segunda-feira, 30 de maio de 2016

O Mar e os Submarinos

Presumindo que alguns não tenham visto um artigo de opinião acerca do MAR e os Submarinos, recomendo a visita ao blogue "O Diplomata".
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

Nota da redacção: para aceder ao blogue acima indicado podem seguir esta ligação.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Estatísticas da guerra submarina na 2ª Guerra Mundial (1939-45)

De "La Guerre Aéronavale dans l´Atlantique" pelo Contre-Amiral R de Belot (R)
-Submarinos construídos pelos alemães durante a guerra:
Tipo
quantos
anos
tons
2 B, C, D
25
1939-41
300
7 B, C, D
686
1939-44
514
9 A, C, D, D1, D2
187
1939-44
900
10B (reabastecedores)
8
1941-44
1500
14(reabastecedores)
19
1941-43
1500
tipo Walter
7
1943-45
259
21
119
1944-45
1600
23
63
1944-45
300
algibeira
202
1944-45
14
-Destruição de S/M "inimigos", por ano:
ano
alemães
italianos
japoneses
total
1939
9
-
-
9
1940
22
20
-
42
1941
35
18
3
56
1942
85
22
19
129
1943
237
25
22
284
1944
240
-
57
297
1945
153
-
29
182
Totais
781
85
130
996
-Causas de destruição dos S/M do eixo:
causas
alem
ital
jap
totais
navios superf
246
37
70
353
aviões de terra
247
9
4
260
aviões embarc
44
1
8
53
nav+av terr
32
5
4
41
nav+av embarcados
14
-
5
19
S/M
21
19
25
65
raids de bombardeiros
63
3
-
66
minas lanç por aviões
16
-
3
19
minas lanç por navios
16
-
1
17
acidentes e desconh
82
11
10
103
Totais
781
85
130
996
-Perdas totais da navegação aliada e causas:
navios
tonel bruta
por S/M
2775
14573000
por minas
521
1385000
por navios superf
326
1558000
por aviões
753
2828000
causas incertas
411
850000
Totais
4786
21194000

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dia da Marinha e não só

No meu portal https://ajnsilva.com/ coloquei há pouco mais um episódio, de ontem, com os “meus” pombos. E um vídeo que é uma colectânea de vídeos sobre a Semana do Dia da Marinha, para proveito de quem não os viu, dois da Marinha colocados em You Tube e outro de reportagem incluída no noticiário de SIC Notícias de 22. Esta reportagem da SIC, curta mas interessante, foi a única que consegui ver nos vários canais de TV.
Estou também a actualizar o resumo da minha História Profissional, com a inclusão de mais alguma documentação que encontrei no meu “baú” e com algumas anotações minhas. Por ora nos postos de CMG e C/A. Seguir-se-á actualização dos restantes postos, pois o total dos documentos é de cerca de 900 e dá trabalho.

sábado, 21 de maio de 2016

O DIA da MARINHA

  Eu já nem falo do que o Mar significou na História de Portugal.
  De vez em quando acordam: Portugal não é pequeno porque tem um mar imenso que se estende até às regiões da Madeira e dos Açores. Mar com imensa riqueza por explorar, numa economia tão carente. Que nos proporciona bom peixe e emprego. Por onde transitam os navios que transportam cerca de 60% do que importamos e exportamos. Com transito internacional descomunal. Que também atrai turismo. Mar que é preciso vigiar, regular, defender.
  Ontem foi o Dia da Marinha. De Portugal! Hoje, encerrando comemorações, desfile naval no Tejo.
  Terei tido azar, mas nada li nem vi ou ouvi nos diversos órgãos de comunicação social, escrita e televisiva sobre o Dia da Marinha.
  Vi e ouvi sim, extensamente, avassaladoramente, falar-se do Benfica e do futebol.
  O “ópio” das actuais gerações de portugueses!
  Se não se apela ao Mar, se o omitem, como podem esperar despertar interesse no seu aproveitamento em proveito da economia de Portugal?     

sexta-feira, 20 de maio de 2016

A PROPÓSITO do DIA da MARINHA 2016

......"E mais uma lição antiga se confirma hoje: Pode-se mexer no programa de manutenção de um navio, a título excepcional e por dias, mas não se constrói uma unidade naval em poucos anos; além disso, as intenções adversas ou as necessidades políticas próprias variam de um dia para o outro; mas a formação do poder naval demora anos, ainda que para manutenção dos níveis existentes".
(Temas e Reflexões, nº 3-Setembro 2001; Reestruturação das Forças Armadas. Equívocos e realizações, pag 22. / António Emílio Ferraz Sacchetti, VAlmirante)

