Para toda a guarnição, para todos os colaboradores e visitantes: boas saídas e melhores entradas!
sábado, 28 de dezembro de 2019
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
Operação "Antares"
Mais uma Memória Naval, compilada pelo nosso camarada Prof. João Freire, do livro acima da autoria do também nosso camarada Raúl Patricio Leitão. Como habitual, para a ler, picar AQUI.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2019
Falecimento do CMG AN (ref) António Vieira Nunes
Pel"A Voz da Abita" acabámos de saber da sempre brutal notícia do falecimento de um camarada, no caso presente do CMG AN (Ref) António Vieira Nunes.
Segundo aquela publicação, o óbito ocorreu ontem, dia 24 de Dezembro, em sua casa e a única informação disponível de momento é que o seu funeral será realizado amanhã, dia 26, e que por decisão expressa do falecido camarada não haverá lugar a honras fúnebres.
À sua Família e aos seus amigos e camaradas, em particular aos do seu Curso, o "Gonçalves Zarco", "O Navio ... desarmado" apresenta sentidas condolências.
Aditamento, ainda segundo "A Voz da Abita":
O Falecimento do Cte. Vieira Nunes ocorreu ontem, dia 24, pela 19:00 horas. O Velório terá início amanhã, dia 26, a partir das 17h na Igreja do Santo Contestável e o Funeral sairá na sexta-feira, dia 27, pelas 14h30, para o Cemitério do Alto de São João .
sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
É NATAL
Estamos já muito perto do Natal ... "O Navio... desarmado" deseja que todos os seus visitantes e que todos os seus colaboradores passem esta quadra em paz e tranquilidade junto dos seus.
BOAS-FESTAS
Do Roteiro de Goa
Mais uma Memória Naval, compilada pelo nosso camarada Prof. João Freire. Como habitual, para a ler, picar AQUI.
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
ALMOÇO de NATAL
Almoço de Natal, 17 de Dezembro, Guia.
Privilégio de ser convidado, pude felizmente este ano estar presente neste encontro que ganhou tradição.
Reencontro de conhecidos, reencontro de homens da mesma profissão, reencontro com alguns amigos, e com vários outros bastante mais jovens e que prezo.
Como não sou só eu a fazer anos, verifiquei que o passar do tempo está a deixar marcas fortes em vários, refiro concretamente que alguns que muito prezo estão a ficar bastante debilitados.
Entristeceu-me saber que há 3 ou 4 dias um dos nossos, um dos melhores de sempre, caiu e tem uma fractura do colo do fémur.
Oxalá consiga recuperar.
Mas para lá do simpático convívio, três notas mais:
> das notícias que nos deram no que respeita à Instituição a que com orgulho servimos o melhor possível, o horizonte apresenta-se muito carregado e, para não variar neste desgraçado País, fica mais uma vez a noção precisa da desgraça que constitui a generalidade da chamada classe política;
> fiquei muito contente por constatar que um dos homens da minha profissão, mais velho, muito meu amigo e amizade que lhe retribuo, e de quem estive subordinado algum tempo na minha carreira, está felizmente recuperado de doença que o afligiu e muito, e vê-lo sorrir como antigamente e até já outra vez com belas bochechas, é um consolo para a nossa alma;
> entre activo, reserva e reforma, estamos vivos 205; compareceram ao almoço 133.
Mais uma vez, a todos desejo um Santo Natal, festas o mais felizes possível, boas entradas. Saúde.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus ha muitos)
Almoço de Natal, 17 de Dezembro, Guia.
Privilégio de ser convidado, pude felizmente este ano estar presente neste encontro que ganhou tradição.
Reencontro de conhecidos, reencontro de homens da mesma profissão, reencontro com alguns amigos, e com vários outros bastante mais jovens e que prezo.
Como não sou só eu a fazer anos, verifiquei que o passar do tempo está a deixar marcas fortes em vários, refiro concretamente que alguns que muito prezo estão a ficar bastante debilitados.
Entristeceu-me saber que há 3 ou 4 dias um dos nossos, um dos melhores de sempre, caiu e tem uma fractura do colo do fémur.
