quarta-feira, 31 de julho de 2024

A  PROPÓSITO. . . . .
ANTÓNIO CABRAL
  FOTOGRAFIA
António Cabral

quinta-feira, 25 de julho de 2024

PRECIOSIDADES

António Cabral 

domingo, 21 de julho de 2024

Ainda o acesso à BNL


 De "A voz da Abita" se transcreve o seguinte:

"Estimados Camaradas,

A questão do  "Acesso de militares reformados à BNL"  foi, desde que conhecida, sentida de uma forma negativa e  intensa junto daqueles que, terminados os longos períodos das sua vidas dedicados na nossa (sua) Marinha, se vêem afastados de poder voltar, de uma forma simples, a percorrer antigos caminhos, revivendo momento da sua vida marinheira, muitas das vezes acompanhados por seus descendentes.

Para um esclarecimento oficial das regras estabelecidas para que tal acesso seja autorizado, damos a  conhecer a resposta recebida na "Associação de Fuzileiros"  a uma inquirição que tinha sido remetida superiormente por parte de sua Direção e que agora foi por ela divulgada aos seus associados:

Saudações Navais

A Voz da Abita (avozdaabita@gmail.com)"

Acesso à BNL

 Dá-se a conhecer a seguinte informação, proveniente da Associação de Fuzileiros:

Estimados Sócios,

Divulga-se a informação recebida do Gabinete do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional:

"Segue o presente e-mail para informar que os militares da Marinha, na situação de reforma ou reserva, bem como os militarizados e civis que se encontram na situação de reforma, que pretendam deslocar-se à Base Naval de Lisboa (BNL), no Alfeite, deverão contactar a Marinha/BNL, com uma semana de antecedência, através do envio de um e-mail para bnl.pem.gestao.acessos@marinha.pt, especificando o local de destino e o período pretendido. Para efeitos de acesso, é necessário, por motivos de segurança, especificar a marca, modelo, cor e matrícula da viatura, caso se aplique.Caso o antigo militar, militarizado e civil seja acompanhado por familiares e/ou amigos, deve fornecer, igualmente, o nome completo e número do cartão de cidadão desses elementos." 

Com os melhores cumprimentos,  

A Direção

Associação de Fuzileiros


sexta-feira, 19 de julho de 2024

O  CAMINHO  FAZ-SE  CAMINHANDO!

Pois!
Mas não à toa!

E não digo mais, sim, porque pintassilgos . . . . . 
exactamente, . . . . pintassilgos não são pardais!

Bom dia, tenham uma boa 6ª Feira, Saúde.
António Cabral 

terça-feira, 16 de julho de 2024

CMG (Ref) Adolfo Esteves de Sousa



Recebida a seguinte notícia através de "A Voz da Abita":

"Estimados Camaradas,

É com muita tristeza que damos a conhecer o falecimento do nosso Camarada Capitão-de-Mar e Guerra (Ref) Adolfo Esteves Sousa. O seu funeral terá lugar amanhã, dia 13 de Julho pelas 11.00  na sua terra natal, ou seja, na Freguesia de Barbeita, Concelho de Monção (Alto Minho).

À sua Família, aos seus Amigos e Camaradas, em particular aos do Curso D. Lourenço de Almeida (1958) a que pertencia, o testemunho do nosso profundo pesar.

A Voz da Abita"

"O Navio Desarmado" manifesta também o seu profundo pesar pela partida do Comandante Esteves de Sousa e expressa sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.


A  VIDA

"A vida é um presente que se desdobra dia após dia, e é na simplicidade e na profundidade desse presente que encontramos o verdadeiro sentido de sermos"

(José Tolentino de Mendonça)

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

domingo, 14 de julho de 2024

Transcrevo um artigo de opinião a que tive acesso
AC


O  “OTIMISTA”  na  MARINHA

Domingo à noite. O novo canal NOW anunciava ser dia de “Otimista, um programa de António Costa, a mostrar o que de bom e positivo existe no país”. No anúncio do programa mostrava António Costa e Pedro Mourinho a serem recebidos na entrada do Palácio do Alfeite pelo Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Gouveia e Melo, e a maquete do “Navio / Plataforma Naval Multifuncional” encomendado ao Grupo Damen.