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

DIA da MARINHA, 20 MAIO 2016

Este ano não me foi/ é possível  "espiar" e fotografar as actividades públicas (14 a 21 de Maio) que preenchem o DM 2016.
Fica uma imagem de um dos DM.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)


terça-feira, 17 de maio de 2016

Apresentação de livro - Convite

No Museu do Aljube, 19 de Maio pelas 17:00, apresentação do livro "Cidadão e Marinheiro" homenagem ao contra-almirante Vítor Crespo.


domingo, 15 de maio de 2016

Paiva Boléo e Marcello Caetano

Recebida a seguinte contribuição:

"A propósito da entrevista do nosso antigo camarada Paiva Boléo, publicada no blogue, penso que 
eventualmente será interessante divulgar um texto de Marcelo Caetano, porventura não muito conhecido, do seu livro "Depoimento" editado no Rio de Janeiro em 1974, em que analisa os oficiais de Marinha e refere, não explicitamente, o caso do Paiva Boléo.
Um abraço
Pedro 
Lauret"





quinta-feira, 12 de maio de 2016

PORTUGAL.  A INDÚSTRIA NAVAL?
Presumo que não seja indiferente a nenhum oficial da Marinha, no Activo, na Reserva ou na Reforma, a "evolução" da indústria naval no nosso País. E não só por razões óbvias.
Vem isto a propósito de ter passado os olhos por diferentes e diversos artigos sobre o que ocorreu nos últimos anos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Mas não só, e não vou maçar com pormenores.
Por exemplo, à data de 2002, existiriam no País cerca de 54 estaleiros navais; 30 com capacidade para construção em madeira (conheço razoavelmente um perto da Moita), 13 dedicados a unidades pequenas em fibra (30, 35 mts), 8 para construção em aço de barcos e navios com não mais de 200 mts, e 3 especializados no alumínio, de que existem algumas unidades navais.
Conhece-se, mais ou menos, a vida complicada dos ENVC nos anos mais recentes e, concretamente, o que era para ser construído para a Marinha.
Com será o presente concreto dos 54 estaleiros?

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 10 de maio de 2016

Padre Dominicano ex-Oficial da Armada Portuguesa

Por se tratar duma entrevista do Frei Eugénio Paiva Boléo, ex-Oficial da nossa Armada, da Classe de Marinha e Fuzileiro Especial (FZE) com uma Comissão cumprida num DFE em Angola, que se encontra há mais de 10 anos em Bruxelas, achámos que seria interessante dar aqui a conhecer os seus testemunhos, nomeadamente da sua alteração de vida, de militar para religioso. Ver aqui.
Tratando-se de um caso raro na nossa Armada, só nos ocorreu uma situação mais recente desta índole, de um oficial superior fuzileiro que passou à Reserva para se tornar Diácono Permanente, também na Igreja Católica.

domingo, 8 de maio de 2016

MEMÓRIAS do PASSADO: PEIXES, e "PRIMOS"

Desde jovem, a minha vida levou-me, em épocas diferentes e locais diversos no mundo, a conhecer muitos destes seres vivos, os peixes.
Vem isto tudo a propósito, também mas não só, de ter estado a olhar para o meu velho material de pesca na garagem.
E conheci e bem, também, os "primos", aqueles a que eu sempre gosto de designar por “peixes com casca”.
Que conheci pela primeira vez, na praia de Paço-de-Arcos, quando nas rochas em maré vazia andei com o meu avô materno há 60 anos a apanhar burriés e mexilhão.
Neste capítulo, e com décadas de vários “peixes com casca”, lembro com saudade um celebérrimo jantar, em França, nas décadas de 70 e 80 do século passado, eu e outros a banquetearmos-nos com travessas enormes com montanhas de “fruits de mer”.
Mas, voltando aos peixes, na minha vida houve muitos episódios.
Desde noitadas de pesca à lula com uma simples toneira, ao largo de Sesimbra ou algures no Algarve, à pesca à linha em barragens, à pesca à linha em rios, à pesca selvagem nas ilhas dos Bijagós, na Guiné, dentro de um bote em alta velocidade, à pesca junto ás Formigas nos Açores, e por aí fora. Foram já muitas décadas.
Mas voltando aos peixes, e olhando para uma fase menos longínqua da minha vida profissional, lembro com prazer e saudade, grandes grelhados, grandes peixes cozidos, grandes petiscos de forno e, muito ainda, peixes em mercados soberbos, em lotas, à chegada de barcos a horas tardias.
Lembro por exemplo, o salmonete, o peixe-galo, a abrótea, a solha, o linguado, o robalo, o bodião, a garoupa, o cherne (não o Barroso, vade retro Satanás), o mero, o carapau, a dourada, o lírio, o pargo. Lembro de ver chegar e desembarcar, anos atrás, nos Açores, os vários tunídeos.
Lembro-me ainda de belas cavalas, espadarte, goraz, besugo, pargo.
Grandes e saudosas memórias, de natureza visual e, em imensos casos, de natureza gustativa.
Saudades, memória.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