Oxalá consiga recuperar.
Mas para lá do simpático convívio, três notas mais:
> das notícias que nos deram no que respeita à Instituição a que com orgulho servimos o melhor possível, o horizonte apresenta-se muito carregado e, para não variar neste desgraçado País, fica mais uma vez a noção precisa da desgraça que constitui a generalidade da chamada classe política;
> fiquei muito contente por constatar que um dos homens da minha profissão, mais velho, muito meu amigo e amizade que lhe retribuo, e de quem estive subordinado algum tempo na minha carreira, está felizmente recuperado de doença que o afligiu e muito, e vê-lo sorrir como antigamente e até já outra vez com belas bochechas, é um consolo para a nossa alma;
> entre activo, reserva e reforma, estamos vivos 205; compareceram ao almoço 133.
Mais uma vez, a todos desejo um Santo Natal, festas o mais felizes possível, boas entradas. Saúde.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus ha muitos)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
Ainda a Guiné da guerra dos rios
Mais outra Memória Naval trazida à luz do dia, ou melhor, ao "Navio ... desarmado", pelo nosso bem conhecido camarada João Freire.
Para a ler, como de costume, carregar AQUI.
Para a ler, como de costume, carregar AQUI.
sábado, 14 de dezembro de 2019
Portugal assume pela 1ª vez o Comando da Missão de Treino da UE no Mali
Aqui damos esta notícia divulgada pelo EMGFA, especialmente por nesta Missão estarem incluídos dois elementos da nossa Marinha:
O Brigadeiro-General João Pedro Rato Boga de Oliveira Ribeiro, do Exército Português, assumiu ontem, ao final do dia, funções como Comandante da Missão de Treino da União Europeia, no Mali.
Esta missão, criada em 2013, tem como objectivo fortalecer as capacidades das Forças Armadas do Mali, tornando-as capazes de contribuir, de forma autónoma, para a defesa da sua população e território.
À data, integra 825 militares de 27 Nações (Albânia, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, Alemanha, Estónia, Grécia, Espanha, Finlândia, França, Geórgia, Hungria, Irlanda, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Letónia, Montenegro, Moldávia, Holanda, Portugal, Roménia, Sérvia, Suécia, Eslovénia e Reino Unido), tendo já formado, ao todo, 12.770 militares das Forças Armadas do Mali.
Portugal contribui para esta missão com 17 militares dos três ramos das Forças Armadas (2 da Marinha, 12 do Exército e 3 da Força Aérea).
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Mais uma memória naval - O caso da esquadra russa na Baía dos Tigres em 1904
Mais uma Memória Naval, trazida elo nosso camarada João Freire.
Para a ler, como de costume, carregar AQUI
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
AOFA - Associação de Oficiais das Forças Armadas
"Até para os supermercados, Forças Armadas perdem quatro militares por dia."
"Oficiais dizem que "está em marcha uma destruição deliberada das Forças Armadas"
Para ler o artigo completo, em TSF - Rádio Notícias, podem seguir esta ligação.
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
24 e 25 DEZEMBRO - 1 de JANEIRO
Como não pertenço à geração mais bem formada de sempre, como não me incluo nos polícias da mente e do politicamente correcto, continuo a enviar as minhas saudações Natalícias, para uma série de pessoas e muito particularmente para as mais chegadas, por carta dos CTT mas, por outro lado, comparativamente com o que eu fazia há 25 anos, a utilização dos CTT foi gradual e enormemente reduzida.
Aos CTT recorro para os 3/ 4 grandes amigos civis e para os 3/ 4 grandes amigos militares, para os chamados amigos do peito.
Como tenho muitas pessoas que muito prezo, também aos CTT recorro.
Para a esmagadora maioria das pessoas que conheço, com quem me relaciono em sociedade, que respeito, para esses recorro de há muito à via electrónica.
Assim, aos meus estimados leitores e visitantes, aqui deixo os meus votos amigos para que tenham um Santo Natal, com a melhor saúde possível e sempre adequada à idade, sem problemas graves.
Boas Festas e um ano de 2020 o melhor possível.
