Publicado
hoje em Diário da República a transferência da câmara hiperbárica do ex
Hospital da Marinha para o Hospital das Forças Armadas.
A
saga continua enquanto se entregar a ignorantes a gerência das Forças Armadas.
Vai
ser por ajuste directo. É “só” um quarto de milhão de euros (mais IVA, porque o
Estado não prescinde de pagar o IVA a si próprio). Vai ser recuperado o que o
Estado gasta com a transferência? E não haverá derrapagens?
O
que acontece aos doentes que estarão em tratamento, ou que virão a dele
precisar, quando começar o desmantelamento e até estar de novo a
funcionar?
Ficam
sem tratamento? Vão fazê-lo nas câmaras do Porto e dos Açores? Há lá
lugares para todos? Pagam-lhes viagens e estadias? Uma irmã minha precisou
de 40 dias úteis de sessões para lhe salvar o pé de amputação!
Quanto
custa afinal tudo isso, em sofrimento e em dinheiro?
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