(notícias do Diário de Notícias, avião da Frontex nos Açores)
quarta-feira, 19 de outubro de 2022
(notícias do Diário de Notícias, avião da Frontex nos Açores)
terça-feira, 18 de outubro de 2022
PALAVRAS PARA QUÊ?
Já está a sobrevoar o mar dos Açores o Beechcraft C-12 da Agência de Fronteiras Europeia. A sua presença, a pedido da GNR, não é pacífica e surpreendeu a Marinha e Força Aérea que vigiam a área. Há quem entenda que está em causa a soberania nacional.
A aeronave da Frontex estacionada no aeroporto de Ponta Delgada neste domingo. Os voos junto à costa assustaram algumas pessoas.
A GNR não explica porquê, nem que ameaças específicas prevê para outubro e novembro, período para o qual pediu à Frontex (Agência de Fronteiras Europeia) uma aeronave para patrulhamentos do mar dos Açores, onde a sua competência termina nas 12 milhas. O facto é que o avião, um Beechcraft C-12, está a operar desde domingo e a situação provocou um tremendo mal estar nas Forças Armadas. Marinha e Força Aérea têm meios de vigilância para além das 12 milhas, mas não receberam qualquer pedido de apoio da Guarda, conforme confirmaram ao DN fontes oficiais.
A ação da Frontex, criada em 2004 para apoiar os estados-membros na defesa das fronteiras externas da UE, tem sido mais visível no Mediterrâneo na prevenção dos fluxos migratórios.
Questionada pelo DN sobre o que levou a formular este inédito pedido, a GNR assinala que esta solicitação foi feita "com o objetivo de garantir a vigilância da fronteira externa da UE, designadamente da Região Autónoma dos Açores, atendendo as competências que cabem à Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR, vertidas na Lei Orgânica da Guarda".
Fonte oficial do comando-geral lembra que "a UCC é a unidade especializada responsável pelo cumprimento da missão da Guarda em toda a extensão da costa e no mar territorial, com competências específicas de vigilância, patrulhamento e interceção terrestre ou marítima em toda a costa e mar territorial do continente e das Regiões Autónomas".
segunda-feira, 17 de outubro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
Contava -me um camarada que tendo ido passar uns dias de férias, com um outro camarada, no Sul de Espanha, lhes aconteceu, tal como sucede a muito boa gente ( e por vezes também aos maus ) que a rúbrica das despesas extraordinárias não estava suficientemente provida, face às oportunidades com que se foram deparando, o que levou a que à data prevista para o regresso , após terem “ varrido paióis “, só lhes sobrar dinheiro para beber uma água ( dividida pelos dois ) numa esplanada, enquanto aguardavam a hora de embarque para o regresso, aproveitando a oportunidade para ir “ regalando a vista “ com as turistas que entravam nos respectivos horizontes , ao mesmo tempo que lamentavam a sua situação de penúria. Fosse pela distracção provocada pelo que iam observando, ou por outro qualquer motivo, não se terão apercebido de um cão que se aproximara da mesa onde estavam e que ali foi satisfazer as suas necessidades fisiológicas, o que levou um dos camaradas, ao sentir – se alvo daquela daquela manifestação ,a exclamar o seguinte :
“ Quando um homem está com azar até os cães lhes mijam
nas pernas “
E. Gomes
domingo, 16 de outubro de 2022
Sr. António Cabral confirmamos agendamento serviço dia 13/10/2022 hora prevista 16H30. Cumprimentos.
terça-feira, 11 de outubro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito)
Não sei se o título que escolhi se coaduna bem com o que hoje aqui trago . Vai já para alguns anos atrás, um camarada muito mais antigo proferiu uma conferência sobre um tema da nossa história naval do sec. XIX referindo alguns factos que, pela novidade, causaram alguma admiração entre os assistentes. Aquando do período de perguntas e respostas um outro camarada questionou o orador quanto à veracidade de alguns dos factos que apresentara e nos quais se fundamentava grande parte do que afirmara , tendo obtido como resposta o seguinte :
“ Garanto -lhe , sob minha palavra de honra , que tais
factos se passaram exactamente como os
relatei “
E. Gomes
domingo, 9 de outubro de 2022
A PROPÓSITO de COMEMORAR a REPÚBLICA
Em 1922, tínhamos o que tínhamos.
