Aqui se recordam aspectos de décadas atrás em que quase todos nós nos divertimos. Marinharia, arte de marinheiro, os "nós".
Lembrei-me disto ao estar a pensar no estado em que estamos, e nos diversos "nós" que tolhem a sociedade portuguesa.
E daí que recordei, e partilho, uma série de "nós".
Pois existem e muitos treinámos, como por exemplo, a laçada ou nó simples, o nó de azelha, a volta de fiador, o nó direito, o nó torto, o nó cego (este lembra-nos muito a realidade), o nó de ladrão, o nó de envergue, o nó de barca, o nó de espia, o nó de pescador, o catau de espia, o nó de escota, o nó de tecelão, o lais de guia, o catau de bandeira, o nó de espada, o nó de brandais, o nó de correr ou laço, o nó de anzol, o nó de voltas falidas (muitos exemplos por aí....), o nó de esquadria, o nó de encapeladura.
Existem também as emendas, como por exemplo, de cotovia, de cotes, de lais de guia, a oval de lais de guia, de meias voltas e cotes.
Enfim, muita arte de marinheiro. Bons tempos, muitas décadas atrás.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
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