Muitas felicidades.
António Cabral
Como não pertenço à geração mais bem formada de sempre, como não me incluo nos polícias da mente e do politicamente correcto, continuo a enviar as minhas saudações Natalícias, para uma série de pessoas e muito particularmente para as mais chegadas, por carta dos CTT mas, por outro lado, comparativamente com o que eu fazia há 25 anos, a utilização dos CTT foi gradual e enormemente reduzida.
Aos CTT recorro para os 3/ 4 grandes amigos civis e para os 3/ 4 grandes amigos militares, para os chamados amigos do peito.
Como tenho muitas pessoas que muito prezo, também aos CTT recorro.
Para a esmagadora maioria das pessoas que conheço, com quem me relaciono em sociedade, que respeito, para esses recorro de há muito à via electrónica.
Assim, aos meus estimados leitores e visitantes, aqui deixo os meus votos amigos para que tenham um Santo Natal, com a melhor saúde possível e sempre adequada à idade, sem problemas graves.
Boas Festas e um ano de 2020 o melhor possível.
Muitas felicidades.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Mais outra memória naval - De Bissau a Bolama na LDP 303
Mais outra Memória Naval trazida à luz do dia, ou melhor, ao "Navio ... desarmado", pelo nosso bem conhecido camarada João Freire.
Para a ler, como de costume, carregar AQUI.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2019
HFAR
Tentei hoje marcar uma consulta de estomatologia no HFAR por causa de um dente que se me partiu.
SÓ EM JUNHO DE 2020, reponderam-me!
SÓ EM JUNHO DE 2020, reponderam-me!
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
Comunicado do IASFA aos beneficiários ADM
https://www.iasfa.pt/comunicados/comuni-adm-lusiadas/

COMUNICADO AOS BENEFICIÁRIOS DA ADM
ASSINATURA DE MEMORANDO PARA A REGULARIZAÇÃO DA DÍVIDA DA ADM E PONTO DE SITUAÇÃO SOBRE A SUSPENSÃO DA CONVENÇÃO ENTRE A LUSÍADAS SAÚDE E O IASFA
O IASFA, I.P., (IASFA) informa que foi hoje assinado o Memorando de Entendimento entre o Ministério da Defesa Nacional e o Ministério das Finanças para a regularização de uma parte significativa da dívida acumulada da Assistência na Doença aos Militares (ADM). Este plano contempla um conjunto de medidas destinadas a regularizar a dívida acumulada, num prazo de três anos, incluindo uma primeira transferência já em 2019.Firmado este Memorando, o IASFA irá, no imediato, dar início ao processo de negociações com os prestadores privados de saúde, entre os quais, a Lusíadas Saúde, cuja convenção com a ADM se encontra suspensa desde o passado dia 22OUT19, mantendo-se entretanto as condições anteriormente anunciadas (vide NOVA TABELA ADM).
Mais se informa que o IASFA irá desenvolver todos os esforços para o restabelecimento da Convenção com a Lusíadas Saúde o mais breve possível.
Lisboa, 25 de outubro de 2019
Mais se informa que o IASFA irá desenvolver todos os esforços para o restabelecimento da Convenção com a Lusíadas Saúde o mais breve possível.
Lisboa, 25 de outubro de 2019
O Conselho Diretivo do IASFA
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
SUSTENTABILIDADE da ADM
Chamaram-me à atenção para um artigo de opinião publicado no Jornal Económico e que com a devida vénia reproduzo em baixo.
Uma vaca leiteira chamada ADM
Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA
Chamaram-me à atenção para um artigo de opinião publicado no Jornal Económico e que com a devida vénia reproduzo em baixo.
Naturalmente, como o autor é um oficial do Exército Português, poderá haver concidadãos que desconfiem de haver aqui alguma parcialidade.
Pela minha parte, estou convencido de que, a opinião formulada e os elementos concretos avançados, legitimam-me a opinião de estar perante uma postura muito clara, límpida, intelectualmente honesta que, por outro lado, bem evidenciam a pouca vergonha dos sucessivos governantes e governos quanto às Forças Armadas e, no caso concreto, quanto à Assistência na Doença dos Militares portugueses.
