segunda-feira, 8 de abril de 2024

PRESIDENTE da REPÚBLICA
É eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como outros cidadãos portugueses que cumpram o estipulado no Art 121º da CRP.

Quem pode concorrer, candidatar-se?
São elegíveis todos os cidadãos eleitores, portugueses de origem, maiores de 35 anos.
Basta arranjarem uma proposta de candidatura assinada por 7500 ou no máximo 15000 cidadãos eleitores.

Portanto, desde que maior de 35 anos, pode candidatar-se o Tino de Rãs, um poeta, um barbeiro, um burguês arruinado, um monárquico reconvertido, uma sabichona, um excêntrico qualquer, um pensionista, um jornaleiro, um jornalista, um empresário, um agente reformado das forças de segurança, ou até mesmo um nadador salvador.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sábado, 6 de abril de 2024

RESTAURAÇÃO  na  ALDEIA 
A escolha era variada para acompanhar os camarões e depois o bacalhau à Brás.
Acabámos por nos decidir pelo Arrábida Azul
Belíssimo almoço.
AC

quarta-feira, 3 de abril de 2024

ANTIGOS COMBATENTES. MORTOS EM COMBATE
Na guerra do Ultramar /guerra colonial, milhares de portugueses morreram em combate ou foram feridos.
Hoje, ao passar pela Zebreira, no concelho de Idanha-a-Nova, recordei o monumento que lá está.
De entre os militares falecidos, naturais daquela terra, servindo na Marinha, e referidos no monumento estão, um oficial e uma praça:
- 1º tenente João António Moreno Miranda
- marinheiro Domingos António Botelho
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sexta-feira, 29 de março de 2024

Nota Prévia
Volto a publicar este meu texto por razões óbvias.

Mas para que não fiquem dúvidas, principalmente porque farto de andar a ouvir certos pantomineiros que há anos se albergam em certos paraísos do conhecimento (???) e se arrogam ares de especialistas.

E também farto de ouvir certos pantomineiros que formalmente tiveram responsabilidades governamentais e responsabilidades na Assembleia da República e se dão também ares de grandes especialistas e conhecedores de defesa, de segurança e de forças armadas, sendo evidente ao fim de tantos anos não passarem de uns prenhes de vacuidades e lugares comuns.

Pantomineiros, todos eles, com bem conhecida e descarada ausência de vergonha na cara. 

Militares e civis - essência e coincidência.

Na tarde de 10 de Abril de 1997, um dos meus três grandes amigos civis (tenho 3 ou 4 grandes amigos militares) dizia, numa cerimónia pública:

"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. 

E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.

....................... 
Revisito periodicamente a brilhante comunicação então feita pelo meu infelizmente já desaparecido amigo, e interrogo-me, sempre com crescentes dúvidas, sobre os fossos que cada vez mais cavam em nosso redor, à maioria dos portugueses, militares incluídos.

Realço outra vez a frase do meu amigo - ....."e esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender".

Em tempos escrevi - Temo que nos últimos anos já nem ouçam, quanto mais tentarem compreender. Até quando?

Olhando aos últimos 10/12 anos já tenho a certeza: 
- Nunca ouviram, nunca quiseram ouvir.
- Nunca tentaram compreender. 
- Têm-se consumido com, vacuidades e desprezo pelos militares.
- Proferem discursos grandiloquentes e vazios. 
- Tudo isto se vem passando do topo da hierarquia Constitucional para baixo; refiro-me aos sucessivos titulares de órgãos de soberania, que sempre demonstram pela sua postura desconhecerem o que é soberania. 
- Sempre arrogantes e ufanos dos seus cursos e mestrados de estratégia  e ciência política, e do comentário em institutos, OCS, conferências.
- Sempre contentinhos das suas constantes viagens de Falcon para os corredores alcatifados Europeus, onde rastejam dóceis, agradecidos e subservientes, vindo depois a palrar dando-se ares de estadistas. 

Como hoje estou a verificar. Coitados e coitadas

Terão visto, anos atrás, aquele general Iraquiano a palrar frente a câmaras de TV e vendo-se depois aparecer no fundo da imagem os carros de combate americanos?
António Cabral

quarta-feira, 27 de março de 2024

DEFESA NACIONAL e FORÇAS ARMADAS
Socorrendo-me do que tenho conversado e aprendido com o meu melhor amigo militar que é Almirante reformado da Marinha, recordo hoje duas coisas
A primeira é uma repetição do que aqui já escrevi em outras ocasiões.
A segunda é um discurso marcante.

