Para quem não viu:
MUITO BOMl
http://www.dnoticias.pt/multimedia/video/588659-veja-o-documentario-integral-da-national-geographic-sobre-as-ilhas-selvagens
Veja
o documentário integral da National Geographic sobre ...
www.dnoticias.pt
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Cten Carlos Rosa Garoupa - Missa do 7º dia
Recebida a seguinte comunicação:
"Dou a conhecer que a missa do 7º dia, celebrada em memória do nosso camarada Rosa Garoupa terá lugar amanhã, quarta-feira 31 de Agosto, pelas 18h30m na Igreja do Alto do Restelo, S. Francisco de Xavier.
José M. Botelho Leal"
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Capitão-Tenente (R) Carlos Alberto M. da Rosa Garoupa
Cumpre-me o triste dever de dar a conhecer o falecimento
inesperado, esta noite, do nosso camarada do "Curso D. João I" Carlos
Rosa Garoupa O corpo deste nosso camarada e
Amigo, que tinha completado 75 anos de idade na passada terça-feira, irá
pelas 16 horas de hoje para uma capela mortuária dos Jerónimos,
realizando-se o funeral amanhã à tarde para um cemitério que indicarei
assim que tiver conhecimento.À sua Família e a todos os seus muitos amigos e camaradas apresento sinceras condolências.
José M. Botelho Leal
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
CMG Júlio da Silva Coelho (falecido em 19Jul2015)
Relativamente ao falecimento deste nosso camarada foi recentemente recebido o seguinte "e-mail":
"Soube pelo vosso blog da morte de Júlio Alberto da Silva Coelho em 2015.
Nos anos de 1976/80 exerceu funções em organismos do Ministério dos Assuntos Sociais, nomeadamente na Areosa (Porto) onde fui funcionário.
Quero apresentar à família enlutada os meus sinceros pêsames.
Foi um competente Diretor.
(Mário Mendes)"
domingo, 21 de agosto de 2016
Meu blog WordPress
Constatei há dias que
muito do que pus no meu WordPress estava miniaturizado, ilegível para quem
tentasse ler, pois o portal não permite que qualquer leitor amplie o que lá
está.
Verifiquei que eu,
na qualidade de administrador, posso editar essas miniaturas.
Mas tenho de o fazer
uma à uma, o que leva tempo e muito trabalho. Por ora ainda só o
pude efectuar nas centenas de imagens da minha História Profissional.
Para quem tiver
curiosidade em as ver, as suas várias partes estão directamente acessíveis no
link:
Ou clicando na
categoria “HISTÓRIA PROFISSIONAL” que se vê na coluna da direita, se entrar no
portal
A J Nunes da Silva
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Doca da Marinha
Tanto quanto me lembro, nas imediações das instalações militares era essencial criarem-se zonas de segurança especialmente nos acessos principais.
Atendendo em especial aos tempos que correm, ainda serei dos que se espantam com a situação retratada junto à porta da Doca da Marinha, em zona de "paragem proíbida" como o sinal de trânsito mesmo em cima da entrada comprova, de seis viaturas em cima do passeio tradicionalmente destinado a peões - alguns dos quais eventualmente em transito de ou para a referida Doca -.
Brandos costumes!
Foto de telemóvel de 06 de Agosto de 2016
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Apartheid entre portugueses
Apartheid entre
portugueses.
E foi criado nesta
escassa quinzena de anos do Século XXI. Porque não existia no Século XX, nem no
XIX, nem no XV.
Os militares do
Exército efectuaram prestimosa ajuda aos seus concidadãos no combate aos
incêndios. Não precisaram de substituir as suas fardas pelas de bombeiros.
Os da Força Aérea
têm dado prestimosa ajuda no salvamento de doentes, no transporte de pessoas e
material e, segundo se espera, vão recuperar também capacidade de colaboração
no combate a incêndios. Sem precisarem de trocar suas fardas.