Mais um exemplo vergonhoso da incompetência e má fé e desconsideração para com as FA, tudo se agravando ano após ano, nas barbas dos sucessivos PR e chamados Comandantes Supremos das Forças Armadas que, de concreto, e publicamente, nunca nada fizeram para inverter a situação em causa, nunca deram um murro na mesa, para usar uma expressão de um pantomineiro e patético Komentador da treta.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
Uma vaca leiteira chamada ADM
Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA
19 Novembro 2019
A sustentabilidade da Assistência na Doença aos Militares fica garantida no dia em que a mesma se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.
Fomos recentemente informados que o Ministério das Finanças se recusa a assumir o pagamento da dívida do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA), cerca de 90 milhões de euros acumulados ao longo dos últimos dez anos, enquanto aquele não garantir que a dívida não vai aumentar no futuro.
Segundo notícias publicadas na comunicação social, o Ministério das Finanças colocou a possibilidade de pagar essa dívida (em parte ou na totalidade), desde que o IASFA “apresente um plano de gestão eficiente da Assistência na Doença aos Militares (ADM)”. Para se perceber como se chegou aqui temos de separar a regularização da dívida da sustentabilidade do sistema. Iremos concentrar-nos apenas nos aspetos relacionados com a sustentabilidade.
As razões enquadram-se em dois domínios: o universo dos contribuintes versus o universo dos beneficiários, e a forma como é utilizado o dinheiro. Relativamente ao primeiro domínio, sublinha-se que a ADM tem cerca de 110 mil associados, mas apenas 60% contribui financeiramente para o subsistema.
Para além dos cônjuges (sem rendimentos) e dos descendentes ficam de fora os beneficiários titulares reformados com pensões inferiores a 900 euros, dos quais fazem parte um número muito significativo de deficientes das Forças Armadas, os pensionistas de invalidez, os pensionistas de preço de sangue, ao que se acrescenta os respetivos familiares. Este universo beneficia, mas não contribui para o subsistema. Todas estas despesas são imputadas à ADM sem que por parte do Estado exista a necessária compensação.
No que respeita ao segundo domínio, até há pouco tempo os encargos com os medicamentos disponibilizados pelo LMPQF e Hospital das Forças Armadas, e com a saúde operacional, que no primeiro caso devem ser responsabilidade do SNS e no segundo do orçamento do Ministério da Defesa, foram indevidamente assumidos pela ADM.
Esta última situação foi corrigida no final de 2018 pelo atual ministro da Defesa Nacional. Até então, as despesas decorrentes da necessidade de garantir a prontidão dos militares na efetividade de serviço foram financiadas pela ADM, quando deviam ser pelo Orçamento do Estado. Falamos de uma despesa de cerca de quatro milhões de euros anuais, durante cinco anos.
As despesas associadas a acidentes em serviço e doenças profissionais têm sido igualmente oneradas pelos descontos dos beneficiários. O aumento da dívida da ADM é, pois, o resultado do somatório de todas estas despesas impropriamente suportadas pela ADM. Nada do que foi aqui referido é novo ou desconhecido dos sucessivos ministros da Defesa Nacional. A situação podia ter sido resolvida há muito tempo. Ou até podia não existir, não tivesse alguém um dia pensado pôr os militares a substituir o Estado em matéria de apoio social.
Sem questionar a necessidade de se gerir de um modo mais eficiente, como sugerido pelo atual ministro da Defesa Nacional, não podemos igualmente deixar de propor ao poder político que faça o que já devia ter feito há duas décadas. Isto é, legislar no sentido de assumir as suas responsabilidades em matéria de apoio social. Enquanto não o fizer não haverá “plano de gestão eficiente” que resista.
Por isso, abandone-se o papão da inviabilidade da ADM. A sua sustentabilidade fica garantida no dia em que a ADM se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.
A sustentabilidade da Assistência na Doença aos Militares fica garantida no dia em que a mesma se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.