1º - As Forças Armadas (FA) constituem tão somente um dos pilares da defesa nacional. 
As FA não são a defesa nacional (DN), embora a "praxis" da esmagadora maioria dos políticos desde o 25 de Abril tenha incutido nos cidadãos essa confusão. Políticos e jornalistas.

2º - Vou colocar a seguir o discurso proferido pelo então Primeiro-ministro no então Instituto de Altos Estudos Militares, em 25 de Maio de 1990. Permito-me chamar à atenção para os sublinhados.
António Cabral (AC)

sábado, 23 de março de 2024

MAROCEANOS, Por Cá Quem se interessa?
22 de Março, no Palácio da Independência, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP) levou a cabo uma sessão subordinada ao tema - "As Áreas Marinhas Protegidas, à Luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milénio".

Um dos oradores foi o professor Jorge Oliveira e Carmo, curiosamente, filho do oficial de Marinha Oliveira Carmo que foi morto em combate durante a invasão das forças indianas às colónias portuguesas Goa, Damão e Diu. 
Oliveira e Carmo, patrono do curso Oliveira e Carmo. 
O sr Comandante Orlando Temes de Oliveira apresentou os palestrantes.  

Foi uma sessão muito interessante. 
Até pelo interesse manifestado, pelo nível da assistência, (*) e ficar-se a saber da postura governamental.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

(*) além dos dois funcionários da SHIP, do Cte OTO, dos três palestrantes, estava eu, o Valm ref Silva da Fonseca, e mais três pessoas.
Eloquente, condizente aliás com as posturas governamentais, apesar de muitos discursos, "ai o mar", "economia verde", "economia circular", "economia azul", ….

quinta-feira, 21 de março de 2024

FOTOGRAFIA
(fotografias minhas, Atlântico Sul)

António Cabral

domingo, 17 de março de 2024

QUASE   50

Domingo, 17 de Março de 2024, Praça da República, Montijo


António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quinta-feira, 14 de março de 2024

Limpeza "muito abaixo dos padrões" obriga a encerrar messe da Base Naval de Lisboa

Almirante Gouveia e Melo decretou encerramento. Empresa contratada terá tido salários em atraso com as funcionárias, que fizeram várias greves.
Sérgio A. Vitorino12 de Março de 2024 às 20:33

António Cabral


terça-feira, 12 de março de 2024

ABRUNHEIROS A FLORIR

AC

domingo, 10 de março de 2024

LIBERDADE
A revolta militar de 25 de Abril de 1974, rapidamente transformada em revolução dada a adesão popular, levou à consagração do nosso texto Constitucional e nele, a consagração constitucional da LIBERDADE.

Uma República baseada na dignidade da pessoa humana, na vontade popular, com respeito pelos princípios do Estado de Direito Democrático, Constitucionalmente obrigada defender a democracia política e a promover o bem-estar e a qualidade de vida dos portugueses.


Uma República em que o povo exerce o poder político através do sufrágio universal, directo, secreto e periódico, e em que os partidos políticos concorrem para a organização e para a expressão da vontade dos portugueses.


Uma República onde o domicílio e o sigilo de correspondência e outros meios são invioláveis, onde todos têm direito à liberdade de expressão, onde a liberdade de consciência religião ou culto é inviolável, onde os cidadãos têm direito de reunião e manifestação e liberdade de associação.


Hoje vota-se para eleger uma nova Assembleia da República, e ao partido mais votado o PR pedirá para que indique um putativo PM, e a este será pedida a formação de novo governo.


Vamos ver como correm as coisas, que equilíbrio ou desequilíbrios resultarão do apuramento final do acto eleitoral.
Pessoalmente estou preocupado.


Que resposta darão hoje os meus concidadãos?
Eu, apesar de estar de momento com poucas forças, só falharei o dever de ir votar se algo inesperado acontecer até ao fecho das urnas. Espero que não.


O boletim de voto tem salvo erro 17 partidos, formalmente autorizados a tal serem pelo poderoso Tribunal Constitucional.


Há, portanto, formalmente, diversidade de escolha.
Mas, convenhamos, no fundo no fundo trata-se de governabilidade ou, melhor, trata-se arranjar governabilidade e trata-se de ver se a decência por uma vez desce à política e se, de facto, vão pugnar pelo nosso bem-estar e qualidade de vida.


Até hoje estamos longe de situação confortável.
Aguardemos.

António Cabral 
Calm, ref
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quinta-feira, 7 de março de 2024

ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE - Um Século de História Dedicado ao Mar (1924-2024)

 


Em 2024, a ENIDH – Escola Superior Náutica Infante D. Henrique comemora o seu centésimo aniversário.