Não podia perder tal programa, desde logo porque iam falar da Marinha que, para mim, continua a ser uma referência do que de bom e positivo existe em PortugalDepois porque o “Otimista” António Costa, como Primeiro-Ministro, dirigiu o apressado Conselho de Ministros de 23 de dezembro de 2021 que exonerou o anterior CEMA sem a adequada explicação e nomeou Gouveia e Melo para o cargo, com a correspondente promoção a Almirante. O inusitado de assistir à conversa do agora Presidente do Conselho Europeu com o chefe militar que nomeou há menos de três anos em tais circunstâncias, aguçou ainda mais a minha curiosidade.

Assisti com atenção e confesso que fiquei surpreendido com uma parte substancial do que vi e ouvi. Refiro-me em particular às afirmações do actual CEMA sobre a indústria naval militar nacional. Claro que o cidadão Gouveia e Melo pode opinar sobre o tema e dizer o que entender, mas quando o faz na condição de CEMA, o caso muda de figura. Trata-se de um sector de actividade em que a o Estado, através da Marinha, tem um papel central. Do ponto de vista económico, é o principal, senão mesmo o único, cliente. Poucos países têm clientes externos para a sua indústria naval militar e Portugal não está certamente entre eles. E dada a relevância da Defesa Nacional e da Marinha nesse mercado monopsonista, responsáveis como o CEMA devem ter particular cuidado com as mensagens que transmitem.

Ao longo da carreira profissional, tive oportunidade de reflectir sobre a indústria naval militar nacional. Em 2010, quando participei no extinto Fórum Empresarial da Economia do Mar coordenado pelo saudoso camarada, amigo e colega Fernando Ribeiro e Castro, com ele e com outros profissionais do sector debati e delineei uma possível estratégia para a indústria naval militar nacional com o objectivo de evitar o colapso que todos adivinhávamos. Devo confessar que não tivemos sucesso, mas foi por ter consciência da complexidade e dificuldade da questão que fiquei surpreendido com algumas das afirmações do actual CEMA.

Embora o programa tenha passado num canal novo e provavelmente apenas tenha sido visto por alguns (poucos) interessados no tema, não tendo por isso impacto numa população entretida com o futebol, pode ter deixado a ideia de que é possível fazer com mil o que até agora muitos só foram capazes de fazer com um milhão!

O actual CEMA afirmou que olha “para o futuro da Marinha com muito mais otimismo do que olhávamos há uns anos atrás” e que a Marinha hoje “tem, com menos recursos, mais capacidade”. Não me quero meter nas questões operacionais nem na sua avaliação, mas não pude deixar de registar o optimismo do chefe da Marinha, que chegou mesmo a superar o do entrevistador. Em determinado momento, o actual CEMA afirmou: “Eu estive há muito pouco tempo no estrangeiro, num país de referência, em que os líderes da Marinha desse país me disseram, de forma muito clara, que nós conceptualmente, e o que estamos a desenvolver, está 10 anos à frente de tudo o que está a ser feito.” No meu caso, quando estava ao serviço, se os líderes de uma outra Marinha me dissessem que estávamos “10 anos à frente de tudo o que está a ser feito”, pensaria que estavam a tentar ser simpáticos com uma mentira bondosa. Aparentemente, o actual CEMA não pensou o mesmo…

Mas indo à matéria que conheci bem na Marinha, ou seja, a realização e aquisição de serviços para construir e manter os navios e os seus sistemas e equipamentos, não consigo deixar de me impressionar com o papel que o actual CEMA atribui aos drones, quase que os contrapondo aos navios militares. E mais impressionado fico com a facilidade com que, no caso dos drones, a Marinha parece ultrapassar as restrições administrativas que então condicionavam quem tinha responsabilidades na área do Material Naval.

Disse o actual CEMA que criou “uma pequena empresa dentro da Marinha para desenvolver estas coisas com 3 militares. Agora já são 40 e vamos tentar crescer para 100. 100 engenheiros e gente só dedicada à inovação.” Outro oficial disse que “funcionamos como uma start-up”. Qual será o quadro legal desta “pequena empresa”? Será um organismo fabril? Como está organizada? Como faz aquisições? A quem presta contas? Na Marinha que servi até 2000, a lei então em vigor inviabilizava qualquer actividade com os contornos descritos pelo actual CEMA, a não ser se fosse realizada por organismos fabris. E mesmo esses estavam sujeitos a regras administrativas muito restritivas.