Fomos recentemente informados que o Ministério das Finanças se recusa a assumir o pagamento da dívida do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA), cerca de 90 milhões de euros acumulados ao longo dos últimos dez anos, enquanto aquele não garantir que a dívida não vai aumentar no futuro.
Segundo notícias publicadas na comunicação social, o Ministério das Finanças colocou a possibilidade de pagar essa dívida (em parte ou na totalidade), desde que o IASFA “apresente um plano de gestão eficiente da Assistência na Doença aos Militares (ADM)”. Para se perceber como se chegou aqui temos de separar a regularização da dívida da sustentabilidade do sistema. Iremos concentrar-nos apenas nos aspetos relacionados com a sustentabilidade.
As razões enquadram-se em dois domínios: o universo dos contribuintes versus o universo dos beneficiários, e a forma como é utilizado o dinheiro. Relativamente ao primeiro domínio, sublinha-se que a ADM tem cerca de 110 mil associados, mas apenas 60% contribui financeiramente para o subsistema.
Para além dos cônjuges (sem rendimentos) e dos descendentes ficam de fora os beneficiários titulares reformados com pensões inferiores a 900 euros, dos quais fazem parte um número muito significativo de deficientes das Forças Armadas, os pensionistas de invalidez, os pensionistas de preço de sangue, ao que se acrescenta os respetivos familiares. Este universo beneficia, mas não contribui para o subsistema. Todas estas despesas são imputadas à ADM sem que por parte do Estado exista a necessária compensação.
No que respeita ao segundo domínio, até há pouco tempo os encargos com os medicamentos disponibilizados pelo LMPQF e Hospital das Forças Armadas, e com a saúde operacional, que no primeiro caso devem ser responsabilidade do SNS e no segundo do orçamento do Ministério da Defesa, foram indevidamente assumidos pela ADM.
Esta última situação foi corrigida no final de 2018 pelo atual ministro da Defesa Nacional. Até então, as despesas decorrentes da necessidade de garantir a prontidão dos militares na efetividade de serviço foram financiadas pela ADM, quando deviam ser pelo Orçamento do Estado. Falamos de uma despesa de cerca de quatro milhões de euros anuais, durante cinco anos.
As despesas associadas a acidentes em serviço e doenças profissionais têm sido igualmente oneradas pelos descontos dos beneficiários. O aumento da dívida da ADM é, pois, o resultado do somatório de todas estas despesas impropriamente suportadas pela ADM. Nada do que foi aqui referido é novo ou desconhecido dos sucessivos ministros da Defesa Nacional. A situação podia ter sido resolvida há muito tempo. Ou até podia não existir, não tivesse alguém um dia pensado pôr os militares a substituir o Estado em matéria de apoio social.
Sem questionar a necessidade de se gerir de um modo mais eficiente, como sugerido pelo atual ministro da Defesa Nacional, não podemos igualmente deixar de propor ao poder político que faça o que já devia ter feito há duas décadas. Isto é, legislar no sentido de assumir as suas responsabilidades em matéria de apoio social. Enquanto não o fizer não haverá “plano de gestão eficiente” que resista.
Por isso, abandone-se o papão da inviabilidade da ADM. A sua sustentabilidade fica garantida no dia em que a ADM se veja livre do fardo de ter de suportar dívidas que extravasam o seu âmbito e, por isso, não lhe competem.
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O mar de Portugal (como nunca o vimos) numa série de seis episódios
A série documental Mar, a Última Fronteira tem estreia marcada na RTP1 para o próximo sábado, 23 de Novembro, às 10h. É o primeiro de seis episódios, sempre aos sábados àquela hora, de uma série totalmente dedicada à biodiversidade do mar português, com realização do fotógrafo e cineasta subaquático Nuno Sá.
Ver artigo completo aqui.
Fonte: Público, 22 de Novembro de 2019.
Memórias Navais
Mais outra Memória Naval, compilada e difundida pelo nosso camarada Prof. Doutor João Freire. Pode vê-la como de costume a partir DAQUI
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Carta Aberta do Almirante Castanho Paes dirigida ao jurista José Miguel Júdice
O "Navio... desarmado" dá a conhecer a todos os seus leitores, muito particularmente aos "Marinheiros", a carta aberta dirigida pelo Almirante Castanho Paes ao dr. José Júdice, denunciando as declarações falsas, incorrectas e inaceitáveis por este, proferidas em entrevista no canal televisivo SIC.