Já quanto a
militares da Marinha o tratamento passou a ser diferente. Para prestarem
serviço aos seus concidadãos, na zona ribeirinha, têm de se “disfarçar de
polícias”. Para que não haja dúvidas, “Polícia Marítima” escrita nas costas.
Caso contrário,
campanha de alguns jornalistas e não só. Há ilegalidades, até ferem a
Constituição, dizem eles! Nada importante emitirem essas opiniões se o receio
do seu impacto não tivesse conduzido o poder político a legislar no sentido do que
tais contestatários pretendem: militares
da Marinha, no seu País, no nosso País, como militares, só em paradas. Quanto ao
mar, o mais longe possível, de preferência em águas internacionais ou
estrangeiras.
Nada a ver contra a prestimosa acção
policial, mas não foi essa a opção de vida desses militares. Nem a sua vocação.
Nem a razão de ser da existência secular da Marinha. Profundamente
desmotivador!
E, a existência de “guetos”
de portugueses, só por terem por missão principal a defesa de Portugal, é um
tremendo desperdício de capacidade humana e material que, em tempo de paz, pode
e deseja dar também mais um adicional contributo à nossa frágil economia.
sábado, 13 de agosto de 2016
O País, CRP, Mar, Governos, AMN, Marinha
Portugal é, na minha opinião naturalmente, uma sociedade que para aí desde 1700 continua a não ter a casa arrumada.
Sempre por culpa dos outros, naturalmente. O que se vê agora, com praticamente tudo o que a geringonça prometia a ser ao contrário, ou o anterior governo depois do desastre socrático a clamar - agora é que é - sempre assim foi mais coisa menos coisa. Sempre uns quantos a governarem-se, variando as cores, mas a sociedade sempre a claudicar. E sempre corporativismos, agora com matizes sindicais.
Isto a propósito dos sucessivos governos, dos vários MDN, e de como todos foram encarando os problemas da Defesa Nacional, do Mar, e dos escassos recursos do País. Digo encarando porque, em concreto, pouco resolveram e clarificaram.
Por definição os recursos são sempre escassos, mas em Portugal foram e serão cada vez mais.
Concretamente, venho aqui a propósito da promulgação pelo PR de um DL que, segundo o que se vê no jornal de referência DN (??) o excelso juiz Bernardo Colaço considera inconstitucional porque, diz o juiz, confirma a tutela militar sobre a autoridade civil.
QUE TRAUMA, digo eu!
Pela minha parte, já não tenciono dar muito para este peditório. Há mais de cinco décadas que descobri que os bebés não chegam de Paris. Além de que reparo em quem se vem sempre insurgindo. E como gostava de ser mosca para observar o que é encomendado.
Acrescento apenas algumas convicções que, como sempre, admito que possam não ter fundamento:
1. O que se assiste de há anos para cá e concretamente desde 2005 nesta questão Autoridade Maritima versus Marinha, tem em parte a ver com a postura que muitos assumiram (erradamente) perante a CRP, a mudança dos tempos, os recursos, a racionalidade;
2. neste tema tem tido um papel particular o que se vem fazendo, o que continua a não se fazer, acerca da AMN e por exemplo na polícia marítima;
3. como sempre tem acontecido nos últimos anos, o que alguns defendem vem sendo disfarçadamente matizado por outros desígnios de parte a parte;
4. Quando olho para o que se vem passando na PSP e GNR e SEF, aumenta a minha desconfiança quanto a certas argumentações que venho observando relativamente à PM e AMN.
5. finalmente, e apesar de respeitar SEMPRE as opiniões alheias, não posso deixar de desconfiar de certas coisas e de potenciais desígnios para lá do aparente respeito da Lei, pois no meio disto tudo andam por aí, uns que são ressabiados, outros que são tolos e que continuam a não atentar na LEI.
A terminar, reproduzo em baixo o que julgo continuar em vigor.
Uma das curiosidades disto tudo, é que são diplomas aprovados no tempo de Guterres e agora o juiz Colaço insurge-se contra o MDN do governo PS. Há coisas mesmo engraçadas.
