Estranharão alguns frequentadores de «O Navio... Desarmado» as mudanças de aspecto que ultimamente sofreu. Sosseguemo-los: este navio, como todos os outros, passa por uma fase de provas de recepção. Terá sempre, além disso, as suas necessidades de manutenção e, embora desarmado, deve estar permanentemente em condições de sair para o mar ou de receber visitas. Para isso há-de ser objecto, no mínimo, de muito pica-e-raspa e pinturas frequentes. Antevemos até que uma vez ou outra careça de pequenos fabricos, que esperamos não impliquem a sua imobilização. De grandes fabricos, que poderão até exigir a sua ida ao plano inclinado, avisaremos sempre que possível os que nele embarquem. Tudo será feito, em qualquer caso, para lhe manter o desejável grau de operacionalidade.
São de louvar as intenções do Encarregado do Comando pois as ações de manutenção são imprescindíveis para garantir a operacionalidade do Navio.
ResponderEliminarNo entanto é conveniente estar atento ao “pica-e-raspa e pinturas frequentes”. Em tradução arsenalista muitas vezes significava operação de cosmética… Ou seja, embelezar o exterior sem tratar do mais importante, o interior; despesa que não obtém benefícios para a prontidão do navio.
O Comando dá-nos plena garantia de que esta antiga prática está banida deste navio!
Meu caro V. Carrasco
EliminarObrigado pelo teu comentário com o qual concordo perfeitamente.
Mas o seu a seu dono. Aos encarregados do comando compete a tarefa dos fabricos (que esperamos não serem frequentes), i. é. a cosmética como lhe chamas, agora o interior, cabe à vontade e acção dos colaboradores, que fazemos votos para que sejam muitos.
Um abraço.