Sugere-se vivamente, pela sua oportunidade e justeza, a sua leitura. Para tal, carregue aqui.
sábado, 16 de novembro de 2019
Aniversário
Comemora hoje o seu 5º aniversário o jovem "O Navio... desarmado".
Pela sua natureza (e da sua guarnição...) tem mantido uma actividade calma sem grandes sobressaltos.
Que assim continue, por muitos e bons anos, tantos quantos os seus colaboradores lhe permitirem, com vento bonançoso e mar de feição, são os votos que lhe endereço.
Pela sua natureza (e da sua guarnição...) tem mantido uma actividade calma sem grandes sobressaltos.
Que assim continue, por muitos e bons anos, tantos quantos os seus colaboradores lhe permitirem, com vento bonançoso e mar de feição, são os votos que lhe endereço.
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
CALM EMQ Luiz Casimiro de Mesquita Dias
É com pesar que vimos informar o falecimento do Engenheiro Mesquita Dias (Curso Afonso de Albuquerque) com 96 anos (faria 97 no próximo dia 19). O seu funeral será realizado amanhã, 16 de Novembro, saindo da Igreja de S. João de Deus (Praça de Londres) para o cemitério do Alto de S. João pelas 1500 hrs após celebração de uma missa de corpo presente às 1400 hrs.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
sábado, 9 de novembro de 2019
ADM - Descontos
"Auditoria do Tribunal de Contas diz que descontos “estão a financiar despesas que compete ao Estado suportar” e detetou potencial de faturação indevida por falta de regras e controlo"
Caso estejam interessados em ler o artigo completo (Jornal I, de hoje) podem seguir esta ligação.
Caso estejam interessados em ler o artigo completo (Jornal I, de hoje) podem seguir esta ligação.
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Memórias navais. Uma missão falhada...
Mais outra Memória Naval, compilada e difundida pelo nosso
camarada Prof. Doutor João Freire. Pode vê-la como de costume a partir DAQUI.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
NÃO ERA PRECISO ISTO (programa do governo PS)
Não era preciso isto, há décadas que muitos sabem que para esta gente a Defesa Nacional é o que respeita à instituição militar, APENAS.
Ora a instituição militar, o poder das armas, o tal monopólio da força que o Estado detém é tão somente a componente última da Defesa Nacional. Última no sentido de a ela se recorrer esgotado o resto.
E o que é o resto?
Quanto ao resto deve lembrar-se ( a maioria dos concidadãos quer lá saber disto, e quanto aos políticos......) que a dita Defesa Nacional tem um carácter permanente, e cabe aos governos de forma transversal realizá-la em toda a actividade governamental.
E, à Defesa Nacional, importam por exemplo, vectores diversos como o, cultural, financeiro, económico, industrial e diplomático.
A faceta militar, o vector militar, é o último recurso.
O formalmente designado Ministério da Defesa Nacional nunca desde o 25 de Abril de 1974 passou de ser apenas o ministério "dos tropas".
I.IV.2. Preparar a defesa nacional para os desafios da década 2020-2030
Às Forças Armadas pede-se, cada vez mais, que respondam a novas e complexas missões, que assumam novas responsabilidades e que façam tudo isso respeitando a exigência de utilização eficiente dos recursos públicos. Para tal, é necessário adaptar a Defesa Nacional para dar as respostas que se lhe impõem e projetar um novo ciclo, pautado por significativos desenvolvimentos internacionais.
No âmbito da União Europeia, Portugal concretizou, em dezembro de 2017, a sua intenção de participar numa cooperação estruturada permanente no domínio da segurança e da defesa. Acresce que está em processo de conclusão um Programa Europeu de Desenvolvimento Industrial no domínio da Defesa e um Fundo Europeu de Defesa, consubstanciando uma transformação profunda e apontando para uma Identidade Europeia de Defesa. Portugal deve participar neste processo, reforçando a sua capacidade militar e simultaneamente as suas indústrias de defesa.
