UM CIDADÃO, DIGNO
Tem:
Dignitas, Gravitas, Honestas, Simplicitas.
Ou seja, tem dignidade, seriedade, honestidade, simplicidade.
Tem coluna vertebral e não de colagénio esponjoso, respeita-se, e respeita sempre os outros, respeita sempre os concidadãos.
Como se continua a ver por aí............em particular nas últimas semanas.
Lembrei-me outra vez disto, pelo estendal de porcaria que alastra e a propósito, também, das contínuas e agora quase diárias declarações dos grandes titulares de orgãos de soberania sobre a tropa mais o OE mais a WEB mais a cultura mais a proteção civil, mais a ferrovia, e a quererem anestesiar a malta dizendo, que temos de esperar para ver, e que o MP, ......e o governo......e tal.....e passes, ......e comboios,....e aumentos,.........e impressões,....... e a WEB Summit é do nosso ADN,.......e o tempo da justiça,.....e vamos aguardar, ......e não sei nadinha,.........e tal.......
Mais exemplos ??????
Não precisam que indique pois não, ou querem que faça um pequeno desenho?
António Cabral (AC)
Ps: não é preciso recordar que políticos e governantes e titulares de orgãos de Soberania são cidadãos, pois não?
Cidadãos dignos assumem as suas responsabilidades, como se vê há décadas, não é?
sábado, 24 de novembro de 2018
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
De beneficiário a maleficiário
Creio bem que seja este o trajecto que me está reservado nos próximos tempos.
Ao chegar paulatinamente a uma consulta no Hospital da Cruz Vermelha, sou informado de que a partir de agora passo a pagar 3,99 euros pelas consultas, anteriormente gratuitas. A quem devo a funesta informação? (Ao IASFA? Não. Essa insigne instituição ignorou-me olimpicamente como beneficiário, embora nunca se esqueça de mim como subscritor.) À simpática funcionária que me atendeu no HCV. Está visto: de beneficiário passei a maleficiário.
domingo, 18 de novembro de 2018
Vá lá, o dia está feio, mas toca a sorrir
Quando a paixão acaba... permanece o AMOR!
(lembrei-me disto a propósito dos que podem ser amigos mas não casam....)
O marido entra com muito cuidado na cama e sussurra suave e apaixonadamente ao ouvido da mulher...........
- Querida,........... estou sem cuecas...
E a mulher, muito ensonada, responde-lhe:
- Está bem..... está bem..... Amanhã lavo-te umas!!!
Quando a paixão acaba... permanece o AMOR!
(lembrei-me disto a propósito dos que podem ser amigos mas não casam....)
O marido entra com muito cuidado na cama e sussurra suave e apaixonadamente ao ouvido da mulher...........
- Querida,........... estou sem cuecas...
E a mulher, muito ensonada, responde-lhe:
- Está bem..... está bem..... Amanhã lavo-te umas!!!
AC
Etiquetas:
combatentes,
FA,
fotografia Tlm,
homenagem,
memória,
militares,
Montijo,
monumento combatentes ultramar,
respeito,
ultramar
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
Aniversário
Comemora-se hoje o 4º aniversário do lançamento à água do "O Navio... desarmado".
Na sua primeira mensagem dizia-se pretender ele ser o ponto de encontro e troca de informações e debate dos marinheiros já na situação de reforma. Para tal contava com a colaboração e apoio do universo dos reformados.
Todavia, ultimamente tem navegado (muito) pouco. Espera não ter de ser abatido por falta de quem nele queira embarcar. Estará a necessitar de uma primeira revisão?
De qualquer forma, estão de parabéns todos aqueles que nele têm embarcado, com maior ou menor assiduidade, trazendo as suas histórias navais, as suas notícias, os seus comentários, as suas ideias, as suas críticas, os seus temas para debate.
Que continue a navegar por muitos outros anos, com prazer com tempo de feição, com coragem e determinação quando em tempo de procela.
Na sua primeira mensagem dizia-se pretender ele ser o ponto de encontro e troca de informações e debate dos marinheiros já na situação de reforma. Para tal contava com a colaboração e apoio do universo dos reformados.