DL 43/2002/ 2Março
CAPÍTULO I
Princípios gerais
Artigo 1.o
Objecto
1 - O presente diploma cria o sistema da autoridade marítima (SAM), estabelece o seu âmbito e atribuições e define a sua estrutura de coordenação.
2 - É criada a Autoridade Marítima Nacional (AMN), como estrutura superior de administração e coordenação dos órgãos e serviços que, integrados na Marinha, possuem competências ou desenvolvem acções enquadradas no âmbito do SAM.
DL 44/2002/2Mar
Artigo 2.o
Atribuições e competências
1 - A AMN é a entidade responsável pela coordenação das atividades, de âmbito nacional, a executar pela Armada, pela Direção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) e pelo Comando-Geral da Polícia Marítima (CGPM), nos espaços de jurisdição e no quadro de atribuições definidas no Sistema de Autoridade Marítima, com observância das orientações definidas pelo Ministro da Defesa Nacional, que aprova o orçamento
destinado à AMN.
2 - O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) é, por inerência, a AMN e nesta qualidade funcional depende do Ministro da Defesa Nacional.
3 - Nos processos jurisdicionais que tenham por objeto a ação ou omissão da AMN ou dos órgãos e serviços nela compreendidos, a parte demandada é a AMN, sendo representada em juízo por advogado ou por licenciado em Direito com funções de apoio jurídico, constituído ou designado pela AMN.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Uma "Vasco da Gama" no SNMG1
Uma das “Vasco da Gama” vai participar, durante 4 meses, no Standing NATO
Maritime Group 1 (SNMG1):
Portaria 241/2016
“ ....determina o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o
seguinte:
1 — Fica o Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas autorizado a
empregar e sustentar, como contributo de Portugal para a missão da OTAN no
âmbito das Assurance Measures, através do Standing
NATO Maritime Group 1 (SNMG1), uma Força Nacional Destacada constituída por
uma unidade naval da Classe “Vasco da Gama”, incluindo como meios orgânicos um
destacamento de helicóptero e uma equipa de
abordagem, com um efetivo até 210 militares, pelo período de quatro meses,
no segundo semestre de 2016.
2 — A participação nacional na missão identificada no número anterior é
executada na zona norte do oceano Atlântico, no mar Báltico, no mar Negro e no
mar Mediterrâneo.
3 — A Força Nacional Destacada fica na dependência direta do Chefe do
Estado -Maior -General das Forças Armadas.”
“Curiosidades”:
Porquê uma fragata e um “destacamento de helicópteros”? A fragata não tem
o seu helicóptero? É indispensável uma Portaria do Ministro para o navio poder
levar o seu helicóptero e respectiva tripulação?
Porquê na dependência directa do CEMGFA, e sem sequer lhe dar poderes de
subdelegação? Terá um general mais competência do que um almirante para
superintender a meios navais em operações?
Essa missão da FF é NATO, ou meramente nacional?
A J Nunes da Silva
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Os 70 Anos do Curso D João de Castro
Pela estatística das visualizações, verifico que os
clipes do meu DVD dos 70 Anos na Armada do Curso D. João de Castro, feito em
2013, continuam despertando interesse. Julgo que maioritariamente de camaradas de
Marinha.
Por tal,
resolvi colocar aqui o conteúdo do DVD, na íntegra, mas dividido em 3 partes,
por limitações deste portal. É uma colectânea de fotos e clipes de vídeo de que
pude dispor. Do nosso passado. Dos 70 anos.
Dos 34 cadetes iniciais do curso, neste ano em
perfazemos 73 na Armada, e nesta data, restamos ainda 9. Todos
nonagenários.
Muito demos ao País e à nossa Marinha. E o “bichinho” cá
continua. Enquanto respirarmos.
A J M Nunes da Silva
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Ílhavo Sea Festival 2016 - 5 a 8 de Agosto
Festival náutico dos grandes veleiros.
Entrada gratuita.
Todas as informacoes em http://ilhavoseafestival.pt/
Subscrever:
Mensagens (Atom)