Por fim, a Lei de Programação Militar, recentemente revista, constitui o principal instrumento financeiro plurianual para a Defesa Nacional e materializa uma estratégia de médio e longo prazo para a edificação das capacidades militares, assente no desenvolvimento da inovação e gerando valor acrescentado para a economia nacional, reforçando o emprego qualificado e promovendo as exportações das empresas deste setor de atividade.
Por outro lado, o apoio às populações, especialmente em apoio à proteção civil ou no âmbito do combate aos incêndios e, bem assim, as missões em articulação com o Sistema Integrado de Segurança Interna são solicitações a que cumpre responder.
As Forças Armadas continuarão a estar onde o país e os seus compromissos internacionais o determinem, cumprindo, com o já habitual sucesso, complexas missões que se considerem proporcionais e compatíveis com o interesse nacional e com o papel que Portugal soube consolidar.
(Chapéus há muitos)
Não era preciso isto, há décadas que muitos sabem que para esta gente a Defesa Nacional é o que respeita à instituição militar, APENAS.
Ora a instituição militar, o poder das armas, o tal monopólio da força que o Estado detém é tão somente a componente última da Defesa Nacional. Última no sentido de a ela se recorrer esgotado o resto.
E o que é o resto?
Quanto ao resto deve lembrar-se ( a maioria dos concidadãos quer lá saber disto, e quanto aos políticos......) que a dita Defesa Nacional tem um carácter permanente, e cabe aos governos de forma transversal realizá-la em toda a actividade governamental.
E, à Defesa Nacional, importam por exemplo, vectores diversos como o, cultural, financeiro, económico, industrial e diplomático.
A faceta militar, o vector militar, é o último recurso.
O formalmente designado Ministério da Defesa Nacional nunca desde o 25 de Abril de 1974 passou de ser apenas o ministério "dos tropas".
Alguns dos ministros (MDN) que por lá passaram pouco mais eram que uns verbos de encher, quero eu dizer, não tinham peso político nenhum, outros houve que tiveram peso político mas também para pouco serviu, querendo eu com isto dizer, quanto a reformas a sério, num país rodeado de água, na NATO, na Europa, e com compromissos vários.
Que Forças Armadas para Portugal na última década do século XX ou agora no XXI? Que se requer da instituição militar?
Tudo por fazer, contentam-se em ter soldadesca em África e etc.
É QUASE NADA, para um País que se quisesse a sério.
Mas, sendo isto assim há décadas, houve sempre umas estrelas vaidosas e observantes do seu umbigo que sempre colaboraram e hoje colaboram com estes lamentáveis políticos.
Políticos de todas as cores, e colaborações a diferentes níveis.
Mas, depois, vão fazendo queixinhas.
E daí a famosa frase - muito reservados no activo, muito activos na reserva e reforma.
Que Forças Armadas para Portugal na última década do século XX ou agora no XXI? Que se requer da instituição militar?
Tudo por fazer, contentam-se em ter soldadesca em África e etc.
É QUASE NADA, para um País que se quisesse a sério.
Mas, sendo isto assim há décadas, houve sempre umas estrelas vaidosas e observantes do seu umbigo que sempre colaboraram e hoje colaboram com estes lamentáveis políticos.
Políticos de todas as cores, e colaborações a diferentes níveis.
Mas, depois, vão fazendo queixinhas.
E daí a famosa frase - muito reservados no activo, muito activos na reserva e reforma.
Claro que no fim do texto do programa, o PS lá mete umas larachas sobre proteção civil, segurança interna, mas articular estas coisas como deviam ser, nada, e nada de mexer na CRP, por exemplo.
Os seus amigos de Peniche esquerdalhos ficariam zangados.
Os seus amigos de Peniche esquerdalhos ficariam zangados.
I.IV.2. Preparar a defesa nacional para os desafios da década 2020-2030
Às Forças Armadas pede-se, cada vez mais, que respondam a novas e complexas missões, que assumam novas responsabilidades e que façam tudo isso respeitando a exigência de utilização eficiente dos recursos públicos. Para tal, é necessário adaptar a Defesa Nacional para dar as respostas que se lhe impõem e projetar um novo ciclo, pautado por significativos desenvolvimentos internacionais.