Todavia, ultimamente tem navegado (muito) pouco. Espera não ter de ser abatido por falta de quem nele queira embarcar. Estará a necessitar de uma primeira revisão?
De qualquer forma, estão de parabéns todos aqueles que nele têm embarcado, com maior ou menor assiduidade, trazendo as suas histórias navais, as suas notícias, os seus comentários, as suas ideias, as suas críticas, os seus temas para debate.
Que continue a navegar por muitos outros anos, com prazer com tempo de feição, com coragem e determinação quando em tempo de procela.
Fuzileiros treinam resposta a situações de crise no maior exercício anfíbio espanhol
Uma Força de Fuzileiros
da Marinha portuguesa, composta por 75 militares embarcados no navio de assalto
anfíbio e porta-helicópteros da Armada Espanhola SPS LHD Juan Carlos I, está a
participar no exercício anfíbio GRUFLEX-18, organizado pela Armada espanhola.
No
"GRUFLEX-18" é simulada uma situação de resposta a crises e operações
de ajuda humanitária. Neste contexto, realiza-se a projeção do mar para a terra
de forças militares de natureza anfíbia e operações expedicionárias
desenvolvida na costa, na qual participam mais de 3.000 militares, 8 navios, 1
submarino, 25 aeronaves e mais de 150 veículos, provenientes da Espanha,
Estados Unidos da América, Itália e Portugal.
O exercício realiza-se
numa primeira fase em águas das ilhas Canárias, nos Campos Militares de Treino
de La Isleta e de Pájara e, numa segunda fase, no Golfo de Cádis, terminando
com a projecção da força de desembarque para o Campo Militar de la Sierra del
Retin, no dia 23 de Novembro.
A Força portuguesa de
Fuzileiros integra o “Primer Batallón de Desembarco (BDE-I)”, da Armada
espanhola.
No trânsito para as
Ilhas Canárias, a bordo do SPS LHD Juan Carlos I, os Fuzileiros realizaram a
preparação para a condução das operações em terra, realizando treinos de
armamento, comunicações e socorrismo em combate.
Na Gran Canária,
deslocaram-se para o campo de manobras e tiro de “la Isleta” para conduzirem acções
de tiro com armamento individual e colectivo e treino de operações militares em
áreas urbanas.
Informação de 15Nov2018 do EMGFA
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
CMN
Retirado da página do CMN no FB:
"O Clube Militar Naval celebra hoje o seu 152º aniversário.
No dia 15 de novembro de 1866, foi fundado o Clube Militar Naval, com a aprovação dos seus Estatutos, por Decreto assinado pelo Ministro Visconde da Praia Grande de Macau, conselheiro Isidoro Francisco Guimarães.
O Clube Militar Naval é uma associação privada de oficiais e cadetes da Armada, sem fins lucrativos, que promove o convívio entre diferentes gerações de oficiais, prolongando o salutar espírito de "câmara" que se vive a bordo dos navios, contribuindo para o reforço da formação naval e cívica dos seus associados, através da organização de palestras, colóquios, entre outras atividades, tendo por objetivo último torna-los mais habilitados para o cumprimento das suas missões na Marinha.
O Clube Militar Naval publica ininterruptamente desde 1871 uma publicação regular, designada de Anais do Clube Militar Naval, que se mantém até aos dias de hoje, cuja imagem de marca de rigor e qualidade da informação que disponibiliza no âmbito técnico-profissional, ligado às ciências do mar e à temática naval, tem granjeado ao longo de todos estes anos um enorme prestígio e valor ímpar na qualidade e diversidade dos seus artigos e crónicas, que não podem ser dissociadas do rico património histórico desta Instituição.
O Clube Militar Naval está sediado desde 1989 num edifício construído em 1917, sito na Avenida Defensores de Chaves, da autoria do arquiteto Norte Júnior, que se encontra em vias de classificação como imóvel de interesse público.
Celebra-se hoje uma longa história que atravessou inúmeras gerações de oficiais da Armada.