Em 2022, temos o que temos, não estamos muito bem.
Em 1922, éramos muito atrasados.
Em 2022, somos bastante menos atrasados.
Em 1922, nos planos da cultura, analfabetismo, esperança de vida, mortalidade infantil, desenvolvimento, éramos uma desgraça.
Em 2022, estamos completamente diferentes para bastante melhor mas, no entanto, quase na cauda dos países na UE.
Em 1922, (16 Fevereiro), concentraram-se em volta de Lisboa tropas vindas da província para alegadamente combater as greves operárias em curso, na Carris, conservas de peixe em Setúbal, etc.
Em 2022, a tropa não é nisso empregue, mas é mal paga, e entre órgãos de soberania apreciam é mais a submissão que a legal subordinação das Forças Armadas ao poder político legitimado pelo voto.
Em 1922, 22 Março, partiam de Lisboa para a travessia aérea do Atlântico, em direcção ao Rio de Janeiro, Gago Coutinho e Sacadura Cabral.
Em 2022, e a propósito de meios aéreos, continua a brincar-se com a TAP e aos "drones". E os Falcon não têm descanso.
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
terça-feira, 4 de outubro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
Até agora esta é a única frase, que apresento, de que não posso garantir a autenticidade , a ela, no entanto, se aplica a conhecida máxima “ Se non é vero é bem trovato “. Dizia – se que um instrutor, aquando da despedida dos recrutas para o período de férias do Natal, lhes terá feito uma prelecção na qual afirmava que, sabendo ser tradição os recrutas trazerem presentes de Natal para os instrutores, ele era totalmente contrário a tal prática, acrescentando porém, no final, o seguinte :
“ Agora se quiserem trazê-los para a minha mulher que,
por acaso , até aprecia bastante , sintam – se à vontade para o fazer “
E. Gomes
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
CONHEÇO - O BEM
Conheço-o bem. Conheci-o por fora, durante muitos anos. Por dentro também o conheço razoavelmente, há décadas.
Durante anos os navios por onde passei cumpriam o ritual.
Conheço-o por dentro, por circunstâncias da vida, por razões pessoais indirectas. Há mais de três décadas por ali estarem internados os sogros, em ocasiões diferentes.
Estive lá, também, a fotografar os navios a saírem a barra, para grande espanto de CEMA e almirantes da altura, por eu estar num espaço mais que reservado. Ainda por cima com um "canhão" enorme, uma objectiva Nikon de 500. Tenho belíssimas fotografias de várias das nossas unidade navais. Foi no último dia da Marinha em Setúbal.
Voltei lá hoje por razões aborrecidas, fazendo de condutor de "ambulância privada". Mas a vida decorrerá, com serenidade, com paciência, serão 6/ 7 semanas e voltarei ao Outão para celebrar.
segunda-feira, 26 de setembro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
Numa grande unidade onde prestei serviço um camarada passava grande parte do seu tempo lamentando -se, entre muitas outras e variadas coisas, da exiguidade do seu vencimento. Acrescente – se que, ou por essa razão, ou devido à sua própria natureza , o camarada em causa podia, sem grande exagero na apreciação, ser classificado como tendo “ uma grande faca para o trabalho “.
Num dia em
que os lamentos se centravam essencialmente na exigência de um salário justo,
um camarada mais antigo terá retorquido :
“ Você
veja lá o que exige pois, ou muito me engano, ou em vez de receber, ainda terá
de pagar”
E. Gomes
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
A MESA
A mesa, ao cimo das escadas, à direita, por baixo da frondosa figueira, é a mesa conhecida por "mesa do almirante".Não tem nada a ver com protocolo, betinhos, benzocas, elites, fascistóides, privilégios.
Bom, a realidade é que é um privilégio ter a amizade do dono do restaurante, amizade iniciada fez 16 anos em Julho passado. Faço sempre reserva dois dias antes de cada vez que lá vou jantar ou almoçar. E, com excepção de grande temporal invernoso, é lá que me delicio com a amizade e as conversas do Chefe João Soares e os seus petiscos. É comum sentar-me sem saber o que vou comer. Ele é que manda, e imensas vezes nada do que está na ementa. Vinhos idem!