Dia da Marinha


sábado, 7 de maio de 2016

Agradecimento da Família do Com. Abel de Oliveira


Da filha Fátima do Com. Abel de Oliveira, foi recebida esta mensagem de agradecimento aos amigos do Com. Abel de Oliveira e em particular a todos quantos o acompanharam na sua hora final:

"A Mãe Ló. a Fatucha, a Anucha, o João, o Pedro, a Joana e o Nuno, a Ana, o Rui e a queridíssima Joaninha agradecem do fundo do coração a ternura dada por todos vós ao Pai Abel ao longo da sua vida e o conforto da vossa presença na hora da sua morte".

O muito obrigada da Família Oliveira.
Mª. de Fátima (Fatucha)

sexta-feira, 6 de maio de 2016

COMO VAI O MUNDO? MUITO COMPLICADO!!!!

E a culpa?
Eu creio que é de muitos, no Ocidente mas não só.
Sim, porque para mim, ninguém, nenhuma instituição nacional ou internacional, nenhum país, tem 100% de razão ou 100% de culpa.
Mas muitos, de há vários anos e hoje cada vez mais, insistem na percepção de que cabe ao Ocidente o rótulo de grande opressor. 
Eu penso, mas posso estar completamente equivocado, que lhe cabe mais de 50% de culpa ou seja, que lhe assenta nessa percentagem o rótulo.
Quando Colombo chegou ás Américas, quando Vasco da Gama "aterrou" na India, quando Magalhães  e também Elcano andaram ás voltas ao mundo, naturalmente que o Ocidente tomou a primazia.
Mas, mal que pergunte, os mundos que eles encontraram, descobriram, eram pacíficos, de mansidão extrema e ternurenta, nada de racismos, nada de sedes de poder, nada de agressões a vizinhos, tudo calmo entre etnias e civilizações? POIS.
António Cabral
cAlmirante Reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Memórias de 1936, o navio de salvamento "Patrão Lopes"

Para aqueles a quem tenha escapado,uma outra achega com a participação de camaradas do CINAV sobre a descoberta dos destroços do navio de salvamento "Patrão Lopes" na Barra do Porto de Lisboa, com boas fotografias, uma das quais da respectiva guarnição, que podem ser vistas aqui.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Vasco da Gama na Armada Portuguesa


Numa iniciativa das "Edições Revista de Marinha" o livro "Duas Naus, Um Cruzador ... e Duas Fragatas" - O Nome de Vasco da Gama na Armada Portuguesa, está pronto e tem o seu lançamento marcado para o próximo dia 11 de Maio pelas 1830 no Clube Militar Naval.  
O livro é constituído pela reedição do livro de Maurício de Oliveira "Duas Naus e Um Cruzador", editado em 1945, à qual é acrescentada a história da fragata dos anos 60 escrita pelo VAlm Ferreira Barbosa e a história da actual "Vasco da Gama" de autoria do CMG Temes de Oliveira com a colaboração dos restantes 9 posteriores Comandantes do navio.

terça-feira, 3 de maio de 2016

CFR EMQ (R) Francisco José Costa Pereira



Do blogue "Curso HagaCê" transcrevemos esta triste notícia:

"É com profunda tristeza que damos a conhecer o falecimento, do nosso estimado camarada e amigo Costa Pereira, que ocorreu hoje de madrugada. Mais um bom Homem que nos deixa.
O seu corpo irá para a Igreja da Portela a partir das 17.30 de hoje 03MAI. O funeral seguirá amanhã, às 16.00 para o Cemitério dos Olivais onde o seu corpo será cremado pelas 17.00.
Em nome do Curso Hermenegildo Capelo apresentamos sentidas condolências à sua família.
O GT HagaCê"

"O Navio... desarmado" também apresenta sentidos pêsames à sua família e aos seus amigos e camaradas, em particular aos do Curso Hermenegildo Capelo. Que descanse em Paz! 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A BANDEIRA NACIONAL

CRP, Artº 11º, nº 1 - A Bandeira  Nacional, símbolo da soberania da República, da independência, unidade e integridade de Portugal, é a adoptada pela República instaurada pela revolução de 5 de Outubro de 1910.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)