Um marco que reflete uma jornada de uma enorme paixão pelo mar, uma aposta num ensino de excelência e um forte compromisso e dedicação à comunidade marítimo-portuária.

Fundada em 1924, então com a designação de Escola Náutica, é hoje, passados 100 anos, uma referência de ensino a nível nacional e internacional. É a única instituição de Ensino Superior dedicada à formação na área marítimo-portuária e acreditada pela EMSA- European Maritime Safety Agency.



Fonte: Site ENIDH https://www.enautica.pt/  

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

F O T O G R A F I A 

António Cabral

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Militares e civis - essência e coincidência.

Na tarde de 10 de Abril de 1997, um dos meus três grandes amigos civis (tenho 3 ou 4 grandes amigos militares) dizia, numa cerimónia pública:

"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. 

E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.

....................... 
Revisito periodicamente a brilhante comunicação então feita pelo meu infelizmente já desaparecido amigo, e interrogo-me, sempre com crescentes dúvidas, sobre os fossos que cada vez mais cavam em nosso redor, à maioria dos portugueses, militares incluídos.

Realço outra vez a frase do meu amigo - ....."e esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender".

Em tempos escrevi - Temo que nos últimos anos já nem ouçam, quanto mais tentarem compreender. Até quando?

Olhando aos últimos 10/12 anos já tenho a certeza: 
- Nunca ouviram, nunca quiseram ouvir.
- Nunca tentaram compreender. 
- Têm-se consumido com, vacuidades e desprezo pelos militares.
- Proferem discursos grandiloquentes e vazios. 
- Tudo isto se vem passando do topo da hierarquia Constitucional para baixo; refiro-me aos sucessivos titulares de órgãos de soberania, que sempre demonstram pela sua postura desconhecerem o que é soberania. 
- Sempre arrogantes e ufanos dos seus cursos e mestrados de estratégia  e ciência política, e do comentário em institutos, OCS, conferências.
- Sempre contentinhos das suas constantes viagens de Falcon para os corredores alcatifados Europeus, onde rastejam dóceis, agradecidos e subservientes, vindo depois a palrar dando-se ares de estadistas. 

Como hoje estou a verificar. Coitados e coitadas

Terão visto, anos atrás, aquele general Iraquiano a palrar frente a câmaras de TV e vendo-se depois aparecer no fundo da imagem os carros de combate americanos?
António Cabral

Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

GOSTO
Temas tão diferentes. 
Gosto dos dois. Presumo que as fotos estão razoáveis.
A segunda é de património edificado, que está mais ou menos recuperado.
AC

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

LIBERDADE   =   NÃO  TER  MEDO


Tenham um bom dia, boa semana, saúde.


António Cabral

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Ooops . . .
Distração? Acidente? Vendaval? Que coisa esquisita!
Terá sido um "drone" que causou isto?
António Cabral 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

HÁ GUERRA?  Bem . . . . 

dizem que morre um Fuzileiro de vez em quando mas,…

Esta sequência de palavras ouvi-as em Bissau da boca de quem na altura era responsável pela Marinha lá quando na manhã de 30 de Outubro de 1971 me apresentei.  Era o início de tempos que não esqueço.
Antes desta "extraordinária" (??) sequência de palavras e depois do meu - dá-me licença - da praxe, recebi uma primeira frase e mais curta - então vão regressar a Lisboa
EU e o que comigo iniciava nesse dia o cumprimentos de 21 meses pela Pátria nem sabíamos bem o que pensar, retorquimos apenas - não, acabámos de chegar. E lá ouvimos a seguir a frase em título sobre a "guerra"

Lembrei-me disto, deste passado que me marcou, a propósito das guerras que por aí alastram. E a propósito de um texto recente de um homem que muito considero e que a propósito da guerra coloca interrogações sobre o modo como reagem muitas pessoas à guerra, às guerras. Muitas vezes ou a maioria das vezes, com uma certa indiferença.
A menos que comecem a estoirar engenhos perto da sua área de conforto! 

Por cá, por exemplo, a nível de partidos políticos, esgrimem um certo palavreado com o PCP e BE acerca da pancadaria na Ucrânia. Mas é basicamente folclore para "épater les Bourgeois".
Está lá longe.

Por cá o interesse pela guerra circunscreve-se a cometer 37 militares para um exercício NATO, a inarrável Helena Carreiras verbalizar contra Trump e anunciar um milhão para comprar umas munições (já lá chegaram os Leopard e os Kamov e as cuecas?), uns discursos pomposos e inócuos untados com umas vacuidades por parte de vários conhecidos palradores que disso não passam, e pouco mais.