Calm, ref
(marrevoltado.blogspot.pt)
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
1TEN (Ref) António Aníbal Andrade Baptista Lopes
É com pesar que veiculamos a seguinte notícia de "A Voz da Abita":
"Estimados Camaradas,
Lamento dar a conhecer o falecimento do nosso camarada Primeiro-Tenente (R) António A. A. Baptista Lopes. O corpo do nosso camarada vai estar em velório na Igreja São João de Deus a partir de hoje, segunda-feira, pelas 18:00h, estando programada a celebração de uma Missa para amanhã, Terça-Feira dia 20 pelas 09h15m, seguindo o seu funeral pelas 10h50m para o cemitério dos Olivais.
Apresentamos as nossas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas, em particular aos do Curso "Diogo Cão" (1957) a que pertencia."
"O Navio... desarmado" apresenta os pêsames à Família do Tenente Baptista Lopes bem como a todos os seus amigos e camaradas.
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
No início do sec. XX o ensino de natação na Escola Naval era
feito “ a seco” ; os alunos eram colocados num banco onde treinavam
inicialmente os movimentos de braços e pernas, sendo o treino de respiração
efectuado com o recurso a um recipiente
com água colocado debaixo da cabeça.
Conta -se que um dos alunos, antes de ser sujeito a esta aprendizagem, terá
declarado ao instrutor que sabia nadar muito bem, obtendo como resposta o
seguinte :
“ Aqui é que se
vai ver se sabe nadar “
E. Gomes
terça-feira, 13 de setembro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
Quem navegou pela Guiné sabe bem que, por vezes, o conhecimento de determinadas zonas levava a que os valores obtidos pela sonda, nesses locais, não eram geralmente considerados. Tal facto, quase habitual para quem já por lá andava há algum tempo, constituía motivo de algum receio para quem não estava habituado a tais situações. Numa das LFG ( Lanchas de Fiscalização Grande ) que ali se encontravam, no decurso de um determinado trajecto em que os fundos eram bastante baixos, o sargento que ia informando sobre os valores da sonda à medida que estes iam diminuindo ia alterando o tom de voz, entrando quase em pânico quando estes chegaram a zero
Tal estado de coisas levou a que o comandante desse a seguinte
ordem :
“ Oh Sr.
X desligue lá essa m…. da sonda porque está certamente avariada “
E. Gomes
“Há uma aspiração que as autoridades e as pessoas aqui dos Açores tinham que será concretizada, que é a segunda tripulação dos EH-101”, avançou a ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, à margem de uma visita àquela Base.
Também a Marinha Portuguesa terá um segundo salva-vidas nos Açores.
“Até ao final do ano, ou até antes, se for possível, concretizaremos estes dois importantes projetos e desígnios, respondendo, portanto, à resolução dos problemas, continuando a colaborar ativamente com as autoridades locais”, salientou a ministra.
A Força Aérea portuguesa tem dois helicópteros EH-101 Merlin colocados na base aérea número 4, mas apenas uma tripulação fixa.
A atribuição de uma segunda tripulação é uma reivindicação antiga das autoridades regionais.
Em setembro de 2018, o parlamento açoriano aprovou, por unanimidade, um voto de protesto, apresentado pelo PSD/Açores, “pela ausência, na Base das Lajes, de uma segunda tripulação para os helicópteros de busca e salvamento da Força Aérea”.
Tinham já sido aprovados, em 2014 e 2017, outros dois votos com o mesmo teor.
Segundo a ministra da Defesa Nacional, a Força Aérea está a desenvolver “esforços muito grandes” para treinar pilotos, que possam assegurar a segunda tripulação.
“É uma tarefa que tem a ver com os recursos, mas também com os processos complexos de qualificação dos pilotos. A Força Aérea está a desenvolver realmente esforços muito grandes e um trabalho muito intenso no plano do recrutamento e da retenção. Está a treinar pilotos que vão reforçar, de facto, a sua capacidade”, apontou.
Na sua primeira visita aos Açores, Helena Carreiras destacou “a presença muito forte e muito significativa” das Forças Armadas nas regiões autónomas.