A Pátria Honrai, Que A Pátria Vos Contempla!"
domingo, 11 de novembro de 2018
11 NOVEMBRO 1918
No passado 4NOV realizou-se na Av da Liberdade uma cerimónia militar para celebrar o centenário do Armistício, 11 de Novembro de 1918. O cessar fogo terá tido início ás 1100 horas locais.
Assim, Marcelo e não só, puderam estar hoje em França, junto de alguns “pares” e de outros.
No passado 4NOV realizou-se na Av da Liberdade uma cerimónia militar para celebrar o centenário do Armistício, 11 de Novembro de 1918. O cessar fogo terá tido início ás 1100 horas locais.
Assim, Marcelo e não só, puderam estar hoje em França, junto de alguns “pares” e de outros.
Nestas coisas nunca se sabe com rigor absoluto quem estimulou que se fizesse o quê, quem se escudou nos formalismos para levar a coisa ao concreto, quem sobretudo chamou esses formalismos para tratar de outros assuntos, também, porventura de importância superior para quem forçou a coisa. É a vida. Ficam as discursatas e as dúvidas legítimas.
No discurso do actual Presidente da nossa mal tratada República, se ouvi bem o "sítio" da Presidência, foram evocados 111000 militares, terão sido mortos cerca ou mais de 8000, terão sido feitos prisioneiros mais de 7000. O PR lembrou que houve combates em África, nas nossas colónias, onde creio terão andado muitos Portugueses fardados, pelo menos 30000. Os números variam muito consoante as fontes, mas mais de 55000 terão ido para França. Mas o melhor é não somar porque nestas coisas os números nunca batem certo.
Da parte final da discursata, parece-me legítimo ler de forma variada o que se ouviu da boca de Marcelo. Enviou recados? Quis realçar a sua formal capacidade (???) de Comandante Supremo das Forças Armadas? Quis mostrar força, e que força concreta ??
Como apreciar o que se passou em Lisboa no passado 4NOV com tanta pompa, com tanta tropa, e com alguns que me parece não deviam lá ter estado?
Da celebração do Centenário
Entrámos na IGG por decisão política, salvo erro em Março de 2016. Justificação para tal decisão? Depende da perspectiva.
Pessoalmente, ao que fui lendo ao longo dos tempos, um dos grandes propulsores para a entrada na guerra foi a situação política interna. Caótica. Para não perdermos as colónias e sobretudo para reforçar o regime que então nos governava? Creio que a parte do execrável regime pesou mais.
Da parte final da discursata, parece-me legítimo ler de forma variada o que se ouviu da boca de Marcelo. Enviou recados? Quis realçar a sua formal capacidade (???) de Comandante Supremo das Forças Armadas? Quis mostrar força, e que força concreta ??
Como apreciar o que se passou em Lisboa no passado 4NOV com tanta pompa, com tanta tropa, e com alguns que me parece não deviam lá ter estado?
Da celebração do Centenário
Entrámos na IGG por decisão política, salvo erro em Março de 2016. Justificação para tal decisão? Depende da perspectiva.
Pessoalmente, ao que fui lendo ao longo dos tempos, um dos grandes propulsores para a entrada na guerra foi a situação política interna. Caótica. Para não perdermos as colónias e sobretudo para reforçar o regime que então nos governava? Creio que a parte do execrável regime pesou mais.
Com a entrada dos EUA na guerra, em Junho de 1917, os EUA iniciaram a instalação de infra-estruturas em Ponta Delgada, depósitos de carvão para abastecimento dos navios, uma pequena base de apoio, operacional a partir de Novembro de 1917.
Quanto a Angola e Moçambique, as então nossas fronteiras estavam/ foram ameaçadas por Alemães. E verificaram-se contendas. E aconteceu a desgraça que atingiu a soldadesca nacional lá por África. Há quem defenda que nessa altura nem tudo foi igual na escala hierárquica.
Uma coisa parece ser verdadeira, terrivelmente verdadeira, a total incompetência na preparação, e depois na condução da guerra na Flandres e em África.
Como lembrou Marcelo, os submarinos Alemães andaram nas zonas das nossas ilhas Atlânticas, onde perdemos um navio de guerra.
