quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
SEGURANÇA, DEFESA, GUERRA
Tem sido propalado, por alguns orgãos de comunicação social, o conceito da subordinação do chamado "poder militar" ao poder político.
Com a única intenção de contribuir, a nível interno, para alguma consonância na interpretação de tal expressão, entendi por bem tecer as seguintes considerações:
- O "poder militar", na acepção que habitualmente se lhe pretende dar nos meios de comunicação social, não existe.
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António Cabral
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
NÃO SE INCOMODE
HÁ DUAS COISAS SÓ QUE PODEM INCOMODAR:
domingo, 16 de fevereiro de 2025
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
ANAIS DO CLUBE MILITAR NAVAL Número Especial Comemorativo dos 50 Anos do 25 de Abril
Foi apresentado nas instalações do Clube Militar Naval em acto muito concorrido, um Número Especial dos Anais do Clube Militar Naval evocativo dos 50 anos do 25 de Abril.
Trata-se de uma edição especial com mais de 500 páginas e que inclui textos de cerca de quatro dezenas de autores, que resultou de uma iniciativa cultural coordenada pelo consócio Alcindo Ferreira da Silva e teve o apoio da Direcção do Clube, presidida pelo consócio Augusto Santos Silva e e da Comissão de Redacção dos Anais, presidida pelo consócio António Costa Canas.
O dia 25 de Abril de 1974, ou o “dia inicial, inteiro e limpo”, continua a ser um referencial de Liberdade e de Democracia que marca as nossas vidas e esta notável edição é, simultaneamente, uma memória história e uma evocação emocional, a merecer leitura e um lugar de destaque nas nossas bibliotecas.
Estão de parabéns o Clube Militar Naval e aqueles que planearam e participaram nesta edição.
Onda do A.R.Costa
NOTA: com a devida vénia e para que conste, se reproduz este post publicado no blog "Água aberta ... no OCeano" no passado dia 31 de Janeiro.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
O Estado a QUE SE CHEGOU
Quer no ESTADO quer nas Instituições privadas, há coisas boas e más ou péssimas.
Há coisas que correm bem, outras que correm mal.
REPITO, quer no Estado quer nos privados.
Vêm estas palavras a propósito de saúde, de apoio na (falta de) saúde, de comparticipações do IASFA, do hospital dito das Forças Armadas e de hospitais privados. Sobre estes, concretamente o hospital da Luz.
Vem a propósito, também, do respeito e consideração recebidos da parte do IASFA, da parte do hospital das FA, e do hospital da Luz.
Em alguns casos, também, relativamente ao desprezo insuportável e inadmissível a que se é sujeito.
No primeiro trimestre do ano passado fiquei plenamente esclarecido quanto ao hospital das FA. Passo à frente.
Em 3 de Junho passado fui submetido a uma intervenção cirúrgica para tratar de uma hérnia inguinal. No hospital Cuf Tejo.
No dia 5 de Junho tratei de remeter ao IASFA a documentação respectiva tendo em vista previsível comparticipação por parte do IASFA.
Em 8 de Novembro passado solicitei ao IASFA o favor de até 15 de Dezembro receber os documentos que me permitissem junto da Multicare acionar comparticipações por actos médicos.
Não estava a pedir que pagassem as comparticipações, pedia os documentos onde o IASFA indicasse que comparticipação eu viria a receber. Para cumprir as normas definidas pelo IASFA.
Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber nem comparticipações nem explicações. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025.
Isso . . . . adivinharam . . . . continuo sem receber resposta a reclamações que enderecei incluindo ao mais alto nível. Ainda só estamos em Fevereiro de 2025.
Quanto a Estado, FA, IASFA estamos conversados.
Quanto ao hospital da Luz, por precaução, fui às urgências no passado dia 13 de Janeiro, ao fim da tarde, apresentei cartão do cidadão e cartão ADM.
Em pouco mais de 2 horas fui atendido, observado, TAC efectuado, relatório respectivo apreciado por médico, felizmente nada de preocupante, regressei a casa. Perguntei à saída quanto tinha a pagar - agora é com o IASFA. Achei um pouco estranho, mas enfim.
Passados dois dias recebi um SMS com as indicações para efectuar dois pagamentos de 19,00 € e 14,55€ salvo erro.
Tentei por diferentes meios entrar em contacto com o hospital. Sempre atendido e depois rejeitado por ASSISTENTE DIGITAL !
Passados 4 dias depois da ida ao hospital, e não conseguindo falar com ninguém, resolvi endereçar uma carta registada ao hospital.
Nessa carta referi - "começo pelo aspecto positivo" - e que era o estar bastante satisfeito com o atendimento e tratamento recebidos.
Depois, queixei-me da assistente digital, e de não haver possibilidade de chegar à fala com ninguém para esclarecer as minhas dúvidas.
Passado um dia fui contactado telefonicamente pelo hospital, e tudo se esclareceu, e fui pagar as duas contas/ facturas.
Para minha surpresa, recebo dois dias depois uma carta do hospital da Luz referindo que sabiam que o assunto já tinha sido esclarecido por telefone mas queriam assegurar todo o apoio e que eu me sentisse à vontade para me dirigir ao hospital da Luz sempre que necessitasse.
Mais palavras para quê?
Depois admiram-se que as pessoas se revoltem com estas indignidades ao nível da máquina do Estado e, concretamente, no âmbito do MDN, do EMGFA, do IASFA!
Calm, ref.
(marrevoltado.blogspot.pt)
domingo, 2 de fevereiro de 2025
VALM (Ref) Joaquim Neves Cardoso Tavares
Recebemos através de "A Voz da Abita":
"Estimados Camaradas,
Lamentamos a notícia, mas chegou ao nosso conhecimento que faleceu hoje o V/Almirante M (R) Joaquim Neves Cardoso Tavares. Desconhecendo ainda as Cerimónias Fúnebres, apresentamos as nossas condolências à sua Família e aos seus Amigos e Camaradas em particular aos do "Curso Bartolomeu Dias", (1945), que frequentou.
A Voz da Abita (avozdaabita@gmail.com)"
O Almirante Cardoso Tavares tinha 98 anos. "O Navio... desarmado" associa-se a esta manifestação de pesar e apresenta os pêsames à sua Família e aos seus amigos e camaradas.
1317 - 1 FEVEREIRO - 2025
Por carta Régia, D. Dinis celebrou um acordo com Manuel Pessanha, de Génova, e assim nasceu o embrião da Marinha de Guerra. Foi em 1 de Fevereiro de 1317. Passaram 708 anos.