“Desempenham missões absolutamente fundamentais, não apenas missões de soberania, mas também missões de apoio à qualidade de vida das populações e esse reconhecimento é muito claro”, frisou.
Em 2022, “a Marinha tem já realizadas 113 missões” de busca e salvamento, superando “todo o número de missões do ano anterior”.
Já a Força Aérea conta com “perto de 250 missões” de transportes médicos, em que os doentes foram transportados entre ilhas ou para o continente português.
“As missões de busca e salvamento, em que a Marinha e a Força Aérea estão evidentemente muito implicadas são missões absolutamente fundamentais e insubstituíveis”, sublinhou Helena Carreiras.
Questionada sobre a data de arranque das obras de requalificação do edifício que vai acolher o Centro do Atlântico, na base aérea número 4, a ministra disse que o projeto está a ser avaliado.
“O Centro do Atlântico está a edificar-se. Fez um trabalho magnífico até agora. Estamos neste momento a analisar as circunstâncias em que vamos desenvolver este projeto de completar a sede na BA4 para depois vir a instalar o centro e a reforçá-lo com uma equipa e com atividades que possam aqui ocorrer, trazendo também os 20 outros países que participam no centro”, adiantou.
A ministra admitiu que o “contexto complexo da guerra” na Ucrânia possa obrigar a “reavaliações do plano inicial”, mas garantiu que a edificação vai avançar.
“Prosseguiremos seguramente a edificar o Centro do Atlântico como um grande projeto que não é apenas da Defesa Nacional, é um projeto verdadeiramente nacional, no sentido em que nos coloca numa relação muito estreita com outros países do Atlântico, para pensar os problemas da Segurança do Atlântico, para capacitar um conjunto de parceiros para melhor defender os nossos recursos e para estabelecer diálogo político e aprofundar o conhecimento”, assegurou.
Oficializado em 2021, por iniciativa do Governo português, o Centro do Atlântico, conta atualmente com 20 países signatários, de Europa, África e América.
O centro terá sede na antiga unidade de saúde da Base das Lajes, que foi utilizada pela Força Aérea norte-americana e ficou desocupada aquando da redução militar que ocorreu a partir de 2015.
Em 2021, o então ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, anunciou um investimento de cerca de três milhões de euros na recuperação do edifício.
segunda-feira, 12 de setembro de 2022
1 1 S E T E M B R O
"Nunca diga desta água não beberei".
Viajar é coisa que sempre gostei. Conhecer outros países, outras gentes. Até hoje consegui fazer isso em parte na sequência de responsabilidades profissionais mas muito sobretudo às minhas custas.
domingo, 11 de setembro de 2022
sábado, 10 de setembro de 2022
INACREDITÁVEL
Reinado de Carlos III arranca com apelos a reparações pela escravatura nas Caraíbas
Depois de Barbados se ter reinventado como uma república em 2021, outros países da região falam abertamente do desagrado com a manutenção dos monarcas britânicos como seus chefes de Estado. Na Jamaica, onde a discussão está mais avançada, crescem também os apelos ao pagamento de indemnizações pelos séculos de escravatura.
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
Frases que fizeram história ( ou deveriam ter feito )
Não se pode dizer que a aterragem â Guiné fosse “ uma pera doce “ , a falta de conhecenças , as profundidades reduzidas e a ausência de ecos radar adequados levavam a que a aproximação àquele território fosse, por vezes, um problema, nem sempre minimizado pelo farol do Caió ou pela boia de espera ( que, tal como muitos humanos , farta daquela zona com frequência preferia migrar para outras paragens ). Era normal, enquanto por lá andei, na previsão da chegada de um transporte de tropas, deslocar uma LFG para servir de eco radar e facilitar assim a aterragem. Foi pois com um misto de satisfação e curiosidade que, no meio naval, foi recebida a informação de que um camarada muito mais antigo, comandante de uma LFG, havia descoberto um método infalível para a aterragem àquele território.
Segundo ele logo à saída de Lisboa , dever – se – ia governar sempre para a Sul até que, passados
uns dias, se deveria guinar para BB, informando que a guinada deveria ocorrer logo que :
“ O cheiro a m…. fosse insuportável “
E. Gomes