O PR falou em xenofobia, iniquidade e por aí fora.
Mas quanto à história, que eu saiba, não foi bem por causa disso, direi mesmo, não foi por nada disso que despontou a IGG. Como aliás a IIGG.
Quer Sérvios quer Franceses, quer Ingleses, quer Americanos, quer Romenos, não arranjaram alibis para tratar de ver se conseguiam ficar com despojos dos impérios que então existiam e se desejava que desaparecessem?
Lembremo-nos que existiam 4 impérios.
É que em todos os países, excepto nesta desgraçada República, se equacionam a sério os interesses do Estado, se avaliam riscos e ameaças, se projectam estratégias, se avaliam recursos. Por isso, nessa altura, a questão da grande Sérvia, os pedaços de terra flutuantes entrando e saindo da França, a inveja pelo poderio industrial Alemão, as terras no Norte de Itália, a Transsilvânia, e os Russos sempre a espreitar tudo. Detalhes históricos, não é senhor Presidente?
O discurso. Intenções reais?
O rigor histórico no discurso de Marcelo deixa a desejar.
O discurso. Intenções reais?
O rigor histórico no discurso de Marcelo deixa a desejar.
Mas num País de ignorantes tudo se deixa passar e não vou perder tempo.
As dezenas de milhares de Portugueses arrebanhados para Tancos (sim, Tancos), e onde então se improvisaram tropas mais fandangas que outra coisa, mal uniformizadas, mal equipadas, com escasso treino, está-se mesmo a ver que foram delirantes de contentamento para França combater a xenofobia e as iniquidades sob o olhar e os aplausos de Norton de Matos. O famoso CEP (Corpo Expedicionário Português) abandonado à sua sorte. Com um fim muito triste.
A maior intenção por detrás do discurso de Marcelo poderá ter sido???? - eu, Comandante Supremo das Forças Armadas, estou aqui, vigilante, atento, e não tolerarei o uso das Forças Armadas ao serviço de interesses, pessoas, grupos ou de jogos de poder.
Estar-se-ia a lembrar de Tancos II, o actual, que não anda nem desanda?
A parada militar
Foi de grande estadão, dizem.
A maior intenção por detrás do discurso de Marcelo poderá ter sido???? - eu, Comandante Supremo das Forças Armadas, estou aqui, vigilante, atento, e não tolerarei o uso das Forças Armadas ao serviço de interesses, pessoas, grupos ou de jogos de poder.
Estar-se-ia a lembrar de Tancos II, o actual, que não anda nem desanda?
A parada militar
Foi de grande estadão, dizem.
Não vi, mas dizem-me que se viram muitos desalinhamentos, trocas de passos.
Na assistência, as figuras do Estado, com Marcelo Rebelo de Sousa à cabeça, representações diplomáticas acreditadas em Lisboa, muitos dignitários de cores e natureza variada............altas patentes militares incluindo o ex-CEME Rovisco Duarte.
Como não assisti ao evento, nem pela TV, pois mais interessantes coisas me ocupavam, não tenho a certeza mas, parece, que integraram o desfile representações da GNR e da PSP.
Não tenho nada de especial contra as forças de segurança, mas a que título?
Também estiverem em África a combater Alemães, a combater a xenofobia e as iniquidades?
Claro que o PCP, os “melancia” e o BE caladinhos que nem ratos, quer sobre o caso, quer, a celebração, o dinheiro gasto na coisa para gáudio dos figurões de Estado. Não bradaram contra lavagens históricas.
Claro que o PCP, os “melancia” e o BE caladinhos que nem ratos, quer sobre o caso, quer, a celebração, o dinheiro gasto na coisa para gáudio dos figurões de Estado. Não bradaram contra lavagens históricas.
Uma coisa é de realçar, parece que houve o bom senso de não fazer desfilar o material com lagartas metálicas; lá se iria o alcatrão das avenidas, como aconteceu no Porto décadas atrás.
Que concluir?
Sim, as FA não devem ser usadas para jogos políticos, jogos de poder.
