.

Em pouco mais de 2 horas fui atendido, observado, TAC efectuado, relatório respectivo apreciado por médico, felizmente nada de preocupante, regressei a casa. Perguntei à saída quanto tinha a pagar - agora é com o IASFA. Achei um pouco estranho, mas enfim.

Passados dois dias recebi um SMS com as indicações para efectuar dois pagamentos de 19,00 € e 14,55€ salvo erro.

Tentei por diferentes meios entrar em contacto com o hospital. Sempre atendido e depois rejeitado por ASSISTENTE DIGITAL !

Passados 4 dias depois da ida ao hospital, e não conseguindo falar com ninguém, resolvi endereçar uma carta registada ao hospital. 

Nessa carta referi - "começo pelo aspecto positivo" - e que era o estar bastante satisfeito com o atendimento e tratamento recebidos. 

Depois, queixei-me da assistente digital, e de não haver possibilidade de chegar à fala com ninguém para esclarecer as minhas dúvidas.

Passado um dia fui contactado telefonicamente pelo hospital, e tudo se esclareceu, e fui pagar as duas contas/ facturas.

Para minha surpresa, recebo dois dias depois uma carta do hospital da Luz referindo que sabiam que o assunto já tinha sido esclarecido por telefone mas queriam assegurar todo o apoio e que eu me sentisse à vontade para me dirigir ao hospital da Luz sempre que necessitasse.

Mais palavras para quê?

Depois admiram-se que as pessoas se revoltem com estas indignidades ao nível da máquina do Estado e, concretamente, no âmbito do MDN, do EMGFA, do IASFA!

António Cabral
Calm, ref.
(marrevoltado.blogspot.pt)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

A PROPÓSITO do LEGADO de ANTÓNIO COSTA
A propósito deste fantástico legado, que integra todas as áreas da governação, da sociedade portuguesa, os comandantes dos helicópteros de salvamento das esquadras da Força Aérea bateram com a porta. Diz o Expresso que não são só eles.
Diz ainda o semanário que haverá muitos oficiais e outros que preferem ir embora da Força Aérea, apesar das indemnizações que terão de pagar. Já não protestam, vão-se embora. Algumas das descrições que estão no semanário são eloquentes do estado deste Estado português.

Ora está bem de ver que estas atitudes são de uma enorme ingratidão para António Costa e para todos os seus três excelentes governos viradores de páginas e, particularmente, para os seus três ministros das Finanças (Centeno, Leão, Medina) e para as três fantásticas estrelas (Azeredo, Cravinho, Carreiras) do firmamento da chamada Defesa Nacional que na realidade sempre foi e continua o desprezado ministério da tropa.
Não acham uma enorme ingratidão?
Claro que pobres, mas mal agradecidos é chato!

Presidente Marcelo, e agora, ATÃO, que vai dizer desta vez?
Ou vai ficar calado, assobiar para o lado como no caso dos polícias e outros?
Está a ver no que está a dar o que tem andado a fazer depois de, e bem, nos primeiros dois anos do primeiro mandato ter aproximado as pessoas da política e das instituições do Estado?
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sábado, 30 de outubro de 2021

PAZ,   GUERRA,   PAZ

Não é pelo facto de estarmos formalmente em paz que podemos abandonar conceitos de defesa e de segurança.

Tal como não é por os carros serem hoje mais seguros que devemos esquecer as boas regras da condução.

Tal como não é por haver vacinas para praticamente tudo que devemos ser descuidados com a nossa saúde e segurança física.

Ah, a propósito de vacinas para quase tudo, infelizmente não há para tudo. 

Não existem, por exemplo, para afastar os energúmenos que nos infernizam a vida e nos entram em casa através das TV e Internet. Infelizmente, não há vacinas de decência e dignidade para inocular a gentalha habituada a servir-se em vez de servir a sociedade.

António Cabral

Conta-Almirante, reformado

(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

MURROS NO ESTÔMAGO........
Pelo que se lê por aí, creio legítimo depreender que o titular do MDN deu mais umas "pranchadas" nos lombos das chefias militares, lembrando-lhes publicamente quem decide o quê.
Pessoalmente não gosto nada da criatura mas, parece-me indiscutível, mais uma vez falou grosso para quem se coloca a jeito.
Que falta de sentido de...........TUDO.
Parafraseando Salgueiro Maia - ao que se chegou, ao que deixaram que se chegasse!.
Dignidade e coluna vertebral, eram precisas........... há anos.
Só vejo lampreias e enguias, colagénio no lugar das vértebras.
Lamentável.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)