Para perceber melhor o que se passa com a alegada produção de drones na e pela Marinha, fiz uma pequena pesquisa sobre os modelos referidos na reportagem. Concluí que não serão produtos totalmente concebidos e fabricados pela Marinha e alguns deles têm origem no estrangeiro. São comercializados por empresas portuguesas às quais, à semelhança do que se passa com todos os outros sistemas dos navios, a Marinha terá adquirido equipamentos, materiais e serviços segundo uma especificação técnica e, depois, procedido à sua recepção. Como acontece como muitos outros equipamentos, é provável que os requisitos da Marinha tenham influenciado o produto final, mas dizer que foram desenvolvidos pela Marinha parece ser exagerado.

Outra surpresa foi o actual CEMA contrapor a utilização dos drones ao que chamou “uma Marinha clássica”. Como engenheiro naval militar, não entendo o que é uma “uma Marinha clássica” nem sei qual é o modelo económico a que obedece. Sei sim que as Marinhas militares estão permanentemente a evoluir, a modificar os seus navios e a dotá-los de meios que optimizam a realização das missões que lhes são atribuídas. Foi assim com os radares, foi assim com os sonares, foi assim com o armamento, foi assim com os helicópteros, será certamente assim com os drones. O objectivo sempre foi cumprir as missões com menos recursos e maior eficácia. Em cada momento, as Marinhas militares são o que os requisitos operacionais exigem e as tecnologias permitem. Se neste momento as capacidades de vigilância dos navios militares podem ser alargadas e optimizadas com a utilização de drones, estou certo de que todas as Marinhas evoluirão rapidamente para a sua adopção generalizada.

Pareceu-me também estranho o conceito de construção de um navio militar do actual CEMA. Aparentemente, para ele, é “soldar chapa”. Talvez por falta de experiência nessa área, não saberá que o soldar da chapa é a actividade menos relevante da construção de um navio. O que é de facto relevante é “meter dentro dessa chapa depois de soldada” todos os sistemas e equipamentos, incluindo os “computadores, redes, software” que referiu. E essa actividade requer competências que se adquirem academicamente e com a prática e ajudam a identificar factores de risco como os que oportunamente apontei no programa de construção do “Navio / Plataforma Naval Multifuncional” (https://sites.google.com/view/ao-largo/bem-vindo-a-bordo/plataforma-naval-multifuncional), caracterizado pelo actual CEMA como “o primeiro conceito mundial de um navio que é um porta-drones”. 

Duas notas finais:
• Por princípio desconfio dos que invocam o interesse do Estado para estabelecer relações privilegiadas e por vezes obscuras com determinados fornecedores de serviços e equipamentos. Não sei se é o caso das aquisições dos drones, mas detectei alguns sinais preocupantes na forma como alguns dos entrevistados descreveram a relação da tal “empresa dentro da Marinha” com empresas externas;
• Sou dos que defendem que o brincar é uma bonita forma de as crianças aprenderem e evoluírem. Mas receio os adultos que se recusam a crescer e continuam a brincar com brinquedos cada vez mais caros, pagos por todos nós.

Jorge Bettencourt


(sublinhados da minha responsabilidade)


Também partilho das desconfianças, perplexidades, e receios neste artigo expressos de forma clara.
António Cabral (AC)

sábado, 13 de julho de 2024

Lembrei-me disto a propósito de certos ministros, o polaco e não só, e de certos discursos durante e na sequência da reunião da NATO em Washington.

Está Sol.
Tenham um bom dia. Bom fim de semana. Saúde.

António Cabral

domingo, 7 de julho de 2024

CAMINHADA  NOTURNA

Cheguei a casa depois da caminhada noturna.
Ontem e anteontem a esta hora estavam mais 8ºC, e não havia vento.
Agora, ao meter a chave na porta o relógio marcava 2230 horas, a caminhada foi sob forte ventania e se estavam porque estavam 20ºC, a sensação era muito mais desagradável. Soube-me bem a camisola de lã de inverno!

AC

sábado, 6 de julho de 2024

Um Ponto de Vista . . . . PERTINENTE!

"Gosta de nos olhar por cima das nossas cabeças e não aceita que o contrariem". . . . mas que agora se sentem perfeitos . . . não pode destruir o valor da Marinha em proveito próprio. . . 

Penso o mesmo.