Que concluir?
Sim, as FA não devem ser usadas para jogos políticos, jogos de poder.
Não se terá esquecido que, no presente, os jogos de poder persistem e, no caso nacional, ainda que num espectro de baixa intensidade como se costuma dizer, jogos de poder persistem, e por exemplo, se podem vislumbrar à volta da "cena" Tancos.
Sim, as Forças Armadas são o garante último da liberdade e da democracia.
Sim, as Forças Armadas são o garante último da liberdade e da democracia.
A terminar, uma coisa para mim é certa: é vergonhoso como em Portugal se tratam os nossos mortos das guerras, como lastimável e igualmente vergonhoso se tratam os vivos no presente.
E quanto aos vivos não me refiro apenas à fiscalidade e custo de vida, refiro-me a este inqualificável tratamento dos cidadãos, diário, considerando-os uns tontos, uns tolos. É uma vergonha, é asqueroso, e diz bem da categoria desta gentinha TODA.
Como vergonhosa a manipulação histórica.
António Cabral (AC)
Etiquetas:
11NOV1918,
armistício,
CEP,
colónias,
governo,
Guerra,
história de Portugal,
IGG,
Marcelo Rebelo de Sousa,
PR
Perca-se Roma mas ...
Recebida a seguinte mensagem:
"Meus caros
Não sei se já vos aconteceu mas recebi, há dias , uma carta da Direcção do Pessoal dirigida ao Ex.mo Sr. Será que é esta a nova forma de relacionamento ?
Abraço do E. Gomes"
terça-feira, 6 de novembro de 2018
TANCOS
Recebida a seguinte mensagem:
"Vi, hoje, na TV alguém que afirmava que o caso de Tancos ( não deixa de ser curioso que o episódio seja classificado como o Caso de Tancos e que alegada e talvez interesseiramente se afirme que afecta o prestígio das Forças Armadas ) , era da responsabilidade do Governo.
Tal afirmação, uma das muitas que diariamente são produzidas ( como diria um camarada mais antigo por gente cuja incompetência não é especializada ) fez - me lembrar um episódio ocorrido vai para quase 70 anos e que não resisto a contar
Desde que me lembro, a rua em que moro sempre teve alguma trânsito de viaturas pesadas, uma das quais, em dia que não sei exactamente quando , chocou violentamente com uma das árvores existentes no passeio.
Ao que parece o condutor teria ingerido bebidas alcoólicas ( o que se hoje ainda é normal naquele tempo era o habitual) e perdido o controlo da viatura.
Como é habitual nestas ocasiões um dos muitos treinadores de bancada presentes, feroz opositor do governo de então, afirmava alto e bom som ( o que era possível dado que a PSP ainda não estava presente) que a culpa do acidente era totalmente da responsabilidade do Governo.
Quando inquirido acerca da razão de tal afirmação, inexplicável para alguns dos outros assistentes, explicou que, o acidente nunca ocorreria caso o Governo não tivesse mandado plantar árvores nos passeios daquela rua.
Confesso, mea culpa, que, sempre que me convém, tal convicção me tem sido muito útil.
Abraço do E. Gomes"
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
O AMIGO, o CAPELÃO
O meu amigo, o amigo de muitos e muitos.
No passado escrevi sobre este HOMEM.
Um homem de uma dimensão humana inesquecível.
Casou a minha filha mais velha, em 1997.
Era para ter casado o meu filho mais novo, mas a 15 dias da data do casamento, disse-me que já não o poderia fazer.
Deixou-nos prematuramente.
A Marinha homenageou-o de novo. Fez muito bem.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
O meu amigo, o amigo de muitos e muitos.
No passado escrevi sobre este HOMEM.
Um homem de uma dimensão humana inesquecível.
Casou a minha filha mais velha, em 1997.
Era para ter casado o meu filho mais novo, mas a 15 dias da data do casamento, disse-me que já não o poderia fazer.
Deixou-nos prematuramente.
A Marinha homenageou-o de novo. Fez muito bem.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(chapéus ha muitos)
Subscrever:
Mensagens (Atom)