É eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como outros cidadãos portugueses que cumpram o estipulado no Art 121º da CRP.
segunda-feira, 8 de abril de 2024
É eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como outros cidadãos portugueses que cumpram o estipulado no Art 121º da CRP.
quarta-feira, 3 de abril de 2024
sexta-feira, 29 de março de 2024
Volto a publicar este meu texto por razões óbvias.
Militares e civis - essência e coincidência.
Na tarde de 10 de Abril de 1997, um dos meus três grandes amigos civis (tenho 3 ou 4 grandes amigos militares) dizia, numa cerimónia pública:
"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
.......................
Realço outra vez a frase do meu amigo - ....."e esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender".
Em tempos escrevi - Temo que nos últimos anos já nem ouçam, quanto mais tentarem compreender. Até quando?
- Nunca tentaram compreender.
Terão visto, anos atrás, aquele general Iraquiano a palrar frente a câmaras de TV e vendo-se depois aparecer no fundo da imagem os carros de combate americanos?
António Cabral
quarta-feira, 27 de março de 2024
sábado, 23 de março de 2024
Um dos oradores foi o professor Jorge Oliveira e Carmo, curiosamente, filho do oficial de Marinha Oliveira Carmo que foi morto em combate durante a invasão das forças indianas às colónias portuguesas Goa, Damão e Diu.
Foi uma sessão muito interessante.
domingo, 17 de março de 2024
quinta-feira, 14 de março de 2024
terça-feira, 12 de março de 2024
domingo, 10 de março de 2024
A revolta militar de 25 de Abril de 1974, rapidamente transformada em revolução dada a adesão popular, levou à consagração do nosso texto Constitucional e nele, a consagração constitucional da LIBERDADE.
Uma República baseada na dignidade da pessoa humana, na vontade popular, com respeito pelos princípios do Estado de Direito Democrático, Constitucionalmente obrigada defender a democracia política e a promover o bem-estar e a qualidade de vida dos portugueses.
Uma República em que o povo exerce o poder político através do sufrágio universal, directo, secreto e periódico, e em que os partidos políticos concorrem para a organização e para a expressão da vontade dos portugueses.
Uma República onde o domicílio e o sigilo de correspondência e outros meios são invioláveis, onde todos têm direito à liberdade de expressão, onde a liberdade de consciência religião ou culto é inviolável, onde os cidadãos têm direito de reunião e manifestação e liberdade de associação.
Hoje vota-se para eleger uma nova Assembleia da República, e ao partido mais votado o PR pedirá para que indique um putativo PM, e a este será pedida a formação de novo governo.
Vamos ver como correm as coisas, que equilíbrio ou desequilíbrios resultarão do apuramento final do acto eleitoral.
Pessoalmente estou preocupado.
Que resposta darão hoje os meus concidadãos?
Eu, apesar de estar de momento com poucas forças, só falharei o dever de ir votar se algo inesperado acontecer até ao fecho das urnas. Espero que não.
O boletim de voto tem salvo erro 17 partidos, formalmente autorizados a tal serem pelo poderoso Tribunal Constitucional.
Há, portanto, formalmente, diversidade de escolha.
Mas, convenhamos, no fundo no fundo trata-se de governabilidade ou, melhor, trata-se arranjar governabilidade e trata-se de ver se a decência por uma vez desce à política e se, de facto, vão pugnar pelo nosso bem-estar e qualidade de vida.
Até hoje estamos longe de situação confortável.
Aguardemos.
quinta-feira, 7 de março de 2024
ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE - Um Século de História Dedicado ao Mar (1924-2024)
Em 2024, a ENIDH – Escola
Superior Náutica Infante D. Henrique comemora o seu centésimo aniversário.
Fundada em 1924, então com a designação de Escola Náutica, é hoje, passados 100 anos, uma referência de ensino a nível nacional e internacional. É a única instituição de Ensino Superior dedicada à formação na área marítimo-portuária e acreditada pela EMSA- European Maritime Safety Agency.
Fonte: Site ENIDH https://www.enautica.pt/
quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024
Militares e civis - essência e coincidência.
Na tarde de 10 de Abril de 1997, um dos meus três grandes amigos civis (tenho 3 ou 4 grandes amigos militares) dizia, numa cerimónia pública:
"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
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Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina.
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Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
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Realço outra vez a frase do meu amigo - ....."e esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender".
Em tempos escrevi - Temo que nos últimos anos já nem ouçam, quanto mais tentarem compreender. Até quando?
- Nunca tentaram compreender.
Terão visto, anos atrás, aquele general Iraquiano a palrar frente a câmaras de TV e vendo-se depois aparecer no fundo da imagem os carros de combate americanos?
António Cabral
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
HÁ GUERRA? Bem . . . .
Por cá, por exemplo, a nível de partidos políticos, esgrimem um certo palavreado com o PCP e BE acerca da pancadaria na Ucrânia. Mas é basicamente folclore para "épater les Bourgeois".
Olhar-se para as coisas seriamente, com equidistância, com rigor, com a noção exacta das nossas carências, não significa que nos estejamos a preparar para ir para uma qualquer guerra.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
domingo, 11 de fevereiro de 2024
sábado, 10 de fevereiro de 2024
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
CMG (Ref) António Pereira Varandas
Recebida a seguinte informação de "A Voz da Abita":
"Estimados Camaradas,
Lamentamos dar a conhecer o falecimento, ocorrido no passado dia 27 de Janeiro, do nosso Camarada CMG (Ref) António Pereira Varandas pelo que apresentamos, com reconhecido atraso, sentidas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas mais chegados, em particular aos do Curso D. Dinis (1953) a que pertencia.
Saudações Navais
A Voz da Abita "
"O Navio... desarmado" expressa os pêsames à família do Cte. Pereira Varandas e aos seus amigos e camaradas.