António Cabral
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)

quarta-feira, 3 de julho de 2024

TORRE  de  LUCANO  ou do  RELÓGIO
António Cabral 

segunda-feira, 1 de julho de 2024

SÃO DIOGO COSTA 
Felizmente, felizmente o meu receio, o meu vaticínio, não se confirmou.
Eu percebo pouco ou nada de futebol.
Isto recordado, não digo que jogámos mal, mas bem não jogámos.
A Eslovénia basicamente só defendeu e travou.
Diogo Costa nunca falhou.
Ronaldo falhou o pénalti que teria evitado a sessão de penaltis.

Mas na sessão do tira teimas, aconteceu uma coisa que, presumo, deve ser inédita: um guarda-redes defender penaltis 3 vezes seguidas.
Imagino que seja recorde mundial, 3 consecutivas!
Depois, o grande Ronaldo, o Fernandes e o Bernardo confirmaram que rematam bem.
Passámos. 
Vem aí a França, logo se vê.
AC
A M A R R A S
AC

quarta-feira, 26 de junho de 2024

NOVO AEROPORTO DE LISBOA (NAL)
(CAMPO DE TIRO DE ALCOCHETE (CTA))

A senhora que liderou durante meses a tal comissão especial (Comissão Técnica Independente) e super competente para ponderar possíveis localizações do NAL, afirmou há dias que a construção do NAL poderia estar concluída em 2030, o que até dava jeito pois nessa altura o país estará muito envolvido em mais uma grande época de futebol internacional.

Quem sou eu para a contrariar.

Mas conheço pessoas que alguma coisa sabem quanto a aeroportos, nas mais diferentes vertentes. E conheço quem muito bem e há anos conhece as vantagens do NAL se vir a situar no CTA e as suas enormes desvantagens e riscos.

Mas é claro, quer a dita comissão, quer o actual PM que numa arrogância despropositada veio logo determinar que o NAL será no CTA, quer o inarrável Pedro Nuno Santos, estão satisfeitíssimos com a escolha.

Riscos graves se o NAL for no CTA?

"Pintelhos", como diria Catroga, irrelevâncias.

O que é igualmente notável é a passividades dos órgãos de comunicação social apontados como grandes referências (???) estarem calados e sossegados. Há uma certa convergência entre PSD e PS, então está tudo bem. Ainda por cima está decidido antes do comentador de tudo e mais alguma coisa terminar o seu mandato, pois era uma coisa que o atormentava. Atormentar-se com outras coisas bem mais importantes isso é que não.

Com o actual regime onde felizmente (opinião pessoal naturalmente) vivemos passaram 50 anos e aeroporto novo existe na cabeça de sumidades e está agora apontado para o CTA.

O Estado Novo, em menos de 50 anos dotou o país com o de Lisboa, Porto, Faro, mais os da Madeira e Açores. Fora os construídos nas então chamadas províncias ultramarinas. Diz quem sabe que um novo aeroporto de Lisboa estaria planeado para se iniciar em 1975.

Mas o mais importante para mim e voltando ao CTA, que tem vários aspectos positivos e vantagens, o que me faz impressão é ninguém debater publicamente a questão aquífera.

Diz quem sabe que existem estudos de há muito que demonstram e com exemplos concretos, que o terreno do CTA é arenoso, e que a partir de 5 metros de profundidade já se ouve "lá em baixo" água a correr. Exemplos mais concretos, relativos a caudais:

- Aos 14metros de profundidade há um caudal de água de 60m3!
- Aos 100 metros " " " " " " " " 150m3 !
- Aos 150 metros " " " " " " " " 250m3 !
- A partir desta profundidade, o caudal de água é quase ilimitado !

Diz quem sabe e conhece, que o CTA se localiza numa região que, no Período Terciário, era um delta, que ligava o rio Tejo ao rio Sado. E toda aquela região é areia ou arenitos e no subsolo está o maior aquífero da Península Ibérica, com uma capacidade que rondará as 50 a 80 albufeiras do maior Lago da Europa: a barragem do Alqueva! Além disto, o nível freático é extremamente baixo!! 

Diz quem sabe e conhece, que a Força Aérea Portuguesa terá um estudo de 1992 sobre a quantidade de água que havia no CTA.

A Comissão liderada pela senhora interessou-se por isto?
Alguém lhe falou no assunto?
Quero acreditar que a FAP terá alertado para estes assuntos. Ou não?
E se assim foi que decisões para arrumar com a coisa e prosseguir para aprovar a proposta de NAL no CTA?

Uma coisa me parece evidente, sendo o terreno do CTA o que é, sendo indesmentível a questão aquífera, isso não acarretará uma enormidade de despesa para construção de pistas capazes de receber aviões de grande tonelagem que, ao tocar no solo, dão verdadeiros murros no pavimento?

