quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

AQUI SE RECORDAM COISAS DO NOSSO PASSADO.

Aqui se recordam aspectos de décadas atrás em que quase todos nós nos divertimos. Marinharia, arte de marinheiro, os "nós".
Lembrei-me disto ao estar a pensar no estado em que estamos, e nos diversos "nós" que tolhem a sociedade portuguesa.
E daí que recordei, e partilho, uma série de "nós".
Pois existem e muitos treinámos, como por exemplo, a laçada ou nó simples, o nó de azelha, a volta de fiador, o nó direito, o nó torto, o nó cego (este lembra-nos muito a realidade), o nó de ladrão, o nó de envergue, o nó de barca, o nó de espia, o nó de pescador, o catau de espia, o nó de escota, o nó de tecelão, o lais de guia, o catau de bandeira, o nó de espada, o nó de brandais, o nó de correr ou laço, o nó de anzol, o nó de voltas falidas (muitos exemplos por aí....), o nó de esquadria, o nó de encapeladura.
Existem também as emendas, como por exemplo, de cotovia, de cotes, de lais de guia, a oval de lais de guia, de meias voltas e cotes.
Enfim, muita arte de marinheiro. Bons tempos, muitas décadas atrás.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

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