Olhar-se para as coisas seriamente, com equidistância, com rigor, com a noção exacta das nossas carências, não significa que nos estejamos a preparar para ir para uma qualquer guerra. 
Significa tão só ter sentido de Estado, noção das responsabilidades.

Pois se ontem era tarde, hoje e amanhã mais tarde será, para olhar seriamente para o pilar militar da defesa nacional. Olhar sem espírito de império, olhar com realismo, olhar para os pequenos passos que deveriam começar a ser dados.
Para vacuidades temos arrogantes que cheguem, civis e militares.

Mas as realidades mostram (opinião pessoal, naturalmente) que o que por cá vem acontecendo tem um significado e muito claro: a maioria dos palradores não tem um pingo de vergonha na cara.

Como os militares não se podem manifestar, está tudo bem no reino desta "desgraçada Dinamarca" em declinação lusa.

António Cabral

terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

SOBERANIAS,  GEOPOLÍTICA
Deng Xiaoping "cunhou" a fórmula um país, dois sistemas, e nesse quadro Hong Kong e Macau regressaram à "mãe".

A ilha Formosa /Taiwan, continua fora da alçada de Pequim. Ilha que mantém uma certa proximidade com os EUA, ilha onde se produz qualquer coisa como 70 % de "chips" e outras coisas, ilha que mantém um certo comércio com a China.

Com os últimos desenvolvimentos, nomeadamente recordo a declaração explícita de Pequim quanto ao apoio à Rússia, como evoluirá a guerra morna nos estreitos naquela região?

Como prosseguirá a política externa dos EUA na região agora que cresce a probabilidade dos conflitos no Médio Oriente se intensificarem, se alargarem? E o Irão?
E o Egipto que está a demonstrar mais do que certo nervosismo com a probabilidade de batatada ainda mais séria na cidade (??) junto à sua fronteira?
Aguardemos.
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 11 de fevereiro de 2024

Ai,  Se  EU  For  GOVERNO . . . .

Tenho um programa eleitoral imbatível!

António Cabral

sábado, 10 de fevereiro de 2024

MAR DE ARAL, IDANHA-a-NOVA, ALGARVE
Quem tem a gentileza de visitar este modesto e livre blogue, onde publico as minhas brincadeiras, partilho opiniões, suscito dúvidas, partilho fotografias, ao ler este título pode com toda a legitimidade interrogar-se: o que tem o Mar de Aral a ver com o concelho de Idanha-a-Nova e com o Algarve? Será que ele se passou?

Meus prezados amigos, meus estimados leitores, não, não me passei.

O Mar de Aral para quem não esteja familiarizado está basicamente seco. Chegou a ser se não estou enganado o 4º ou 5º maior lago à superfície da Terra.
Ao que parece, para lá das alterações climáticas, a cultura do algodão entre outras chupou a água!

No Algarve, as barragens estão a caminho da secura, devido a chover pouco ou quase nada. 
Mas, também, devido às plantações intensivas, diversas, que desmesuradamente chupam água.

No concelho de Idanha-a-Nova várias barragens estão a caminho da secura apesar de muito por lá ter chovido. 
As plantações de amendoais e outras chupam brutalmente a água.

Mas isto preocupa responsáveis? Hum….. NÃO parece.

Por isso me lembrei da secura do Mar de Aral.
Tenham um bom fim de semana.
António Cabral

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Ai as MINHOCAS . . . 

Quando se abre uma lata de minhocas,  a única forma de as voltar a enlatar é recorrendo a uma lata maior.

Os eruditos falam em "caixa de pandora"!

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

CMG (Ref) António Pereira Varandas


 Recebida a seguinte informação de "A Voz da Abita":

"Estimados Camaradas,

Lamentamos dar a conhecer o falecimento, ocorrido no passado dia 27 de Janeiro, do nosso Camarada CMG (Ref) António Pereira Varandas pelo que apresentamos, com reconhecido atraso, sentidas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas mais chegados, em particular aos do Curso D. Dinis (1953) a que pertencia.

Saudações Navais

A Voz da Abita "

"O Navio... desarmado" expressa os pêsames à família do Cte. Pereira Varandas e aos seus amigos e camaradas.

domingo, 4 de fevereiro de 2024

QUE  QUENTINHO!
António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

CULTURA
. . . . . .
Como sou dado ao tédio, é curioso que nunca, até hoje, me lembrou de meditar em que consiste. Estou hoje, deveras, nesse estado intermédio da alma em que nem me apetece a vida nem outra coisa.
. . . . . .
(pág. 236)
AC