No âmbito da União Europeia, Portugal concretizou, em dezembro de 2017, a sua intenção de participar numa cooperação estruturada permanente no domínio da segurança e da defesa. Acresce que está em processo de conclusão um Programa Europeu de Desenvolvimento Industrial no domínio da Defesa e um Fundo Europeu de Defesa, consubstanciando uma transformação profunda e apontando para uma Identidade Europeia de Defesa. Portugal deve participar neste processo, reforçando a sua capacidade militar e simultaneamente as suas indústrias de defesa.
Por sua vez, no âmbito da NATO, em julho de 2018, Portugal renovou, calendarizou e planificou o compromisso de aumentar a despesa em Defesa, apontando para um rácio entre 1,66% e 1,98% do PIB em 2024. É crucial que os ganhos decorrentes deste esforço sejam mensuráveis, concretos e tenham um impacto positivo sobre a economia nacional.
Por fim, a Lei de Programação Militar, recentemente revista, constitui o principal instrumento financeiro plurianual para a Defesa Nacional e materializa uma estratégia de médio e longo prazo para a edificação das capacidades militares, assente no desenvolvimento da inovação e gerando valor acrescentado para a economia nacional, reforçando o emprego qualificado e promovendo as exportações das empresas deste setor de atividade.
Por outro lado, o apoio às populações, especialmente em apoio à proteção civil ou no âmbito do combate aos incêndios e, bem assim, as missões em articulação com o Sistema Integrado de Segurança Interna são solicitações a que cumpre responder.
As Forças Armadas continuarão a estar onde o país e os seus compromissos internacionais o determinem, cumprindo, com o já habitual sucesso, complexas missões que se considerem proporcionais e compatíveis com o interesse nacional e com o papel que Portugal soube consolidar.
E estamos nisto.
Nem mesmo com alguns daqueles servidores venerandos que os aplaudem sentados nas 1ª filas isto se altera.
Nem mesmo com alguns daqueles servidores venerandos que os aplaudem sentados nas 1ª filas isto se altera.
Desgraçado País.
António Cabral
cAlmirante, reformado(Chapéus há muitos)
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sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Memórias Navais
Mais outra Memória Naval, compilada e difundida pelo nosso camarada Prof. Doutor João Freire. Pode vê-la como de costume a partir DAQUI.
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
CONFIRMEI,.... NÃO HÁ ALTERAÇÕES.....
Já não me espanto com praticamente nada.
Já não me espanto com praticamente nada.
Puxei da memória e "vasculhei" anos de experiência a lidar com, legislação militar, estatutos, cerimónias militares, protocolo, honras, etc.
Mas à cautela fui consultar o Estatuto dos Militares das Forças Armadas e o Regulamento de Continências e Honras Militares.
Estou mais descansado, não houve alterações, mantém-se o que eu sabia quanto, a honras, protocolo, deveres dos militares.
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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CMG (Ref) Alfredo Paulo Marques Ribeiro Reis
Lamentamos informar o falecimento do Cte Ribeiro Reis (Curso D. Lourenço de Almeida). O corpo estará em câmara ardente na Igreja de S. João de Deus (Praça de Londres-Lisboa) a partir das 1730 hrs de 6ªfeira, 25Out, e o funeral terá lugar no Sábado de manhã (em hora ainda não conhecida) para o cemitério do Alto de S. João.
"O Navio... desarmado" apresenta sentidas condolências à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
Nota: Informa-se a seguinte alteração: A 26, sábado, será celebrada missa de corpo presente às 1430 horas na Igreja de S. João de Deus seguindo o féretro para o cemitério do Alto de S. João pelas 1500 horas.
Nota: Informa-se a seguinte alteração: A 26, sábado, será celebrada missa de corpo presente às 1430 horas na Igreja de S. João de Deus seguindo o féretro para o cemitério do Alto de S. João pelas 1500 horas.
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