Diz quem sabe que, com as características e condicionantes do CTA, a pista terá de ter no mínimo, uma caixa com uns 10 metros de profundidade, com um dispositivo para estabilizar a areia constituído por troncos de cone em betão em todo o comprimento e largura da pista, cujos espaços entre eles, serão cheios com brita e "touvenant", e finalmente as massas de pavimento !!!

Ora aos 10 metros de profundidade, como recordado em cima, haverá pelo menos um caudal de água de 50 m3/hora, ininterruptos…. pelo que a óbvia pergunta é: como é que se vai parar esta água ???

Ou isto é tudo irrelevante? 
E os inerentes e brutais custos dessa construção, mais os custos da mais que óbvia e constante manutenção?

Pode dizer-se que esta pressa está como as cadelas apressadas, parindo cachorros cegos?

Pode afirmar-se que continuamos na presença de mais um exemplo do regime de incompetência e de corrupção (RIC) habitual, não só pela demora na decisão como agora na rapidez da decisão?

Como diria José Sócrates - isso não interessa para nada - lá porque pode ser uma solução muito gravosa para os cidadãos comuns, eles aguentam, ai aguentam!

Que importa uma construção CARÍSSIMA, mais uma REPARAÇÃO CONTÍNUA? Pintelhos (Catroga dixit)

No meio disto tudo, onde campeiam vários de quem podemos desconfiar e que porventura poderão preencher todos os requisitos de "criminosos" e outros adjectivos, há uma coisa muito interessante. Qual a posição da Vinci, da ANA, dos senhores liderados por Arnaut?

De certeza que saberão isto. Não dizem nada, para defender a sua conhecida preferência Lisboa+Montijo?

Ou estão calados que nem ratos porque não irão gastar um tostão no NAL, e ainda por cima ficarão com mais uma ponte só para si, se não houver até mais umas coisinhas?

Portugal como sempre, no seu melhor.

Desgraçados de nós, desgraçada sociedade, desgraçado Portugal

António Cabral (AC)
Calm, Ref
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segunda-feira, 24 de junho de 2024

RECORDAÇÕES

. . . Quando o ministro do Ultramar se encaminhava para a sala do aeroporto de Bissau, uma "mulher grande", Obiara Sambu, aproximou-se do Dr Baltasar Rebelo de Sousa, cumprimentou-o e beijou-o delicadamente. . . 
(Diário de Notícias, pequeno excerto da reportagem da visita do ministro à Província da Guiné, 16 de Janeiro de 1974)

AC

sábado, 22 de junho de 2024

sexta-feira, 21 de junho de 2024

FOTOGRAFIA

AC

quinta-feira, 20 de junho de 2024

A PROPÓSITO da OTAN/ NATO

António Cabral
Calm, ref
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quarta-feira, 19 de junho de 2024

RECORDAÇÕES

- O dia começou muito cedo. Era pouco mais de meia-noite quando foram condecorados dois prestantes elementos do seu distrito, merecidamente, claro, porque as condecorações são só atribuídas a quem as merece.
Américo Tomás, 18 Janeiro 1974, Diário de Notícias, relatando visita a Viseu

António Cabral

segunda-feira, 17 de junho de 2024

RECORDAÇÕES

Está visto que o homem não tem jeito para a política (. . . . ) O problema do Dr Ferro Rodrigues não é fazer mais coisas. O problema é fazer mal tudo o que faz.
(Marcelo Rebelo de Sousa, SIC notícias, 28 Dezembro 2003)

Imaginem a maravilha que seria uma presidência de Marcelo. 
Ia passar rasteiras ao Durão, gozar com o Ferro, irritar o Portas, fazer caretas do Carvalhas, e esconder os óculos do Louçã.
(Miguel Pinheiro, 24 Horas, 28 Dezembro 2003)

Boa semana, saúde.
AC

domingo, 16 de junho de 2024

CONVALESCENÇA
Mas já com regresso aos cozinhados. Hoje, Domingo, será isto.
E não digo mais . . .  exactamente, porque pintassilgos não são pardais.
AC 

sábado, 15 de junho de 2024

QUE  SAUDADES

António Cabral

LIVROS

Bom dia.
Livro interessante.
Tenham um bom fim de semana. Saúde.
António Cabral
Calm, ref
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